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segunda-feira, 1 de abril de 2019

O Salvador dos Homens

A Fé Pela Qual Eu Vivo

1º de abril
O Salvador dos Homens

Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e, pelas Suas pisaduras, fomos sarados. Isa. 53:5.

O sangue de Cristo é o eterno antídoto para o pecado. Signs of the Times, 30 de dezembro de 1889.

A morte de Cristo na cruz foi uma obediência voluntária, mesmo não havendo nenhum mérito nisso; porque a justiça não puniria um ser inocente que não se dispusesse a suportar a penalidade em lugar do pecador. Signs of the Times, 22 de agosto de 1900.

Jesus… tornou-Se um Varão de dores, para que pudéssemos tornar-nos participantes das alegrias eternas. Deus permitiu que Seu Filho amado, cheio de graça e verdade, viesse de um mundo de indescritível glória para outro mareado e corrupto pelo pecado e obscurecido pela sombra da morte e da maldição. Consentiu em que Ele deixasse Seu amoroso seio e a adoração dos anjos, para sofrer a ignomínia, a injúria, a humilhação, o ódio e a morte. Caminho a Cristo, pág. 13.

Contemplai a cruz e a Vítima nela erguida. Cristo suportou nossos pecados em Seu próprio corpo. Tal sofrimento, tal agonia, foi o preço da vossa redenção. Testimonies, vol. 6, pág. 479.

A taça amarga nos foi designada. Nossos pecados a misturaram. Nosso amado Salvador, porém, tomou-a de nossos lábios e bebeu-a, e em lugar dela, apresenta-nos a taça da misericórdia, da bênção e da salvação. Testimonies, vol. 2, pág. 73.

Não nos é possível medir quão mais profundas seriam nossas aflições, quão maiores nossas misérias, não nos houvesse Jesus rodeado com Seu braço humano de simpatia e amor, e nos erguido.

Podemos regozijar-nos na esperança. … Temos perdão e paz por Seus méritos. Ele morreu a fim de que pudesse lavar nossos pecados, revestir-nos de Sua justiça, e habilitar-nos para o convívio celeste, onde podemos habitar para sempre na luz. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 109 e 110.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 97
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