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quarta-feira, 25 de junho de 2025

Êxodo 20 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 20
Comentário Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 20 – A lei de Deus existe por causa de Sua infinita graça; é fruto da maravilhosa graça celestial. “A lei é, desde sua origem”, atesta R. Alan Cole “firmemente assentada num contexto de graça”. Sem essa graça, a lei não teria razão para existir, já que não teria nenhuma utilidade que nos beneficiasse.

A lei não era requisito para a intervenção miraculosa de libertação de Deus; pois, antes de concedê-la, Ele já havia humilhado o Egito e transportado Israel sobre asas de águia e o trouxe para junto de Si (Êxodo 19:4). “Deus já havia restaurado Israel à justa relação com Ele, mediante a graça”; e agora, em Êxodo 20,“desejava dar-lhe algo que o ajudasse a continuar sendo Seu povo e a ter uma relação íntima com Ele”, destaca Paul Hoff.

Sem a graça, a lei seria desgraça, não bênção. De suma importância para a obediência do povo é a libertação graciosa provida por Deus. A graça sempre permeia a religião orientada por Deus. “A obediência aos mandamentos se baseia na experiência de libertação efetuada por Deus, em Sua graça, a qual os primeiros 19 capítulos de Êxodo explicam”, afirma a Bíblia de estudo Andrews.

Em Êxodo 20:1 nota-se que antes de proclamar Sua sagrada lei, Deus Se expressa poderosamente, e também graciosamente, perante Seu povo. O prefácio de Deus colocado antes de expor Sua lei expõe primeiramente Sua graça: “Eu Sou o Senhor, o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão”.

Na sequência, Deus anuncia “as dez palavras” (Deuteronômio 4:13), as quais Ellen G. White chama de “dez preceitos breves, compreensivos, dotados de autoridade, [que] abrangem os deveres do homem para com Deus e seus semelhantes; e todos baseados no grande princípio do amor” (PP, p. 305).

Assim entendemos o que Paulo queria ensinar ao escrever que não devamos nada a ninguém, exceto o amor, “pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a Lei”; e, também, quando conclui que “o amor é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:8, 10).

Nunca devemos usar incorretamente a lei (1 Timóteo 1:8). Sua função é conduzir-nos a Jesus (Romanos 10:4), ilustrado nos sacrifícios em Êxodo 20:22-26.

Assim, é primordial considerar o prefácio e o posfácio da lei para saber utilizá-la corretamente! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 24 de março de 2022

A lei de Deus - Êxodo 20

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 20

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 20 – A lei de Deus existe por causa de Sua infinita graça; é fruto da maravilhosa graça celestial. “A lei é, desde sua origem”, atesta R. Alan Cole “firmemente assentada num contexto de graça”. Sem essa graça, a lei não teria razão para existir, já que não teria nenhuma utilidade que nos beneficiasse. 

A lei não era requisito para a intervenção miraculosa de libertação de Deus; pois, antes de concedê-la, Ele já havia humilhado o Egito e transportado Israel sobre asas de águia e o trouxe para junto de Si (Êxodo 19:4). “Deus já havia restaurado Israel à justa relação com Ele, mediante a graça”; e agora, em Êxodo 20,“desejava dar-lhe algo que o ajudasse a continuar sendo Seu povo e a ter uma relação íntima com Ele”, destaca Paul Hoff.

Sem a graça, a lei seria desgraça, não bênção. De suma importância para a obediência do povo é a libertação graciosa provida por Deus. A graça sempre permeia a religião orientada por Deus. “A obediência aos mandamentos se baseia na experiência de libertação efetuada por Deus, em Sua graça, a qual os primeiros 19 capítulos de Êxodo explicam”, afirma a Bíblia de estudo Andrews.

Em Êxodo 20:1 nota-se que antes de proclamar Sua sagrada lei, Deus Se expressa poderosamente, e também graciosamente, perante Seu povo. O prefácio de Deus colocado antes de expor Sua lei expõe primeiramente Sua graça: “Eu Sou o Senhor, o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão”.

Na sequência, Deus anuncia “as dez palavras” (Deuteronômio 4:13), as quais Ellen G. White chama de “dez preceitos breves, compreensivos, dotados de autoridade, [que] abrangem os deveres do homem para com Deus e seus semelhantes; e todos baseados no grande princípio do amor” (PP, p. 305).

Assim entendemos o que Paulo queria ensinar ao escrever que não devamos nada a ninguém, exceto o amor, “pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a Lei”; e, também, quando conclui que “o amor é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:8, 10).

Nunca devemos usar incorretamente a lei (1 Timóteo 1:8). Sua função é conduzir-nos a Jesus (Romanos 10:4), ilustrado nos sacrifícios em Êxodo 20:22-26.

Assim, é primordial considerar o prefácio e o posfácio da lei para saber utilizá-la corretamente! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Os Dez Mandamentos- Êxodo 20

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 20
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Os Dez Mandamentos


Os Dez Mandamentos (ou “dez palavras” conforme Deuteronômio 4:10 e 10:4), de acordo com o formato no capítulo em análise, foram dados por período limitado, como Paulo claramente declarou em Gálatas 3:19. Observe:

A Lei “foi acrescentada para que se manifestassem as transgressões – ATÉ que viesse a descendência/[JESUS], a quem fora feita a promessa”. Entretanto, a mudança operada pelo Catecismo e seguida por várias vertentes cristãs não tem aprovação de Deus (Daniel 7:25). Cuidado!

Foi Jesus pré-encarnado, Filho de Deus, que entregou os Dez Mandamentos a Moisés, conforme declarou Estevão em seu sermão pentecostal, atestando serem eles palavras de vida (Atos 7:37-38). Precisamos de todos eles!

O que importa é ter os princípios introduzidos nos Dez Mandamentos impressos no coração pelo Espírito Santo (Jeremias 31:31-33; Hebreus 8:8-10). Para tanto, faremos uma reflexão desde a conclusão dos Dez Mandamentos para entender o todo:

A cobiça é desejo/anseio focado no lugar errado. É querer o que não é certo possuir. É o único imperativo que proíbe sentimentos profundos (anseios) da alma. O único mandamento que diz “NÃO” duas vezes. Ele é o auge/ápice/apoteose da Lei Moral; pois, é por causa da cobiça que...

1. Substituímos Deus por deuses falsos (v. 3);
2. Adoramos/veneramos/reverenciamos o que não devemos (vs. 4-6);
3. Desonramos o nome Divino (v. 7);
4. Ignoramos a santidade do sábado (vs. 8-11);
5. Proclamamos independência dos pais (v. 12);
6. Matamos (v. 13);
7. Adulteramos (v. 14);
8. Roubamos (v. 15);
9. Denegrimos o próximo (v. 16).

O cobiçoso rouba, adultera e mata; ambiciona o lugar de Deus e O destrona do coração; pisoteando, assim, nos primeiros mandamentos... (Leia atentamente Mateus 5, Jesus vai à raiz do problema).

O problema é o pecado enraizado no coração; desta forma, obediência sem o décimo mandamento seria fácil. Atenção: Apenas desejar, sem possuir a mulher e coisas do próximo, não seria pecado.

Pecados afastam-nos de Deus promovendo em nós atos pecaminosos. Consequentemente, temos medo (Êxodo 20:18-21), o qual motivam-nos a criar/fazer/fabricar deuses mais convenientes. Prevendo isso, Deus proíbe tais alternativas (vs. 22-26).

A libertação da escravidão do pecado/desobediência/rebeldia/orgulho/egoísmo/etc. é fruto da graça que conduz à obediência/submissão/reverência/restauração naquele que permite Deus agir (vs. 1-2).

Sobretudo, precisa-se reverência para estar na presença de Deus (v. 21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 19 de setembro de 2015

Os Dez Mandamentos

Leitura Bíblica- Êxodo 20
Os Dez Mandamentos
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Os Dez Mandamentos (ou “dez palavras” conforme Deuteronômio 4:10 e 10:4), de acordo com o formato no capítulo em análise, foram dados por período limitado, como Paulo claramente declarou em Gálatas 3:19. Observe:

A Lei “foi acrescentada para que se manifestassem as transgressões – ATÉ que viesse a descendência/[JESUS], a quem fora feita a promessa”. Entretanto, a mudança operada pelo Catecismo e seguida por várias vertentes cristãs não tem aprovação de Deus (Daniel 7:25). Cuidado!

Foi Jesus pré-encarnado, Filho de Deus, que entregou os Dez Mandamentos a Moisés, conforme declarou Estevão em seu sermão pentecostal, atestando serem eles palavras de vida (Atos 7:37-38). Precisamos de todos eles!

O que importa é ter os princípios introduzidos nos Dez Mandamentos impressos no coração pelo Espírito Santo (Jeremias 31:31-33; Hebreus 8:8-10). Para tanto, faremos uma reflexão desde a conclusão dos Dez Mandamentos para entender o todo:

A cobiça é desejo/anseio focado no lugar errado. É querer o que não é certo possuir. É o único imperativo que proíbe sentimentos profundos (anseios) da alma. O único mandamento que diz “NÃO” duas vezes. Ele é o auge/ápice/apoteose da Lei Moral; pois, é por causa da cobiça que...

1. Substituímos Deus por deuses falsos (v. 3);
2. Adoramos/veneramos/reverenciamos o que não devemos (vs. 4-6);
3. Desonramos o nome Divino (v. 7);
4. Ignoramos a santidade do sábado (vs. 8-11);
5. Proclamamos independência dos pais (v. 12);
6. Matamos (v. 13);
7. Adulteramos (v. 14);
8. Roubamos (v. 15);
9. Denegrimos o próximo (v. 16).

O cobiçoso rouba, adultera e mata; ambiciona o lugar de Deus e O destrona do coração; pisoteando, assim, nos primeiros mandamentos... (Leia atentamente Mateus 5, Jesus vai à raiz do problema).

O problema é o pecado enraizado no coração; desta forma, obediência sem o décimo mandamento seria fácil. Atenção: Apenas desejar, sem possuir a mulher e coisas do próximo, não seria pecado.

Pecados afastam-nos de Deus promovendo em nós atos pecaminosos. Consequentemente, temos medo (Êxodo 20:18-21), o qual motivam-nos a criar/fazer/fabricar deuses mais convenientes. Prevendo isso, Deus proíbe tais alternativas (vs. 22-26).

A libertação da escravidão do pecado/desobediência/rebeldia/orgulho/egoísmo/etc. é fruto da graça que conduz à obediência/submissão/reverência/restauração naquele que permite Deus agir (vs. 1-2).

Sobretudo, precisa-se reverência para estar na presença de Deus (v. 21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí 


Êxodo 20 Comentários: Michael Hasel

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Êxodo 20
Comentários: Michael Hasel

No monte Sinai, Deus expressa Sua natureza divina mediante a promulgação da Lei Moral. O amor é a raiz de Sua Lei, o amor por Deus é a base do amor uns pelos outros. A concessão da Lei é tanto um ato de graça e de misericórdia como a libertação da escravidão egípcia porque por meio dela Deus mostra aos Seus redimidos como eles devem viver. A colocação destas “tábuas da aliança” (Dt 9:9-11) sob o propiciatório da arca indica que eles são a base da aliança.

Aliança envolve relacionamento e comunhão. Relacionamento real e comunhão não podem ocorrer entre dois indivíduos sem um conjunto de normas que definam essa relação. Os primeiros quatro mandamentos definem nosso relacionamento com Deus, enquanto que os próximos seis definem nosso relacionamento uns com os outros.

O sábado é definido por Deus como o sétimo dia em que descansamos com Ele e renovamos o nosso reconhecimento e adoração de Deus como Criador. O sábado se torna o sinal da aliança entre Deus e Seu povo para sempre (Ex 31:16-17). A pessoa que guarda o sábado como definido por Deus indica que ele ou ela está em um relacionamento de salvação com Deus.

Michael Hasel



Salmos 7 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 7 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 7 – Ferir uma pessoa fisicamente é...