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quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Brasas Vivas

 Devocional Diário - Descobertas da fé

21 de agosto

BRASAS VIVAS

Se o seu inimigo tiver fome; dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber; porque, fazendo isto, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele. Romanos 12:20


Como devemos tratar nossos inimigos? Onde está o limite entre a tolerância e a conveniência; entre a paciência e a covardia? No versículo de hoje, Paulo cita o livro de Provérbios, que traz muitos princípios de sabedoria que só funcionarão no momento certo. Não são conselhos universais para qualquer hora.

Provérbios 26:4 e 5 ilustra bem isso, pois, a princípio, diz para não responder ao insensato e, em seguida, diz que, para responder-lhe, é preciso colocá-lo em seu devido lugar. Não se trata de contradição, mas de prudência. É como dizer no inverno: “Vista um agasalho”, e no verão: “Use apenas roupas leves.” Um conselho bom em um ambiente impróprio é como um remédio eficaz para a doença errada.

A ilustração das brasas vem da cultura do Antigo Oriente. Naquele tempo, brasas acesas ou brasas vivas eram uma grande necessidade. Afinal, imagine a dificuldade de acender um fogo! Portanto, uma brasa incandescente ajudava muito, pois era só alimentá-la com gravetos, e logo a chama aparecia.

O fogo obtido seria usado para iluminar, cozinhar e aquecer. Por isso, as brasas eram mantidas acesas em um braseiro e até sua fumaça era útil, pois misturada com incenso produzia um odor agradável, espantando moscas e outros insetos.

Se o dono da casa mantivesse as brasas acesas, ele poderia reavivar o fogo com novas brasas e, se acabassem, poderia ir à casa ao lado e pedir um pouco de brasas acesas. Um vizinho generoso encheria a panela do outro com brasas vivas, e ele voltaria para casa feliz, equilibrando a panela de brasas sobre a cabeça.

É sobre esse ato de generosidade que Paulo está falando. Fazer esse favor a um inimigo seria algo que todos veriam. O que aprendemos disso?

A lição me parece clara. Jamais retribua o mal com o mal. Deus lhe dará sabedoria para agir em situações complicadas, porém nunca tome o caminho do ódio ou da vingança, caso contrário, você será o maior prejudicado. Siga o exemplo de Jesus: ame e perdoe as pessoas.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/brasas-vivas/

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Purificado do Pecado

A Fé Pela Qual Eu Vivo

3 de julho
Purificado do Pecado


Então, disse eu: ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Isaías 6:5.

Quando o profeta Isaías contemplou a glória do Senhor, ficou assombrado, e, esmagado pelo senso da própria fraqueza e desvalia, clamou: “Ai de mim! …”

Isaías denunciara pecados de outros; agora, porém, vê-se a si mesmo exposto à mesma condenação que pronunciara sobre eles. Satisfizera-se com cerimônias frias e sem vida em seu culto a Deus. Não soubera disto até que o Senhor lhe dera a visão. Quão pequenos lhe parecem agora sua sabedoria e talentos à medida que considera a santidade e majestade do santuário. Sua visão de si mesmo pode ser expressa na linguagem do apóstolo Paulo: “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” (Romanos 7:24).

“Mas um dos serafins voou para mim trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz. E com ela tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniquidade foi tirada, e purificado o teu pecado” (Isaías 6:6 e 7).

A visão dada a Isaías representa a condição do povo de Deus nos últimos dias. Têm o privilégio de ver pela fé a obra que está sendo levada no santuário celestial. … À medida que olham pela fé no interior do lugar santíssimo, e vêem a obra de Cristo no santuário celestial, percebem que são um povo de impuros lábios – um povo cujos lábios muitas vezes falaram vaidades, e cujos talentos não foram santificados e empregados para a glória de Deus. Bem podem desesperar ao contrastarem sua fraqueza e indignidade com a pureza e encanto do glorioso caráter de Cristo. Se, porém, como Isaías, receberem a viva impressão que Deus deseja produzir no coração, se se humilharem diante de Deus, há esperança para eles. O arco da promessa está acima do trono, e a obra dada a Isaías será executada neles. Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, pág. 1253.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 190

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Brasa viva,


Brasa viva, 16 de Agosto


Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. Isaías 6:6, 7.

Isaías denunciara o pecado de outros; mas agora ele se vê exposto à mesma condenação que pronunciara sobre eles. Estivera satisfeito com um cerimonial frio e destituído de vida, em seu culto a Deus. Não o percebera, até que lhe foi dada a visão do Senhor. Quão pequenos agora se lhe parecem sua sabedoria e talentos, ao contemplar a santidade e majestade do santuário! Quão indigno era ele! quão inapto para o serviço sagrado! ...

A visão dada a Isaías representa a condição do povo de Deus nos últimos dias. Têm eles o privilégio de, pela fé, ver a obra que se processa no santuário celestial. “Abriu-se... o santuário de Deus, que se acha no Céu, e foi vista a arca da aliança no Seu santuário.” Ao olharem pela fé, ao santo dos santos, e verem a obra de Cristo no santuário celestial, percebem que são um povo de lábios impuros — povo cujos lábios muitas vezes proferiram vaidade, e cujos talentos não foram santificados e empregados para a glória de Deus. Bem podem cair em desespero ao contrastarem sua fraqueza e indignidade com a pureza e formosura do glorioso caráter de Cristo. Mas se eles, como Isaías, receberem a impressão que o Senhor deseja fazer em seu coração, se humilharem a alma perante Deus, existe ainda esperança para eles. O arco da promessa está por sobre o trono, e neles será processada a mesma obra feita em favor de Isaías. Deus atenderá às petições provindas de um coração contrito. ...

Temos necessidade de que a brasa viva do altar nos seja colocada nos lábios. Devemos ouvir pronunciadas as palavras: “A tua iniqüidade foi tirada, e perdoado o teu pecado.” Isaías 6:7. ...

A brasa viva é símbolo da purificação. Se ela toca os lábios, nenhuma palavra impura deles partirá. — The S.D.A. Bible Commentary 4:1139, 1141.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

O DECRETO DA VITÓRIA

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