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sábado, 16 de junho de 2018

I Coríntios 9 Comentário Pr Heber Toth Armí

I CORÍNTIOS 9 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Assim como para qualquer esporte é necessário disciplina, treino e determinação para alcançar um alvo, também deve ser a vida cristã.


“Em I Coríntios 9, Paulo abre o coração, e fala de sua vida e obra como o apóstolo”; ele “mostra por sua própria vida e trabalho a ideia principal a que dá início no capítulo 8. A liberdade cristã sempre leva em conta a consciência de outros cristãos, e está disposta a abrir mão voluntariamente de seus direitos para que o evangelho avance. Esta é a verdadeira liberdade”, comenta John Mc Vay; o qual nos oferece também o seguinte esboço:


• Renúncia de direitos (vs. 1-18). Como ministro do evangelho e líder eclesiástico, o apóstolo Paulo tinha direito de viver de seu trabalho, como os demais apóstolos. Porém, abriu mão desse direito, preferindo sustentar-se com o trabalho das próprias mãos, para evitar qualquer acusação de benefício próprio ou lucro.


• Versatilidade (vs. 19-23). Paulo não era crente camaleão. Ele praticava as profundas convicções pelas quais finalmente daria a vida. Contudo, em seu ministério, era sensível às diferenças de cultura e de antecedentes. Ele adaptava o método e a pregação de acordo com a compreensão de seu público.


• Um colega na corrida da vida (vs. 24-27). Embora Deus houvesse confiado a Paulo pesadas responsabilidades e privilégios, ele percebia que era basicamente igual a qualquer outro crente que se esforçava para alcançar o alvo da vida eterna. E, como qualquer outra pessoa, poderia deixar de atingir aquele alvo. Esses versos refutam fortemente o ensino de que “uma vez salvo, salvo para sempre”.


Ao enfatizar os últimos versículos, Vay explica: “Paulo nos leva a Isthmia, 14 quilômetros a leste de Corinto, sítio dos importantes jogos patrocinados por Corinto. Aqui, ele nos convida a assistir à corrida, a ver os boxeadores lutarem, e a tirar exemplo do disciplinado treinamento dos atletas. Enquanto ainda interessado em demonstrar como dirige seu ministério, ele estimula os discípulos cristãos a retirarem lições por si mesmos... Alguns sugerem que Paulo pode ter assistido aos jogos durante sua estada em Corinto e ajudado a fornecer tendas para os milhares de competidores e atletas”.


Quem despreza a piedade prática aqui na terra não terá o céu como destino. Portanto, reavivemo-nos: Vivamos o cristianismo! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw


segunda-feira, 23 de março de 2015

I Coríntios 9 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida

Leitura Bíblica-I Coríntios 9
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Existe uma liberdade que se manifesta visivelmente na maturidade em que mesmo tendo direitos legítimos, abre mão deles por amor aos outros: Essa é a liberdade cristã.

Cristão imaturo reivindica direitos (egoísmo), cristão maduro abre mão dos direitos, visando a salvação dos perdidos (altruísmo).

Paradoxalmente, para que haja amadurecimento da liberdade cristã precisa-se da prática rigorosa da disciplina, que, assim como crianças, muitos crentes imaturos não aceitam. Por isso nunca amadurecem! Paulo ensina maturidade com palavras, mas exemplifica na prática. Observe:

1. Por ser apóstolo de Cristo, Paulo tinha certos direitos e privilégios, um dos quais era o de ser sustentado pelas pessoas que graciosamente recebiam dele o Evangelho; entretanto, preferiu abrir mão disso para que nada impedisse ou obstaculizasse a salvação dos perdidos (vs. 1-23).

2. Paulo se esforçava para manter ferrenha disciplina espiritual, não para salvar-se, mas para ser poderoso instrumento de Cristo na salvação dos perdidos (vs. 24-27).

É importante subordinar interesses pessoais pelos outros, especialmente em prol daqueles que aceitam a Cristo e do Evangelho; e, melhor que começar no Evangelho, é disciplinar-se para terminar firme no Evangelho. Para a salvação, a questão não é quem bem começa, mas quem bem termina.

Cada cristão, assim como Paulo, deve estar disposto a tudo, enfrentar qualquer coisa em prol da evangelização. Qualquer pessoa na igreja que não evangeliza, ainda não está convertida: “Não sei sobre vocês, mas eu estou correndo a toda velocidade rumo à linha de chegada. Estou dando tudo de mim. Estou alerta e preparado. Não vou ser apanhado dormindo no ponto. Depois de mostrar o caminho para os outros, nem posso pensar que eu poderia perder” (vs. 26-27).

O membro que não se doa para o evangelismo corre o risco de enfraquecer na fé e até perder a salvação devido ao egoísmo. É preciso abrir mão de certas coisas para alcançar muitas pessoas, desenvolvendo assim, o amor altruísta.

1. Por amor ao evangelho, às vezes, é preciso recusar suporte financeiro (vs. 15-18).

2. Por amor aos pecadores, às vezes, é preciso recusar suporte financeiro (vs. 19-23).

3. Por amor à própria salvação, às vezes, é preciso recusar apoio financeiro (vs. 24-27).

Somente aqueles que dominam a si mesmos possuem liberdade para ganhar outros para Jesus. Reavivemo-nos! 

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros do Antigo e Novo Testamento    você encontra em:



I Coríntios 9 Comentários de Michael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - I Coríntios 9
Comentários  de Michael W. Campbell

Depois de lidar com uma série de questões que vão da sexualidade à alimentação, o apóstolo Paulo agora fala aos crentes de Corinto sobre as  motivações para o comportamento. Por trás das ações deve haver um padrão de auto-negação. Isso é importante porque erram aqueles que simplesmente fazem valer os seus “direitos” (v. 4). Em vez de fazer valer os seus direitos individuais, eles devem suportar “tudo para não colocar obstáculo algum ao evangelho de Cristo” (v 12 NVI).

No cerne da questão está o evangelho: “Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!”(v 16 NVI). Esse serviço deve ser feito de boa vontade. Como um líder cristão, ele lhes lembra que ele tem uma responsabilidade sagrada de não abusar de sua autoridade (v 18).

Nos versos 19 a 23 o apóstolo Paulo recorda seus leitores que um verdadeiro líder é focado no serviço. Como servo demonstra um espírito flexível, pois servir não tem a ver com ser líder, mas com Jesus! “Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns” (v 22 NVI).

O espírito de sacrifício e serviço descrito pelo apóstolo Paulo é o mesmo espírito que exibiu o presidente da Associação Geral William A. Spicer. O que muitos adventistas provavelmente não têm conhecimento é que uma das mais incomuns sessões da Conferência Geral na história denominacional ocorreu em 1922. A igreja estava tentando decidir se reelegia A. G. Daniells como presidente da Associação Geral ou se elegia W. A. Spicer que, durante a sessão da Conferência Geral prometera à esposa que iria se aposentar. Um dos documentos mais fascinantes da história adventista é a carta que ele escreveu a sua mulher explicando como ele se tornara presidente eleito da Conferência Geral. Ele encerrou a carta com as palavras: “No reino de Cristo não há posições de honra, mas [apenas] posições de serviço.” Estas são as palavras que devemos viver ao buscarmos lembrar o verdadeiro espírito de sacrifício do cristianismo.

Em conclusão, o apóstolo Paulo nos lembra de exercer o controle em todas as coisas, como o “atleta em tudo se domina” (v 25 ARA). Quando as nossas prioridades estão na ordem certa, estamos dispostos a nos disciplinar para servir (v 27). Assim, alcançamos o equilíbrio que inicia com nossas motivações e transforma todos os aspectos de nossas vidas para Cristo.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/9/



sexta-feira, 20 de março de 2015

I Coríntios 6 Comentários de Michael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - I Coríntios 6
Comentários  de Michael W. Campbell

Neste capítulo o apóstolo Paulo repreende os membros de Corinto pelas lutas e brigas que resultavam em processos judiciais. Eles deveriam sentir vergonha de si mesmos por tal procedimento (v. 5). A situação era tão ruim que os crentes estavam acusando uns aos outros perante o tribunal, comparecendo perante incrédulos para resolver seus problemas como igreja (v. 6). Seria muito melhor que eles sofressem o erro do que fazerem essas coisas a seus irmãos! (v.  8). Tal comportamento os tornava tão maus como alguns que não estarão no reino de Deus (vs. 9-10). “Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (v. 11).

Como missionário eu vivo e sirvo na Ásia como professor no seminário de teologia. Uma enorme parte da cultura nesta parte do mundo, relaciona-se com a honra. Quando eu pergunto como chegar a algum lugar, tenho o cuidado de construir as minhas perguntas de modo que a pessoa não tenha que me dizer “não”, porque aqui é falta de educação não dar uma boa resposta. Por exemplo: ao invés de perguntar: “sabe onde fica tal endereço?”, posso perguntar, “quem saberia me dizer como chegar a tal endereço?” Respeitar as diferenças culturais envolve evitar deixar os outros constrangidos, tanto quanto possível.

Esta questão da honra e respeito aos costumes, como se esperaria, também se estende à pregação e testemunho cristão, como bem estudamos em classes sobre desenvolvimento da teologia adventista e estilo de vida que ministro no Seminário nas Filipinas. Um princípio que os missionários procuram seguir é nos esforçarmos para não ofender os outros. Eu vim a perceber que em diferentes partes do mundo, as pessoas vêem as coisas de forma diferente. Quando eu era pastor nos Estados Unidos eu pregava com terno e gravata, mas agora eu tenho aprendido a pregar com os pés descalços, e mesmo que esteja faça muito calor nesta parte do mundo, aprendi que usar roupas com mangas longas é mais importantes do que usar uma gravata. Seguir tais costumes é um sinal de respeito.

No coração do capítulo, Paulo diz: “‘Tudo me é permitido’, mas nem tudo convém” (vs. 12). Ele afirma que a imoralidade sexual corrompe o corpo (v. 13) e é vergonhoso para a igreja. “Fujam da imoralidade sexual”, adverte Paulo (v. 18). Em resumo, ele aconselha: “Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo” (vs. 19, 20). Paulo está falando aqui primariamente sobre a necessidade da pureza sexual, mas o princípio de honrar a Deus com nosso corpo é também aplicável a outras áreas de nossa vida como o modo de falar ou a alimentação. Nossa vida foi comprada pelo alto preço do sangue de Cristo, portanto devemos viver de tal modo que resulte em honra para nós e para aqueles que nos cercam.

Michael W. Campbell
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/6/




O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....