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sexta-feira, 22 de março de 2024

Fute-baal

 Devocional Diário

Fute-baal

Não terás outros deuses diante de Mim. Êxodo 20:3, ARA

O Decálogo é um exemplo da pedagogia divina. Escritos a partir de uma relação de amor entre Deus e o ser humano, seus preceitos indicam que, se estivermos suficientemente ligados a eles, notaremos como um mandamento se torna um estilo de vida. O “não” que inicia a maioria dos mandamentos é, no começo da vida espiritual, um limite necessário. Mas, com os anos, ele se transforma em nossa maneira natural de ser. Se amarmos a Deus, não vamos substituí-Lo por nada nem considerá-Lo superficialmente. Se amarmos os outros, não roubaremos, nem mataremos, nem adulteraremos, nem mentiremos. As dez palavras (assim se chamam no original) têm a virtude de nos levar à maturidade espiritual ao progredirmos em nosso relacionamento de amor para com Deus e o próximo.

Alguns acham que o primeiro mandamento está fora de moda. Quem, em nosso mundo cristão, tem outros deuses? Isso era coisa da Idade Média, ou é coisa dos países da janela 10/40, não nossa. Nós somos o remanescente e não temos outros deuses. Se você pensa assim, quero dizer que você tem muitas possibilidades de ser um “idólatra inconsciente”. Vou dar alguns exemplos. Cada vez mais, as pessoas estão adorando o “fute-baal”. Em alguns países, o deus toma a forma do “basquete-baal” ou do “beise-baal”, mas são o mesmo deus, apenas com diferentes manifestações. A adoração a esse deus é de tal porte que tenho visto enfrentamentos bem exaltados entre uma e outra torcida (Barcelona x Real Madri; Flamengo x Fluminense; etc.). E o que dizer da deusa Estética? Todos os anos, na primavera e no outono, ela, por meio das suas “sacerdotisas”, apresenta as tendências da moda, e milhões a adoram ao aderir a elas. Poderíamos continuar falando dos adoradores do deus Din-Eros e de como desejam que tudo o que toquem se converta em ouro, ou dos fanáticos do deus Trab-Alhar, que são escravizados até o esgotamento pessoal. Creio que você já entendeu. Este não é um mandamento antiquado.

Se realmente amamos a Deus, ninguém ocupará Seu lugar. Ninguém! O amor a Deus é tão excepcional que, de forma natural, Ele Se torna exclusivo. No começo, sendo ainda uma criança espiritual, você vai achar incômodo, mas logo não poderá viver sem Ele. Por isso, ame-O – cada vez mais!

Vislumbres da eternidade
22 de março
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Lamentações 2 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Lamentações 2
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


LAMENTAÇÕES 2 – É interessante que o Livro de Lamentações “inteiro foi escrito em poesias muito bem construídas”. O livro “contém composições de acrósticos com base nas 22 letras do alfabeto hebraico. Os capítulos 1, 2 e 4 contêm 22 versículos cada, e cada um começa com uma letra diferente do alfabeto hebraico, em ordem alfabética. O capítulo 3 contém 66 versos. Os três primeiros começam com álef, a primeira letra do alfabeto hebraico, os próximos três versículos com a segunda letra, Beth, e assim por diante. O último capítulo contém 22 versículos, mas não é um acróstico” destaca Rodrigo Silva.

Isso implica que:

• O sofrimento humano é complexo e multifacetado, e a forma como é expresso artisticamente no livro de Lamentações auxilia na transmissão organizada dessa complexidade.

• A organização cuidadosa de Lamentações revela o caminho para encontrar ordem e propósito em meio ao caos e diante das circunstâncias mais desesperadoras.

• A ordem e simetria da estrutura poética são símbolos da fidelidade divina e do compromisso com Deus em trazer ordem e redenção mesmo nas situações mais caóticas.

Os judeus cativos precisavam saber que foi o próprio Deus que castigou Jerusalém (Lamentações 2:1-10) – o caos que assolou Jerusalém não foi má sorte, nem mero acidente, foi causado por Deus devido aos pecados de Seu povo –, para que entendessem que, a restauração viria caso houvesse arrependimento dos seus pecados, exclusivamente pela atuação de Deus (Lamentações 2:11-22).

Portanto, Lamentações 2:1-22...

• Convida-nos a refletir sobre a natureza do sofrimento humano e a maneira como lidamos com ele. Assim como o povo de Judá enfrentou dificuldades, nós também passamos por momentos de dor e desespero; e, todo o Livro mostra-nos a importância de expressar nossas lamentações diante de Deus.

• Além disso, o texto lembra-nos da seriedade do pecado e das consequências que ele pode acarretar, tanto individualmente quanto coletivamente. Nossas escolhas erradas nos afetam e afetam às pessoas ao nosso redor, inevitavelmente.

• Finalmente, Lamentações 2 nos desafia a manter nossa confiança na fidelidade de Deus, mesmo quando enfrentamos adversidades aparentemente insuperáveis. Por isso, nossa resposta diante do sofrimento não deve ser apenas reclamação e lamento, deve ser voltada para a busca da reconciliação com Ele através do arrependimento.

É bem certo que precisamos dessa mensagem hoje... Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quinta-feira, 21 de março de 2024

Passagens pela água

 Devocional Diário


Passagens pela água

Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Efésios 4:5


Alguns dos momentos-chave da história da humanidade têm a ver com a água. Lembre-se do relato sobre Noé. O mundo estava inundado de violência e maldade. Durante décadas, todos foram advertidos de que aquele não era o comportamento para o qual haviam sido criados, que aqueles pecados os destruiriam, que deviam se arrepender. Mas foi um esforço infrutífero: apenas oito pessoas entraram na arca da salvação. Veio o dilúvio, e tudo teve um novo começo. Os pecados daquela gente ficaram debaixo d’água.

Lembre-se também da travessia do Mar Vermelho. Não existe filme ou animação que possa refletir adequadamente a grandeza do momento. Atravessar em terra seca, entre imensas paredes de água, foi uma experiência que jamais se apagaria da memória do povo judeu. Ver o exército do faraó sendo sepultado entre as ondas do mar gerou uma imagem de justiça e atuação divina que passou a impregnar os relatos judaicos.

João Batista escolheu um lugar de águas calmas, em Betânia, para chamar os judeus à reflexão e ao arrependimento. Era o território por onde, séculos atrás, os próprios judeus tinham entrado em Canaã, e agora era o momento de sair. Sair das tradições que impediam seu crescimento espiritual, das normas que engessavam sua religião e da vida apegada aos ídolos. Era o momento de deixar que os pecados ficassem debaixo d’água. Jesus aproveitou tudo o que esse ato simbolizava para empregá-lo como modelo, e foi batizado. Ele não precisava do perdão porque não era pecador, mas nos deixou o exemplo. Também o fez para que compreendêssemos que apenas Ele salva – um só Senhor que, sendo inocente, Se fez pecado por nós (2Co 5:21). Essa ação gera uma só fé, a fé em Cristo. Também gera a confiança em quem passou pelas águas por nós.

Se você ainda não é batizado, este é o momento de se apropriar desse símbolo. Não existe experiência melhor do que a de abandonar seus pecados e começar de novo. Se você já é batizado, este é o momento de renovar seus votos, de abandonar as tradições vazias, as normas ineficazes e seus ídolos pessoais e de novamente se entregar a Jesus. Essa água refresca como nenhuma outra e, como se fosse pouco, revitaliza a alma e nos prepara para o Céu.

 Vislumbres da eternidade
21 de março
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Lamentações 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Lamentações 1
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


LAMENTAÇÕES 1 – Este livro, muitas vezes ignorado nos púlpitos e em estudos particulares, é uma expressão profunda do sofrimento do povo de Deus após a destruição de Jerusalém e do Templo pelos babilônios.

Curiosamente, “textos de lamentação são comuns na literatura do Antigo Oriente Médio. Eles geralmente evocam a dor individual ou coletiva causada pela destruição de uma cidade, pela morte de um ente querido ou pelo castigo infligido por uma divindade. No contexto bíblico não é diferente. Há salmos de lamentações e seções em diversos profetas. Neste caso, o livro inteiro é um grande lamento profético pela destruição do templo e da cidade de Jerusalém pelos babilônios em 587 a.C. Seu próprio título em hebraico é uma exclamação de luto”, explica Rodrigo Silva.

Lamentações 1 reflete o desespero e a angústia vivenciados pelo povo que experimentava o sofrimento:

• Socialmente, a destruição da cidade resultou numa crise humanitária, com inúmeras vidas perdidas, famílias desfeitas e uma grande parte da população sendo levada como cativa para Babilônia (Lamentações 1:1-22).
• Politicamente, a queda de Jerusalém marcou o fim do reino de Judá como entidade independente, sujeita agora ao domínio estrangeiro.
• Religiosamente, o Templo de Jerusalém representava o centro da adoração e da identidade nacional de Israel, e sua destruição deixou o povo sem um ponto focal para sua fé e culto.
• Teologicamente, a destruição de Jerusalém é vista como juízo divino, mas também como um ato da disciplina amorosa de um Deus paciente para com Seu povo (Lamentações 1:5, 8, 12, 17).

Embora o escritor de Lamentações seja Jeremias, o autor da mensagem é Deus. Esta concepção é importantíssima para a compreensão mais profunda do texto. Note que, “a tradição retrata o padecente profeta se lamentando numa gruta além do muro setentrional de Jerusalém, à sombra do outeiro chamado Gólgota, onde o padecente Salvador morreu. Seja como for, o Espírito de Cristo no profeta fez dele, num sentido real, um prenúncio do Senhor (Jr 13:17), pois o Mestre também Se lamentou sobre a cidade desencaminhada (Mt 23:36-38)”, observa Merrill Unger.

Deus chora, quando Seu povo chora; Ele Se identifica com Seu povo mesmo quando o sofrimento é resultado das consequências dos erros desse povo.

Assim, o texto revela muito do caráter gracioso de Deus. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 20 de março de 2024

Festa!

 Devocional Diário

Festa!

Também nos dias de alegria, e nas festas fixas, e no princípio de cada mês, toquem as suas trombetas sobre os seus holocaustos e sobre os seus sacrifícios pacíficos, para que sejam por memorial diante do seu Deus. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Números 10:10


Os capítulos 18 a 20 de Levítico são espetaculares. Eles falam de santificação e selam cada bloco com a frase “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.” Levítico foge da magia e ensina santidade, vivencial e relacional. Não tem a pretensão de que somente os levitas sejam santos, mas todo o povo. Para Deus, o atemporal e universal (princípios) convive com o temporal e contextualizado (normas); cada momento da vida deve ser santo. Custa-nos entender isso, pois nossa mentalidade é diferente. Mas devemos interiorizar isso, porque não há momentos religiosos e momentos profanos. Cada piscar de olhos, cada respiração, cada pensamento e ação são um todo.

Nesses capítulos, o povo precisava ser lembrado de que o segredo está na relação com Deus, que se estendia até os recantos mais íntimos da vida: o vínculo com os pais, a prática de uma sexualidade saudável, o sacrifício do coração, a solidariedade com os menos favorecidos, o trabalho consciente, a hospitalidade como um ato de grandeza e o exercício da memória. A relação de Deus com os Seus não é estanque, mas fluida, pois somos vasos comunicantes. Somos especiais porque nosso Deus é especial.

Se, além disso, unirmos este conceito a Números 10, concluiremos que Deus anela essa relação tanto na intensidade dos momentos excepcionais e coletivos quanto na serenidade dos momentos cotidianos e individuais. Há tempo para se santificar, e trilhar a senda da plenitude cristã deveria ser uma verdadeira festa.

As pessoas anseiam ter relacionamentos verdadeiros e pessoais que preencham seu vazio interior. Hoje, o Senhor volta a repetir que Ele é o nosso Deus, que quer nos fazer pessoas especiais, que Sua conexão nunca é cortada, que Ele está sempre “on-line”. Temos que voltar a compreender que o chamado à santidade não é para uns poucos (levitas ou profissionais da religião), mas para todos e para cada um dos seres deste mundo. Nós, naturalmente, somos agentes dessa mensagem de festa. Portanto, anuncie a todos ao seu redor as alegrias de ter Deus em sua vida.

Vislumbres da eternidade
20 de março
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Jeremias 52 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 52
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 52 – Num mundo de confusão, aflição e incerteza, a comunhão com Deus, a busca pela verdade e o discernimento espiritual são nossas âncoras para a vida.

“No final do livro de Jeremias encontramos dois apêndices, um referente à queda de Jerusalém, destino dos utensílios do Templo, e número de deportados, e outro referente ao libertamento do rei Joaquim... Se se pergunta o porque destes apêndices... uma resposta é que para os homens que compuseram o canon do Velho Testamento não havia distinção entre história e profecia. Com efeito, os livros históricos são incluídos com os livros proféticos na mesma seção – Nebhi´im, ‘profetas’, e o livro de Isaías segue imediatamente ao de Segundo Reis na Bíblia Hebraica. O primeiro apêndice seria, pois, o selo posto sobre as predições de Jeremias concernentes ao futuro de Israel e de Babilônia. O segundo apêndice, relativo ao rei Joaquim, poderia ter contribuído para reacender a esperança no coração de um povo desapontado e desalentado. A exaltação inesperada de Joaquim, depois de anos de humilhação, era o penhor da restauração e exaltação do povo de Israel, segundo a promessa feita aos pais”, explica Siegfried Schwantes.

Levítico 26:44-45 enfatizam a fidelidade de Deus à aliança com Seu povo de Israel, mesmo quando eles estão na terra de seus inimigos como consequência de sua desobediência. Mesmo durante períodos de exílio e punição, Deus promete não rejeitar completamente Seu povo nem quebrar Sua aliança com eles. Em vez disso, Ele Se lembra da aliança feita com os antepassados de Israel e permanece comprometido em ser Seu Deus.

Jeremias 52:31-34 é mais que o cumprimento de Levítico 26:44-45; pois, estes versículos finais de Jeremias refletem a natureza misericordiosa e compassiva de Deus, mesmo diante da desobediência humana. Noutras palavras, independentemente da desobediência do povo de Deus e das circunstâncias em que ele se encontra, na fidelidade de Deus baseada em Seu amor reside a certeza do cumprimento de Suas promessas.

• No turbulento século 21, o amor misericordioso de Deus é a garantia do cumprimento de Suas promessas, apesar de nossa fraqueza e indiferença e das circunstâncias adversas.

• Esse amor de Deus continua disponível a nós; apegando-se a ele mantemo-nos firmes diante das tempestades da vida agitada e instável dos dias atuais.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 19 de março de 2024

Jeremias 51 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 51
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 51 – Os eventos históricos têm propósitos maiores que as intenções humanas e estão sujeitos a um plano divino.

A história das potências políticas é vista como um palco onde as ações humanas têm consequências morais. A queda de Babilônia é um evento importante na teologia e escatologia bíblicas. Podemos ampliar nossa visão através da seguinte análise:

• Jeremias profetizou a queda iminente da Babilônia e convocou outras nações a unirem-se contra ela (Jeremias 51:1-4).

• Jeremias instrui o povo de Deus a sair da Babilônia antes que seja tarde demais, para que não compartilhem de sua punição (Jeremias 51:5-10, 45-46).

• Jeremias delineia as razões para a queda da Babilônia, que inclui orgulho, idolatria e violência. Além disso, o profeta trata do julgamento aos deuses babilônicos e a restauração do povo de Israel (Jeremias 51:11-19, 47-53).

• Jeremias expressa louvores e alegria pela queda de Babilônia, pois Deus é exaltado como o vingador de Seu povo (Jeremias 51:20-26, 33).

• Jeremias descreve os meios pelos quais Babilônia seria destruída, incluindo exércitos inimigos – onde os Medos são citados por nome – e a seca sobre as águas (Jeremias 51:11, 27-44, 54-58).

• Jeremias encerra suas profecias contra a Babilônia, pede que tudo seja escrito num rolo, lido e depois amarrado a uma pedra e então atirado no Eufrates – como uma encenação da fatalidade desta nação (Jeremias 51:59-64).

Literalmente, a profecia de Jeremias se cumpriu em Daniel 5:1-30. Porém, no Novo Testamento, especialmente em Apocalipse 17, 18 e 19, essa profecia é elevada a um nível espiritual – aguardamos seu cumprimento! João trata da Babilônia como poder político-religioso que exerce autoridade e influências mundiais.

• Da mesma forma que em Jeremias, em Apocalipse a Babilônia refere-se a uma grande potência sobre as nações e, condenada por sua imoralidade e idolatria.

• Assim como em Jeremias, a Babilônia apocalítica terá de enfrentar o julgamento divino por seus pecados contra Deus e contra Seu povo.

• Tanto em Jeremias quanto no Apocalipse, a queda de Babilônia resulta em liberdade e redenção ao povo de Deus; desta forma, a destruição da Babilônia é retratada como parte do plano de Deus para libertar Seu povo da opressão e então estabelecer Seu reino.

Aos fiéis, devemos permanecer firmes na fé: O julgamento de Deus é o alicerce da nossa esperança! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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Salmos 92 Comentário:

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 92 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 92 - Celebrar é a atitude de todo...