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terça-feira, 9 de abril de 2024

Câmera rápida

 Devocional Diário

Câmera rápida

É Ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; Ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes. Daniel 2:21


Vivemos no tempo da multimídia, algo que embeleza a visão que temos do mundo. Uma de suas ferramentas se chama time-lapse, ou câmara rápida, a qual mostra eventos de longa duração em curtíssimo tempo. Em segundos podemos contemplar o abrir do botão de uma flor, a dança da aurora boreal, o movimento das nuvens ou o ritmo alucinante de uma cidade. Ver muito em pouco tempo nos permite compreender o mundo de outra maneira.

Você sabia que na Bíblia há vários relatos no formato de “câmera rápida” nos quais a história deste mundo é retratada de forma a podermos enxergá-la de outra maneira. Em geral, são os profetas que costumam usar essa técnica. Dentre eles, existe um que se destaca: Daniel. Ele pensava que seu Deus sempre protegeria Seu povo e acabou se tornando um cativo em terra estranha. Pensava que os grandes impérios eram imperecíveis, e viu Babilônia cair. Pensava que suas visões eram inexplicáveis e, no final, descobriu que não é preciso compreender para ser salvo.

Quando lemos seu livro e verificamos suas profecias, entendemos que há uma mensagem central: Deus é o Senhor da história, e o foco de tudo tem sido nossa redenção. Por essa razão, Daniel sinaliza com riqueza de detalhes a primeira vinda de Jesus e, da mesma maneira, nos apresenta Sua segunda vinda. Talvez não entendamos o porquê da enfermidade ou da morte de entes queridos, mas sabemos que Deus está atuando para nos salvar.

Quando afligido por sua ignorância quanto ao futuro, Daniel suplica a Deus que lhe dê mais informações, e o Senhor concede a ele a verdadeira sabedoria e o verdadeiro conhecimento: “Quanto a você, siga o seu caminho até o fim. Você descansará e, ao fim dos dias, se levantará para receber a sua herança” (Dn 12:13). Em outras palavras, “não se preocupe, porque você será salvo”. Essa era a única informação que ele realmente precisava conhecer; no mais, tudo era secundário.

Pode ser que, como Daniel, você não entenda certas coisas na Bíblia. Não se penalize por isso. O mais importante a entender é que Deus está no controle dos tempos e deseja nos salvar. Na câmera rápida da história, o Eterno já mostrou que o final será feliz.

Vislumbres da eternidade
9 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/Camera-rapida/

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Ezequiel 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 15
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 15 – Há neste texto uma alegoria e depois o significado dessa alegoria, como indica Merrill Unger:

• Alegoria (Ezequiel 15:1-5): “O ramo da videira não é bom para comer. Serve somente para produzir fruto. Mesmo como combustível é praticamente inútil”.
• Significado (Ezequiel 15:6-8): “A videira representava Israel (Jerusalém; cf. Salmo 80:8-12; Isaías 5:1-7; Oséias 10:1). Jerusalém, videira improdutiva, já não servia para nada a não ser para o fogo. É a primeira das três parábolas (outras, nos capítulos 16 e 17) que mostram a vã esperança de libertação para a cidade pecaminosa”.

A única solução estava em Deus, no caminho de volta a Ele, que inevitavelmente passa pelo arrependimento que leva à conversão. “As palavras para ‘convertei-vos’ e ‘apartai-vos’ são duas formas verbais diferentes da mesma raiz, e são usadas em combinação para dar ênfase. Os anúncios dos versículos anteriores [ao versículo 6] formam a base para o solene chamado ao verdadeiro arrependimento. Não pode haver esperança para Israel sem qualquer reforma meramente externa. A nação tem de tratar com o Deus que esquadrinha os corações, e o único arrependimento aceitável é o que alcança os mais profundos recessos da alma”, explica o Comentário Bíblico Adventista.

Fazendo uma ponte da época de Ezequiel até os nossos dias, podemos extrair as seguintes recomendações: Precisamos...

1. Compreender que a fé verdadeira não é meramente um conjunto de regras e práticas externas, mas sim uma transformação interna que reflete em ações genuinamente regidas pelos princípios divinos.

2. Reconhecer a importância da verdadeira produtividade espiritual em vez de produzir apenas uma aparência exterior de religiosidade.

3. Entender que uma vida espiritual superficial será inútil e vazia sem uma conexão íntima e autêntica com Deus.

4. Avaliar se estamos verdadeiramente buscando uma relação profunda com Deus ou apenas seguindo meros rituais vazios.

5. Lembrar que Deus deseja um relacionamento íntimo e significativo conosco, e não apenas uma adesão superficial a regras e tradições religiosas.

6. Examinar se nossas práticas religiosas estão enraizadas num coração verdadeiramente arrependido e transformado, ou se são meramente uma fachada para uma suposta espiritualidade (Mateus 15:8-9; Isaías 29:13).

7. Buscar constantemente uma comunhão íntima com Deus, que resulta numa vida frutífera e significativa, em vez de contentar-nos com uma religiosidade superficial e estéril.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Ficção versus realidade

 Devocional Diário 

Ficção versus realidade

Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados […]. Gênesis 2:4


Em 1628, Charles Perrault nasceu em Paris. Ele se tornou famoso por compor histórias como “O Gato de Botas”, “A Bela Adormecida”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho”. Durante quase quatro séculos, essas histórias têm sido contadas como ficção. Mas a pós-modernidade parece ter mudado tudo – o que é histórico está sendo considerado lendário; e o lendário, histórico. Os universos inventados e fantasiados estão sendo tratados como realidade.

Para muitos, a Bíblia se encontra inserida no terreno da ficção. Na opinião desses, as origens são míticas, e os que creem nessas coisas são pessoas ingênuas. O relato bíblico, muito pelo contrário, não foi composto com esse objetivo. Não existem indicadores literários que mostrem que seja uma ficção. Ao contrário, o relato se apresenta como história. Um exemplo disso é a palavra “gênese” (toledot), encontrada em Gênesis 2:4. Toledot, que poderíamos traduzir literalmente como “gerações”, envolve tanto ascendentes como descendentes. Esse termo é tão relevante que podemos dividir o livro do Gênesis pelo número de vezes que o termo aparece (2:4; 5:1; 6:9; 11:10; 25:12; 36:1; 37:2). De tão significativo, o termo tem o sentido de história – não a macro-história, que nada tem a ver com o cotidiano, mas a micro-história, que é construída a cada dia. É uma história associada à aliança com Deus e, portanto, à participação de Deus na vida das pessoas.

Deus não é ficção. Nós não somos ficção. Todos vivemos em um Universo real, em um conflito real. As decisões que tomamos diariamente, em harmonia ou não com a vontade divina, definirão para sempre o desfecho desse enredo.

Em 1976, morreu em Wallingford, Inglaterra, Agatha Christie, uma enfermeira que acabaria escrevendo novelas policiais e românticas. A seguinte frase é de autoria dela: “Não reconhecemos os momentos realmente importantes da vida até que seja tarde demais.” Lamento dizer, mas ela se equivocou. Se a cada dia lermos a história com Deus, distanciando-nos de expectativas ilusórias e confiando que Ele participa de nossa vida, reconheceremos imediatamente o que é verdadeiramente relevante. Vivamos a história com Ele. O resto será apenas contos. 

Vislumbres da eternidade
8 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/ficcao-versus-realidade/

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Ezequiel 14 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 14
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 14 – Existe uma lei fundamental que permeia a existência humana: Toda pessoa, ciente de sua limitação, busca por algo superior para crer, seja Deus ou um ídolo – apesar de que esse ídolo é inferior a ela mesma!

Querendo preservar a religião verdadeira, o Deus verdadeiro ordenou que além de que não se adore outros deuses além dEle (Êxodo 20:3), também ordenou que não fizesse nenhuma imagem de escultura de nada do que existe no universo, nem deveria inclinar-se a nada que não fosse Ele (Êxodo 20:4-7).

Tão errado quanto criar e adorar um ídolo, é criar ídolos invisíveis, no coração. É disso que trata Ezequiel 14, quando as autoridades de Israel foram ter com Ezequiel e Deus mostrou-lhe ídolos no coração deles. Em Ezequiel 9, Deus revela ídolos secretos, mas reais; agora, em Ezequiel 14, Deus revela ídolos imaginários no coração de Seus líderes (versos 1-11). Tal tipo de religiosidade é considerada por Deus não apenas falsidade religiosa, mas traição espiritual (infidelidade para com Ele) – e, tal prática, merece punição (versos 12-23).

Chamado a profetizar aos exilados judeus em Babilônia, advertindo-os sobre o juízo divino por causa de seus pecados e especialmente a idolatria, em Ezequiel 14:14 o profeta aborda a questão da justiça de Deus e como mesmo indivíduos justos, como Noé, Daniel e Jó, não poderiam salvar o povo devido à sua própria retidão. Esse versículo deixa claro e nos ensina que:

• Cada pessoa é responsável por suas próprias ações diante de Deus, e que, nenhuma quantidade de justiça pessoal pode compensar os pecados coletivos de uma nação.

• Deus é soberano sobre todos, e é impossível escapar do Seu juízo baseado na retidão dos outros – indicando assim a responsabilidade individual diante dEle e a necessidade de cada pessoa buscar uma relação pessoal com Ele.

• Mesmo na presença de pessoas justas como Noé, Daniel e Jó, cada indivíduo é responsável pela própria relação com Deus.

• O favor de Deus não pode ser obtido por meio da retidão dos outros, portanto, requer uma resposta individual de fé e obediência.

• Não dá para depender da retidão de outras pessoas para nossa salvação ou para evitar o juízo divino.

Somente Jesus é nosso Intercessor; Ele deve ser nosso Senhor e Salvador pessoal (João 3:16). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 7 de abril de 2024

E assim aconteceu

 Devocional Diário

E assim aconteceu

Deus fez o firmamento e a separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas acima do firmamento. E assim aconteceu. Gênesis 1:7


Uma das expressões repetidas no primeiro capítulo do Gênesis é: “E assim aconteceu.” Embora as repetições pareçam redundantes, não o são. A palavra “assim” (ken) vem de uma raiz que indica algo firme, bem estabelecido. Poderíamos traduzir a expressão como “e assim foi estabelecido”. O que isso quer dizer? Quer dizer que o que foi realizado naquele instante não foi criado apenas para aquele momento, mas para sempre.

Nos versos 7 e 9, um espaço fixo é determinado para os céus e para as águas do mar. Para um hebreu, isso tinha fortes conotações. Tanto na mitologia cananeia quanto na mesopotâmica, os deuses celestes e marinhos lutam entre si sem que haja limites para os conter. Ao posicioná-los espacialmente e para sempre em um lugar, a Bíblia nos lembra que o céu e o mar não são deuses. No verso 11 se constata que quem produz a vegetação com seus ciclos não é o deus Baal (que despertava na primavera e produzia a flora), mas o Senhor Deus. No verso 15 é apresentada a função dos luzeiros, considerando-os como instrumentos de medição e não como deuses pagãos (Shamash ou Sin) nem como geradores de destinos (esses deuses tinham muito a ver com o horóscopo). Os versos 24 e 30 apresentam a taxonomia dos seres criados e sua dieta. Os animais são animais, e não há necessidade de oferendas ou sacrifícios para eles. Não são deuses.

Com cada “E assim aconteceu”, os panteões egípcio, cananeu e mesopotâmico sucumbem gradativamente. Deus fala, e as coisas se submetem à Sua suprema vontade. O criado está sempre sujeito à vontade do Criador.

Às vezes escutamos em certos documentários expressões como “a mãe natureza” ou “a sabedoria da natureza”. Essas expressões já estão tão arraigadas que chegam a ser consideradas científicas. No entanto, desde a época de Moisés, o “E assim aconteceu” questiona a mitologia e os ditos populares que se consagraram em axiomas. Se é para crermos em algo, é muito melhor crer em Deus, não acha?

Crer na Palavra nos traz não somente segurança, mas também esperança. Deus falou, e tudo se fez. Ainda é assim nos dias de hoje. Podemos exclamar: Fiel é a Palavra do Senhor! Apegue-se a ela de todo o coração.

Vislumbres da eternidade
7 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/e-assim-aconteceu/
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Ezequiel 13 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 13
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 13 – Falsos profetas proferem mensagens para enganar. Eles são descritos como aqueles que profetizam falsamente, ou seja, que falam mensagens que não vêm de Deus como se viessem dEle – assim iludem o povo.

Eles agem de modo egoísta, defendendo suas próprias imaginações (Ezequiel 13:1-2). Muitos buscam ganhos pessoais e popularidade, enquanto desviam o povo da verdadeira religião. Eles honram a si mesmos, usando o nome do Deus que deveria ser honrado. A filosofia deles é: Importa que cresçamos, independentemente do método, ainda que para isso tenhamos que usar os elementos da religião verdadeira (Ezequiel 13:17-23).

Em Ezequiel 13, o profeta verdadeiro é instruído por Deus a confrontar esses falsos profetas que estão enganando o povo ao dizer que suas visões são de Deus quando na verdade são apenas ilusões criadas na própria opinião (versos 3-7). Nesta profecia, esses profetas fraudulentos são comparados a pessoas que constroem paredes frágeis e cobrem-nas com argamassa inadequada, o que significa que suas mensagens são superficiais e não tem fundamente verdadeiramente sólido (versos 8-16).

Os falsos profetas seguem seus próprios interesses e desejos: Eles...

1. Tentam moldar a religião conforme seu gosto pessoal e assim ensinam às pessoas.
2. Enganam o povo com aquilo que o povo quer, por isso prometem paz quando não há paz, construindo paredes fracas e pintando-as com cal para dar impressão de segurança.
3. Iludem o povo de Deus promovendo falsas visões e falsas esperanças, levando seus ouvintes a confiarem na mentira e a duvidarem da verdade.

Os falsos profetas são retratados como indivíduos que não receberam mensagens genuínas de Deus, mas que inventam suas próprias palavras, e as atribuem a Deus. Para se autopromoverem, prometem coisas que Deus não prometeu, e assim levam as pessoas para longe da verdadeira fé e obediência em Deus. Ezequiel adverte de que suas práticas são enganosas e que suas mentiras serão expostas, trazendo juízo sobre eles (Ezequiel 13:17-23), desmascarando-os para libertar Seu povo.

Havia homens e mulheres com esse perfil durante o período que Ezequiel profetizava (Ezequiel 13:1). Não é diferente atualmente, por isso o apóstolo apela: “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo” (I João 4:1).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sábado, 6 de abril de 2024

Indicadores

 Devocional Diário

Indicadores

A sabedoria lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, gentil, amigável, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. Tiago 3:17


Atualmente, um dos instrumentos mais úteis para quantificar ou especificar um estudo são os “indicadores”. Como o nome já demonstra, esses instrumentos sinalizam se o que pretendemos avaliar está dentro das medidas apropriadas.

O apóstolo Tiago, depois de discursar sobre a falsa sabedoria, apresenta sete indicadores que nos permitem conhecer a sabedoria de Deus. Quer saber onde você se situa quanto a essa sabedoria? Façamos um teste:

Pura. A verdadeira sabedoria não se aloja em um coração impuro. Não há lugar para meias verdades nem para meios compromissos. Você vive numa zona cinzenta ou prefere o colorido?

Pacífica. A pessoa realmente sábia tem uma relação tranquila com Deus e com o próximo. Ela não precisa competir nem brigar. Há pessoas que, por se considerarem muito acadêmicas, vivem em constantes discussões. Você tem necessidade de debater e de enfrentar os outros só porque sente que está com a razão, ou prefere promover um ambiente positivo?

Gentil. Existem muitos que abusam dos outros quando têm razão, mas a sabedoria divina é indulgente. Ter razão não lhe dá o direito de ser depreciativo com os outros. Você é afetuoso, mesmo sabendo que está certo?

Amigável. A sabedoria de Deus não somente se alegra com o bem, como também o torna uma realidade, sempre com docilidade.

Cheia de misericórdia e de bons frutos. Tiago não está falando de um pouco de empatia ou de contribuir para uma ONG nos fins de semana. Ele fala de ser caridoso e carinhoso sempre. Você se preocupa com os outros a cada instante de sua vida? Transforma suas preocupações em soluções?

Imparcial. Alguns pensam que ser um intelectual é ser escravo das dúvidas. No entanto, estar junto a Deus é viver na verdade. Naturalmente, às vezes, você faz uma pausa para considerar as opiniões opostas, mas não se deixa levar por qualquer posição alheia.

Sem fingimento. Não há falsidade na sabedoria verdadeira. Existem pessoas que não hesitam em atribuir méritos a si mesmas sem merecê-los. Você é o que é ou apenas mantém uma imagem?

Todos esses indicadores devem servir de incentivo para desenvolvermos a verdadeira sabedoria. Busque-a agora mesmo! 

Vislumbres da eternidade
6 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/indicadores/
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Salmos 92 Comentário:

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 92 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 92 - Celebrar é a atitude de todo...