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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

O LIBERTADOR PARA SEU POVO

 O LIBERTADOR PARA SEU POVO

Assim, em Caná da Galileia, Jesus deu início a Seus sinais. Ele manifestou a Sua glória, e os Seus discípulos creram Nele. João 2:11

O vinho provido por Cristo para a festa, bem como o que Ele deu aos discípulos como símbolo do próprio sangue, era o puro suco de uva. O profeta Isaías se referiu a este quando falou do vinho novo “num cacho de uvas”, e disse: “Não o destruam, pois há bênção nele” (Is 65:8).

No Antigo Testamento, havia sido Cristo que aconselhara Israel: “O vinho é zombador e a bebida forte causa alvoroço; todo aquele que é vencido por eles não é sábio” (Pv 20:1). Jesus nunca ofereceu tal bebida. Satanás tenta as pessoas à tolerância com apetites que obscurecem sua razão e entorpecem as percepções espirituais, mas Cristo nos ensina a controlar a natureza inferior. Toda a Sua vida foi um exemplo de abnegação. Para vencer o poder do apetite, sofreu em nosso favor a mais dura prova que a humanidade poderia suportar. Foi Cristo quem deu instruções para que João Batista não bebesse vinho nem bebida forte. A mesma prescrição havia sido dada por Ele à mulher de Manoá. E proferiu uma maldição sobre quem levasse a taça aos lábios do próximo. Cristo não contradiz os próprios ensinos. O vinho não fermentado que Ele proveu para os convidados das bodas era uma bebida saudável e revigorante, que colocaria o paladar em harmonia com um apetite sadio.

Quando os convidados, na festa, notaram a qualidade do vinho, foram feitos questionamentos que levaram os servos a contar o milagre. Por algum tempo, os convidados ficaram surpresos demais para pensar Naquele que havia realizado a maravilhosa obra. Quando afinal O procuraram, viram que havia Se retirado tão discretamente que nem os próprios discípulos tinham percebido.

A atenção das pessoas presentes se voltou então para os discípulos. Pela primeira vez, tiveram a oportunidade de declarar sua fé em Jesus. Contaram o que tinham visto e ouvido no Jordão, e em muitos corações se acendeu a esperança de que Deus dera um Libertador para Seu povo. As notícias sobre o milagre se espalharam por toda aquela região e foram levadas a Jerusalém. Com novo interesse, os sacerdotes e anciãos estudaram as profecias que indicavam a vinda de Cristo (O Desejado de Todas as Nações, p. 110, 111 [149, 150]).

PARA REFLETIR: Qual milagre você necessita que Jesus realize na sua família hoje?

https://youtu.be/-AdI0JH9Xls

MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-libertador-para-seu-povo/

sábado, 10 de janeiro de 2015

João 2 Comentários de Willie Oliver


 João 2
 Willie Oliver

No Antigo Testamento, no livro de Gênesis (cap 1 e 2), Deus estabelece o casamento como a primeira instituição a ser uma bênção para a raça humana. No Novo Testamento, no Evangelho de João (cap 2), Jesus inicia Seu ministério realizando Seu primeiro milagre em um casamento em Caná da Galiléia. Eu não sei quanto a vocês, mas para mim isso me diz que o casamento é importante para Deus e deve ser tratado com seriedade e respeito por aqueles que afirmam ser Seus discípulos.

A narrativa do casamento é ao mesmo tempo atraente e instrutiva. Um jovem casal de poucos recursos – aparentemente parentes de Maria, mãe de Jesus -, está prestes a ser constrangido na frente de seus parentes e amigos. O seu vinho acaba antes do fim da festa, que naquela cultura durava sete dias. Convidado por Maria para a festa, Jesus não só os poupa do constrangimento, fornecendo cerca de 150 galões [cerca de 570 litros] de vinho, quando Maria pede sua ajuda, mas também oferece aos recém-casados o melhor e mais puro suco de uva que alguém já provou.

O drama na festa de casamento é mais profundo do que parece ser: ” A água representa o batismo em Sua morte; o vinho, o derramamento de Seu sangue pelos pecados do mundo. A água para encher as talhas foi levada por mãos humanas, mas unicamente a palavra de Cristo podia comunicar-lhe a virtude doadora de vida” (O Desejado de Todas as Nações, pp. 148-149).

Este capítulo termina com Jesus purificando o templo de seu mau uso, pouco antes do início da Páscoa. A lição espiritual é inconfundível. Quando levamos a sério honrar a Deus, não podemos continuar com os hábitos que não estão em harmonia com o Seu reino. Devemos pedir a Jesus “para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 Jo 1:9 NVI).

A ligação entre as duas histórias é evidente. Em nossa lamentável fragilidade humana, nós nunca temos recursos espirituais suficientes. Não obstante, quando convidamos Jesus para nossas vidas Ele os fornece em abundância, muito além do que possamos imaginar

Abramos os nossos corações novamente para Jesus hoje.
Willie Oliver



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Salmos 36 Comentário

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