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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Jesus Ilustra A Humildade

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Segunda-feira, 3 de maio

Jesus Ilustra A Humildade

E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Mateus 18:2, 3

 No lugar de Jesus, a maioria das pessoas diria às crianças: “Quando vocês crescerem, procurem ser como Pedro e João ou um dos outros discípulos.” Em vez disso, o Senhor disse aos discípulos: “Tornem-se como crianças.”

Por que Jesus deu esse conselho? Os discípulos estavam muito preocupados com as posições que iriam ter no reino anunciado pelo Mestre. Ao que parecia, não se achavam muito satisfeitos com a grande missão que lhes fora dada de curar, expulsar demônios, pregar o evangelho. Queriam posições sociais em que tivessem autoridade. Quão humanos eram!

Jesus lembrou-lhes como as crianças em geral não pensam nessas coisas. Crianças de diferentes origens podem brincar juntas sem nenhuma ideia de diferença. Só quando crescem e aprendem essas distinções com os de mais idade, passam a se preocupar com essas coisas.

Infelizmente, o ser humano pecador gosta de sentir que é melhor, mais inteligente, mais talentoso, mais próspero e mais poderoso do que seus contemporâneos. Seria bom se todo cristão considerasse com frequência a seguinte citação:

“Em tudo que tivermos vantagem sobre outros – seja educação e cultura, nobreza de caráter, princípios cristãos ou experiência religiosa – estamos em dívida para com os menos favorecidos; e, naquilo que estiver ao nosso alcance, devemos ajudá-los” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 352).

Quando Salomão assumiu o reino, orou a Deus: “Não passo de uma criança, não sei como conduzir-me” (1Rs 3:7). Era essa a atitude que Jesus procurava ensinar a Seus discípulos, porém eles tinham dificuldade em aprender as coisas espirituais.

Numa época em que se dá tanta ênfase à posição social, à educação e ao poder, como seria importante se todo cristão mantivesse o espírito humilde de uma criança! Deus busca cristãos dotados de graça suficiente para passar por alto a louca disputa pelos primeiros lugares. “Dos tais é o reino dos céus” (Mt 19:14).

Norval F. Pease, 16/2/1970

O Sermão do Monte - Mateus 5

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Mateus 5

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Após jejuar e orar, Jesus venceu a tentação, operou milagres, e investiu profusamente no ministério da pregação.

No final do capítulo anterior, Mateus registrou numerosas multidões afluindo de diversos lugares para seguir a Jesus.

Então foi pregado o sermão do monte, o primeiro sermão longo de Jesus registrado. Através dele, Jesus tinha como objetivo tirar os pecadores do reino das trevas e introduzi-los no reino da luz. Seus princípios são contrários às filosofias mundanas. Jesus declara que felizes (makários, bem-aventurados) são os…

• …Humildes de espírito; não os orgulhosos.

• …Que choram; não os insensíveis.

• …Mansos; não os nervosos.

• …Insaciados; não os cheios de si.

• …Misericordiosos; não os indiferentes/intolerantes.

• …Limpos de coração; não os maliciosos/imorais/corruptos.

• …Pacificadores; não os briguentos.

• …Justos; não os desonestos/infiéis/fraudulentos.

• …Perseguidos por causa de Cristo; não os perseguidores.

Após apresentar a satisfação no coração do cristão genuíno (vs. 1-12), Jesus revelou o impacto da aplicação dos princípios divinos na sociedade (vs. 13-16).

Em seguida, Jesus apresentou a legislação do reino de Deus. A Lei e os profetas incluem os Dez Mandamentos, porém, vai além deles. Jesus mostrava que o Antigo Testamento não era cultura judaica; era a cultura do Céu, que os judeus não aderiram.

O Antigo Testamento não perdeu sua autoridade, nem caducou com a vinda de Cristo; pelo contrário, brilhou ainda mais as Suas sublimes mensagens. Em Seu poderoso sermão, Jesus citou…

• …O sexto e o sétimo mandamentos da Lei Moral (vs. 21-32);

• …A lei levítica para falar do falso juramento e das promessas feitas a Deus (vs. 33-37);

• …A Lex Talionis (lei da retaliação) para falar do respeito e amor ao próximo (vs. 38-48).

O seguidor de Cristo, liberto do reino das trevas, conduzido ao reino dos céus, torna-se súdito do Soberano do Universo; portanto, deve refletir o caráter dEle (v. 48) e proclamar a justiça e a legislação desse novo reino (vs. 17-20).

Nisto consiste o segredo das bem-aventuranças. Os reinos deste mundo contrastam com o reino de Deus, o mesmo contraste deve haver entre os seguidores de Cristo e o mundo.

Como os profetas, o cristão pode sofrer perseguição, mas o galardão será tão grande quanto o deles (v. 12).

Sejamos súditos do reino de Deus e auxiliemos na libertação dos súditos do reino do diabo! – Heber Toth Armí.

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domingo, 2 de maio de 2021

GARRAFA DE LÁGRIMAS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Domingo, 2 de maio

GARRAFA DE LÁGRIMAS

Recolhe as minhas lágrimas em Teu odre. Salmo 56:8, NVI

 Tempos atrás, ganhei uma garrafa de champanhe sem álcool. Azul, longilínea, imponente, era uma linda obra de arte. A embalagem foi parar em nosso armário de louças. Virou relíquia. Nossa garrafa pode não valer tanto quanto a Aurum 79, a garrafa de 500 ml de água mais cara do mundo, feita com um fino vidro revestido de ouro puro e 113 diamantes, valendo quase 1 milhão de dólares, mas tem valor sentimental.

Desenvolvidas e moldadas ao longo de milênios, as garrafas foram criadas para armazenar líquidos, como água, leite, vinho, azeite e perfume. Os primeiros exemplares conhecidos apareceram na Fenícia, China, Roma e Creta. Feitas de argila, alumínio, vidro ou plástico, as garrafas fazem parte do dia a dia de pessoas do mundo inteiro.

No entanto, nenhum tipo de garrafa, antiga ou moderna, se compara à garrafa de Deus para coletar nossas lágrimas. Nessa garrafa estão os símbolos de nossos sofrimentos, as expressões de nossas alegrias e tristezas, emoções e decepções. Amoroso, Deus Se preocupa com cada uma de nossas lágrimas. As lágrimas são a linguagem da agonia e da perda, coisas que Ele entende bem.

A ideia de que Deus tem uma garrafa para guardar lágrimas pode parecer estranha hoje, mas era familiar para o poeta hebreu Davi, que escreveu: “Registra, Tu mesmo, o meu lamento; recolhe as minhas lágrimas em Teu odre [ou garrafa]” (Sl 56:8, NVI). Para ele, Deus percebe e registra nossos sentimentos. Estivesse Davi pensando em uma garrafa de pedra sardônica ou num odre de pele de animal, o fato é que Deus simbolicamente guarda nossas lágrimas.

Garrafas para essa finalidade faziam parte dos costumes das antigas civilizações. Muitas delas têm sido encontradas junto a tumbas. Eram chamadas de “lacrimatórios”, numa referência ao nome científico da glândula que produz as lágrimas. Povos antigos, como os gregos e os romanos, colocavam nesses receptáculos as lágrimas derramadas pela morte de uma pessoa querida, como símbolos de amor, respeito e tristeza. Em algumas histórias de guerra, as mulheres guardavam suas lágrimas até o retorno dos maridos, para mostrar a saudade.

Em algum momento difícil da vida, você pode ser tentado a pensar que Deus não Se importa com as lágrimas que rolam de seus olhos. Entretanto, Ele Se importa a ponto de recolher cada uma delas. Mais que isso, um dia Ele irá secar cada lágrima. Até lá, você pode chorar à vontade, porque Deus fez você com a capacidade de expressar sentimento. Em vez de engarrafar suas dores dentro de você, derrame suas lágrimas e permita que Deus as coloque em Sua garrafa.

Marcos De Benedicto, 7/7/2016

Jesus o Messias - Mateus 4

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Mateus 4

Comentário Pr Heber Toth Armí 

O evangelista Mateus, movido pelo mesmo Espírito que os profetas, intenta provar que Jesus é o Messias entre tantas vozes conflitantes; além disso, seus escritos mostram a realeza de Jesus visando impactar o coração do leitor, seja este judeu ou não.

No texto em análise, Jesus…

• …foi tentado sem cair em pecado (vs. 1-11). Ser tentado não é pecado, pecado é cair na tentação.

• …criou residência em Cafarnaum; Mateus citou o Antigo Testamento para mostrar que a vida de Cristo estava sendo regida pelas profecias divinas (vs. 12-16).

• …apresentou o teor e conteúdo de Suas pregações (v. 17).

• …chamou colaboradores a fim de serem treinados para fazer avançar Seu ministério (vs. 18-22).

• …tornou-Se muito ativo; Mateus sintetizou as ações dEle logo no início do seu livro (vs. 23-25).

Sobre as tentações de Jesus, o comentário da Bíblia de Estudo Andrews destaca:

• “Só Mateus menciona o jejum. Ele deseja fazer um paralelo com o jejum de Moisés por 40 dias e 40 noites no monte Sinai, no deserto (Dt 9:9-18). A experiência também é paralela aos 40 anos de peregrinação dos israelitas no deserto, cercados de tentações e provas (Dt 8:2, 3)”.

• “O diabo tentou Jesus primeiro no ponto de sua maior necessidade imediata. De maneira semelhante, somos tentados em nossa maior vulnerabilidade. Segundo Mateus, as tentações do materialismo e uso do poder foram duas maiores enfrentadas por Jesus (ver v. 8)”.

• “No grego, aquilo que vem por último ou primeiro é o mais importante. Para Mateus, a realeza de Jesus [explorada na última tentação] era estratégia para seu evangelho”.

O chamado dos discípulos e as ações sociais de Jesus foram importantes, porém não mais importantes que Sua pregação evangelística e Sua missão pautada pela revelação do Antigo Testamento.

1. Jesus cumpriu a profecia de Isaías 9:1-2 ao iluminar as pessoas que vivem “na região e sombra da morte” (vs. 12-16). O mesmo Ele quer fazer conosco, independente do meio imoral em que moramos.

2. Jesus mostrou que Sua intenção é levar pessoas à conversão; por isso, Sua pregação consistiu em convidar Seus ouvintes ao arrependimento, apresentando a razão para isso: “Porque está próximo o reino dos céus” (v. 17).

Como responderemos? Como os discípulos, no versículo 22? Deixaremos tudo por Jesus?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 1 de maio de 2021

AMOR GRAVADO NAS MÃOS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sábado - 01 de maio

AMOR GRAVADO NAS MÃOS

Vede as Minhas mãos e os Meus pés, que sou Eu mesmo; apalpai-Me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. Lucas 24:39, 40

Tolstói, o grande escritor russo, contou, certa vez, a história do czar e da czarina que desejaram honrar os membros de sua corte com um banquete. Eles enviaram os convites e avisaram que os hóspedes deveriam vir com eles na mão. Quando chegaram ao banquete, os hóspedes ficaram surpresos ao ver que os guardas não examinaram os convites, e sim suas mãos. Os convidados tentaram imaginar o que significaria aquilo, mas também estavam curiosos para ver quem o czar e a czarina escolheriam como hóspede de honra, para sentar-se entre eles no banquete.

Todos ficaram espantados quando viram que a pessoa escolhida foi uma idosa faxineira, que durante muitos anos trabalhou arduamente para manter limpo o palácio. Ao examinar as mãos dela, os guardas declararam: “A senhora tem as credenciais adequadas para ser a hóspede de honra. Podemos ver amor e lealdade em suas mãos.”

Conta-se uma história semelhante do grande missionário Adoniram Judson, na antiga Birmânia. Judson dirigiu-se ao rei da Birmânia a fim de pedir permissão para ir a determinada cidade e pregar. O rei, pagão, mas muito inteligente, respondeu: “Eu estaria disposto a deixar uma dúzia de pregadores ir lá, mas não o senhor, com essas mãos. O meu povo não é tolo para se importar com sua pregação, mas eles notariam suas mãos calejadas pelo trabalho.”

A crucifixão de Cristo deixou os discípulos desorientados. Suas esperanças de “que fosse Ele quem havia de redimir a Israel” (Lc 24:21) haviam desabado. Com medo dos judeus, reuniram-se no cenáculo. Chegara-lhes a informação de que Jesus havia ressuscitado, porém hesitavam em crer e não se achavam psicologicamente preparados para encontrá-Lo. Nesse estado de tensão emocional, ficaram apavorados quando Jesus apareceu entre eles. Pensaram que fosse um fantasma.

Foi preciso que Jesus os acalmasse, mostrando-lhes as mãos e os pés, e pedindo-lhes que O apalpassem, dando-lhes assim uma prova visual, auditiva e tácita de que Ele realmente havia ressuscitado. Possuídos dessa certeza, os discípulos, antes temerosos e cheios de dúvidas, se tornaram apóstolos de grande coragem e abnegação.

Jesus conservará as marcas dos cravos em Suas mãos e pés por toda a eternidade, como testemunho do preço pago por nossa redenção, e como prova de Seu amor por nós.

Rubem Scheffel, 27/1/2010

João Batista -Mateus 3

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Mateus 3

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Quase 30 anos se passaram do capítulo anterior. Jesus não exibiu-Se ou exaltou-Se – esperou o tempo oportuno para começar Seu ministério. Ele não fez propaganda, nem campanha política nem usou recursos de marketing. Ele agiu diferentemente daqueles que, atualmente, dizem serem Seus representantes.

João Batista entrou em cena para ser Seu precursor; fez isso sem salário, num lugar nada promissor: o deserto. Não comia em restaurantes glamorosos e nem vestia-se com roupas de grife.

O resultado? Multidões afluíam da cidade para ouvi-lo no deserto da Judeia. Sua mensagem? Simples! “Arrependei-vos” (vs. 1-6).

• Guiado pelo Espírito Santo tudo foge à logica humana.

João tornou-se conhecido por Batista ao introduzir o batismo como evidência de arrependimento; todavia, profetizou que o Messias viria para batizar com Espírito Santo e fogo. Estes não são dois tipos de batismos, em diferentes momentos. A Bíblia não diz “ou com fogo”, mas “e com fogo” (v. 11).

Elucida LeRoy E. Froom que esse texto refere-se a “uma frase explicativa, completando a ideia. É a maneira escriturística de repetir para salientar e reforçar um só pensamento”.

Portanto, “devemos ser batizados com fogo divino agora para escaparmos da destruição do fogo consumidor mais tarde”, salienta Froom. João cumpriu a profecia de Isaías 40:3 e Malaquias 4:5.

Imagina o que seria hoje de um pregador como ele? “Raça de serpentes! O que vocês pretendem rastejando até o rio? Acham que um pouco de água nessa pele de cobra vai fazer alguma diferença? É a vida de vocês que precisa mudar, não a pele! […] O que conta mesmo é a vida. A vida de vocês mostra frutos? Se estiver como madeira morta, só serve para o fogo” (vs. 7-10).

Logo em seguida apareceu Jesus para ser batizado como todos os outros, para identificar-se com os pecadores. Ali a Trindade tornou-Se clara pela primeira vez: Jesus, o Emanuel, no rio Jordão; o Espírito Santo veio em forma de pomba; e, ouviu-se a voz do Pai (vs. 12-17). Três seres divinos, distintos, unidos num mesmo objetivo: salvar pecadores condenados à morte!

1. Precisamos atentar ainda hoje para a mensagem do Batista;

2. Precisamos batizar-nos com Espírito Santo e com fogo para livrar-nos do fogo do inferno.

Evidentemente, é imprescindível o reavivamento e a reforma! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 30 de abril de 2021

Folhas Que Não Murcham

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sexta-feira, 30 de abril

Folhas Que Não Murcham

Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido. Salmo 1:3

As árvores que conheço desde minha juventude são as coníferas do oeste: pinheiro, abeto, cedro, choupo do Canadá, álamo e salgueiros que crescem à beira dos riachos. Cada espécie é distinta e admirável à sua própria maneira. Mas na minha concepção o altaneiro Abeto de Douglas, uma linhagem verdadeiramente nobre, excede a todos. Se a expressão “crescer em graça” se aplicasse a árvores, o Abeto de Douglas a exemplificaria melhor. Como pode alguém, nem mesmo sendo um especial amante da natureza, olhar firme e refletidamente a uma árvore assim e deixar de apreciar como a obra das mãos de Deus excede todo nosso entendimento?

As sequoias da Califórnia são também um espetáculo inspirador. Mais de 3 mil anos deslizam sobre seus elevados topos, e elas ainda permanecem como um testemunho permanente do poder de Deus. Algumas dessas árvores já existiam havia muito tempo quando Davi escreveu o texto bíblico de hoje; eram mais antigas ainda quando Jesus andou pela Galileia. Nem se fala quando Colombo descobriu o Novo Mundo! Nações e impérios vêm e vão; contudo, aquelas arrojadas árvores ainda vivem e crescem.

O cristão deve ser como uma árvore plantada junto a correntes de águas, sempre a crescer. Essa figura de linguagem representa maravilhosamente aquele que, como a grandiosa sequoia, continua crescendo. Sua vida é bem-sucedida porque ele “dá o seu fruto no devido tempo”. Por estar plantado junto a correntes de águas, não há estação de seca nem má colheita na vida daquele que continua crescendo em graça. Sua existência é sempre verdejante. Sua experiência é refrescante e revigorante. Ele é sombra para o cansado e provê proteção aos que estão aflitos e sendo açoitados pelas tempestades da vida.

O crescimento de uma árvore e sua estabilidade simbolizam a vida do cristão submisso. Desde a minúscula plantinha até uma árvore espantosamente gigantesca, que quase toca o céu, seu crescimento é um contínuo processo de receber e crescer. Nós somos recipientes de nutrientes temporários e espirituais não obtidos por nossos esforços. Sem a fonte de força e poder rapidamente murcharíamos e morreríamos. Contudo, com o auxílio de Deus, nossa alma pode ser semelhante à força duradoura de uma árvore. Nós também podemos produzir fruto na estação apropriada, pois, afinal, para isso fomos plantados.

Floyd Rittenhouse, 28/3/1984

Salmos 50 Comentário

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