Mostrando postagens com marcador justiça de Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador justiça de Cristo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de abril de 2019

A Suficiente Justiça de Cristo

A Fé Pela Qual Eu Vivo

15 de abril 
A Suficiente Justiça de Cristo

Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas, isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Rom. 3:21 e 22.

Que é justificação pela fé? É a atuação de Deus abatendo até ao pó a glória do homem, e fazendo por ele aquilo que não está em sua capacidade fazer por si mesmo. Quando o homem percebe sua completa desvalia, então está preparado para ser vestido com a justiça de Cristo. Special Testimonies, Série A, nº 9; pág. 62.

Aqueles a quem o Céu considera santos, são os últimos a alardear sua própria bondade. O apóstolo Pedro tornou-se um fiel servo de Cristo e foi grandemente honrado com luz e poder divinos; e tomou parte ativa na edificação da igreja de Cristo; entretanto, Pedro jamais se esqueceu da tremenda experiência de sua humilhação; seu pecado foi perdoado; contudo bem sabia que unicamente a graça de Cristo lhe podia valer naquela fraqueza de caráter que lhe ocasionou a queda. Em si mesmo nada achava de que se gloriar.

Nenhum dos apóstolos e profetas jamais pretendeu estar isento de pecado. Homens que viveram mais achegados a Deus, homens que sacrificariam antes a vida a cometer conscientemente uma ação injusta, homens que Deus honrou com luz e poder divinos, confessaram a pecaminosidade de sua natureza. Nunca confiaram na carne, nunca pretenderam ser justos em si mesmos, mas confiaram inteiramente na justiça de Cristo. O mesmo se dará com todos os que contemplam a Cristo. Parábolas de Jesus, pág. 160.

A justiça de Cristo – tão pura como a pérola branca – não possui defeito algum, mancha alguma, culpa alguma. Esta justiça pode ser nossa. Review and Herald, 8 de agosto de 1899.

O pensamento de que a justiça de Cristo nos é imputada, não por algum mérito de nossa parte, mas como um dom gratuito de Deus, é um precioso pensamento. O inimigo de Deus e do homem não quer que esta verdade seja claramente apresentada; pois sabe que, se o povo a aceitar plenamente, está despedaçado o seu poder. Obreiros Evangélicos, pág. 161.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 111

sábado, 13 de abril de 2019

Cheios da Justiça DEle

A Fé Pela Qual Eu Vivo
13 de abril
Cheios da Justiça DEle


Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos. Mat. 5:6.

Justiça é santidade, semelhança com Deus; e “Deus é amor”. I João 4:16. É conformidade com a lei de Deus, pois “todos os Teus mandamentos são justiça” (Sal. 119:172); e o “cumprimento da lei é o amor”. Rom. 13:10. Justiça é amor, e o amor é a luz e a vida de Deus. A justiça de Deus acha-se concretizada em Cristo. Recebemos a justiça recebendo-O a Ele.

Não é por meio de penosas lutas ou fatigante lida, nem de dádivas ou sacrifícios, que alcançamos a justiça; ela é, porém, gratuitamente dada a toda pessoa que dela tem fome e sede. “Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; … sem dinheiro e sem preço.” Isa. 55:1. “Sua justiça que vem de Mim, diz o Senhor” (Isa. 54:17), “e este será o nome com que O nomearão: O SENHOR, JUSTIÇA NOSSA.” Jer. 23:6.

Nenhum agente humano pode suprir aquilo que satisfará a fome e a sede da alma. Mas Jesus diz: … “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a Mim não terá fome; e quem crê em Mim nunca terá sede.” João 6:35. …

Quanto mais conhecermos a Deus, tanto mais elevado será nosso ideal de caráter, e mais veemente o nosso anseio de Lhe refletir a imagem. Um elemento divino combina-se com o humano, quando a alma se dilata, em busca de Deus, e o ansioso coração pode exclamar: “Ó minha alma, espera somente em Deus, porque dEle vem a minha esperança.” Sal. 62:5. …

O contínuo brado do coração é: “Mais de Ti”, e sempre a resposta do Espírito é: “Muito mais.” Rom. 5:9 e 10. … Foi do agrado do Pai que “toda a plenitude nEle habitasse” (Col. 1:19), em Cristo; “e estais perfeitos nEle”. Col. 2:10. O Maior Discurso de Cristo, págs. 18-21.

Cristo é o grande depositário da justificadora justiça e da graça santificante.

Todos a Ele podem ir e receber Sua plenitude. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 398.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 109

domingo, 21 de abril de 2013

Mateus e Paulo MD-Romanos 4:2 e 3

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo

Não Confunda Mateus com Paulo
George R.Knight

Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Romanos 4:2 e 3

Muitas pessoas se inquietam com relação aos ensinos de Mateus acerca da justiça. Como resultado, a fim de escapar da “justiça pelas obras” de Mateus, eles sugerem que aqui Jesus não está falando acerca da “nossa” justiça, mas da justiça de Jesus que nos é imputada.

Muito cuidado aí. Permita que o Jesus de Mateus fale por Si mes­mo. Ele não está falando da justiça de Cristo. Está enfatizando a “vossa justiça”. F. D. Bruner está correto quando diz que, conquanto seja louvável a intenção dos que querem ver a justiça de Cristo em vez da nossa sendo abordada em Mateus 5:20, sua posição está em falta com a exegese. Ela não se enquadra no contexto.

Deixe Mateus falar por si mesmo, adverte Bruner. Não tenha pressa de considerá-lo como se fosse Paulo.

Como pode ver, Mateus tem sua própria maneira de ensinar o evangelho. E muito diferente da maneira de Paulo, mas não menos bí­blica.

A opinião de Mateus a respeito da justiça, conforme é expressa nos versos 17 a 48 do capítulo 5 e nas Bem-aventuranças, oportunamente nos levará ao Pai em busca de perdão (ver Mat. 6:12) e graça (ver Mat.6 a 20:16). Mateus não está em falta no Evangelho da graça espontânea, mas em Mateus 5:20 ele apresenta a necessidade da “nossa” justiça. Ele está falando do nosso relacionamento para com a lei de Deus, nossa observância da mesma em espírito e verdade.

Mateus e Paulo têm um só evangelho, não dois. Mas como Bruner menciona: “Paulo, de maneira mais abrangente do que Mateus, nos mostra a fonte da justiça divina. Por outro lado, Mateus, de maneira mais clara do que Paulo, nos mostra o alvo da justiça cristã.”

(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

O Senhor Jesus é maravilhoso! Ele nos promete que estará conosco em nossa caminhada, em nossa jornada aqui nessa terra. E por mais que nós passemos por caminhos tortuosos e até pelo vale da sombra da morte não tememos porque ELE, o nosso Deus está sempre presente para nos livrar e nos guiar!

O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....