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quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

DONS E RELACIONAMENTOS

Devocional Diário - Descobertas da fé
15 de janeiro


DONS E RELACIONAMENTOS


Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. 1 Coríntios 12:4

É comum ouvir que o cérebro humano utiliza apenas 10% de sua capacidade. Embora essa afirmação tenha base em conceitos verdadeiros, ela não passa de uma metáfora pobre. Na realidade, todo o cérebro trabalha ativamente; o mistério reside em entender por que algumas pessoas, com um cérebro aparentemente normal, possuem habilidades excepcionais, como memória fotográfica ou analítica.

Um dos primeiros exemplos documentados desse tipo de prodígio foi Thomas Bethune, também conhecido como Tom Cego, nome dado por seus senhores. Tom era um afro-americano nascido escravo por volta de 1850. Mesmo sendo cego e provavelmente autista, ele conseguia ouvir uma partitura de 20 páginas apenas uma vez e tocá-la sem erro no piano. Aos 16 anos, Tom já havia memorizado cerca de 7 mil músicas.

Existem muitos outros casos de pessoas com habilidades extraordinárias, mas você notou que ninguém jamais foi bom em tudo? Desde que a teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo Howard Gardner, sabemos que é um erro classificar as pessoas em inteligentes ou não inteligentes apenas pelos resultados de um teste de QI. Embora válidos e muito úteis, esses testes são criticados por medir apenas alguns aspectos da inteligência humana, deixando outros de fora.

Há pessoas que podem ter a genialidade de Einstein na hora de fazer um teste de física e a habilidade de uma pedra para aprender um novo idioma. Em algumas coisas somos ótimos, acima da média; em outras, somos medianos; e, em muitas, teremos dificuldade de aprendizado. O importante, portanto, não é ser bom em tudo, mas usar aquela ou aquelas habilidades para a glória de Deus. O problema é que às vezes preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica.

Deus não permite que sejamos bons em tudo para que ninguém ache que se basta em si mesmo. Somos seres relacionais, sempre precisando uns dos outros. Lembrando que, como vimos ontem, quando o problema é sempre o outro, o complicado talvez seja eu mesmo.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/dons-e-relacionamentos/

sábado, 21 de abril de 2018

O Espírito Santo – Dom Especial

Refletindo a Cristo

O Espírito Santo – Dom Especial - 28 de abril 

E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo. Por isso, diz: Quando Ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro, e concedeu dons aos homens. Efés. 4:7 e 8.
Jesus, o Filho de Deus, humilhou-Se a Si mesmo por nós, resistiu à tentação por nós, e venceu por nós a fim de mostrar-nos como poderemos ser vencedores. …
Foi prometido que o Espírito Santo estaria com aqueles que estivessem lutando pela vitória, em demonstração de toda a grandeza, dotando o instrumento humano de poderes sobrenaturais, e instruindo o ignorante sobre os mistérios do reino de Deus. Que o Espírito Santo deva ser o grande auxiliador, é uma maravilhosa promessa. …
A concessão do Espírito Santo habilitou Seus discípulos, os apóstolos, a permanecer firmes contra toda espécie de idolatria e a exaltar unicamente ao Senhor. Quem, a não ser Jesus Cristo, por Seu Espírito e divino poder, guiou as penas dos historiadores sacros a fim de que pudesse ser apresentado ao mundo o precioso registro das palavras e obra de Jesus Cristo?
O prometido Espírito Santo, que Ele enviaria após ascender ao Pai, trabalha constantemente para atrair a atenção sobre o grande sacrifício expiatório na cruz do Calvário, e revelar ao mundo o amor de Deus pelo homem, e expor à pessoa culpada as coisas preciosas contidas nas Escrituras, e franquear às mentes obscurecidas os fulgurantes raios do Sol da Justiça, as verdades que fazem o coração arder no íntimo, com a inteligência desperta pelas verdades eternas.
Quem, senão o Espírito Santo apresenta perante a mente o padrão moral de justiça e convence do pecado, e produz piedosa tristeza, que produz arrependimento, e inspira a prática da fé nAquele que unicamente pode salvar de todo pecado? …
Deve-se meditar cuidadosamente na vida de Cristo, e estudá-la constantemente com o desejo de entender a razão por que Ele precisou vir. Podemos unicamente tirar nossas conclusões se pesquisarmos as Escrituras conforme Cristo nos recomendou, pois Ele diz que elas “testificam de Mim”. Ao examinarmos a Palavra, poderemos descobrir as virtudes da obediência em contraste com a pecaminosidade da desobediência. “Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos.” Rom. 5:19.
O jardim do Éden, com sua vil mancha de desobediência, deve ser cuidadosamente estudado e comparado com o jardim do Getsêmani, onde o Redentor do mundo sofreu agonia sobre-humana, quando os pecados do mundo todo foram lançados sobre Ele. Manuscrito 1, 1892.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. – Pág. 124 – 


sábado, 28 de março de 2015

I Coríntios 14 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida
 Leitura Bíblica-I Coríntios 14

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Eu creio no dom de línguas. E você? Creio como o apóstolo Paulo cria, não como muitos crentes creem. Leia este capítulo com atenção e oração para saber como Paulo falou do dom de línguas.

Há oito orientações quanto ao uso do dom de línguas que deveriam ser seguidas em todas as igrejas que prezam pela verdade bíblica revelada pelo Espírito Santo – a qual nunca caduca ainda que muitos líderes espirituais estejam caducos.

1. O dom de profecia tem primazia sobre o dom de línguas; contudo, nenhum dom deve caracterizar o nível espiritual de ninguém (vs. 1, 5);

2. Os dons espirituais usados no culto público devem promover edificação e motivação dos presentes (vs. 1-5);

3. O culto público deve ser compreensível aos ouvintes (vs. 6-12). Senão, não cumpre o ponto anterior.

4. O dom de língua, quando usado publicamente, requer auxílio de intérpretes (vs. 5, 13, 27-28); senão, cale a boca, mesmo possuindo o dom.

5. Os que falam em línguas devem ter domínio próprio, não perder a estribeira, cair no chão ou rodopiar e gritar (vs. 13-19, 28);

6. O dom de língua sem interpretação denigre a missão (vs. 16-17, 20-25), desestimulando, assim, os interessados.

7. Os que falarem em línguas além de limitados em número, devem falar um de cada vez (v. 27), nunca todos juntos.

8. Todos os dons devem promover o culto, o qual deve caracterizar-se pela ordem e paz que apontam para o respeito diante da solene presença de Deus (vs. 33, 40).

A glossolália não pode causar confusão – era isso que Paulo combatia, não o dom. Este dom não deve ser exigido e nem proibido (vs. 30, 39), mas orientado. Se você tem o dom de língua, consulte os requisitos bíblicos antes de usá-lo!

O propósito de Paulo é ensinar-nos que Deus quer cultos organizados com cuidado e reverência. Por isso, há orientação de como a mulher deve aprender no culto.

Provavelmente na igreja de Corinto as mulheres estavam causando tumulto nos cultos. Então, Paulo mostra como elas devem aprender, e não como devem ministrar; posto que as mulheres poderiam orar e profetizar em público (I Coríntios 11:5, 13; Atos 2:17-18; 21:8-9).

Vamos seguir as ordens para manter a ordem? Deus merece o melhor!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros do Antigo e Novo Testamento   você encontra em:

http://moracao.blogspot.com.br/

I Coríntios 14 Comentários deMichael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - I Coríntios 14
Comentários  deMichael W. Campbell

Paulo, depois de tratar de toda uma série de problemas da igreja, admoesta os crentes de Corinto “que se apeguem firmemente à palavra que lhes preguei” (v 2 NVI). No centro de sua mensagem estava o fato de “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras” (vv 3-4). Os discípulos, testemunhas oculares do evangelho testemunhavam coletivamente sobre a autenticidade da morte e ressurreição de Cristo.

No entanto, os crentes de Corinto estavam preocupados a respeito da natureza da ressurreição dos mortos (vv 12-19). “Como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos?” (v 12 NVI). Em outras palavras, se Cristo não ressuscitara, então Sua morte não teria sentido (v 14). A mensagem sobre o estado dos mortos é clara: quando uma pessoa morre em Cristo ela adormece até o momento da ressurreição dos justos quando do retorno de Cristo (vv 20, 22-23).

Como missionário na Ásia, trabalho em uma das áreas do mundo em que o pensamento sobre a morte mais difere do pensamento cristão ocidental. Essa semana mesmo tivemos que lidar com falecimento de um jovem que estudava em nossa faculdade. Em momentos de crise, como este, temos a tendência de voltar a pensar de acordo com a tradição de nossa família. Assim, muitos jovens me perguntavam no funeral: “o que realmente acontece quando uma pessoa morre?” Muitas outras religiões, como budistas, hindus e até mesmo católicos romanos, retratam as almas dos entes queridos pairando em torno do corpo morto. No entanto, a mensagem da Bíblia é inequívoca: quando uma pessoa morre, ela dorme até que Jesus volte. Só Jesus tem o poder de trazer um morto novamente à vida. Qualquer outro ensinamento está equivocado à luz do ensino bíblico; a crença de que os espíritos pairam ao redor dos cadáveres procede do maligno.

Paulo nos diz que “o último inimigo a ser destruído é a morte” (v 26 NVI). Esta é a bendita esperança a que todos nos apegamos. Olhamos à frente com grande expectativa para o dia em que Cristo voltará e nos encontraremos novamente com nossos queridos e crentes de todas as épocas. “Eis que eu lhes digo um mistério:”, diz Paulo, “nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados”(vv 51-52 NVI).

A morte e o pecado nunca foram parte do plano de Deus para a raça humana. “Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v. 57 NVI).
Michael W. Campbell, Ph.D.


quinta-feira, 26 de março de 2015

I Coríntios 12 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - I Coríntios 12
Comentários  de Michael W. Campbell

Paulo admoesta os crentes em Corinto a não serem ignorantes a respeito dos dons espirituais (v 1). Não existe culpa em estar na ignorância, mas é errado recusar conscientemente o conhecimento trazido pelo Espírito Santo.
CS Lewis escreveu em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” que muitos cristãos têm a ideia de que não importa se formos tolos [ou ignorantes] desde que sejamos “bons”. Chegam a esta conclusão baseados na declaração de Cristo de que só poderemos entrar em Seu reino se formos como as crianças, mas isso é um equívoco, diz ele. E acrescenta: “Cristo nunca quis que nos mantivéssemos crianças na inteligência: pelo contrário, Ele nos disse para não sermos apenas ’inofensivos como as pombas’, mas também ‘prudentes como as serpentes’. Ele quer que tenhamos um coração de criança, mas a cabeça de um adulto. Ele quer que sejamos simples, sinceros, carinhosos e dóceis, como bons filhos são; mas Ele também quer que cada parte da inteligência esteja desperta. … Qualquer pessoa que esteja sinceramente tentando ser um cristão logo encontrará a necessidade de ter a sua inteligência afiada” (p. 77-78).

A seguir, Paulo lembra os crentes acerca da diversidade de dons concedidos pelo Espírito Santo (vv 4-11). Então vem a famosa passagem comparando a igreja com o corpo de Cristo (vv 12-31) aonde os membros recebem os dons espirituais para o crescimento e bem estar deste corpo. Quando os dons são valorizados em sua diversidade, não haverá divisões no corpo, especialmente porque os crentes devem cuidar uns dos outros (v 25) como membros de um mesmo corpo. Reconhecendo que cada um de nós tem dons espirituais únicos e também a necessidade de fazermos o melhor a favor de nossos irmãos e irmãs, alcançaremos “um caminho ainda mais excelente” (v. 31), o caminho do amor.

“Nenhuma influência que possa rodear a alma tem mais poder do que a de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do evangelho é um cristão que sabe amar e é amável” (White, A Ciência do Bom Viver, p. 470).
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas



I Coríntios 12 Comentários de Michael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - I Coríntios 12
Comentários  de Michael W. Campbell

Paulo admoesta os crentes em Corinto a não serem ignorantes a respeito dos dons espirituais (v 1). Não existe culpa em estar na ignorância, mas é errado recusar conscientemente o conhecimento trazido pelo Espírito Santo.
CS Lewis escreveu em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” que muitos cristãos têm a ideia de que não importa se formos tolos [ou ignorantes] desde que sejamos “bons”. Chegam a esta conclusão baseados na declaração de Cristo de que só poderemos entrar em Seu reino se formos como as crianças, mas isso é um equívoco, diz ele. E acrescenta: “Cristo nunca quis que nos mantivéssemos crianças na inteligência: pelo contrário, Ele nos disse para não sermos apenas ’inofensivos como as pombas’, mas também ‘prudentes como as serpentes’. Ele quer que tenhamos um coração de criança, mas a cabeça de um adulto. Ele quer que sejamos simples, sinceros, carinhosos e dóceis, como bons filhos são; mas Ele também quer que cada parte da inteligência esteja desperta. … Qualquer pessoa que esteja sinceramente tentando ser um cristão logo encontrará a necessidade de ter a sua inteligência afiada” (p. 77-78).

A seguir, Paulo lembra os crentes acerca da diversidade de dons concedidos pelo Espírito Santo (vv 4-11). Então vem a famosa passagem comparando a igreja com o corpo de Cristo (vv 12-31) aonde os membros recebem os dons espirituais para o crescimento e bem estar deste corpo. Quando os dons são valorizados em sua diversidade, não haverá divisões no corpo, especialmente porque os crentes devem cuidar uns dos outros (v 25) como membros de um mesmo corpo. Reconhecendo que cada um de nós tem dons espirituais únicos e também a necessidade de fazermos o melhor a favor de nossos irmãos e irmãs, alcançaremos “um caminho ainda mais excelente” (v. 31), o caminho do amor.

“Nenhuma influência que possa rodear a alma tem mais poder do que a de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do evangelho é um cristão que sabe amar e é amável” (White, A Ciência do Bom Viver, p. 470).
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas




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