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terça-feira, 6 de julho de 2021

Discrição Ao Testemunhar

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

6 de julho, terça

Discrição Ao Testemunhar

Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades. A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um. Colossenses 4:5, 6

É verdade que nos é ordenado: “Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a voz como a trombeta e anuncia ao Meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados” (Is 58:1). Essa mensagem tem de ser dada, mas, apesar disso, devemos ter o cuidado de não acusar, constranger e condenar os que não possuem a luz que possuímos. [...]

Os que têm grandes privilégios e oportunidades e que não têm aproveitado suas faculdades físicas, mentais e morais, mas antes vivido para agradar a si mesmos e se têm recusado a desempenhar sua responsabilidade, esses estão em maior perigo e em maior condenação diante de Deus do que os que se acham em erro no que diz respeito à doutrina, mas, não obstante, procuram viver para fazer bem aos outros.

Não censuremos os outros; não os condenemos. Se permitirmos que considerações egoístas, raciocínio falso e falsas desculpas nos levem a um perverso estado de espírito e coração, de maneira que não saibamos os caminhos e a vontade de Deus, seremos muito mais culpados do que um pecador declarado. Precisamos ser cautelosos para não condenar os que, diante de Deus, são menos culpados do que nós.

Que todos conservem em mente que, em nenhuma situação, devemos convidar a perseguição. Não devemos utilizar palavras ásperas e cortantes. Que tais palavras sejam mantidas longe de qualquer artigo escrito ou sermão! Seja a Palavra de Deus que repreenda e corrija [...].

Está por ocorrer um tempo de angústia como nunca houve desde que existe nação. É nosso trabalho retirar de todas as nossas apresentações qualquer coisa que tenha o sabor de retaliação ou desafio, aquilo que poderia causar ações contra igrejas ou indivíduos, pois esse não é o caminho nem o método de Cristo.

O fato de o povo de Deus, que conhece a verdade, haver fracassado em cumprir seu dever de acordo com a luz oferecida na Palavra de Deus torna necessário que tomemos mais cuidado, a fim de que não venhamos a ofender os descrentes antes que tenham a oportunidade de ouvir as razões de nossa fé em relação ao sábado e ao domingo (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 243, 244).

Ellen G. White, 7/9/2009

Quem é Jesus? - João 1

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - João 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Antes de Maria existir, Jesus já existia. Antes da criação, Jesus já existia. Aliás, a criação não existiria sem Cristo. Ele é o Criador que agiu no “princípio” apresentado por Moisés em Gênesis 1:1.

• Quem é Jesus?

O apóstolo João O conhecia muito bem! Ele foi um discípulo bem íntimo dEle. Portanto, revelará segredos mais profundos que os outros escritores dos evangelhos.

“Provavelmente não há outro lugar no Novo Testamento em que se diga tanto, como aqui, com tão poucas palavras. Aqui estão afirmadas a singularidade de Cristo e as grandes consequências desse auto-sacrifício incorporado na encarnação. Nesse prólogo João anuncia o seu tema principal, que é a glória de Jesus Cristo demonstrada por meio de tudo o que ele disse e fez. Diferente dos outros autores, o autor do quarto evangelho começa a história na eternidade; e é a partir daqui que ele entende o significado da obra de Cristo” (F. F. Bruce).

O prólogo, os 18 primeiros versículos de abertura do evangelho, conforme destaca William Hendriksen, apresenta a Glória do Filho, como a Palavra de Deus:

• No princípio

• Na criação

• Depois da queda

• Na encarnação.

João Batista apresentou Jesus ao mundo com maestria (vs. 29-34). “Embora fosse um solitário arauto sem credenciais, ele ousou ser profeta num tempo em que a profecia estava relegada a um passado ideal. Sua única motivação era o sentido de missão para a qual veio; seu único objetivo era indicar para além de si mesmo como testemunha; sua única mensagem era a da luz […]. Um homem preocupado com a luz num tempo em que os demais homens se contentavam em viver nas trevas” (Clinfton L. Allen).

• Nos últimos versículos estão os chamados dos discípulos relacionados à singularidade do Mestre dos mestres que os convocava (vs. 35-51).

“Com a vocação de João, André e Simão, Filipe e Natanael, começou o fundamento da igreja cristã. João dirigiu dois de seus discípulos a Cristo. Então, um deles, André, achou a seu irmão, e chamou-o para o Salvador. Foi logo chamado Filipe, e este foi em busca de Natanael. Esses exemplos nos devem ensinar a importância do esforço pessoal, de fazer apelos diretos a nossos parentes, amigos e vizinhos” (Ellen G. White).

Apreciemos, vivamos e compartilhemos a luz de Jesus! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Deus, Momento E Eternidade

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

5 de julho, segunda

Deus, Momento E Eternidade

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Efésios 5:15, 16

Com muita propriedade e beleza, Ellon Foster conseguiu relacionar três palavras muito significativas. “Compreende bem o valor das palavras Deus, momento e eternidade. Um Deus que te vê; um momento que foge de ti; uma eternidade que te aguarda. Um Deus a quem serves tão mal; um momento do qual tiras tão pouco proveito; uma eternidade que arriscas tão irrefletidamente.”

Os habitantes da cidade de Éfeso eram dados às coisas passageiras do mundo. Mesmo para alguns cristãos, os prazeres da carne e as preocupações pelas coisas mundanas eram tão importantes que resultavam em negligência do desenvolvimento do caráter. Em outras palavras, Deus e a vida futura não eram prioridade.

Ao advertir os crentes de Éfeso, o apóstolo Paulo deixou um conselho oportuno para os cristãos de todas as eras: “Vede prudentemente como andais” (Ef 5:15). Os prazeres da carne, o amor ao dinheiro, o apego às coisas materiais e o espírito de competição, tudo isso contribui para que Deus e a eternidade fiquem fora das prioridades cristãs. O que pesa é o momento. Com engenho e arte, a mídia expõe a Éfeso moderna nas vitrines de nossa vida diária, criando modelos de comportamento incompatíveis com “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). O poder de atração do mundo é muito grande, quase irresistível.

Mas, na luta contra o mal, não podemos viver dentro de um casulo. Após nossos momentos de devoção, precisamos sair para ganhar “nosso pão de cada dia” e, principalmente, testemunhar do que Cristo fez por nós. Às vezes não damos atenção ao que o Espírito Santo expõe nas vitrines de nossa consciência: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8).

Viver prudentemente nestes dias maus significa olhar para as vitrines dos valores celestiais, entre os quais Deus e a eternidade devem ser nossas prioridades. Amar o mundo e as coisas que nele há é uma operação arriscada: compromete nosso diálogo com Deus e nos priva da eternidade.

Rubens S. Lessa, 27/2/2000

Trilhe teu caminho de Emaús - Lucas 24

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Lucas 24

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Quem nunca termina o que começa, não deve começar mais nada antes de terminar aquilo que começou.

Precisamos aprender com Jesus que, por difícil que seja uma empreitada, não devemos desistir, mas ir até o final – caso tenhamos a aprovação divina!

“O inocente Jesus sofreu a morte mais ignominiosa, mas cumpriu assim a vontade de Deus tornando a salvação acessível a todos” (Walter R. L. Scragg).

• Você já pensou o que seria de nós se Jesus tivesse desistido no meio do caminho?

No capítulo em pauta, temos o final do primeiro tratado do Dr. Lucas. Seu livro iniciou com boas novas de grande alegria pelo nascimento do Messias (2:11) e encerrou com regozijo, louvor e alegria, pelo cumprimento da missão e ascensão do Messias (24:52).

Ao examinar as páginas inspiradas desse evangelho, devemos banir a incredulidade investindo na espiritualidade a fim de vivermos a felicidade verdadeira. Diz J. C. Ryle que,

“Devemos ter em nosso coração o firme princípio de que a pequena intensidade de júbilo que muitos crentes sentem resulta normalmente de sua falta de conhecimento. Não há dúvida de que uma fé fraca e uma prática incoerente são duas grandes razões porque muitos filhos de Deus desfrutam tão pouca paz. No entanto, com certeza podemos suspeitar que pontos de vista obscuros e indistintos quanto ao evangelho são a verdadeira causa de intranquilidade de muitos crentes. Quando não se conhece, nem se entente corretamente o Senhor Jesus, segue-se necessariamente que existe pouco regozijo no Senhor. Terminemos nossa meditação em Lucas com o firme propósito de buscar mais conhecimento espiritual… Examinemos mais profundamente as Escrituras e oremos com todo o coração a respeito de seus assuntos. Muitos crentes examinam as Escrituras apenas de maneira superficial e nada sabem acerca de escavar seus tesouros ocultos”.

Agora,

• …Examine as evidências para que sejam removidas as motivações da incredulidade (vs. 1-12).

• …Trilhe teu caminho de Emaús até perceber o Jesus ressurreto ao teu lado e assim ter um encontro impactante com Ele (vs. 13-35).

• …Interprete corretamente as Escrituras para entender devidamente a Cristo e então, livre da dúvida e cheio de alegria, revestir-se de poder para compartilhar os efeitos do sacrifício de Cristo (vs. 36-53).

A promessa de poder também é para nós! Avancemos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Conte-nos: O que significou pra você passar 24 dias estudando o evangelho escrito por Lucas?

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domingo, 4 de julho de 2021

Seremos Apresentados Ao Pai

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 De Julho, Domingo

Seremos Apresentados Ao Pai

O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos. Apocalipse 3:5

A expressão “o vencedor” indica haver alguma coisa para cada um de nós vencermos. O vencedor deve ser vestido com os vestidos brancos da justiça de Cristo, e está escrito a seu respeito: “E de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos” (Ap 3:5). Que privilégio ser vencedor e ter nosso nome apresentado diante do Pai pelo próprio Salvador! (Review and Herald, 9 de julho de 1908).

Que preciosa afirmação há nessa promessa! Que maior incentivo nos poderia ser apresentado para nos tornar filhos e filhas de Deus? Quem se revestirá de toda a armadura? Quem se alistará sob a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel? [...] A todo filho de Deus tentado e em luta pode vir divina iluminação, de modo que ele não precise cair na batalha contra os poderes das trevas, mas seja vencedor em todo combate (The Youth’s Instructor, 6 de setembro de 1894).

As imaculadas vestes da justiça de Cristo são colocadas sobre os provados, tentados mas fiéis filhos de Deus. [...] Seus nomes são retidos no livro da vida do Cordeiro, registrados entre os fiéis de todos os séculos. Resistiram aos ardis do enganador; não foram demovidos de sua lealdade pelos rugidos do dragão. Acham-se agora eternamente seguros dos ardis do tentador. [...] E os remanescentes são não só perdoados e aceitos, mas também honrados. Um “turbante limpo” (Zc 3:5) lhes é colocado sobre a cabeça. Serão como reis e sacerdotes para Deus. Enquanto Satanás insistia em suas acusações e procurava destruir esse grupo, santos anjos, invisíveis, passavam para cá e para lá, colocando sobre eles o selo do Deus vivo. Esses são os que se acharão sobre o monte Sião com o Cordeiro, tendo escrito na fronte o nome do Pai (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 475).

Ellen G. White, 28/12/1956 e 2005

Preciosos Ensinamentos - Lucas 23

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Lucas 23

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Quem estuda a Bíblia atentamente não conclui que seu conteúdo seja superficial. Além disso, ao aprofundar-se nos quatro evangelhos o estudante piedoso notará a relevância de cada um deles e não os descartará por acreditar que falam a mesma coisa.

Além do que já foi observado nos capítulos anteriores das peculiaridades de Lucas, observe o capítulo supracitado. “Sem Lucas, não ficaríamos sabendo da primeira acusação dos judeus perante Pilatos (23.2) e do suplício do Senhor perante Herodes (23.5-16). Fazem parte do material exclusivo de Lucas as palavras de Jesus às mulheres que choram (23.27-31), sua primeira palavra na cruz (23.43) e sua sétima e última palavra (23.46). Somente Lucas registra o comportamento de José de Arimateia no conselho judaico (23.51). E é peculiar de Lucas a menção das mulheres que estiveram em contato com Jesus durante a paixão (23.27-31, 55,56)” (Hernandes Dias Lopes).

Deste capítulo, sobressaem preciosos ensinamentos:

• Jesus não buscou Seus direitos quando foi acusado falsamente. Ele não ficou furioso e raivoso como um bode irracional, como fazem muitos de nós quando somos injustiçados. Como cordeiro, Jesus foi para o matadouro, deixando Seu caso nas mãos do Pai. Como temos que aprender com Jesus!

• O inocente foi cruelmente acusado. O justo foi condenado como se fosse injusto. O réu perfeito foi condenado por aqueles que verdadeiramente deveriam ter sido condenados. Mas, sem acusar, injuriar e praguejar e sem atacar, Cristo foi crucificado por aqueles que mereciam, de fato, a cruz.

• O interesse de Jesus pelas mulheres, Sua oração por aqueles que O assassinaram cruelmente e Sua atenção ao ladrão, devem alertar a todo crente que uma conduta ruim é totalmente deprimente. Por isso, devemos permitir que Sua morte impacte nossa vida a tal ponto de ser moldada pelo crucificado.

• O impacto da crucifixão na vida do Centurião pagão e no religioso José de Arimateia deve motivar nossa profunda reflexão e então mudar de vida.

Jesus tinha um alvo, e nada O faria desistir ou desviar-Se. Ao aceitar ser sacrificado, “Jesus estava adquirindo o direito de Se tornar advogado dos homens na presença do Pai” (Ellen G. White).

Jesus pagou um alto preço para oferecer algum direito para nós. Não podemos ignorar tal preço pago para obtermos vitória no tribunal celestial! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 3 de julho de 2021

Os Desejos do Coração

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

3 de julho, sábado

Os Desejos do Coração

Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração. Salmo 37:4

O coração humano é uma fábrica de desejos. Nem sempre discernido, o desejo é um poder que motiva, uma força que leva à ação, um ímã que atrai; é o que eu quero ter, fazer e experimentar. Janela da alma, o desejo mostra para onde você está indo e qual será seu destino. Obsessão por objetos, coisas e pessoas, o desejo é a tentativa de conseguir algo para preencher um vazio na vida.

Segundo os psicólogos, os desejos não devem ser confundidos com as emoções, nem as emoções com os sentimentos, que estão para elas assim como as ondas para o oceano. Enquanto a emoção nasce na mente, o desejo está enraizado na estrutura corporal. Por isso, romancistas e roteiristas o exploram em profusão, e os publicitários elaboram estratégias para criar um senso de necessidade e seduzir os consumidores. Em geral, a publicidade associa algo ou alguém com atributos desejáveis ao produto.

Procurar satisfazer os desejos do coração não é errado, pois essa é uma necessidade universal. O problema é se contentar com superficialidades. Dinheiro, sexo, comida, conhecimento, popularidade, status, poder, esporte, influência, carros, aparelhos e milhares de itens nesse nível não satisfazem realmente o coração. Hoje, as pessoas buscam cada vez mais prazeres, mas continuam infelizes. Tudo o que é finito traz satisfação temporária. Não devemos negar os desejos, mas avaliá-los, hierarquizá-los e aprofundá-los.

Nosso maior desejo é por Deus, cuja ausência na vida jamais poderá ser compensada por substitutos. À primeira vista, no verso de hoje, parece que o salmista está dizendo que Deus nos dará coisas para satisfazer nosso coração. Mas, na verdade, quem enche nossa vida de alegria, felicidade e empolgação é o próprio Deus, que é o fim de toda procura. Deus não promete gratificar os apetites pecaminosos do corpo, mas satisfazer os desejos santificados da alma. Para isso, precisamos conhecer a Deus pessoalmente, amá-Lo apaixonadamente, servi-lo alegremente e obedecer-Lhe completamente. Se você entregar-Lhe seus caminhos, Ele colocará você na estrada da felicidade. Deus transforma o coração para que ele tenha o desejo correto.

Deleitar-se em Deus, mais do que um privilégio ou mandamento, é a maior alegria da vida. Para quem busca o Senhor, a satisfação vem como bônus. Qual é o grande desejo do seu coração? Nada o satisfará da maneira que você sonha, levando paz para sua alma, a menos que você encontre prazer em Deus. Assim como as células precisam do oxigênio, o girassol precisa do astro-rei e os pássaros precisam do céu, você precisa de Deus. Deleite-se Nele e você será deleitado!

Marcos De Benedicto, 15/8/2016

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