Páginas

Mostrando postagens com marcador vaso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vaso. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de maio de 2022

O SUPREMO ARTISTA

 O SUPREMO ARTISTA

Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava trabalhando sobre a roda. Jeremias 18:3

É justamente porque Deus os conduz que estas coisas lhes sucedem. As provas e obstáculos são os métodos de disciplina escolhidos pelo Senhor e as condições de bom êxito que nos apresenta. Aquele que lê o coração dos seres humanos conhece o caráter destes melhor do que eles mesmos. Vê que alguns têm faculdades e possibilidades que, bem dirigidas, podiam ser empregadas no avanço de Sua obra. Em Sua providência, Deus colocou essas pessoas em diferentes situações e variadas circunstâncias a fim de que possam descobrir defeitos de caráter que lhes estavam ocultos. Dá-lhes oportunidade de corrigirem esses defeitos e se tornarem aptos para O servir. Permite por vezes que o fogo da aflição os assalte, a fim de que sejam purificados.

O fato de sermos chamados a suportar a prova mostra que o Senhor Jesus vê em nós alguma coisa de precioso que deseja desenvolver. Se nada visse em nós que pudesse glorificar Seu nome não desperdiçaria tempo a nos refinar. Não lança pedras sem valor na Sua fornalha. É o minério precioso que Ele depura. O ferreiro põe o ferro e o aço no fogo, a fim de provar que qualidade de metais são. O Senhor permite que Seus eleitos sejam postos na fornalha da aflição para lhes provar a têmpera e ver se podem ser moldados para Sua obra.

O oleiro toma o barro e molda-o segundo lhe apraz. Amassa-o e trabalha-o. Divide-o e volta a juntá-lo. Umedece-o e depois seca-o. Deixa-o em seguida durante algum tempo sem tocá-lo. Quando está perfeitamente maleável, prossegue na tarefa de fazer dele um vaso. Molda-o numa forma, alisa-o e pule-o em volta. Seca-o ao sol e coze-o no forno. Torna-se então um vaso apto para servir. Da mesma maneira, o supremo Artista deseja nos moldar e nos formar. E como o barro está nas mãos do oleiro, assim estamos nós em Suas mãos. Não procuremos fazer a obra do oleiro. Compete-nos simplesmente deixar-nos moldar pelo Supremo Artífice (A Ciência do Bom Viver, p. 471, 472).

PARA REFLETIR: De que maneira você já adiou a finalização do seu vaso ao se esquivar das mãos do supremo Artista?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de maio

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-supremo-artista/

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Eliminando Impurezas

 Meditação Diária

Quinta-feira, 02 de setembro

ELIMINANDO IMPUREZAS

Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve. Salmo 51:7

Era a inauguração de uma cerâmica no Instituto Adventista São Paulo. Eu tinha sido escalado pelo editor-chefe da Redação da CPB na época, pastor Arnaldo B. Christianini, para fazer a reportagem. Discursos, corte da fita, música especial, etc. O que, porém, me fascinou foi a explicação de como o barro era purificado, antes de se tornar tijolo ou telha. Todas as impurezas eram eliminadas por uma máquina projetada para esse fim.

O rei Davi estava numa fase desesperadora. Seu caráter tinha um conteúdo heterogêneo. Mas tão logo o painel da consciência exibiu a realidade de sua vida espiritual, ele caiu em si e exclamou: “Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim” (Sl 51:3). Convicto de que seu caráter maculado o alienava de Deus, rogou ansiosamente: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Sl 51:10). Davi queria ser um vaso perfeito.

A perfeição do vaso espiritual não consiste apenas na aparência exterior. Há vasos que enganam, pois escondem o barro ruim de que são feitos. Alguns têm rachaduras que, por algum tempo, não se percebem. Assim é nosso caráter, sem o toque do Oleiro. Ellen White descreve, de maneira magistral, o trabalho do oleiro:

“O oleiro toma o barro e molda-o segundo lhe apraz. Amassa-o e trabalha-o. Divide-o e volta a juntá-lo. Umedece-o e depois seca-o. Deixa-o em seguida durante algum tempo sem lhe tocar. Quando está perfeitamente maleável, prossegue na tarefa de fazer dele um vaso. Molda-o numa forma, e alisa-o e pule-o em volta. Seca-o ao sol e coze-o no forno. Torna-se então um vaso apto para servir. Do mesmo modo, o Supremo Artista deseja moldar-nos e formarnos” (A Ciência do Bom Viver, p. 471, 472).

A primeira estrofe do hino 502 do Hinário Adventista diz: “Eu quero ser, Senhor amado, como um vaso nas mãos do oleiro. Quebra minha vida e faze-a de novo; eu quero ser, eu quero ser um vaso novo.” O orgulhoso repele todo e qualquer auxílio; já o humilde aceita o toque do Supremo Artista.

Rubens S. Lessa, 11/2/2000

sábado, 16 de janeiro de 2021

Tesouros em vasos de barro

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sábado, 16 de janeiro

Tesouros em vasos de barro

Se olharem apenas para nós, vocês podem perder o brilho. Levamos a mensagem preciosa em vasos de barro sem adornos, ou seja, em nossa vida. Isso é para impedir que alguém pense que o incomparável poder de Deus nos pertence. 2 Coríntios 4:7, A Mensagem

Cristãos são pessoas comuns que fazem coisas extraordinárias. Eles aparentam ser tão humanos – e são –, mas Deus opera por meio deles para Sua glória. Sua graça toma posse de simples vasos de barro e os torna depositários do poder divino.

É possível que você já tenha ouvido falar em Desmond Doss, personagem do filme Até o Último Homem e do livro Soldado Desarmado. Esse militar não combatente adventista do sétimo dia recebeu a Medalha de Honra do Congresso dos Estados Unidos pela coragem extraordinária durante a Batalha de Okinawa, na Segunda Guerra Mundial. Doss foi um herói, mas, do ponto de vista do mundo, a princípio, ele não parecia nem agia como um. Ele foi um indivíduo comum, e muito humilde, que rendia glória a Deus por tudo o que fazia.

A mesma coisa acontece com a igreja. Do ponto de vista humano, a igreja é totalmente humana, sujeita às mesmas forças e fraquezas, falhas e intrigas de qualquer outro agrupamento humano. Realmente, a igreja é humana, mas não totalmente. Ela é tão divina quanto humana, e Deus está realizando Seus propósitos divinos por meio de simples vasos de barro.

“Desde o princípio, Deus planejou que Sua igreja refletisse às pessoas Sua plenitude e suficiência. Os membros da igreja, que Ele chamou das trevas para Sua maravilhosa luz, devem manifestar Sua glória. A igreja é a depositária das riquezas da graça de Cristo; por meio dela, a demonstração final e plena do amor de Deus será manifesta no devido tempo, até mesmo aos ‘principados e potestades nos lugares celestiais’” (Ef 3:10) (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 7).

Assim, todo aquele que professa o nome de Jesus recebe um desafio: “Cristo confiou à igreja uma sagrada responsabilidade. Cada membro deve ser um conduto através do qual Deus possa comunicar ao mundo os tesouros de Sua graça, as insondáveis riquezas de Cristo” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 381).

Hoje Deus quer tomar minha vida comum e fazer algo extraordinário com ela. Para o mundo expectante pode parecer algo totalmente enfadonho, mas aos olhos do Céu será belo. Senhor, toma este vaso de barro que sou eu e usa-o hoje para a Tua glória!

William G. Johnsson, 20/12/2012

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Nas mãos do Oleiro - Jeremia 18

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Jeremia 18

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Deus é misericordioso e paciente, porém, não ignorante nem negligente. Ele demonstra paciência com Israel e Jeremias. Antes de aprofundar-se no capítulo, amplie tua visão nesta citação de John MacArthur:

“Há uma estreita ligação entre o cap. 17 e os caps. 18-20. A destruição está em pauta (cap. 17), mas o arrependimento pode impedir que ele venha (18.7-8). Contudo, o arrependimento não acontecia (18.12), de maneira que a imagem da botija despedaçada de Jeremias ilustra Deus despedaçando Israel como castigo (cap. 19). Então, o espírito da rejeição (cf. 19.15) levaria à perseguição do porta-voz de Deus (cap. 20)”.

Jeremias 18 oferece-nos estes excelentes pontos para reflexão:

• Feito do barro pelo próprio Deus, pessoas são como jarros moldados pelas mãos do oleiro Criador, nisso reside seu valor.

• O jarro deve ser usado para o propósito para o qual foi feito; mas, diferentemente do jarro de barro, o povo de Deus “declara que andará consoante os seus próprios projetos”, observa William MacDonald.

• Contrastando com o jarro, o povo possui comportamento antinatural: insubordinação e rebelião. A criação irracional obedece, a criação racional desobedece. “A neve não abandona o Líbano, mas Israel se esqueceu da fonte de água viva da qual a água da vida flui para a terra” (C. F. Keil).

• Desprezo pelo Criador faz o pecador submeter-se a conceitos e líderes falsos. Perde-se a percepção. Interpreta-se às avessas a vontade de Deus. Ignora-se que suas escolhas resultarão em autodestruição.

• Deus observa e faz tudo para salvar, mas quem O despreza terá de enfrentar Seu juízo. Deus não é ignorante, nem negligente!

• O pior ódio é o religioso; por não conseguir atacar Deus o alvo torna-se Seus mensageiros. “O povo de Jerusalém forja projetos contra Jeremias, afirma que continuará a confiar em seus próprios sacerdotes e profetas e tramam atacá-lo por meio da difamação” (MacDonald).

• Ao amadurecer, o mensageiro de Deus começa a entender melhor as coisas. Assim se deu com Jeremias, e o mesmo pode dar-se conosco.

A ignorância é um problema que nem Deus resolve se não houver humildade. Então, ore: “Eu quero ser, Senhor amado, como vaso nas mãos do oleiro. Quebra minha vida e faze-a de novo. Eu quero ser… um vaso novo”. “Renova-me, Senhor Jesus. Já não quero ser igual…” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

Salmos 47 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 47 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 47 – Todas as nações devem aplaud...