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quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Marcos 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Marcos 1
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MARCOS 1 – Marcos não apresenta a genealogia de Jesus. Ele também não trata da infância de Jesus, nem do que Ele fez até os 30 anos. Aborda rapidamente sobre Seu batismo (Marcos 1:9-11), cita brevemente que esteve no deserto por “quarenta dias, sendo tentado por Satanás”, com “animais selvagens, e os anjos O serviam” (Marcos 1:12-13).

A pressa de Marcos é revelar que, em Jesus “o tempo é chegado” (Marcos 1:14-15). Antes, já havia apresentado o cumprimento profético de Isaías ao destacar João Batista e Sua missão de preparar o caminho para o cumprimento da vinda do Messias (Marcos 1:1-8).

Deus enviou Seu Filho ao mundo no tempo certo (Gálatas 4:4). Assim, Cristo iniciou Seu ministério afirmando que “o tempo é chagado” e, “o Reino de Deus está próximo” (Marcos 1:15), indicando que Sua missão seguia um plano profético detalhado:

• Mais de cinco séculos antes, Daniel havia profetizado o tempo exato do início do ministério de Cristo. Durante o cativeiro dos judeus na Babilônia, Deus informou Daniel que Ele havia designado um período probatório de setenta semanas à nação judaica e Jerusalém, durante o qual deveriam preparar-se para a vinda do Messias, culminando na expiação da “transgressão” e trazendo a “justiça eterna” (Daniel 9:24). Após a sexagésima-nona semana, o Messias seria morto, uma referência à Sua morte vicária, e isso ocorreria no meio da septuagésima semana, cessando os sacrifícios (Daniel 9:26-27).

• As setenta semanas – ou 490 dias proféticos – representam 490 anos literais (Números 14:34; Ezequiel 4:6). Daniel afirmou que esse período começaria com o decreto para restaurar Jerusalém, emitido no sétimo ano de Artaxerxes, rei da Pérsia, no ano 457 a.C. (Esdras 7:8, 12-26; 9:9). 483 anos após o decreto, no outono de 27 d.C., Jesus foi batizado e iniciou Seu ministério. Esse cumprimento profético demonstra a precisão divina.

• Durante Seu batismo, Jesus foi ungido pelo Espírito Santo e reconhecido como o “Messias” ou “Cristo”, e Sua declaração “o tempo é chegado” (Marcos 1:15), refere-se ao cumprimento do tempo profético previsto.

Para provar esta realidade, Jesus demonstrou Seu poder sobre as poderosas forças demoníacas e as doenças que afligem à humanidade (Marcos 1:21-45). Neste contexto, Ele chamou Seus primeiros discípulos (Marcos 1:16-20), e continua chamando-nos ainda hoje para largar tudo a fim de segui-lO! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Evangelho de Marcos - Marcos 1

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Marcos 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Os Evangelhos foram escritos “em meio a tensões e interrogações que assaltavam as novas congregações cristãs. Não era fácil ser fiel a Jesus Cristo em uma cultura que estava completamente alheia ao evangelho, e era tanto ignorante como suspeitava da nova fé […]. Embora o Evangelho de Marcos não seja orientado na direção de ideias teológicas, de uma forma mais elaborada e sistemática, o conteúdo do livro é o âmago da fé cristã e da mensagem de Cristo. A tese de Marcos pode ser declarada resumidamente: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o reino de Deus esperado se aproximou, para trazer salvação ao homem” (Henry E. Tulington).

A frase de abertura deste livro é chamada por Austin Farrer de, “uma semente, da qual crescerão as sentenças seguintes”. Portanto, reflita neste versículo:

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”.

Para introduzir o ministério de Jesus, Marcos trata do ministério de João Batista, que, certamente, é aquele que preparou o caminho do Senhor (vs. 2-6), testemunhou poderosamente dEle como alguém mais poderoso do que ele (vs. 7-8), e fez o batismo público do Messias no rio Jordão (vs. 9-11).

Marcos citou a voz ouvida do Céu, a qual merece atenção, por isso, reflita no significa destas palavras:

“Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Sem entrar em detalhes, Marcos fez menção à tentação de Jesus (vs. 12-13), o retorno dEle para a Galiléia e o teor de Sua pregação (vs. 14-15), o chamado e vocação de alguns discípulos (vs. 16-20) para, então, concentrar-se no ministério de cura de Jesus:

• Cura de um endemoninhado (vs. 21-28);

• Cura da sogra de um de Seus discípulos (vs. 29-31);

• Curas diversas (vs. 32-34)

• Renovação das forças através da oração a fim de continuar Seu ministério de cura (vs. 35-45).

Marcos apresenta Jesus como tendo autoridade sobre os demônios e sobre qualquer tipo de enfermidade; autoridade que residia em Sua natureza divina e em Sua comunhão com o Pai.

Nossa resposta adequada à autoridade de Cristo é o arrependimento (uma conversão radical na direção da vida) e a assimilação total da veracidade do evangelho do reino de Deus.

Assim como os discípulos reagiram, devemos reagir hoje: Imediatamente deixaram tudo e O seguiram! Vamos reavivar-nos… – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

MARCOS 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

MARCOS 1 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Os Evangelhos foram escritos “em meio a tensões e interrogações que assaltavam as novas congregações cristãs. Não era fácil ser fiel a Jesus Cristo em uma cultura que estava completamente alheia ao evangelho, e era tanto ignorante como suspeitava da nova fé [...]. Embora o Evangelho de Marcos não seja orientado na direção de ideias teológicas, de uma forma mais elaborada e sistemática, o conteúdo do livro é o âmago da fé cristã e da mensagem de Cristo. A tese de Marcos pode ser declarada resumidamente: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o reino de Deus esperado se aproximou, para trazer salvação ao homem” (Henry E. Tulington).

A frase de abertura deste livro é chamada por Austin Farrer de, “uma semente, da qual crescerão as sentenças seguintes”. Portanto, reflita neste versículo:

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”.

Para introduzir o ministério de Jesus, Marcos trata do ministério de João Batista, que, certamente, é aquele que preparou o caminho do Senhor (vs. 2-6), testemunhou poderosamente dEle como alguém mais poderoso do que ele (vs. 7-8), e fez o batismo público do Messias no rio Jordão (vs. 9-11). 

Marcos citou a voz ouvida do Céu, a qual merece atenção, por isso, reflita no significa destas palavras:

“Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Sem entrar em detalhes, Marcos fez menção à tentação de Jesus (vs. 12-13), o retorno dEle para a Galiléia e o teor de Sua pregação (vs. 14-15), o chamado e vocação de alguns discípulos (vs. 16-20) para, então, concentrar-se no ministério de cura de Jesus:

• Cura de um endemoninhado (vs. 21-28);
• Cura da sogra de um de Seus discípulos (vs. 29-31);
• Curas diversas (vs. 32-34)
• Renovação das forças através da oração a fim de continuar Seu ministério de cura (vs. 35-45).

Marcos apresenta Jesus como tendo autoridade sobre os demônios e sobre qualquer tipo de enfermidade, autoridade que residia em Sua natureza divina e em Sua comunhão com o Pai. 

Nossa resposta adequada à autoridade de Cristo é o arrependimento (uma conversão radical na direção da vida) e a assimilação total da veracidade do evangelho do reino de Deus. 

Assim como os discípulos reagiram, devemos reagir hoje: Imediatamente deixaram tudo e O seguiram! Vamos reavivar-nos... – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

domingo, 30 de novembro de 2014

Marcos 1 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Marcos 1

Pr. Heber Toth Armí

Ação, objetividade e dinamismo caracteriza, desde o primeiro capítulo, este evangelho. O primeiro versículo declara a mensagem central do livro, o qual é o menor dos quatro evangelhos:

“As boas novas acerca de Jesus Cristo – a Mensagem! – começam aqui...”. A finalidade do livro é obvia: evangelizar. Sem usar retórica e habilidade na escrita, o foco é elevar Jesus a todos. Temos muito a aprender de Marcos, principalmente como apresentar o poder de Jesus!

Escrevendo aos romanos, Marcos revela a operosidade mais do que a mensagem do Messias. Ele começou a mensagem mostrando-nos a essência do evangelho: Jesus Cristo. Sem Ele qualquer pregação não passa de discurso florido – com flores são de plásticos – sem vida e sem fragrância.

Já no primeiro capítulo, o evangelista expõe:
1. João, o precursor, prepara o caminho para o Messias e profetiza o batismo com o Espírito Santo (vs. 1-8);
2. Jesus é introduzido em Sua missão pelo poder de Deus e do Espirito Santo legitimando Sua verdadeira identidade (vs. 9-11);
3. O deserto foi a primeira atividade do Messias; ali, em meio aos animais selvagens e de Satanás, recebeu a proteção dos anjos (vs. 12-13);
4. Pregação, convocação de discípulos e conversão de pecadores aconteceram imediatamente (vs. 14-20);
5. Poder, restauração, curas, libertação, ensino, etc. aconteciam sucessivamente em diferentes lugares. Agitação, emoção, empolgação e dinamismo caracterizou as atividades de Cristo descritos por Marcos (vs. 21-45).

José e Maria, Belém, magos, pastores de ovelhas, nenhum deles foi mencionado por Marcos. Ele tem pressa. Ele não se apega aos detalhes. Ele começa com tanta ação e avança tão rapidamente que ao lermos ininterruptamente o primeiro capítulo, o concluiremos sem fôlego.

Não há genealogias, nem longos sermões de Jesus nos escritos de Marcos; além disso, ele é o que menos cita o Antigo Testamento; isso o torna mais dinâmico ainda. “Há uma vivacidade e uma energia em Marcos que fascina o leitor cristão e o faz almejar, a exemplo de seu bendito Senhor, servir de alguma forma”, declarou August Van Ryn.

Aplicações:
1. A vida cristã não é monótona, é dinâmica.
2. O estilo de vida do cristão é empolgante, não maçante.
3. Ação, entusiasmos e realizações caracterizam àqueles que verdadeiramente servem a Cristo.

Acompanhe Marcos e serás reavivado(a)!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

Marcos 1 Comentários de David Smith


Marcos 1
David Smith

Marcos começa seu Evangelho descrevendo o ministério de João Batista a preparar o caminho para Jesus. Há um sentimento de grande expectativa nas palavras de João no verso 7: “Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias.” (NVI). Essa expectativa se cumpriu quando Jesus veio ao rio Jordão para ser batizado por João.

Claramente Jesus, o perfeito Filho de Deus, não precisava do batismo. E João sentia-se indigno de batizá-lo (Mateus 3:14). Mas Jesus insistiu em ser batizado como um exemplo para nós (EGW, O Desejado de Todas as Nações, p 111).

No dia do seu batismo, Jesus deu um exemplo ainda mais importante para nós:  Sua completa submissão a Seu Pai como expresso em Sua oração (Lucas 3: 21,22). Imediatamente após o Seu batismo, Jesus exemplifica a vida de entrega total que somos convidados a viver. Jesus estava iniciando Seu ministério. Sua missão estava diante dEle. Ele estava dando início a um reino que era o oposto do que as pessoas esperavam. Ele iria enfrentar a rejeição e oposição em cada movimento que fizesse. Ele enfrentou a cruz e a possibilidade de separação de Seu próprio Pai. Jesus entregou tudo isso em oração ao Pai (Idem, DTN, 111).

A resposta afirmativa do Pai registrada no verso onze: ““Tu és o Meu Filho amado; de Ti Me agrado” (NVI), incentivou Jesus em Sua missão. E depois dos primeiros discípulos aceitarem o convite de Jesus para segui-Lo (versos 14-20), eles também iriam aprender a entregar suas vidas nas mãos do Pai para que pudessem cumprir a sua missão.

Devemos fazer o mesmo. Ao fazermos isso, a voz do Pai nos dirá: “Este é o Meu filho amado, em quem me comprazo” (DTN, 113).

David Smith
Pastor Sênior, Church University Collegedale,
Tennessee, EUA



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