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quarta-feira, 9 de julho de 2025

Êxodo 34 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 34
Comentário Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 34 – Embora o Deus todo-poderoso e santo Se ire devido a Sua total intolerância ao pecado, essa ira revelada serve para acentuar ainda mais a riqueza de Sua bondade, misericórdia e compaixão com o pecador miserável.

No livro de Êxodo, conscientizamo-nos de que quanto melhor compreendermos a essência do caráter do Deus libertador, mais motivados os adoradores deverão estar para cultuá-Lo. Cada capítulo vai esclarecendo que a doxologia aceitável a Deus é aquela que é orientada e pautada tendo por base a teologia pura e correta.

Para isso, desde as primeiras páginas do livro, o próprio Deus vem revelando mais e mais o Seu caráter extraordinário; visto inclusive em Sua estratégia inicial de tirar Israel do Egito de forma pacífica, solicitando ao Faraó deixar Seu primogênito cultuá-Lo no deserto. Caso houvesse resistência, haveriam consequências (Êxodo 4:21-23; 5:1-3). Nove assustadoras pragas deveriam servir de advertência ao Faraó; o qual em sua ignorância destruiu o Egito e, em sua dureza de coração, não pensou em seu primogênito como Deus pensava no dEle.

Além dessa bondade de Deus com o obstinado Faraó, era notória a riqueza de Sua bondade e compassivo cuidado com os afligidos israelitas – os quais desconheciam o Pai amoroso que tinham. Ao revelar-Se, cada ato Seu era importante. Sua demonstração de amor era gritante. Ao conhecer Sua graça, cada pecador deveria motivar-se à adoração contagiante. Assim, quanto mais O conhecermos, nosso louvor deve ser cada vez mais vibrante. Quanto mais intimamente estivermos de Deus, mais radiante será nossa adoração.

Ao lavrar segunda vez os Dez Mandamentos, após Moisés ter despedaçado as primeiras tábuas de pedra, Deus revelou-Se compassivo, clemente, longânimo e grande em misericórdia e fidelidade.

Devido à tamanha afronta a Deus na perversão da adoração, os israelitas deveriam ser punidos com morte; porém, ao serem poupados, Moisés adorou a Deus. Depois pediu pela graça de Sua presença ao povo (Êxodo 34:1-9). Então Deus renovou a aliança reiterando os ensinamentos graciosos até ali apresentados (Êxodo 34:10-27). A evidência de que Deus não desistiu dos israelitas estampava no resplandecente rosto de Moisés (Êxodo 34:29-35).

A prostituição espiritual afeta a adoração e nossa vida espiritual. É fundamental então estudar a Bíblia para evitar desvirtuar o culto prestado ao Deus que abomina rival na adoração!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Deus de Misericórdia - Êxodo 34

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 34

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 34 – Embora o Deus todo-poderoso e santo Se ire devido a Sua total intolerância ao pecado, essa ira revelada serve para acentuar ainda mais a riqueza de Sua bondade, misericórdia e compaixão com o pecador miserável.

No livro de Êxodo, conscientizamo-nos de que quanto melhor compreendermos a essência do caráter do Deus libertador, mais motivados os adoradores deverão estar para cultuá-Lo. Cada capítulo vai esclarecendo que a doxologia aceitável a Deus é aquela que é orientada e pautada tendo por base a teologia pura e correta.

Para isso, desde as primeiras páginas do livro, o próprio Deus vem revelando mais e mais o Seu caráter extraordinário; visto inclusive em Sua estratégia inicial de tirar Israel do Egito de forma pacífica, solicitando ao Faraó deixar Seu primogênito cultuá-Lo no deserto. Caso houvesse resistência, haveriam consequências (Êxodo 4:21-23; 5:1-3). Nove assustadoras pragas deveriam servir de advertência ao Faraó; o qual em sua ignorância destruiu o Egito e, em sua dureza de coração, não pensou em seu primogênito como Deus pensava no dEle.

Além dessa bondade de Deus com o obstinado Faraó, era notória a riqueza de Sua bondade e compassivo cuidado com os afligidos israelitas – os quais desconheciam o Pai amoroso que tinham. Ao revelar-Se, cada ato Seu era importante. Sua demonstração de amor era gritante. Ao conhecer Sua graça, cada pecador deveria motivar-se à adoração contagiante. Assim, quanto mais O conhecermos, nosso louvor deve ser cada vez mais vibrante. Quanto mais intimamente estivermos de Deus, mais radiante será nossa adoração. 

Ao lavrar segunda vez os Dez Mandamentos, após Moisés ter despedaçado as primeiras tábuas de pedra, Deus revelou-Se compassivo, clemente, longânimo e grande em misericórdia e fidelidade. 

Devido à tamanha afronta a Deus na perversão da adoração, os israelitas deveriam ser punidos com morte; porém, ao serem poupados, Moisés adorou a Deus. Depois pediu pela graça de Sua presença ao povo (Êxodo 34:1-9). Então Deus renovou a aliança reiterando os ensinamentos graciosos até ali apresentados (Êxodo 34:10-27). A evidência de que Deus não desistiu dos israelitas estampava no resplandecente rosto de Moisés (Êxodo 34:29-35).

A prostituição espiritual afeta a adoração e nossa vida espiritual. É fundamental então estudar a Bíblia para evitar desvirtuar o culto prestado ao Deus que abomina rival na adoração!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Tábuas da Aliança- Êxodo 31

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 31

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 31 – A narrativa desse segundo livro da Bíblia relatando os “atos de Deus em libertar Seu povo do Egito e de lhe dar leis e instituições seria lembrança constante do interesse especial de Deus por Israel e fator de união na adoração. Israel nunca poderia ter se tornado e permanecido como povo cujo Deus é o Senhor sem a consciência destas ocorrências divinas na história de sua existência. Recontar estes eventos gerou fé nas gerações posteriores de Israel. Estes mesmos eventos são espiritualizados na grande redenção feita por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Os cristãos olham estas manifestações divinas como símbolos da obra de Deus a favor deles em Cristo (ver Jo 1:29; Hb 8:5; 10:1)”, comenta Leo G. Cox.

Desde o capítulo 25, Moisés vem tratando da planta e da engenharia do Santuário. Este capítulo encerra esse ciclo, abordando a escolha dos artesãos para sua construção (Êxodo 31:1-11).

Após tratar dos construtores do Tabernáculo/Santuário, Moisés reiterou o mandamento do sábado, mostrando ser a sua observância um sinal da aliança entre o povo e Deus (Êxodo 31:12-17). Tanto o santuário quanto o sábado estão intimamente em conexão com a genuína adoração ao verdadeiro Deus.

Essa cessão encerra com uma declaração extremamente importante: “Quando o Senhor terminou de falar com Moisés, deu-lhe as duas tábuas da aliança, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êxodo 31:18).

Por mais sagrado que fosse o Santuário e sua construção requeresse urgência, as horas sagradas do sábado não deveriam ser destinas à sua execução. Assim, Deus ensina respeito e zelo pelo Seu sinal de compromisso com os pecadores. A lei não é de Moisés. Moisés apenas a recebeu de Deus. Moisés não é o autor, nem mesmo o escritor da lei; Deus escreveu com Seu dedo em tábuas de pedra.

O sinal de Deus não é limitado a Israel, já que Ele se apresenta como o Criador dos Céus e da Terra (Êxodo 31:17; Gênesis 1:1; Isaías 56:6-7). Toda criatura racional deve adorar ao Criador; Israel deveria ser propagador dessa verdade ao mundo.

Na Nova Aliança, Deus quer escrever Sua sagrada lei em nosso coração (Jeremias 31:31-33). Aquele que deseja participar dessa Aliança hoje, deve permitir que Deus escreva Sua lei no coração (Apocalipse 12:12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Deuterônômio 10 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 10
Comentários: John Ash

Deus escreveu os Dez Mandamentos em pedra. O melhor que podemos fazer é escrever em papel. Por que pedra? Os Dez Mandamentos são eternos. A lei do amor de Deus é adaptada às necessidades da humanidade caída e isso não mudará. Mas nós, você e eu, precisamos do Espírito Santo para escrevê-la em nossos corações (cf. Ezequiel 36:26). Isso é algo que merece nossas orações, não é?

Grande parte do conteúdo do Deuteronômio nós já vimos nos livros anteriores de Moisés, mas há uma diferença: desta vez Moisés está pessoalmente falando ao seu povo. É o fim de sua vida. Ele é reflexivo e cada palavra que ele fala é cheia de emoção. Ao longo do livro de Deuteronômio, Moisés faz referência à lei e à obediência.

Curiosamente, enquanto lemos Moisés falando sobre os detalhes e essência da lei, nos lembramos de Jesus se referindo às suas palavras em várias circunstâncias diferentes. Ambos amavam a lei... A lei vivenciada pelas pessoas pode torná-las sensíveis, simpáticas, razoáveis, amorosas e amáveis.

"Deus, tira o meu coração egoísta de pedra e escreve suas leis de amor no fundo de minha mente e coração para que hoje as minhas palavras e conduta se harmonizem com a sua vontade."

John Ash
Missão da União Chinesa




O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....