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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Boa vontade

 Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade

21 de novembro

Boa vontade

Pastoreiem o rebanho de Deus que há entre vocês, não por obrigação, mas espontaneamente, como Deus quer; não por ganância, mas de boa vontade. 1 Pedro 5:2


Conta-se que, em certa ocasião, o barão Simon Nathaniel Rothschild caminhava por uma rua quando um mendigo se aproximou. O pobre homem se ajoelhou e contou ao barão suas inúmeras necessidades, a fome que sua família passava e as péssimas condições em que viviam. O barão se comoveu com aquela descrição e decidiu ajudar o mendigo. Mas, ao pegar sua carteira, percebeu que não trazia nenhum dinheiro consigo. A única coisa de valor que possuía era a corrente de ouro de seu relógio. Sem pensar duas vezes, ele retirou a correia do bolso e a entregou ao pedinte. O mendigo ficou um tanto perturbado e disse ao barão que não fizesse isso, que ele poderia ir até sua casa outro dia para receber alguma ajuda, mas que aquilo não era necessário, até porque não era tão urgente. Mas Rothschild insistiu e disse: “Sim, é urgente, pois, neste momento, estou cheio de misericórdia e não quero desperdiçar este sentimento. Pode ser que, mais tarde, ele se enfraqueça.”

É dever de todos ajudar o próximo, mas nossa natureza humana é inconstante; precisamos da ajuda de Deus para ser misericordiosos. Muitas vezes cedemos à tentação de fazer a coisa certa, mas pela motivação errada. Servir a Deus ou ajudar nosso semelhante por interesse ou obrigação só serve para enganar a nós mesmos. Por isso, precisamos ser autênticos e pedir que o Senhor coloque em nós as motivações corretas.

Quando somos movidos pela motivação adequada, até os pequenos gestos de bondade reverberarão com uma amplitude incrível. Lembro-me, por exemplo, de um momento triste em minha vida, quando um simples e-mail de amigos que expressavam o amor e a saudade que sentiam por nós foi capaz de mudar tudo. Aquele pequeno gesto de carinho me serviu de lição para ter sempre boa vontade para com os outros. A todo tempo, é preciso sermos gentis e amorosos, refletindo o caráter de Jesus.

Como você tem demonstrado boa vontade às pessoas? Tem feito as coisas certas pela motivação certa ou tem cedido à tentação de deixar motivos escusos impulsionarem suas ações? Deus é Aquele que pode tudo mudar. Clame a Ele, pois Seu coração é repleto de boa vontade.

domingo, 16 de abril de 2023

CONTRIBUINDO DE BOA VONTADE

 CONTRIBUINDO DE BOA VONTADE

Se há boa vontade, a oferta será aceita conforme o que a pessoa tem e não segundo o que ela não tem. 2 Coríntios 8:12

Cerca de um ano antes de Paulo escrever sua segunda carta aos coríntios, eles haviam garantido ao jovem pastor Tito que participariam da coleta especial para socorrer os pobres de Jerusalém (v. 6), mas não haviam cumprido a promessa. Precisavam ser lembrados de seu compromisso. Foi isso que Paulo fez. Contribuir pela graça é um gesto que deve brotar de um coração voluntário. Não é resultado de alguma pressão ou constrangimento. Mark Twain, famoso escritor secular, conta que, certa vez, ao participar do culto em uma igreja cristã, ficou tão aborrecido com o modo pelo qual foi feito um apelo para as ofertas que, além de não contribuir conforme planejara, ainda tirou uma nota de dentro da salva.

Ao comentar esse texto bíblico, Warren W. Wiersbe afirma que “Deus vê a oferta que vem do coração, não apenas das mãos. Se o coração desejava dar com mais generosidade, mas não teve meios, Deus vê esse desejo e providencia para que seja devidamente registrado. […] Deus não vê a porção, mas sim a proporção. Se podíamos dar mais e não o fizemos, Deus sabe. Se desejávamos dar mais e não tínhamos como, Deus também sabe” (Comentário Bíblico Expositivo [Santo André, SP: Geográfica, 2006], v. 5, p. 859, 860).

Continuando em seu argumento, Paulo declara que a medida de dar é segundo o que alguém tem. Não se espera que alguém dê o que não tem (v. 12). Isso é ilustrado pelo recolhimento do maná durante a peregrinação de Israel no deserto (Êx 16:18). Pela manhã, cada israelita saía para recolher o precioso alimento, mas apenas o suficiente. Cerca de 2 litros por pessoa. Quem recolhia mais acabava partilhando o excesso com quem tinha recolhido menos. Ou seja, “quem recolheu muito não teve demais; e o que recolheu pouco não teve falta” (v. 15). A lição é clara: devemos guardar o que precisamos, compartilhar o que podemos e não acumular as bênçãos de Deus. Assim, ofertar evidencia nossa fé: obedecemos a Deus ajudando a suprir as necessidades de outros enquanto cremos que Ele suprirá tudo o que nos for necessário.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/contribuindo-de-boa-vontade/
https://youtu.be/pPRzNurq1BE

Salmos 56 Comentário

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