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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Sentimentos autodestrutivos de amargura

 Devocional Diário:


20 de Agosto 
Sentimentos autodestrutivos de amargura

Se a desgraça do meu inimigo me alegrou, ou se os problemas que teve me deram prazer; [...] que me venham espinhos em lugar de trigo e ervas daninhas em lugar de cevada. Jó 31:29, 40, NVI


Sentimentos amargos […] são estranhos ao espírito de Cristo (T2, p. 46 [52]).

Jesus, quando era injuriado, maltratado e insultado, não revidava. “Pois Ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje.” Quando a crueldade do homem Lhe infligiu penosos açoites e ferimentos, Ele “não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (1Pe 2:23). […]
É o servo maior que seu senhor? Cristo pôs Sua vida como nosso padrão e O desonramos quando nos tornamos ofendidos por qualquer desfeita e estamos prontos a nos ressentir de toda ofensa, suposta ou real. Não é evidência de nobreza estar preparado para defender-se, para preservar a própria dignidade. Seria melhor sofrermos injustamente uma centena de vezes do que ferir alguém pela retaliação ou por dar vazão à ira (T2, p. 351 [426, 427]).

Não devemos abrigar ressentimento no coração. Quando injuriados, não injuriemos. Ó ciúmes e perversas suspeitas, que danos têm causado! Como têm transformado amizade e amor em amargura e ódio! Devemos ser menos orgulhosos, menos sensíveis e morrer para o egoísmo (T2, p. 459 [566]).

“Quando o seu inimigo cair, não se alegre, nem se regozije o seu coração quando ele tropeçar, para que o Senhor não veja isso e Se desagrade, e desvie do inimigo a Sua ira” (Pv 24:17, 18).

https://youtube.com/watch?v=qYw2Lul6eI4&is=7bdLntaAu6ku1Fws

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Hebreus 12 Comentários de Felix H. Cortez

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Hebreus  12
Comentários  de  Felix H. Cortez

Hebreus 12 traz o argumento do capítulo 11 a um fechamento poderoso. Os heróis da história são uma multidão de testemunhas que aplaudem e reconhecem o maior modelo de fé: Jesus. Ele é o fundador e consumador da nossa fé, porque a Sua vida e sacrifício tornaram a nossa fé possível e significativa.

Os versos 3-11 nos convidam a considerar cuidadosamente o exemplo de Jesus e saber que a vitória da fé vem somente como o resultado de disciplina e paciência. Esta é uma lição difícil de aprender para aqueles que acreditam que a fé é uma coisa mágica, rápida.

Os versos 12-16 nos advertem contra o perigo da “raiz de amargura” que pode crescer e pode nos impedir de obter a graça de Deus, como aconteceu com a geração Israelita do deserto (Heb 3:12-13).

Os versos 18-24 contrastam a experiência da geração israelita do deserto no monte Sinai e a nossa no monte Sião. Hebreus sugere que nós, por meio da fé, somos capacitados a experimentar a entronização de Jesus, Sua consagração como sacerdote e a inauguração da nova aliança na Jerusalém celeste, representada como o monte Sião. Assim, enquanto os israelitas ficaram com medo diante do monte Sinai, podemos nos alegrar com a exaltação de nosso Senhor no céu.

Os versos 25-29 fecham o argumento da carta exortando-nos a prestar atenção ao que Deus nos tem dito por meio do Filho. Os israelitas falharam em obedecer a Deus que lhes falou no Monte Sinai e não entraram em Canaã. Quanto mais nós não devemos desconsiderar a Jesus que nos fala da Jerusalém celeste! Quando Deus falou no Sinai a montanha tremeu. Desta vez, quando Deus fala novamente do santuário celestial, todo o universo será abalado e somente os justos serão capazes de ficar de pé e herdar o reino de Deus (Salmos 15:5; 16:8; 21:7; 62:2; 112:6).

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos

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