segunda-feira, 15 de junho de 2020

Sob o sangue

MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de Junho
Sob o sangue

Passem, então, um pouco do sangue nas laterais e nas vigas superiores das portas das casas nas quais vocês comerão o animal. Êxodo 12:7, NVI

A única solução para o pecado na vida do ser humano é a misericórdia divina manifestada em seu favor. A instituição da Páscoa ilustrou a realidade da graça, tendo como protagonista o cordeiro morto que imprimia na mente dos israelitas o ponto máximo do plano da redenção: a morte do Cordeiro de Deus, Cristo Jesus, cujo sangue libertaria plenamente da escravidão do pecado.

A aceitação, pela fé, do sangue de Cristo nos traz proteção ainda hoje. Foi assim na Páscoa. O anjo da morte passaria pelo Egito, mas pouparia as casas marcadas pelo sangue. Isso envolve proteção, mesmo na hora do juízo divino. O anjo não levava nada mais em consideração, apenas a marca do sangue. Por sua vez, a casa que não estivesse marcada seria atingida com morte de seus primogênitos. Isso ilustra a realidade de que somos protegidos da condenação somente pelo sangue de Cristo. Por meio de Seu sacrifício, Ele pagou o preço de nossa redenção. Estamos protegidos sempre que clamamos o poder de Seu sangue.

Israel era salvo pelo sacrifício do cordeiro, o melhor e mais perfeito que houvesse. Atrás dos umbrais sinalizados pelo sangue, as famílias israelitas celebravam o cordeiro morto em substituição a cada membro. Isso transmitia o significado de que eu e você devíamos morrer, mas Jesus tomou nosso lugar, substituindo-nos individualmente no recebimento do castigo pelo pecado.

Além do cordeiro, a refeição pascal também era composta de ervas amargas (v. 8) e pão sem fermento (v. 8, 19, 20). As ervas amargas simbolizavam as tristes lembranças da escravidão. “O pão sem fermento representava a libertação do pecado por meio Daquele que é o pão da vida” (Comentário Bíblico Adventista, v. 1, p. 675). Portanto, alegre-se! Agradeça! Qualquer que tenha sido seu passado, ele é perdoado e esquecido, e um novo estilo de vida tem lugar em você. Ninguém é tão vil que não possa ser lavado, nenhuma vida é tão degradada que não possa ser feita nova, graças ao poder do sangue de Jesus. Como nosso Mediador, Ele oferece o próprio sangue em nosso benefício, podendo nos restaurar completamente.

É-nos dito que “o sangue de Cristo […] purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, para que sirvamos ao Deus vivo” (Hb 9:14). Assim, o sangue de Jesus nos purifica, para que vivamos à altura de Seu reino.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

domingo, 14 de junho de 2020

Louvemos ao Senhor – Salmos 134

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Salmos 134
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Louvemos ao Senhor, pois Ele cuida de nós…

· …de dia e de noite;

· …em nossas idas e vindas;

· …em nossa peregrinação rumo ao Céu…

“Este é o último dos ‘Cânticos de Romagem’. Ele pode ter sido endereçado aos sacerdotes que entravam no serviço à tarde, após as ofertas do sacrifício vespertino. Evidentemente, havia um grupo de coristas e outros que estavam de serviço enquanto Jerusalém dormia. O Salmo termina com uma bênção recíproca dos que estavam de vigília sobre as multidões que se retiravam, recomendando-as, durante as horas da noite, ao cuidado do Senhor do Céu e da Terra” (F. B. Meyer).

1. Aqueles que buscam a Deus em Sua casa aqui na Terra serão conduzidos para a Casa de Deus lá no Céu.

2. Aqueles que louvam a Deus querem que os servos de Deus continuem reavivados promovendo louvores de dia e de noite.

3. Aqueles que inclinam o coração perante Deus levantam as mãos para a adoração (ver I Timóteo 2:8).

4. Aqueles que rendem louvores ao Senhor são cada dia mais abençoados por Ele.

Angel Manuel Rodriguez observa que “tanto quanto posso apurar, não há aceno com as mãos durante o culto na Bíblia. O levantar das mãos é comum (cf. I Timóteo 2:8). A Bíblia não prescreve gestos das mãos na adoração, mas descreve como prática comum aceitável”.

“Quando adoramos a Jesus, nosso coração deve encher-se de um santo gozo. E o que produz essa jubilosa adoração é nos maravilharmos cada vez mais com o Senhor Jesus, com Sua beleza e Suas glórias. Com muita frequência, no momento em que nos inclinamos diante dele para adorá-lO, nossa mente se acha atravancada pelos problemas da vida e pelos temores do amanhã. Por isso, nossas atitudes e atos são inertes, sem emoção e alegria. Mas quando avistamos Jesus, o gozo que Ele nos transmite associa-se ao júbilo que sentimos por estar em sua presença, e esse gozo em dose dupla explode em nosso interior, erguendo-se a níveis de êxtase cada vez mais elevados” (J. Cornwall).

· Nosso louvor ao Senhor deve ser uma explosão do nosso interior revelada no exterior.

· Quem vai à Casa de Deus para louvar ao Senhor com profundidade e sinceridade sai dela abençoado para sua casa.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

IDOLATRIA ONTEM E HOJE

MEDITAÇÃO DIÁRIA

14 de junho
IDOLATRIA ONTEM E HOJE

 Não terás outros deuses diante de Mim. Êxodo 20:3

Em sua essência, a questão primordial do grande conflito entre Deus e Satanás é adoração. A quem, afinal, renderemos culto? A qual soberania alegremente nos entregaremos? À de Deus? À dos homens? À da nossa vontade? Considerando que nessa guerra não existe neutralidade, a submissão a qualquer coisa que contrarie o querer de Deus coloca o ser humano no terreno contrário a Ele.

No primeiro mandamento do Decálogo, Deus estabelece o alicerce dos mandamentos seguintes, ao declarar Sua soberania e singularidade: “Não terás outros deuses diante de Mim.” Isso era tão necessário aos ouvintes daquele tempo como o é agora, quando deuses modernos em várias formas tentam disputar com Deus a primazia em nosso coração.

Sendo Ele o único e verdadeiro Deus, requer lealdade absoluta de todos quantos O aceitam como Senhor. A mera crença em Sua existência não basta; muito menos a afirmação de fé superficial. Devemos a Ele absoluta e total lealdade, entrega de todo nosso coração, sem reservas. Nossas perspectivas de vida, nossos pensamentos, sentimentos, projetos e ideais, nosso querer e efetuar, nossos valores e motivos devem nascer Dele e ser dirigidos por Ele. Honrá-Lo em todos os caminhos precisa ser nossa primeira ocupação.

Qualquer atitude ou modo de conduta que destoe disso, induzindo-nos à veneração do próprio eu por meio da satisfação egoísta da vontade, pode resultar em idolatria. Nenhum ser, nenhuma coisa deve ter espaço em nossa mente e em nosso coração rivalizando com o Deus criador. Por isso temos este lembrete: “[Deus] proíbe ao ser humano conferir a qualquer objeto o primeiro lugar em suas afeições ou serviço. Qualquer coisa que valorizemos, que tenda a minimizar nosso amor a Deus ou venha a interferir no culto que deve ser prestado somente a Ele, torna-se um deus para nós” (Ellen White, Patriarcas e Profetas, p. 305). É perigoso depender de alguma coisa ou pessoa. Deus deve estar sempre em primeiro lugar.

Para muitos de nós, nem sempre tem sido fácil lutar contra as seduções do mundo nesta era tão materialista. É mais fácil confiar no que é visível e temporal. Isso pode nos levar a quebrar o princípio do primeiro mandamento, em nome de alguma conveniência ou comodidade. Felizmente, não precisamos ser escravos da idolatria. Ela pode ser vencida mediante o poder de Cristo operando em nós
Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

União - Salmos 133

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Salmos 133
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Como está a tua família? Uma casa dividida gera famílias destruídas. Uma família destroçada faz qualquer pessoa ansiar por uma família abençoada, unida, feliz e harmoniosa.

A família de Davi era um caos. A desunião era sua característica principal. Devido a seu escandaloso adultério, Davi não teve autoridade para corrigir os erros de seus filhos:

• Amnom violentou Tamar, sua meio-irmã, e Davi não o confrontou, nem exortou sua filha.
• Absalão assassinou Amnom, seu irmão, e Davi não fez nada para evitar.
• Absalão conspirou e usurpou o trono do pai e Davi teve que fugir.
• Adonias foi assassinado por seu irmão Absalão quando este assumiu o trono.

Tua família está melhor, você não acha? A casa desse Rei de Israel estava tomada pelo ódio, conspiração, estupro, assassinatos – um pecado pior que o outro.

Consequentemente, a “união” arrumou as malas, e foi embora. Por sofrer a ausência dela, Davi aprendeu amargamente algumas lições, e passa a revelar-nos para que não trilhemos pelos mesmos atalhos perigosos, desastrosos.

1. A união é atraente, traz paz, está livre de intrigas, invejas, ciúmes. A desunião é má, mas a união é boa. A verdadeira união baseia-se nos princípios da Palavra do Deus que afirmou que não é bom que o homem esteja só; somente assim, a unidade trará real felicidade (v. 1).

2. A união promove a saúde física, mental, social e emocional. Desentendimentos, brigas, confusões, agressões, resultam em titânicas angústias, aflições, doenças. A união traz bênçãos assim como a unção para o cargo de sumo sacerdote. Pecados são perdoados, feridas são curadas, há valorização do outro, aceitação e vida espiritual acentuada (v. 2).

3. A união é tonificante, restaurante, refrigerante, revigorante como o orvalho que cai sobre a relva em tempos de seca. Assim como o orvalho que é discreto e constante, pequenos gestos de carinho, bondade e amor resultam em grandiosos resultados na família; contudo, assim como o orvalho, estes gestos devem vir de um coração regido por Deus, para que seja bênção (v. 3).

A união verdadeira não é obra de um coração egoísta, é fruto de busca pelo coração altruísta de Deus. É Deus Quem ordena a bênção!

É bom ver uma família unida, mas é impossível tê-la desprovido dos divinos princípios de vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 13 de junho de 2020

PERMANÊNCIA INCONDICIONAL

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de junho
PERMANÊNCIA INCONDICIONAL

Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dará muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer. João 15:5

O símbolo da videira não era estranho aos ouvintes de Cristo. Escritores do Antigo Testamento fizeram várias referências a ele, relacionando-o com Israel. Como vinha plantada em uma “colina fértil”, Israel devia produzir bons frutos em favor Daquele que o escolheu como Seu povo. Entretanto, a nação falhou, e Deus, que “esperava justiça”, viu “derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição” (Is 5:1-7). E lamentou: “Eu mesmo te plantei como vide excelente […]; como, pois, te tornaste para Mim uma planta degenerada, como de vide brava?” (Jr 2:21). O simbolismo também ecoa nos evangelhos, em parábolas (Mt 20:1-16; 21:28-31, 33-41; Mc 12:1-12; Lc 13:6-9). Além disso, está nas palavras de Paulo aos romanos, a respeito dos ramos enxertados em lugar dos que não produziram frutos (Rm 11).

Em João 15, Jesus é identificado como sendo a “videira verdadeira” (v. 1), da qual somos os ramos. Isso significa que somos parte Dele. O simbolismo da videira e dos ramos implica que estamos em Cristo, unidos a Ele. Entre Cristo e Seus filhos há um vínculo de comunhão, amor e vida. A figura também nos ensina que, estando Nele, somos o Israel espiritual de Deus e devemos produzir os frutos missionários e espirituais que aquela nação falhou em produzir.

Não podemos frutificar à parte de Cristo, assim como o ramo não frutifica nem sobrevive à parte do tronco do qual recebe a seiva que o mantém vivo. De fato, os frutos que produzimos são aqueles que Jesus produz por nosso intermédio. Foi isso que Paulo disse aos gálatas: “Cristo vive em mim” (Gl 2:20). A permanência em Cristo é essencial, pois envolve estar continuamente Nele.

O bispo anglicano Richard Trench mencionou que “é paupérrima e inadequada aquela interpretação que faz as palavras ‘sem Mim’ significarem ‘vocês não podem fazer coisa alguma, enquanto não estiverem em Mim e não tiverem a Minha graça’. Pelo contrário, o sentido dessas palavras é: ‘Mesmo depois de estarem em Mim, nada podem fazer a menos que extraiam de Mim a vida e a força. […] Do princípio ao fim sou Eu quem deve operar em vocês e através de vocês” (Russell N. Champlin, O Novo Testamento Interpretado, v. 2, p. 541).

Permaneçamos em Jesus hoje, aonde formos, para o que quer que façamos ou deixemos de fazer. A consciência de Seu amor e de Sua graça em nós é o ingrediente indispensável à nossa força espiritual.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

Deus em primeiro lugar – Salmos 132

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Salmos 132
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Sem o dom do livre arbítrio não poderíamos escolher entre o certo e o errado, entre confiar ou desprezar a Deus. Nem mesmo haveria necessidade de opção para obediência ou desobediência.

Já que podemos optar, vamos escolher:

1. …Colocar a Deus em primeiro lugar em nossa vida, priorizar fazer bem feito a Sua vontade e dedicar tempo para fazer a Sua obra aqui na Terra? (vs. 1-5);
2. …Louvar a Deus com entusiasmo em Sua presença quando descobrimos onde podemos operar em Seu favor, agir em prol de Sua causa e promover atitudes corretas? (vs. 6-9);
3. …Considerar a presença de Deus e conversar com Ele sobre assuntos revelados em Sua Palavra, reclamar Suas promessas e reafirmar o compromisso com Ele? (vs. 10-12);
4. …Confiar na capacidade de Deus abençoar àqueles que optam por depender dEle em todas as circunstâncias da vida? (vs. 13-18).

Davi foi um excelente rei, mas foi muito limitado para cumprir tudo o que este salmo indica. Por isso, “o texto menciona o Ungido, um dos descendentes mais poderosos de Davi. Jesus, o Messias (Mt 1:17), é o único capaz de cumprir todas as expectativas contidas neste salmo. O reinado do verdadeiro Messias durará para sempre” (Bíblia de Estudo Andrews). Sim, “as promessas de uma dinastia perpétua se cumpriram no Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).

Davi decidiu colocar Deus em primeiro lugar em sua vida apesar dos obstáculos que enfrentou. O interesse dele pela casa de Deus (vs. 1-10) resultou em grandes recompensas (vs. 11-12), as quais passariam pelo Messias e chegariam até a Sua segunda vinda ao mundo, ou melhor, se estenderiam até o milênio (vs. 13-18).

Não somos como animais, guiados por instintos, mas temos capacidade de decisão. Podemos escolher orar ou não, ler a Bíblia ou ignorá-la, meditar nas coisas celestiais ou preocupar-se com as coisas terrenas.

Hoje precisamos tomar uma decisão, “Deus em Cristo está rogando diariamente aos homens que se reconciliem com Ele. De braços estendidos, está pronto a receber e dar as boas-vindas, não somente aos pecadores, mas aos pródigos. O amor por Ele manifestado mesmo quando moribundo, no Calvário, é a garantia do pecador quanto a sua aceitação, paz e amor” (Ellen G. White).

Deus espera nosso compromisso para abençoar-nos mais! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Confiar em Deus – Salmos 131

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Salmos 130
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Confiar em Deus em momentos bons ou críticos é parte difícil na verdadeira religião, mas traz vantagens sobrenaturais.

Este Salmo revela confiança em Deus; sua presença “entre os Cânticos de Romagens, também chamados de Cânticos dos Degraus ou Cântico do Peregrino, podem dever-se à ideia de que Israel devia confiar em Yahweh para receber livramento e segurança do cativeiro babilônico; e os peregrinos que subiam a Jerusalém para atender às três festividades anuais conforme exigido por lei (ver Deu. 16.16,17), também tinham de confiar em Yahweh quanto à sua segurança” (Russel Norman Champlim).

Quatro lições bíblicas relevantes:

1. Oração sincera apreciada por Deus é desprovida de soberba, orgulho e vaidade (v. 1a).

“Quando valorizamos demais a nós mesmos e desvalorizamos os outros, os resultados são arrogância e ostentação. A mensagem bíblica condena firmemente o orgulho de várias formas (ver, por exemplo, 31:18, 23; 73:6; 94:2-7; Dt 8:13, 14; Is 2:17; 14:12-15; Ez 28:2, 5, 17; Dn 5:20; Os 13:6; Ap 18:7)” (Bíblia de Estudo Andrews).

2. Coração materialista, focado em coisas deste mundo, desfocado das coisas espirituais, não proferirá nenhuma oração correta perante Deus (v. 1b).

Inveja e ambição/ganância são obstáculos à oração verdadeira. “O orgulho vem de uma comparação invejosa com os outros”. Já, “a confiança e a esperança em Deus podem acalmar falsos desejos e trazer contentamento verdadeiro” (Bíblia Andrews).

3. Orações apreciadas pela Divindade são as que a alma apega-se a Deus como uma pequenina criança apega-se a seu pai, ou quando encontra conforto/segurança nos ternos braços de seu amor (v. 2).

Como Davi, devemos aprender “a confiar em Deus para suprir [nossas] necessidades da mesma maneira que uma criança que deixou de mamar confia em sua mãe” (Bíblia de Estudo MacArthur).

4. Quem experimenta a graça da confiança em Deus através da oração deve proclamá-la às multidões (v. 3).

“O autor sacro pensa em Israel, que tão frequentemente se mostrava soberbo, cheio de orgulho e de pecados. Israel também precisava voltar-se para Yahweh, para encontrar nEle sua esperança…” diz Champlim.

E, quanto a nós, somos genuinamente humildes e plenamente submissos ao orarmos? Confiamos totalmente em Deus ou apenas parcialmente, porque também dependemos de nós mesmos?

“Senhor, livra-nos do orgulho. Ensina-nos a confiar inteiramente em Ti para experimentarmos tranquilidade” – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

Salmos 5 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 5 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 5 – A oração vai bem além de supli...