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segunda-feira, 7 de abril de 2025

Apocalipse 13 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica:  Apocalipse 13
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


APOCALIPSE 13 – A continuação da perseguição apresentada em Apocalipse 12 é revelada aqui; agora, com foco nos poderes que atuam contra a verdade bíblica.

• A besta que sobe do mar (Apocalipse 13:1-10) – Um poder religioso que governa por 1260 anos e persegue aos fiéis servos de Deus.

O fato da besta ter subido do mar representa um poder que surge em meio a povos e nações (Apocalipse 17:15). Suas sete cabeças e dez chifres simbolizam a continuidade histórica dos poderes humanos (Daniel 7), confirmados pela aparência de leopardo, urso e leão, mostrando que essa besta herda suas características.

O Dragão/Satanás (Apocalipse 12:9) usou o Império Romano pagão para preparar o caminho para a supremacia papal: A primeira besta, a qual recebe autoridade por 42 meses proféticos/1260 anos e persegue o povo de Deus. O período de 538 a 1798 corresponde à era medieval, quando o papado dominou a Europa e perseguiu quem se opusesse às suas doutrinas. Apocalipse 13:10 cumpriu-se quando o general francês Berthier prendeu o Papa Pio VI, encerrando temporariamente o poder papal.

Esse evento marcou “a ferida mortal” da besta, que mais tarde será plenamente curada.

• A besta que sobe da terra (Apocalipse 13:11-18) – Um poder emergente que apoia a primeira besta e impõe sua autoridade sobre o mundo.

Esse poder surge da terra, um território menos habitado, que progressivamente torna-se aliado da primeira na opressão dos fiéis. A terra que ajudou a mulher (Apocalipse 12:16) impedindo que o dragão destruísse totalmente o povo de Deus, irá aliar-se ao sistema papal.

Os Estados Unidos foi o país que proporcionou liberdade religiosa e tornou-se refúgio aos cristãos perseguidos. Os dois chifres como cordeiro (Apocalipse 13:11) representa seus dois pilares fundamentais: Liberdade Civil e Liberdade Religiosa. Porém, depois falará como Dragão, e fará com que o mundo adore a primeira besta.

Os EUA exercerão um papel central na imposição de um sistema de adoração que reflete o poder da primeira besta. Acontecerá a união entre Igreja e Estado, resultando na imposição do sinal da besta – a falsa adoração.

Assim, Apocalipse 13 representa uma batalha espiritual intensa no tempo do fim, onde dois poderes – o papado e os EUA – desempenharão um papel decisivo de um sistema de adoração contrário à Bíblia.

Fiquemos alerta! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

A besta - Apocalipse 13

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 


Leitura Bíblica - Apocalipse 13

Comentário Pr Heber Toth Armí

O futuro não é desconhecido para Deus, Ele sabe quais serão as decisões humanas.

Por conseguinte, o objetivo deste capítulo é exortar “aos crentes a discernir sobre a falsidade e a não participar em falsas adorações propagadas pelos demônios e seus aliados terrestres, e a manter-se firmes na fé” (G. K. Beale).

Observe que o capítulo supracitado possui duas partes: A besta que subia…

• …do mar (vs. 1-10);

• …da terra (vs. 11-18).

O que significam estas bestas?

Iniciemos pelos 42 meses em que a besta do mar recebeu uma boca para blasfemar, o equivalente a tempo, tempos e metade de um tempo.

“O fato de que o símbolo de tempo ‘1.260 dias’ e seus equivalentes nos são dados 7 vezes (2 em Daniel e 5 no Apocalipse) indica que é um período de importância crucial… A frase ‘um tempo, e tempos e metade de um tempo’ em Apocalipse 12:14 é tomada diretamente de Daniel 7:25 e 12:7, como geralmente se reconhece. Mas poucos comentadores conectam Apocalipse 12 à sua raiz principal em Daniel 7. Porém, aqui jaz a chave secreta para descobrir os 3 ½ tempos proféticos em sua relação com o ‘chifre pequeno’ da quarta besta de Daniel” (Hans K. LaRondelle).

Além disso, as características desse primeiro animal relacionam-se aos os animais de Daniel 7: Leopardo, urso e leão, indicando poderes políticos.

• O quarto animal de Daniel 7 é terrível e espantoso, representando ao Império Romano. Em Apocalipse 13, Roma é religiosa e perseguiu por 1260 dias/anos. Unindo poder político com religioso, a igreja Católica Apostólica Romana assumiu a perseguição aos que discordavam dela, até receber uma ferida mortal numa das cabeças – fato ocorrido quando prenderam o Papa Pio VI em 1798 e a igreja perdeu autoridade.

• A besta que emerge da terra refere-se a uma nação que surgiu do nada e logo adquiriu poder num continente distante. Após a morte do Papa em 1798, os Estados Unidos começam a criar corpo, mesmo tendo declarado independência em 1776. O dragão, Satanás, influencia estas potências.

• Então, a besta marítima refere-se ao poder religioso: Catolicismo; a besta terrestre, ao poder político: EUA.

Antes da volta de Jesus, estas duas potências mundiais se unirão para promover adoração falsa. Fique alerta, estude, busque sabedoria divina! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Apocalipse 13 – Comentário Pr Heber Toth Armí

Apocalipse 13 –
Comentário Pr Heber Toth Armí

 O futuro não é desconhecido para Deus, Ele sabe quais serão as decisões humanas. 

Por conseguinte, o objetivo deste capítulo é exortar “aos crentes a discernir sobre a falsidade e a não participar em falsas adorações propagadas pelos demônios e seus aliados terrestres, e a manter-se firmes na fé” (G. K. Beale).

Observe que o capítulo supracitado possui duas partes: A besta que subia...

• ...do mar (vs. 1-10);
• ...da terra (vs. 11-18).

O que significam estas bestas? 

Iniciemos pelos 42 meses em que a besta do mar recebeu uma boca para blasfemar, o equivalente a tempo, tempos e metade de um tempo.

“O fato de que o símbolo de tempo ‘1.260 dias’ e seus equivalentes nos são dados 7 vezes (2 em Daniel e 5 no Apocalipse) indica que é um período de importância crucial... A frase ‘um tempo, e tempos e metade de um tempo’ em Apocalipse 12:14 é tomada diretamente de Daniel 7:25 e 12:7, como geralmente se reconhece. Mas poucos comentadores conectam Apocalipse 12 à sua raiz principal em Daniel 7. Porém, aqui jaz a chave secreta para descobrir os 3 ½ tempos proféticos em sua relação com o ‘chifre pequeno’ da quarta besta de Daniel” (Hans K. LaRondelle).

Além disso, as características desse primeiro animal relacionam-se aos os animais de Daniel 7: Leopardo, urso e leão, indicando poderes políticos.

• O quarto animar de Daniel 7 é terrível e espantoso, representando ao Império Romano. Em Apocalipse 13, Roma é religiosa e perseguiu por 1260 dias/anos. Unindo poder político com religioso, a igreja Católica Apostólica Romana assumiu a perseguição aos que discordavam dela, até receber uma ferida mortal numa das cabeças – fato ocorrido quando prenderam o Papa Pio VI em 1798 e a igreja perdeu autoridade.

• A besta que emerge da terra refere-se a uma nação que surgiu do nada e logo adquiriu poder num continente distante. Após a morte do Papa em 1798, os Estados Unidos começam a criar corpo, mesmo tendo declarado independência em 1776. O dragão, Satanás, influencia estas potências.

• Então, a besta marítima refere-se ao poder religioso: Catolicismo; a besta terrestre, ao poder político: EUA.

Antes da volta de Jesus, estas duas potências mundiais se unirão para promover adoração falsa. Fique alerta, estude, busque sabedoria divina! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Apocalipse 13 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Apocalipse 13
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Após capítulo anterior sintetizar em 17 versículos um resumo da história, com abrangência maior que a enciclopédia Barsa, o capítulo 13 é uma ampliação do versículo 17, o qual tem a ver com o tempo do fim, escatologia – eventos que antecedem à segunda vinda de Cristo.

Jesus mostra a João duas bestas/animais que representam dois poderes; ambos instrumentos do dragão para subverter a adoração do verdadeiro povo de Deus. Antes que continues preocupando-se, saiba que é mil vezes melhor estar ao lado de Deus como alvo de destruição do diabo, do que viver regaladamente bem ao lado do maior inimigo de Deus.

Uma besta sobe do mar, outra sobe da terra – elas são diferentes, mas a procedência é a mesma, do próprio diabo!

1. A besta que sobe do mar, tem dez chifres cada um com uma coroa (autoridade real); dez cabeças, cada uma com nome blasfemo (confronto a Deus); e, características dos reinos políticos descritos em Daniel 7. Seu poder, trono e grande autoridade originam-se no próprio dragão/diabo/satanás. Contudo, historicamente, esta instituição recebeu golpe mortal na cabeça, mas ao ser curada atrai a atenção do mundo para adorá-la. O histórico desta instituição o condena e adverte-nos: Ataque a Deus e Seu povo através da perseguição/inquisição/fogueiras/torturas/etc. (vs. 1-10).

2. A besta que sobe da terra, fala como cordeiro (aparência de piedade/cristianismo), mas tem voz dragônica ao forçar todos adorar a besta do mar. Embora falsamente religiosa, opera verdadeiros milagres, faz até descer fogo do céu e dá vida à imagem da besta. Sua identificação é o número 666, que será colocado na mão direita ou testa. Esse documento facilitará a transação comercial, entretanto está vinculado à adoração ao diabo (vs. 11-18).

A primeira instituição é o sistema Católico Apostólico Romano = Ferida mortal, 1798, morte de Pio VI por Berthier. Desde 1929, sua ferida vem sendo restaurada, maravilhando o mundo inteiro!

O segundo poder é um país novo, porém, poderoso mundialmente: Estados Unidos da América.

Grande parte do que fora profetizado sobre estas duas instituições está para acontecer, que se dará a partir da união/parceria das duas instituições. Dentre tantas coisas que 666 simboliza, uma delas é centrar a adoração a Deus/Jesus no homem, criado no sexto dia!

Adore Jesus!
Continua amanhã...


Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


Apocalipse 13 Comentários de Garth Bainbridge

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 13
Comentários  de  Garth Bainbridge

Apocalipse 13 nos apresenta a ascensão de uma nova trindade, uma paródia da Divindade.

    – O dragão é Satanás, cuja ambição original era ser “semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14);

    – A besta do mar (vs. 1-8) imita a Cristo: fatalmente ferida, se levanta novamente, recebendo autoridade, poder e um trono do dragão, com autoridade sobre as nações por 42 meses (3 ½ anos). No entanto, ele não é outro senão o blasfemo anticristo;

    – A besta da terra (vs. 11-18) imita a atividade do Espírito Santo, fazendo descer fogo do céu e realizando sinais miraculosos. Assim como o Espírito aponta para Jesus, esta besta aponta para o anticristo. Em Apocalipse 19:20 ela é chamada de o falso profeta, afirmando falar em nome de Deus, mas realmente falando em nome de outro, parecendo um cordeiro, mas falando como o dragão.

Ao longo deste Eixo do Mal e em seus seguidores está o número da besta, o notório 666. A numerologia judaica considerava o número 7 como o número da perfeição e da plenitude. O número de Deus o replicaria três vezes, chegando a 777, refletindo Sua absoluta perfeição e superioridade. O sétimo dia da semana homenageia o Deus único e verdadeiro. Mas aqui temos uma paródia de Deus, uma besta de sete cabeças e um nome de blasfêmia em cada cabeça. Seis é o “número do homem” (v. 18 NVI), tendo em vista que o homem foi criado no sexto dia. O número da besta, um 6 triplicado, reflete as tentativas do homem de subir ao lugar de Deus, apesar de sua depravação absoluta. Tanto Paulo (2 Ts 2:4) quanto João (1 Jo 2:18-19) fala deste anticristo se levantando dentro da igreja. Mas vestes religiosas não santificam o orgulho humano e a ambição profana. Nem concedem permissão para perseguir aqueles que discordam deles.

O anticristo prega um falso evangelho e defende leis antibíblicas em nome de Deus. Todo “evangelho” que nega ou diminui a verdade central da salvação através de Jesus é um falso evangelho e é carimbado com o temido 666. Qualquer coisa que pretenda adicionar algo ao mérito de Jesus, nosso Salvador, na esperança de que Deus o aceite como nossa contribuição, recebe a mesma marca. Para receber o selo da aprovação de Deus, devemos viver pelo hino que diz: “Minha esperança é construída sobre nada menos do que sangue e justiça de Jesus.” (Edward Mote)

Garth Bainbridge
Sidney, Austrália


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