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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Semelhantes a Ele

Refletindo a Cristo
Semelhantes a Ele,  20 de Fevereiro

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Mateus 6:24

Cristãos indiferentes obscurecem a glória de Deus, têm uma falsa concepção de piedade, e induzem os homens a ter idéias errôneas quanto ao que vem a ser uma religião viva. Outros pensam que também podem ser cristãos, e ao mesmo tempo consultar suas próprias inclinações, e fazer provisões para a carne, já que esses cristãos nominais o fazem. Muito professo cristão ostenta o estandarte com os seguintes dizeres: “Você pode servir a Deus e satisfazer o eu —você pode servir a Deus e às riquezas.” Eles professam ser virgens prudentes, mas por não possuírem o óleo da graça nas vasilhas e em suas lâmpadas, não emitem luz para a glória de Deus e para a salvação dos homens. Procuram fazer o que o Redentor do mundo disse ser impossível: “Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Lucas 16:13.

Os que professam ser cristãos mas não seguem os passos de Cristo, tornam sem efeito Suas palavras, e obscurecem o plano de salvação. Por seu espírito e procedimento eles virtualmente dizem: “Jesus, em Teus tempos não compreendias tão bem como nós hoje, que o homem pode servir a Deus e às riquezas.” Esses professos religiosos alegam observar a lei de Deus, mas na verdade não o fazem. Oh, o que não se teria tornado a norma da verdadeira virilidade tivesse ela sido deixada nas mãos do próprio homem! Deus realçou Sua própria norma — os mandamentos de Deus e a fé de Jesus; e a experiência que se segue a uma entrega total a Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo. — The Review and Herald, 19 de Agosto de 1890.

Não precisais esperar para vos tornardes bons; não precisais pensar que qualquer esforço de vossa parte tornará vossas orações aceitáveis e vos trará salvação. Que cada homem e mulher ore a Deus, não ao homem. Que cada um venha a Cristo em humildade. Falai-Lhe com vossos próprios lábios. ...

Deveis orar a Deus por vós mesmos, crendo que Ele ouve cada palavra que pronunciais. Exponde vosso coração para que Ele o examine; confessai vossos pecados pedindo-Lhe que vo-los perdoe, invocando os méritos da expiação, e então contemplai pela fé o grande plano de redenção, e o Consolador trará todas as coisas à vossa memória.

Quanto mais estudardes o caráter de Cristo, mais atraente Ele vos parecerá. Ele Se tornará mais próximo de vós, em íntima companhia convosco; vossas afeições se projetarão para Ele. Se a mente é moldada pelos objetos com os quais está mais relacionada, então o pensar e falar em Jesus vos capacitarão para que sejais semelhantes a Ele em Espírito e em caráter. Refletireis Sua imagem naquilo que é grandioso, puro e espiritual. Tereis a mente de Cristo, e Ele vos enviará ao mundo com o Seu representante espiritual.—TheReview and Herald, 26 de Agosto de 1890.

Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Lei—Revelada pelo Espírito de Deus

Refletindo a Cristo
Lei—Revelada pelo Espírito de Deus, 19 de Fevereiro

A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma. Salmos 19:7.

A mente carnal é inimizade contra Deus, e rebela-se contra a vontade dEle. ...

Foi-me mostrado que o homem está sem conhecimento da vontade de Deus.... Quando, porém, o Espírito de Deus lhe revela toda a significação da lei, que mudança se lhe opera no coração! Qual Belsazar, lê com entendimento a escritura do Altíssimo, e apodera-se-lhe da alma a convicção. Os trovões da Palavra de Deus despertam-nos da letargia e clama por misericórdia em nome de Jesus. E Deus sempre atende a essa humilde petição com ouvidos cheios de boa vontade. Jamais manda embora sem conforto um penitente. ...

Caso o povo de Deus reconhecesse Sua maneira de lidar com eles, e Lhe aceitassem os ensinos, encontrariam caminho reto para seus pés, e uma luz para guiá-los por entre as trevas e o desânimo. Davi aprendeu sabedoria do trato de Deus para com ele, e curvou-se humildemente sob o castigo do Altíssimo. O fiel retrato de sua verdadeira condição feito pelo profeta Natã, deu a Davi o conhecimento dos próprios pecados, e ajudou-o a afastá-los de si. Aceitou humildemente o conselho, e humilhou-se diante de Deus. “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma”, exclama ele. Salmos 19:7.

Os pecadores arrependidos não têm motivo de desesperar-se por lhes serem lembradas suas transgressões e serem advertidos do perigo em que se encontram. Esses próprios esforços em seu favor, indicam quanto Deus os ama e deseja salvá-los. Só têm de seguir-Lhe os conselhos e fazer Sua vontade, para herdarem a vida eterna. Deus põe os pecados diante de Seu povo errante, a fim de que os vejam em toda a sua enormidade à luz da verdade divina. É seu dever então a eles renunciar para sempre.

Deus é tão poderoso hoje para salvar do pecado, como o era nos tempos patriarcais, de Davi e dos profetas e apóstolos. A multidão de casos registrados na história sagrada em que o Senhor livrou Seu povo das iniqüidades deles, deve tornar os cristãos de hoje ansiosos de receberem as instruções divinas, e zelosos de aperfeiçoarem um caráter que suporte a íntima inspeção do juízo. ...

As palavras da Inspiração confortam e animam a alma errante. Se bem que os patriarcas e os apóstolos fossem sujeitos às fragilidades humanas, obtiveram, pela fé, boa reputação, combateram seus combates na força do Senhor, e venceram gloriosamente. Assim, podemos confiar na virtude do sacrifício expiatório, e ser vencedores no nome de Jesus. A humanidade é a humanidade em todo o mundo, desde os tempos de Adão, até à geração atual; e o amor de Deus é, através de todos os séculos um amor incomparável. — Testemunhos Seletos 1:440-442.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 25- Comentário

MATEUS 25
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A negligência nos estudos impede de conseguir resultados elevados. A negligência de pequenos gestos de amor no casamento pode resultar em grandes desgraças, como o divórcio. A negligência no trabalho pode levar ao desemprego. 

• Pior que tudo isso, é a negligência espiritual. A qual resulta na perdição total da salvação. Quase alcançar a vida eterna, significa totalmente perdido, ou seja, receberá a morte eterna. 

Para ilustrar essa verdade tão séria, Jesus... 

1. ...contou a parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. ...na sequência, apresentou a parábola dos talentos (vs. 14-30);
3. ...concluiu seus ensinamentos falando do grande julgamento (vs. 31-46).

Tais ensinamentos estão vinculados aos ensinos sobre os sinais do fim do mundo do capítulo anterior. Jesus revela-Se mais preocupação com a preparação dos Seus servos para Sua vinda do que revelar quando será o fim do mundo. 

• Parece que agimos de forma contrária à preocupação de Jesus; negligenciamos a preparação e revelamos avidez pelas informações escatológicas.

O capítulo em pauta não fala de crentes e ateus, de espirituais e seculares, sinceros e hipócritas. Os indicados representam crentes ativos na igreja visível de Cristo. Sobre a parábola das virgens, Ellen G. White declarou: “A classe representada pelas virgens loucas não é hipócrita. Tem consideração pela verdade, advogaram-na, são atraídos aos que creem na verdade, mas não se entregaram à operação do Espírito Santo”.

A diferença entre salvos e perdidos não está no sono, ou nas atividades realizadas (vs. 31-46), mas na motivação para viver o cristianismo sob a regência do Espírito Santo. Os talentos dados como dons do Espírito Santo visam nossa preparação; negligenciá-los, significa preparar-se para a perdição (vs. 14-30).

Alberto Timm observa que “boas intenções são essenciais, mas nem sempre bastam”. Por isso, “deveríamos refletir mais na cena de julgamento de Mateus 25:31 a 46”.

O final do discurso de Cristo neste último sermão registrado por Mateus “não é uma parábola, mas uma descrição em linguagem apocalíptica com um símile no v. 32”, e revela “o tipo de critério que será usado no juízo divino, e tem a intenção de ser uma advertência para nós” (H. L. Ellison).

A procrastinação é inimiga da preparação para a salvação. A negligência espiritual impedirá muitos crentes de entrar no Céu. Portanto, reavivemo-nos imediatamente! – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsp

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Pela justiça de Cristo guardamos a lei

Refletindo a Cristo
Pela justiça de Cristo guardamos a lei, 18 de Fevereiro

Em Suas obras há glória e majestade, e a Sua justiça permanece para sempre. Salmos 111:3.

Um raio da glória de Deus, um vislumbre da pureza de Cristo que penetre no espírito, torna cada sinal de corrupção dolorosamente distinto, e desnuda a deformidade e defeitos do caráter humano. Como poderá alguém, ao se defrontar com a santidade da lei de Deus — a qual torna manifestos os motivos maus, os desejos não santificados, a infidelidade do coração, a impureza dos lábios, e revela os segredos da vida — gabar-se de ter santidade? Seus atos de deslealdade, anulando a lei de Deus, são revelados perante seus olhos, e seu espírito fica impressionado e aflito sob as influências perscrutadoras do Espírito de Deus. Ele passa a se detestar ao contemplar a grandeza, a majestade, e a pureza do caráter de Cristo.

Quando o Espírito de Cristo impressiona o coração com o seu maravilhoso poder despertador, surge uma sensação de deficiência no espírito, que leva à contrição mental e à humilhação do eu, e não à ostentação do que foi adquirido. Quando Daniel contemplou a glória e majestade que circundava o mensageiro celestial que lhe foi enviado, ele exclamou, ao descrever a maravilhosa cena: “Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma.” Daniel 10:8.

O indivíduo que é assim tocado nunca se revestirá de justiça própria, ou de uma falsa aparência de santidade, mas odiará o seu egoísmo, aborrecerá o seu amor-próprio, e procurará por meio da justiça de Cristo a pureza de coração que está em harmonia com a lei de Deus e o caráter de Cristo. Ele refletirá então o caráter de Cristo, a esperança da glória. Será o maior mistério, para ele, o fato de Jesus ter feito um tão grande sacrifício a fim de redimi-lo.

Ele exclamará, com um ar humilde e lábios trementes: “Ele me amou. Ele Se deu por mim, e Se tornou pobre a fim de que eu, por meio de Sua pobreza, pudesse me tornar rico. O homem de dores não me rejeitou, mas derramou Seu amor inesgotável e Redentor a fim de purificar meu coração; e Ele me fez retornar à lealdade e obediência a todos os Seus mandamentos. Sua condescendência, humilhação e crucifixão são os milagres coroadores na maravilhosa demonstração do plano de salvação. ... Ele fez tudo isso para que fosse possível creditar-me Sua própria justiça, para que eu pudesse guardar a Sua lei, a qual transgredi. Por isso, eu O adoro. Hei de proclamá-Lo a todos os pecadores.” — The Review and Herald, 16 de Outubro de 1888.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 24 - Comentários Pr Heber Toth Armí

MATEUS 24 - 
Comentários Pr Heber Toth Armí

A curiosidade não é característica unicamente feminina. Intrigados com o final do sermão de Jesus em Mateus 23 homens maduros inquiriram-nO na abertura do capítulo 24. Contudo, a curiosidade foi ainda mais atiçada quando Jesus declarou que o Templo seria destruído. Veja as perguntas:

1. Quando acontecerão estas coisas?
2. Que sinal haverá de tua vinda?
3. Quais os sinais do fim dos tempos?

Estas três curiosas indagações dos discípulos, respondidas por Jesus no restante do capítulo, não formam nenhum método de interpretação profética do livro de Apocalipse. Jesus responde às perguntas dos discípulos, nada mais; portanto, cuidado para não complicar e/ou deturpar as palavras do Mestre.
Mateus 24 e 25 formam um só sermão. Nestes dois capítulos o Pregador dos pregadores ressaltou a característica que separa, não somente à igreja do mundo, como também o preparo do despreparado cristão religioso. Veja quantas vezes enfatizou-se o cuidado com o engano:

1. A primeira premissa do sermão diz: “Cuidado com os falsos profetas [pregadores] do fim dos tempos. Muitos líderes, com identidade falsa [...] vão enganar muita gente” (vs. 4-5, AM);

2. Argumentando ainda (vs. 11-12), Jesus afirmou contundentemente: “Para aumentar a confusão, falsos pregadores irão enganar muita gente”. Falta de amor caracteriza o falso cristão.

3. Fortalecendo o que já dissera (vs. 24-25), Jesus não deixou dúvidas: “Falsos Messias e pregadores mentirosos surgirão aos montes. Suas credenciais e seus espetáculos impressionantes, se possível, iludiriam até os escolhidos de Deus. Fiquem atentos, pois eu vos avisei com antecedência”.

O foco é a segunda vinda de Cristo em glória (vs. 29-35) e o verdadeiro preparo dos verdadeiros cristãos (vs. 36-51). Desde antes da queda de Jerusalém até o dia da segunda vinda, é imprescindível preparar-se (vs. 1-51). Sinais celestiais, terrestres, sociais e religiosos visam alertar-nos: Não descambem para a falsidade.

“Fiquem firmes, [...] é isso o que Deus quer” (v. 13).

Contudo, muitos serão enganados (enfatizado por Jesus nos versos 5, 11 e 24). Por isso, a necessidade de uma massificação da pregação do verdadeiro evangelho (v. 14).

Atenção! Jesus também não quer ninguém especulando a data de Seu retorno (v. 36). A ênfase é na urgência da preparação!

“Então, vigiem. Vocês não têm como saber quando seu Senhor irá se Manifestar” (v. 44) – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 17 de fevereiro de 2018

A lei de Deus—Norma do juízo

Refletindo a Cristo
A lei de Deus—Norma do juízo, 17 de Fevereiro

Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade. Tiago 2:12.

O primeiro anjo de Apocalipse 14 apela aos homens para que temam a Deus e Lhe dêem glória, e que O adorem como Criador dos céus e da Terra. Para fazerem isto, eles precisam obedecer a Sua lei. ... Sem obediência aos Seus mandamentos, nenhuma adoração pode ser agradável a Deus, “porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos”. 1 João 5:3.

Muitos mestres religiosos dizem que Cristo, através de Sua morte, nos libertou da lei; mas nem todos concordam com esta opinião. ... A lei de Deus, por sua própria natureza, é imutável. É a revelação da vontade e caráter de seu Autor. Deus é amor, e Sua lei é amor. Seus dois grandes princípios são o amor a Deus e ao homem. “O cumprimento da lei é o amor”. Romanos 13:10. O caráter de Deus é justiça e verdade, e esta é também a natureza da Sua lei. O salmista diz: “A Tua lei é a própria verdade” (Salmos 119:142); “todos os Teus mandamentos são justiça”. Salmos 119:172. E o apóstolo Paulo declara: “A lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom.” Romanos 7:12. Uma tal lei, que é expressão da mente e vontade de Deus, precisa ser tão duradoura como o seu Autor.

E esta lei é a norma pela qual a vida e o caráter dos homens serão provados no juízo. Após indicar nosso dever de obedecer aos Seus mandamentos, Salomão acrescentou: “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras”. Eclesiastes12:14. O apóstolo Tiago exorta aos seus irmãos: “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade.” Tiago 2:12.

Jesus comparecerá no juízo como Advogado de Seu povo, para interceder em seu favor perante Deus. “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo.” 1 João 2:1. “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo Céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus.” Hebreus 9:24. “Por isso, também pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” Hebreus 7:25.

No juízo, todos os que verdadeiramente se arrependeram do pecado, e pela fé reivindicaram o sangue de Cristo como seu sacrifício expiatório, tiveram seus nomes perdoados nos livros do Céu; ao se tornarem participantes da justiça de Cristo, e seu caráter for encontrado em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão apagados, e os tais serão contados dignos da vida eterna. ... Jesus disse: “O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos.” Apocalipse 3:5.—TheSouthernWatchman,10 de Outubro de 1905.

Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White


MATEUS 23 Comentário

MATEUS 23
Comentário Pr Heber Toth Armí


Jesus não deseja a perdição nem mesmo daqueles que desejam Sua destruição.

Antes de analisar o capítulo em questão, reflita nestas questões:

• Qual o problema das pessoas em relação a Jesus?
• Os mesmos problemas do passado atrapalham um compromisso real com Jesus nos dias atuais?

Os ais divinos servem de advertência de um juízo, contudo, neles está interesse do Céu de resgatar os perdidos. No capítulo em análise, existem sete ais, com prefácio e posfácio, concluindo com uma revelação contundente:

1. Prefácio (vs. 1-12)
2. Primeiro Ai (vs. 13-14)
3. Segundo Ai (vs. 15)
4. Terceiro Ai (vs. 16-22)
5. Quarto Ai (vs. 23-24)
6. Quinto Ai (vs. 25-26)
7. Sexto Ai (vs. 27-28)
8. Sétimo Ai (vs. 29-31)
9. Posfácio (vs. 32-36)
10. Lamento de Jesus (vs. 37-39)

A religião instituída por Deus no Antigo Testamento tornou-se um sistema de leis, que em vez de ligar o pecador a Cristo, tornava um obstáculo; por isso, quando o enviado de Deus viveu entre os Judeus, eles O rejeitaram.

Como muitos aderiram ao sistema religioso dos fariseus e escribas, Jesus promoveu uma reforma. Pois, líderes espirituais, como Moisés, “deviam conduzir o povo no caminho da luz, ensinando os Dez Mandamentos, o Pentateuco e os Profetas ao povo, mas tudo o que pregavam era o legalismo abrangente da lei oral. Com isso, transformaram a religião num fardo insuportável, que não trazia alívio nem salvação (23:4)” (Joe Kapolyo).

As colocações de Jesus nesse texto nos fazer pensar, seria bom se cada um de nós lêssemos atentamente o que ele diz sobre a religião apenas de aparência, a motivação por trás dos atos e rituais religiosos, o desejo da supremacia, a ambição pela grandeza, a prática descarada da hipocrisia como algo bom, etc.

É profundo esse texto. Por exemplo, reflita:

• De que vale ser tão minucioso na devolução do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé? (v.23). Mas também, de que vale a justiça, a misericórdia e a fé sem a fidelidade dos dízimos?

• De que vale ser atraente e belo por fora se a pessoa tem um coração impuro, ganancioso, odioso e egoísta?

Salvação é relacionamento com Deus que resulta em transformação radical. Sem a qual, é ilusão, e Jesus condena! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Princípios que sustentam a lei de Deus

Refletindo a Cristo

Princípios que sustentam a lei de Deus, 16 de Fevereiro

Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos Céus. Mateus5:3.

No Sermão da Montanha, Cristo transmitiu luz e verdade, e fixou princípios que se aplicam a cada condição de vida e a cada obrigação que Deus requer de nossas mãos. Cristo viera para engrandecer e honrar a lei que Ele próprio proclamara do Monte Sinai ao Seu povo escolhido, durante sua peregrinação pelo deserto. ...

Em todas as Suas lições Cristo procurava gravar na mente e coração de Seus ouvintes os princípios que sustentam a Sua grande norma de justiça. Ele lhes ensinava o fato de que se guardassem os mandamentos de Deus, deveria manifestar-se em sua vida diária o amor a Deus e ao próximo. Procurava instilar em seu coração o amor que Ele sentia pela humanidade. Assim Ele semeava as sementes da verdade, cujos frutos produziriam uma rica colheita de santidade e beleza de caráter. Essa santa influência terá não apenas alcance enquanto o tempo durar, mas seus resultados serão sentidos por toda a eternidade. Ela santificará as ações e exercerá uma influência purificadora onde quer que exista.

Assentado sobre o monte, cercado por Seus discípulos e uma grande... multidão, Jesus “passou a ensiná-los, dizendo: Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos Céus”. Mateus 5:3. Estes não são os que murmuram e reclamam, mas os que estão contentes com suas condições de vida. Eles não nutrem o sentimento de que merecem uma posição melhor do que aquela que a Providência lhes designou, mas manifestam um espírito de gratidão por todo e qualquer favor que lhes é prestado. Todo pensamento orgulhoso e sentimento de exaltação é banido da mente. ...

Os que são verdadeiramente santificados têm percepção de sua própria fraqueza. Sentindo sua necessidade, eles vão a Jesus em busca de luz, graça e força, pois nEle habita toda a plenitude, e unicamente Ele pode suprir suas necessidades. Cônscios de suas próprias imperfeições, eles procuram se tornar mais semelhantes a Cristo, e a viver de conformidade com os princípios de Sua santa lei. Este contínuo senso de inaptidão os levará a uma tal dependência de Deus, que Seu Espírito será neles revelado. Os tesouros do Céu serão abertos para suprir as necessidades de toda alma faminta e sedenta. A todos os que possuem um tal caráter é dada a certeza de que um dia contemplarão a glória daquele reino que a imaginação pode apenas palidamente alcançar. ...

O modelo que o cristão deve conservar diante de si é a pureza e encanto do caráter de Cristo. Dia a dia poderá ele revestir-se demais beleza, e refletir para o mundo mais e mais a imagem divina. Bible Echo, 21 de Fevereiro de 1898.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 22 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 22 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Curiosidade! Quanto mais Jesus Se aproximava de Jerusalém para o auge de Sua missão no mundo em prol da humanidade, mais os líderes espirituais O rejeitavam. 

Jesus intentava alcançar aos opositores, críticos e arrogantes; por isso, contou uma parábola visando despertá-los à realidade que eles ignoravam veementemente. A parábola trata do rei e Seu filho, do primeiro grupo de convidados que dão desculpas indesculpáveis e ainda maltratam os servos do rei, e, o grupo que recebe o convite inesperadamente (vs. 1-14).

Os convidados cometem um crime hediondo ao ofender o Rei recusando Seu convite especial, por causa de coisas banais. A liderança política e religiosa do povo de Deus não reconheceu o Filho do Rei diante deles, então a consequência foi terrível (v. 7). Contudo, Deus não desistiu da festa por causa da rejeição e indisposição deles; hoje todos nós somos convidados.

Quem aceita, porém ignora a indumentária celestial será também julgado indigno da festa, tanto quanto os que recusam abertamente ao convite da graça. “A salvação de Deus em Cristo é oferecida gratuitamente, mas, quando se entra no reino de Deus, é preciso exibir um comportamento adequado [...]. Os que assumem a graça de Deus sem verdadeiramente honrar seu Filho serão lançados nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes (22:13; 13:42; 24:51; 25:30)” (Joe Kapolyo).

Irritados pela parábola, os inimigos de Cristo reagiram imediatamente, elaboraram perguntas que são poderosas armadilhas visando destruir a Cristo, porém, foram surpreendidos com cada resposta do Mestre dos mestres:

1. Em assuntos...

• ...polêmicos relacionados à economia, política e questões eclesiásticas, Jesus foi fantástico (leia os versículos 15-22).
• ...civis/matrimoniais, ligados à doutrina da ressurreição, a pergunta polêmica foi respondida por Jesus surpreendentemente (veja nos versículos 23-33).
• ...teológicos/filosóficos complexos, a naturalidade e simplicidade de Jesus indicaram falhas no pensamento arrogante dos questionadores (analise os versículos 34-40).

2. Na arte de argumentar, Jesus também era extraordinário, o melhor da história mundial. “De fato, Jesus é maior que Salomão (12:42), Jonas (12:41), o templo (12:6) e Davi” (Kapolyo); (verifique os versículos 41-46).

O problema dos que rejeitam a Jesus é confiar em seus conceitos mesquinhos, por desconhecerem à Palavra de Deus com profundidade. 

O poder de Deus reside no conhecimento e confiança de Sua Palavra! Reavivemo-nos pela Palavra! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Firmada na cruz a autoridade de Deus

Refletindo a Cristo

Firmada na cruz a autoridade de Deus, 15 de Fevereiro

Então Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás,  porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto. Mateus4:10. 

Satanás procurou dar a entender que estava trabalhando pela liberdade do Universo. Ele estava decidido a elaborar argumentos tão variados, tão enganosos e traiçoeiros, que todos ficariam convencidos de que a lei de Deus era arbitrária. Mesmo pendurado na cruz, e afligido por Satanás com suas mais ferozes tentações, Cristo foi vitorioso. ... Exalando o Seu último suspiro, exclamou: “Está consumado.” João 19:30. A batalha havia sido ganha. ... O sangue inocente havia sido derramado pelo culpado. Pela vida que Ele deu, o homem foi resgatado da morte eterna, e selado o destino daquele que tinha o poder da morte.

Unicamente com a morte de Cristo é que o caráter de Satanás foi claramente revelado aos anjos e aos mundos não caídos. Então as mentiras e acusações daquele que havia sido outrora um anjo exaltado, foram vistas em sua verdadeira luz. Viu-se que o seu caráter professamente imaculado era enganoso. Seus planos, traçados pormenorizadamente a fim de exaltar-se supremamente, foram discernidos em sua totalidade. Suas falsidades ficaram claras a todos. A autoridade de Deus foi para sempre confirmada. A verdade triunfou sobre a mentira.  

A imutabilidade da lei de Deus foi demonstrada não apenas às mentes de umas poucas criaturas finitas neste mundo, mas às mentes de todos os habitantes do universo celestial. A conduta de Satanás contra Cristo foi anunciada a todos os mundos. Quando a questão foi finalmente decidida, todos os seres não caídos ficaram indignados com a rebelião. A uma só voz exaltaram a Deus como justo, misericordioso e abnegado. ...

O universo celestial havia testemunhado as armas escolhidas pelo Príncipe da Vida — as palavras da Escritura: “Está escrito”, e as armas utilizadas pelo príncipe do mundo—mentira e engano. Viram o Príncipe da Vida conduzir-Se dentro dos parâmetros retilíneos da verdade, honestidade, e integridade, enquanto o príncipe deste mundo exercia o seu poder de astúcia, manha, intriga, inimizade, e vingança. Viram Aquele que portava o estandarte da verdade sacrificar tudo, até mesmo Sua vida, a fim de sustentar a verdade, enquanto aquele que portava o estandarte da rebelião continuava a intensificar suas acusações contra o Deus da verdade.   

Os mundos não caídos e o próprio Céu estavam assombrados com a longanimidade divina. ... O Senhor demonstrara a Sua sabedoria e justiça em expulsar Satanás do Céu. ... Todos os seres não caídos estão agora unidos em considerar a lei de Deus como imutável... Sua lei tem-se provado perfeita. Seu governo está para sempre seguro. — Signs of the Times, 27 de Agosto de 1902

Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 21 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 21 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Quanto mais Jesus fala e faz, pior fica para Ele. Quanto mais bem Ele revela em Seus atos, mais o mal se manifesta contra Ele. Quanto mais amor Cristo demonstra, mais ódio é suscitado no coração de Seus opositores. 

A coisa piora cada vez que o Filho de Deus Se aproxima da cidade de Jerusalém, a metrópoles da religião que o próprio Cristo havia instituído. Observe com oração atentamente cada frase dos versículos do capítulo em pauta, depois leia refletindo neste comentário.

Baseando-me em Francis D. Nichol, ofereço este esboço de Mateus 21:

1. Cristo... 
a) ...entra em Jerusalém montado num jumentinho (vs. 1-11);
b) ...expulsa os que vendem e compram no templo (vs. 12-17);
c) ...amaldiçoa a figueira (vs. 18-22).

2. Depois, Ele...
a) ...silencia os sacerdotes e anciãos (vs. 23-27);
b) ...os repreende: 
• ...pela semelhança com os dois filhos (vs. 28-32);
• ...com os lavradores maus que matam os servos enviados pelo dono da casa (vs. 33-45).

Após Jesus entrar num jumentinho de um “modo que lembrava os guerreiros e reis do Antigo Testamento e do período interstestamentário, vitoriosos em batalha” diante da “turba alvoroçada” que “apenas cinco dias depois” estaria gritando, “pedindo que ele fosse crucificado” entrou “no recinto do templo” e “fez coisas totalmente inesperadas. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro para os estrangeiros, expulsou os animais destinados aos sacrifícios e” condenou “os líderes de ter corrompido um lugar de oração, transformando-o em um enorme mercado” (Craig L. Blomberg).

• Precisamos disso hoje?

“A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém prefigura Sua segunda vinda, a purificação da Terra e o juízo final”. Uma aplicação mais pessoal, “espiritualmente, significa a entrada de Cristo no coração humano”, a qual, “traz vitórias espirituais, purificação espiritual e responsabilidade pessoal” (Andy Nash).

Jesus precisa entrar de triunfalmente em nossa vida, expulsar de nosso coração todo tipo de práticas que atrapalham a adoração e a frutificação, para que não sejamos estéreis espiritualmente como os judeus ou como a figueira. 

É imprescindível que sejamos ativos e proativos no serviço cristão; se houve negligência, devemos nos arrepender e agir como o filho que trabalhou na vinha; contudo, não devemos ser trabalhadores maus, indiferentes aos enviados de Deus, arrogantes e apáticos ao juízo divino.

“Senhor, purifica minha vida!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A verdade precisa ser praticada na vida

Refletindo Jesus

A verdade precisa ser praticada na vida, 14 de Fev

Não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo. 1 João 3:7.

Os que aguardam a revelação de Cristo nas nuvens do céu, com poder e grande glória, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, procurarão representá-Lo perante o mundo na vida e no caráter. “E a si mesmo se purifica todo o que nEle tem esta esperança, assim como Ele é puro.” 1 João 3:3. Eles odiarão o pecado e a iniqüidade assim como Cristo odiou o pecado. Guardarão os mandamentos de Deus como Cristo guardou os mandamentos de Seu Pai. Perceberão que não é suficiente concordar com as doutrinas da verdade, mas que a verdade precisa ser aplicada ao coração, e praticada na vida, para que os seguidores de Cristo possam ser um com Ele, e para que os homens possam ser puros em sua esfera como Deus o é em Sua esfera. Tem havido homens em cada geração, os quais se têm declarado filhos de Deus, e que dão o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e no entanto têm vivido uma vida ímpia, pois negligenciaram as questões mais importantes da lei — misericórdia, justiça, e o amor de Deus. ...

Os filhos de Deus não serão como os mundanos, pois a verdade recebida no coração será o meio de purificar o coração e transformar o caráter, e fazer com que o seu recebedor adquira uma mente semelhante à de Deus. A menos que o homem se torne mentalmente semelhante a Deus, ele continuará em sua depravação natural. Se Cristo habitar no coração, Ele será sentido no lar, no escritório, na feira, na igreja. O poder da verdade será manifestado na elevação e enobrecimento da mente, e no abrandamento e submissão do coração, levando o homem todo a ter harmonia com Deus. Aquele que é transformado pela verdade difundirá luz sobre o mundo. Aquele que possui a esperança de Cristo no íntimo purificará a si mesmo assim como Ele é puro. A esperança do aparecimento de Cristo é uma grande esperança, uma esperança de vasto alcance. E a esperança de ver o Rei em Sua formosura, e de ser semelhante a Ele. ...

Aquele que espera em Cristo é aperfeiçoado no amor de Deus, e seus propósitos, pensamentos, palavras e ações estão em harmonia com a vontade de Deus expressa nos mandamentos da Sua lei. No coração do homem que espera em Cristo não há nada que guerreie contra algum preceito da lei de Deus. Se o Espírito de Cristo está no coração, o caráter de Cristo será revelado, e haverá mansidão sob provocação, e paciência sob provação. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo.” 1 João 3:7. A justiça pode ser definida unicamente pela grande norma moral de Deus, os Dez Mandamentos. Não há outra regra pela qual medir o caráter. — Signs of the Times, 20 de Junho de 1895.

Este texto vem do livroRefletindo a Cristoescrito por Ellen G. White.

Mateus 20 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 20
Comentário Pr Heber Toth Armí

Após a dificuldade do jovem rico de seguir a Jesus, devido a seu amor à riqueza, Pedro, representando os doze, desejou as vantagens de deixar tudo por Jesus.

É nesse contexto, na viagem de Jesus à Judeia, que se encontra o capítulo em foco; o qual inicia com a parábola dos trabalhadores da vinha (vs. 1-16). Essa parábola, que é “uma continuação do discurso sobre as recompensas no final do capítulo 19, ilustra a seguinte verdade: enquanto todos os discípulos verdadeiros serão recompensados, a ordem de recompensas será determinada pelo espírito no qual o discípulo servia” (William MacDonald).

Os trabalhadores foram convocados em horas diferentes, assim, os últimos trabalharam menos. Contudo, todos receberam salário igual. “Isso somente prova que no reino dos céus devemos adotar um modo de pensar completamente novo, devemos abandonar nosso espírito ganancioso e competitivo, e pensar como o Senhor” (MacDonald).

• Quanto receberemos nós? Queria saber Pedro.
• A parábola é Sua resposta!
• Comentando a resposta de Jesus, Ellen G. White comenta:

“O Senhor deseja que descansemos nEle sem pensar na medida do galardão. Quando Cristo habita na alma, o pensamento de remuneração não é supremo. Este não é o motivo impelente do nosso serviço. Verdade é que num sentido secundário devemos olhar a recompensa. Deus deseja que apreciemos as bênçãos prometidas; mas não que sejamos ávidos de remuneração, nem sintamos que para cada serviço devamos receber compensação. Não devemos estar tão ansiosos de obter galardão, como de fazer o que é justo, independentemente de todo o lucro. O amor a Deus e a nossos semelhantes deve ser nosso motivo”.

• Já pensou se Jesus levasse em conta o tamanho do resultado de Sua paixão, conforme ele prediz pela quarta e última vez? (vs. 17-19).
• O resultado do sacrifício de Cristo seria ínfimo diante do sucesso do diabo (22:14), contudo, Ele aceitou ser satirizado, fustigado e crucificado.

Apesar dos impactantes ensinamentos de Cristo, os discípulos ainda disputavam poder entre eles (vs. 20-28), e como os cegos (vs. 20-34), precisavam ter olhos espirituais para enxergar sua necessidade de compaixão, e como se deve, de fato, seguir a Jesus: Desinteressadamente.

Muitos líderes da teologia da prosperidade deveriam conhecer melhor as doutrinas de Cristo; e, nós também, que tanto ansiamos por poder! Convertamo-nos completamente! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblic

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Deus revela sua justiça e amor

Refletindo Jesus

Deus revela sua justiça e amor, 13 de Fevereiro

O cumprimento da lei é o amor. Romanos 13:10.

Após a queda de nossos primeiros pais, Cristo declarou que para salvar o homem, da penalidade do pecado, Ele viria ao mundo a fim de vencer Satanás no próprio terreno do inimigo. O conflito que começara no Céu deveria continuar na Terra.

Neste conflito haveria muita coisa envolvida. Grandes interesses estavam em jogo. Perante os habitantes do universo celestial deveriam ser respondidas as questões: “É a lei de Deus imperfeita, e necessita de emendas ou revogação, ou é imutável? Necessita ser modificado o governo de Deus, ou é ele estável?”

Antes do primeiro advento de Cristo, o pecado de recusar submeter-se à lei de Deus se havia difundido. Aparentemente, o poder de Satanás estava aumentando; sua luta contra o Céu estava se tornando mais e mais decidida. O momento decisivo havia chegado. Os anjos celestiais observavam com intenso interesse os movimentos de Deus. Sairia Ele de Seu lugar a fim de punir os habitantes do mundo por sua iniqüidade? Enviaria Ele fogo ou inundação para destruí-los? Todo o Céu esperava a ordem de seu Comandante para derramar as taças da ira sobre um mundo rebelde. Uma palavra Sua, um sinal, e o mundo teria sido destruído. Os mundos não caídos teriam dito: “Amém. Justo és, ó Deus, porque exterminaste a rebelião.”

Mas “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16. Deus poderia ter enviado o Seu Filho para condenar, mas O enviou para salvar. Cristo veio como Redentor. Não há palavras para descrever o efeito dessa atitude sobre os anjos celestiais. Com assombro e admiração eles puderam apenas exclamar: “Nisto consiste o amor!” Cristo iniciou Sua missão de misericórdia, e desde a manjedoura até a cruz foi atacado pelo inimigo. Satanás disputou cada polegada de terreno, exercendo todo o seu poder na tentativa de vencer a Cristo. Tentação após tentação O açoitaram como uma tempestade. Mas quanto mais impiedosamente elas O golpeavam, mais firmemente o Filho de Deus Se apegava à mão de Seu Pai e avançava na ensangüentada trilha.

A severidade do conflito pelo qual Cristo passou foi proporcional à imensidão dos interesses envolvidos em Seu sucesso ou fracasso. ... Satanás procurou destronar a Cristo, a fim de que ele pudesse continuar a reinar neste mundo como senhor absoluto. ... O Pai, o Filho, e Lúcifer foram revelados em sua verdadeira relação um para com o outro. Deus deu provas inequívocas de Sua justiça e de Seu amor. — Signs of the Times, 27 de Agosto de 1902.

Este texto vem do livroRefletindo a Cristoescrito por Ellen G. White.

MATEUS 19 -Comentário

MATEUS 19
Comentário Pr Heber Toth Armí


A batalha do bem contra o mal é percebida nitidamente nas histórias de Jesus. Muitas vezes o mal agia através da liderança espiritual da igreja verdadeira.

Neste capítulo, Jesus deixa “a Galileia e percorre a região da Judeia a leste do Jordão. Ali, numerosos enfermos fazem mais solicitações à sua compaixão, e os fariseus se esforçam mais uma vez para encontrar os meios de desacreditá-lo e a seu ensino” (R. V. G. Tasker).

Para uma visão geral do capítulo, veja o esboço a seguir baseado no trabalho de Leon Morris:

1. Viagem de Jesus a Jerusalém:
a) Ensino sobre o divórcio (19:1-12);
b) Jesus e as crianças (19:13-15);
c) Ensinamentos e viagem:
• O perigo das riquezas (19:16-30);
• A parábola dos trabalhadores da vinha (20:1-16);
• Previsão da paixão (20:17-19);
• Cargos para os filhos de Zebedeu (20:20-28);
• Dois cegos de Jericó (20:29-34).

Após obter uma visão mais ampla, volte-se para Mateus 19, o qual possui muitos assuntos profundos. Jesus aborda vários temas importantes e sempre relevantes, que muitas vezes nós não damos o devido valor.

Jesus instruiu sobre...

1. ...casamento, divórcio e celibato. Aceitamos Suas orientações ali?
2. ...as crianças. Seguimos Seus princípios neste quesito ou deixamos que Satanás leve nossos filhos através de jogos, programas midiáticos e outros meios diabólicos?
3. ...as riquezas. Elas jamais devem interferir entre nós e Cristo, elas não são divinas para receber nossa devoção como se fossem deuses. Seguiremos os passos do jovem rico ou o convite de Jesus?
4. ...a recompensa terrestre e celestial para aqueles que “abrem mão” de tudo para O seguirem. Acatamos tais ensinamentos?

Como o jovem rico, muitos sacrificam a vida eterna por coisas efêmeras, ao invés de sacrificar coisas efêmeras pela vida eterna.

Como o jovem rico, muitos pensam que sua religião externa, as práticas espirituais corretas e até a obediência, garantirão sua entrada no reino de Deus. Jesus mostra que é preciso segui-lO diariamente, pois sem Ele até a melhor pessoa é impossível salvar-se.

Os fariseus intentaram atrapalhar a multidão de seguir a Jesus e crer em Seus ensinamentos. Hoje muitos líderes eclesiásticos fazem a mesma coisa.

• Seguiremos a Jesus em tudo o que Ele orientar, ou daremos ouvidos a líderes espirituais cegos, orgulhosos e presos em seus emaranhados conceitos?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Não devemos condescender com o mal

Refletindo A Cristo

Não devemos condescender com o mal, 12 de Fevereiro


Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Isaías 55:7.

Quando o livro da lei foi encontrado na casa do Senhor, no tempo do antigo Israel, ele foi lido perante o rei Josias. E ele rasgou os seus vestidos, e mandou que os homens encarregados do ofício sagrado consultassem o Senhor por ele e pelo povo, pois eles haviam se afastado dos estatutos do Senhor. Ele reuniu todos os homens de Israel, e as palavras do livro foram lidas perante a congregação. Os pecados dos governantes e do povo foram indicados, e o rei ergueu-se diante deles e confessou sua transgressão. Ele manifestou arrependimento, e fez um concerto para guardar os mandamentos do Senhor de todo o seu coração. Josias não descansou enquanto o povo não fez o que pôde para retornar de sua apostasia e servir ao Deus vivo.

Não é este o nosso trabalho hoje? Nossos pais transgrediram, e nós lhes seguimos os passos; mas Deus abriu o livro da lei, e o Israel apostatado ouviu os mandamentos do Senhor. Suas transgressões foram reveladas, e a ira de Deus recairá sobre cada pessoa que não se arrepender e não se reformar quando a luz brilhar sobre o seu caminho.

Quando Josias ouviu as palavras de advertência e condenação porque Israel havia quebrantado os preceitos do Céu, ele se humilhou e chorou diante do Senhor. Fez uma obra completa de arrependimento e reforma, e Deus aceitou seus esforços. Toda a congregação de Israel anuiu ao solene concerto de guardar os mandamentos de Jeová. Esta é a nossa obra hoje. Precisamos arrepender-nos de nossas más ações passadas e buscar a Deus de todo o coração. Precisamos crer que Deus toma a sério o que diz, e não condescende com o mal de forma alguma. Devemos humilhar-nos grandemente perante Deus, e considerar qualquer perda preferível a perder o Seu favor.

Cristo deixou tudo a fim de salvar os homens da conseqüência e penalidade da transgressão da lei. O caminho da manjedoura para o Calvário ficou manchado de sangue. O Filho de Deus não Se desviou da senda da obediência resoluta, mesmo em face da morte de cruz. Ele suportou todas as misérias do pecado do homem. ... Suplico-vos, em nome de Cristo, que confesseis vossos pecados e reformeis vossos caminhos, a fim de que vosso nome não seja riscado do livro da vida, mas seja confessado diante do Pai e de Seus anjos. Jesus está apresentando o Seu sangue diante do Pai; e agora, enquanto a misericórdia se demora e o tempo de graça se prolonga, buscai a aprovação do Céu. — The Review and Herald, 29 de Junho de 1911.

Este texto vem do livro Refletindo a Cristoescrito por Ellen G. White.

Mateus 18 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 18 
Comentário Pr Heber Toth Armí

 Este belo capítulo bíblico, de onde o livro supracitado foi baseado, oferece-nos os seguintes pontos:

1. Ninguém deve almejar ser grande no reino dos Céus; quem quiser entrar tem que ser pequeno, humilde, receptível, amável, educado e servo. Quem é briguento, autoritário, mandão, orgulhosos, cheio de si que humilha, despreza e diminui ao próximo, deveria conscientizar-se que ele é melhor morto do que vido (vs. 1-10).
2. A sabedoria de Cristo é incomparável. Todos os seres humanos têm defeitos e falham e se perdem constantemente (vs. 10-14). Talvez o maior defeito de alguns é não ter olhos para seus defeitos porque se perdem observando e divulgando o defeito alheio. Mas, o que fazer quando alguém erra?
• Fale diretamente com quem errou, não de quem errou (v. 15);
• Se não resolver, leve reforço para resolver (v. 16);
• Se ainda não resolver, leve o caso para a igreja para buscar a solução (v. 17);
• Depois de tudo, se o problema persistir, considere o errado como gentio, desliado do reino de Deus (vs. 17-19).
• Conte com a presença de Cristo para toda reconciliação (v. 20).
• Perdoe com a motivação que Deus coloca no coração, pois há certos problemas que só o perdão é solução (vs. 21-22).

É o coração duro, egoísta, cauterizado pelo pecado que não perdoa; quem foi perdoado e restaurado, está convertido, este perdoa como Cristo O perdoou.

Sabendo que haveria dificuldades nos relacionamentos, inclusive na igreja, Deus inventou o perdão para que nenhum problema ficasse sem solução. Só aquele que acha que tem mais sabedoria que Deus usará seus próprios recursos para resolver dilemas dos seus relacionamentos – quanta tolice! 

Jesus revela as consequências de não perdoar numa poderosa parábola (vs. 23-35). Leia-a, perdoe, ofereça graciosamente o perdão e reaviva-te! 

O pastor Jonas Arrais escreveu um livro que todo cristão deveria ler, mas o líder espiritual deveria devorá-lo. O título do livro é: “Uma igreja positiva em um mundo negativo”. 

Um dos pensamentos do livro, que trata de Mateus 18, diz: “A igreja nunca poderia – nem deveria – ser um lugar em que o aspecto negativo pudesse reinar livremente. Ao contrário, a igreja deve ser um lugar em que o adorador abatido possa encontrar descanso e restauração, um oásis positivo num mundo negativo”. Procure-o! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

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