segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus João 19:5



Cenas da sala de julgamento


Quando Jesus veio para fora, usando a coroa de espinhos e a capa de púrpura, disse-lhes Pilatos: “Eis o homem!” João 19:5, NVI.


Deixe-me esboçar para você três cenas dramáticas daquela última sexta-feira da vida de Jesus, eventos que aconteceram entre cerca de 6h00 e 8h00 da manhã na sala de julgamento de Pilatos.


Cena 1: Os anciãos dos judeus chegam cedo, tiram Pilatos da cama. Eles arrastam Jesus, amarrado, perante ele.


"O que vocês querem?", pergunta ele.

"Julgamos este homem e chegamos a conclusão de que é digno de morte", eles respondem.

"Então vocês resolvam isso", diz-lhes Pilatos.

"Mas não temos permissão para decretar a pena de morte", eles lembram Pilatos.


Pilatos vai à sala de julgamento do tribunal para formalmente examinar a Jesus. Mas os líderes religiosos não entram na sala de julgamento, porque não querem contaminar-se e assim ficarem impossibilitados de comer a Páscoa! (João 18:28).


Você consegue imaginar isso? Pessoas ansiosas para matar um homem inocente, mas escrupulosas a respeito de uma cerimônia religiosa! Quão incoerente pode se tornar uma religião! Esta cena sugere que não há limite.


Cena 2: O prisioneiro em sua cela não nutre qualquer esperança. Qualquer dia desses – certamente não muitos dias depois – ele ouvirá os passos dos guardas se aproximando, da chave girando na fechadura, e eles irão levá-lo embora. Qualquer dia desses a sua cruz lhe será entregue.


A mão de ferro de Roma não tolerava revoluções – e ele era um rebelde. Eles o tinham apanhado, açoitado, e jogado na cadeia. Logo ele iria ser pendurado em uma cruz romana, executada à vista das multidões de transeuntes. Assim todos iriam entender a mensagem: não tente se opor a Roma!


Passos. Eles estão vindo! A chave gira na fechadura. Acabou! O guarda o agarra, mas ao invés de arrastá-lo para ser executado, solta os grilhões que o prendem. Ele o conduz até o portão da prisão e o liberta.


Barrabás, assassino, e revolucionário, contra todas as expectativas é libertado.


Mais tarde será que alguém dirá a Barrabás que Pilatos queria libertar Jesus, mas que os líderes religiosos gritaram para que ele fosse liberto? Será que caminhando fora dos portões da cidade ele verá as três cruzes e no centro a cruz que deveria ter sido dele?


Cena 3: Disse-lhes Pilatos: "Eis o homem!" (João 19:5).


"Ali estava o Filho de Deus, com as vestes da zombaria e a coroa de espinhos. Despido até à cintura, as costas mostravam-Lhe os longos e cruéis vergões, de onde corria o sangue abundantemente. Tinha o rosto manchado de sangue, e apresentava os sinais da exaustão e dor; nunca, no entanto, parecera mais belo" (O Desejado de Todas as Nações, p. 735).


Que homem! Que Salvador!


ORAÇÃO


Querido Jesus, a Tua disposição de ir até as últimas conseqüências a fim de salvar a humanidade enche o meu coração de admiração. Como Tu és lindo! Aceite a minha gratidão e o meu amor.


Autor: William G. Johnsson

domingo, 6 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus Mateus 27:24


Pilatos novamente

Quando Pilatos percebeu que não estava obtendo nenhum resultado, mas, ao contrário, estava se iniciando um tumulto, mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão e disse: “Estou inocente do sangue deste homem; a responsabilidade é de vocês”. Mateus 27:24, NVI.

Como se fosse assim tão fácil lavar a culpa em uma bacia com água!

Na peça de Shakespeare “Macbeth”, a senhora Macbeth desce as escadas, sonâmbula. Com a consciência torturada pelo assassinato do rival do seu marido, um assassinato em que ela foi parte integrante, ela passa a lavar as mãos vigorosamente enquanto grita;

Aqui ainda tem uma sujeira....
Será que estas mãos nunca ficarão limpas? ...
O cheiro do sangue permanece.
Todos os perfumes da Arábia
Não irão mudar o cheiro dessa mão.
Oh, oh, oh!

Pilatos, no entanto, ainda tenta convencer a multidão, que clama pelo sangue de Jesus, que Ele é inocente, ao mesmo tempo que O entrega a eles para ser crucificado! Você acha que a multidão acredita nessa inocência? Tente convencer a si mesmo. Você realmente acredita que uma bacia com água irá absolvê-lo da responsabilidade pela morte dEle – você que é a única pessoa nesta cidade com autoridade para ordenar a execução deste homem justo?

Pilatos foi apanhado em seu próprio jogo. Embora a história do seu governo esteja recheada de atos brutais, em suas relações com Jesus ele demonstra-se vacilante e não sanguinário. Todos os quatro escritores do Evangelho dedicam espaço para o diálogo entre Pilatos e Jesus, e todos os quatro relatos indicam que Pilatos queria libertar Jesus e tentou fazê-lo.

Mas Ele foi apanhado em seu próprio jogo. Ele fez o que ele achava que seria esperto, ele passou a responsabilidade para Herodes. Mas Herodes passou a bola de volta para ele.

Por que Pilatos estava relutante em entregar Jesus aos Seus acusadores? Certamente não foi apenas porque ele percebeu que Jesus era inocente, isto ele bem sabia, mas questões de moralidade e justiça não tinham perturbado a sua consciência no passado.

Será que esse político endurecido sentiu a operação do Espírito Santo, apontando para porta aberta do céu? Olhando no rosto de Jesus, vendo Seu porte e dignidade, sentindo a pureza desse homem tão completamente diferente de qualquer outro que ele já conhecera, será que Pilatos – pelo menos por um momento – chegou a pensar que Jesus poderia ser exatamente o que alegava ser, o Filho de Deus?

E depois chegou a mensagem de sua esposa. "Não se envolva com este inocente", disse ela, "porque hoje, em sonho, sofri muito por causa dele" (Mateus 27:19).

A reação de Pilatos para com Jesus foi muito diferente da reação de Herodes. O último, um playboy extravagante, viu apenas um objeto de entretenimento, mas o coração de Pilatos estremeceu.

Em última análise,entretanto, a decisão de Pilatos foi tão terrível quanto a de Herodes. Ele tentou mais uma vez passar a bola, colocar a culpa sobre os judeus. Mas a decisão de crucificar Jesus foi só dele.

Ninguém pode passar adiante a responsabilidade com relação a Jesus. Nem mesmo hoje.

ORAÇÃO

Querido Espírito Santo, obrigado por Teus apelos, sempre me convidando a fazer de Jesus o Rei da minha vida.

Autor: William G. Johnsson

sábado, 5 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus Lucas 23:8


Herodes


Quando Herodes viu Jesus, ficou muito alegre, porque havia muito tempo queria vê-lo. Pelo que ouvira falar dele, esperava vê-lo realizar algum milagre. Lucas 23:8, NVI.


Herodes alegrou-se por este encontro com Jesus. Durante anos, ele tinha ouvido falar desse notável rabino da Galiléia – alguém que não havia tido uma educação formal, mas que ensinava com uma autoridade que colocava advogados para correr. Ele tinha ouvido dizer que Jesus ressuscitava mortos, curava os enfermos, e alimentava as multidões.


A oportunidade naquela sexta de manhã parecia especialmente propícia. Verdade, não era comum receber uma mensagem do governador romano tão cedo no dia – Herodes não estava acostumado a trabalhar às 7h.da manhã. Mas o fato de que Pilatos tinha tido tal iniciativa superou esse inconveniente. Por algum tempo os dois governantes estavam de mal um com o outro, não se falavam. Agora Pilatos, obviamente desejando fazer as pazes, enviou seu prisioneiro a Herodes, porque a Galiléia ficava sob a jurisdição de Herodes.


Então, Jesus permanece de pé perante Herodes. O rei olha para Ele com atenção. Sim, as roupas de Jesus refletem a Sua origem humilde, mas o Seu porte é impressionante. Embora Ele esteja amarrado, como um prisioneiro, Ele ainda continua livre no espírito – isso Herodes percebe claramente.


- “Muito bem, homem milagre, faça seus truques. Eles dizem que você pode superar qualquer mágico ou palhaço da minha corte. Apresente o seu show, mostre do que você é capaz. Se o Seu show for bom o suficiente, posso até libertar você – tenho esse poder, você sabe. Vamos lá, vá em frente – Eu não interrompi o meu café da manhã para ficar esperando por um patife como você”.


E Jesus não fez nada. Ele não disse nada.


Herodes ordenou, bajulou, ameaçou, rugiu. Jesus permaneceu em silêncio.


Jesus olhou firmemente para Herodes Antipas, assassino do seu primo João Batista. Ele pensou em uma cena como esta de alguns anos atrás, quando o rei havia procurado alguns entretenimentos noturnos para agradar os convidados reunidos para o seu aniversário. Ele ofereceu comida e vinho, e então chamou o ato principal – a voluptuosa Salomé, apenas uma jovem garota mas bonita e sensual, a qual iria dançar para seus convidados. Salomé dançou – e antes da noite terminar um dos maiores seres humanos que este mundo já viu jazia morto, decapitado por causa da promessa idiota do rei bêbado.


Nenhuma palavra seria adequada para essa criatura desprezível, nenhum ato poderoso seria feito para alimentar seus caprichos. Jesus não se moveu. Ele não falou.


Surpreso, depois enfurecido, Herodes começou a zombar de Jesus. Ele chamou seus soldados, e eles colocaram um manto de púrpura sobre Ele. Se Jesus não iria participar da diversão com o rei, ainda assim Herodes extrairia uma hora de entretenimento deste camarada teimoso. Os soldados bateram em Jesus, vendaram Seus olhos, deram tapas em Seu rosto, e o intimaram a profetizar quem havia batido nEle.


Jesus não se moveu. Ele não falou,


Finalmente Herodes cansou da brincadeira. A diversão matutina não tinha sido tão boa quanto ele esperava. O que fazer com esse estranho homem? Libertá-lo? Não, pois Ele se recusou a participar do jogo.


Herodes enviou Jesus de volta para Pilatos: ele também sabia como passar a bola.


ORAÇÃO


Jesus justo juiz. Quero me aproximar de Ti buscando não apenas entretenimento ou uma vida mais fácil, mas a transformação completa do coração.


Autor: William G. Johnsson

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus Marcos 15:1


Pilatos

De manhã bem cedo, os chefes dos sacerdotes com os líderes religiosos, os mestres da lei e todo o Sinédrio chegaram a uma decisão. Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. Marcos 15:1, NVI

Num julgamento secreto noturno o mais alto conselho dos Judeus, o Sinédrio, condenou Jesus a morte. Mas os judeus estavam sob ocupação romana e não podiam executar a sentença de morte sem autorização do governador romano, Pôncio Pilatos. Então eles levaram Jesus ao palácio e tiraram Pilatos da cama.

Eles se encontram: o representante de Roma e do representante do céu. Um está sisudo, irritado por ter sido despertado a essa hora da manhã por esses judeus. O outro está pálido após uma noite sem dormir na qual Ele foi amarrado e esbofeteado. Pálido, mas calmo.

Quem é esse homem que os anais da história apontam como sendo aquele que dá a ordem para a execução de Jesus? Devido à sua posição, encontramos várias referências a ele em fontes fora da Bíblia.

O escritor Judeu Philo assim o descreve "de natureza inflexível e, devido à teimosia, àspero" (Embaixada a Gaio 58). "Ele freqüentemente entrava em conflito com os Judeus, ofendendo o seu sentimento religioso com muitos atos estúpidos. Certa vez ele ordenou a seus soldados entrarem marchando em Jerusalém carregando estandartes com imagens afixadas do imperador. Em outra ocasião, ele colocou no antigo palácio de Herodes escudos dourados entalhados com o nome do imperador. Nos dois casos ele foi forçado a remover os objetos ofensivos por causa da teimosa resistência dos judeus. No segundo caso, uma ordem direta de Tibério, em resposta a uma petição enviada a Roma pela nobreza da Judéia o obrigou a retroceder. Os Judeus ficaram especialmente chocados quando Pilatos usou o dinheiro do tesouro do Templo para pagar um aqueduto que estava sendo construído para trazer água para Jerusalém. A oposição dos Judeus a esta apropriação indevida de dinheiro sagrado foi recebida com crueldade implacável. Mais tarde Pilatos massacrou muitos Samaritanos que tolamente estavam seguindo a um impostor que havia prometido trazer a público os vasos sagrados de ouro supostamente escondidos por Moisés no alto do monte Gerizim" (Dicionário da Bíblia Adventista do Sétimo Dia, p. 885).

Então, eles se encontram, Pilatos e Jesus, e os planos do governador de rapidamente se ver livre dessa praga vão por água a baixo. O homem não é criminonso – Pilatos nunca havia visto tal bondade e nobreza.

Pilatos não sabe o que fazer com Jesus. Ele quer libertá-lo, mas não quer desagradar as autoridades judaicas. Então ele vê uma saída. Tendo ouvido falar que Jesus é da Galiléia, ele decide enviar-lhe a Herodes, o governador daquele território. Ele passa a bola!

ORAÇÃO

Senhor, retira de mim toda aspereza. Quando eu for tentado a ser grosseiro ou insensível que eu escolha a bondade e a nobreza de Cristo Jesus.

Autor: William G. Johnsson

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus Mateus 26:57

04 de Novembro
Caifás

Os que prenderam Jesus o levaram a Caifás, o sumo sacerdote, em cuja casa se haviam reunido os mestres da lei e os líderes religiosos. Mateus 26:57, NVI.

Eles vieram de noite, quando as pessoas que amavam a Jesus não estavam por perto, e o prenderam, levando-o amarrado até à casa de Caifás, o sumo sacerdote dos Judeus. Como Caifás ocupava o mais alto cargo religioso no país – na realidade ele era o representante de Deus perante o povo – Jesus podia ter certeza de receber um tratamento justo com ele, não é mesmo? Pense novamente.

Caifás, como todos os sacerdotes da sua época, pertencia à seita dos Saduceus. Eles eram racionalistas, aceitavam como inspirados apenas os cinco primeiros livros do Antigo Testamento e negavam a ressurreição, a vida após a morte, e a existência de anjos. Jesus não esperava encontrar liderança espiritual em Caifás.

Na verdade, bem antes do tempo de Jesus o ofício sumo sacerdotal, o qual detinha um poder considerável, havia se tornado mais político do que espiritual. Candidatos ao cargo recorriam a esquemas ardilosos, conspirações, subornos, e até assassinados para obtê-lo. O ideal divino para o sumo sacerdócio há muito tempo havia sido rebaixado pelos detentores do ofício.

As poucas passagens bíblicas que mencionam Caifás sugerem um líder mais preocupado com a preservação do seu poder do que com a justiça. Quando o Sinédrio, perturbado pela agitação popular que a ressurreição de Lázaro por Jesus despertou, foi convocado para uma sessão extraordinária devido à crise, Caifás os aquietou com a observação cínica: "Vocês não sabem nada! Será que não entendem que para vocês é melhor que morra apenas um homem pelo povo do que deixar que o país todo seja destruído?" (João 11:49, 50, NTLH). Conveniência política – essa era a especialidade de Caifás.

"Caifás era um homem orgulhoso e cruel", escreve Ellen White, "dominador e intolerante. Havia entre suas ligações de famílias, saduceus orgulhosos, ousados, resolutos, cheios de ambição e crueldade, o que ocultavam sob o manto de pretensa justiça" (O Desejado de Todas as Nações, p, 539).

Embora Jesus tenha sido acusado perante os líderes do seu próprio povo, Seu julgamento foi uma farsa de justiça. Os membros do Sinédrio estavam tão ávidos para se livrarem de Jesus que puseram de lado as disposições da lei judaica destinadas a salvaguardar os direitos dos acusados. Eles reuniram rapidamente um tribunal tendencioso, convocaram Jesus para julgamento no meio da noite, e subornaram "testemunhas" para inventarem acusações contra Ele, "Com julgamento opressivo ele foi levado. E quem pode falar dos seus descendentes? Pois ele foi eliminado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo ele foi golpeado" (Isaías 53:8, NVI).

No final do julgamento de Jesus perante Caifás, o sumo sacerdote rasgou as vestes simulando horror diante da alegação feita por Jesus de ser o Filho de Deus. Que jogo sujo em nome de Deus! Mas ao assim proceder, Caifás rasgou mais do que a sua roupa – cerca de 12 horas mais tarde Deus rasgaria em dois o véu do templo e Israel deixaria de ser o povo escolhido.

ORAÇÃO

Senhor, faze de mim um defensor da justiça. Que a minha influência seja colocada ao lado da verdade e a favor dos inocentes.

Autor: William G. Johnsson

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus Mateus 26:49

O Beijo de Judas


Dirigindo-se imediatamente a Jesus, Judas disse: "Salve, Mestre!", e o beijou. Mateus 26:49, NVI.


De todas as coisas repreensíveis que aconteceram na traição de Jesus, essa foi a pior. Combinar com os inimigos de Jesus de usar um beijo, um gesto que demonstra o nosso mais profundo afeto, para indicar que Jesus era a pessoa que deveria ser presa é algo repugnante! Desde aquela noite "o beijo de Judas" passou a ser sinônimo de traição por um suposto colega.


Pense no que um beijo pode significar. Você se lembra dos beijos de sua mãe, de suas histórias, canções e orações enquanto você, com a cabeça no travesseiro, lutando para ficar acordado, recebia o toque dos lábios dela na sua bochecha e na sua testa? Você se lembra do seu primeiro beijo como um adulto, talvez roubado durante os dias de ensino médio, talvez em um namoro na época da faculdade?


Judas, no entanto, usou o beijo para trair a Jesus. Ele não cumprimentou a Jesus simplesmente com um beijo rápido. O grego usa a palavra katephile, o que significa que Judas beijou Jesus repetidas vezes. Na aparência Judas agiu como um dos amigos mais chegados a Jesus, mas seus beijos eram dardos venenosos.


Em nossos dias, beijos ainda são usados traiçoeiramente. Beijos são usados para dizer: "Eu te amo", quando a lascívia em vez do amor motiva a ação. Beijos são usados como um cumprimento educado, uma convenção social que disfarça a mágoa ou o ressentimento que uma pessoa sente em relação à outra. Beijos, como um componente da relação sexual, são usados por espiões para extrair segredos de governo.


Sempre que ouvimos falar de casos assim, sentimos repulsa, percebemos uma desumanização do que Deus planejou para ser bonito.


No Salmo 2, uma canção de louvor a Jesus, encontramos um versículo que tem intrigado a muitos cristãos, "Beijem o filho, para que ele não se ire e vocês não sejam destruídos de repente, pois num instante acende-se a sua ira. Como são felizes todos os que nele se refugiam!" (versículo 12). Eu nunca ouvi uma pregação sobre este verso. Como entender o significado desse verso?


Certamente expressa os sentimentos que devemos nutrir em relação a Jesus. Os súditos dos poucas monarcas ainda existentes na terra ainda curvam-se diante deles e beijam o anel que está em sua mão. Assim também nos curvamos diante do nosso Mestre – não por medo ou interesse, mas em adoração e louvor.


Judas beijou o Filho num gesto desprezível de traição. Nós beijamos o Filho como nosso Salvador e Senhor.

ORAÇÃO


Querido Jesus, Tu és tudo para mim. Ensina-me a expressar o amor que sinto por Ti por meio de gestos sinceros e puros.


Autor: William G. Johnsson


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Maravilhoso Jesus Lucas 22:44



Getsêmani

Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão. Lucas 22:44, NVI.

Uma ocasião Satanás veio até Jesus no deserto. No início da missão do Salvador, ele ofereceu-lhe um atalho diabólico para o reino. Mas Jesus se apegou à Palavra de Deus e venceu o antigo inimigo, e então, conforme dizem as Escrituras, "o diabo o deixou até ocasião oportuna." (Lucas 4:13, NVI).

Agora Satanás retorna. A batalha final e decisiva na história de nossa redenção chegou – o momento para o qual o tentador estivera se preparando por três anos. O que estava em jogo? O futuro da raça humana.

Por que Jesus ficou tão perturbado por essa luta? Porque lá no Jardim do Getsêmani, Ele sentiu a agonia da separação do Seu pai. Aquele que tinha desfrutado experiências de comunhão ininterrupta com o Pai na atmosfera do amor puro e desinteressado do céu sentiu-se, pela primeira vez, desconectado e sozinho.

Jesus se tornou nosso substituto – Ele tomou o nosso lugar. Aquele que não conheceu pecado sentiu o horror do desagrado de Deus para com o pecado . "Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus" (2 Coríntios 5:21, NVI). Ele experimentou a morte – não apenas provou o amargo cálice , mas bebeu-o até o final – a favor de cada um de nós (Hebreus 2:9).

"Contemplai-O considerando o preço a ser pago pela alma humana. Em Sua agonia, apega-Se ao solo frio, como a impedir de ser levado para longe de Deus. O enregelante orvalho da noite cai-Lhe sobre o corpo curvado, mas não atenta para isso. De Seus pálidos lábios irrompe o amargo brado: "Meu Pai, se é possível, passe de Mim este cálice." Mas mesmo então acrescenta: "Todavia não como Eu quero, mas como Tu queres." (Mateus 26:39).

"A humanidade do Filho de Deus tremia naquela probante hora. Não orava agora pelos discípulos, para que a fé deles não desfalecesse, mas por Sua própria alma assediada de tentação e angústia. O tremendo momento chegara – aquele momento que decidiria o destino do mundo. Na balança oscilava a sorte da humanidade. Cristo ainda podia, mesmo então, recusar beber o cálice reservado ao homem culpado. Ainda não era demasiado tarde. Poderia enxugar da fronte o suor de sangue, e deixar perecer o homem em sua iniqüidade. Poderia dizer: Receba o pecador o castigo de seu pecado, e Eu voltarei a Meu Pai. Beberá o Filho de Deus o amargo cálice da humilhação e da agonia? Sofrerá o Inocente as conseqüências da maldição do pecado, para salvar o criminoso? Trêmulas caem as palavras dos pálidos lábios de Jesus: "Pai Meu, se este cálice não pode passar de Mim sem Eu o beber, faça-se a Tua vontade." (Mat. 26:42). (Ellen White, O Desejado de Todas as Nações , pp. 687, 690).

Ele sofreu sozinho. Em seu momento de maior necessidade procurou a companhia de amigos, mas não encontrou ninguém. Enquanto a salvação deles e a nossa pendia na balança Eles dormiam. "O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo" (Isaías 63:3, ARA).

ORAÇÃO

Ó Divino Redentor que obteve a minha liberdade pela Tua dor, ensina-me quão terrível é o pecado e quão grande é o poder do Teu amor.

Autor: William G. Johnsson

Jó 40 Comentário

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