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domingo, 22 de novembro de 2020

Advertências -Jeremias 27

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Jeremias 27

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Leia o capítulo, depois medite:

“Esta visão começa com a afirmação da soberania universal de Jeová (v. 5). Visto ser o Criador da terra, Ele a dava a quem Lhe parecesse bem. Na conjuntura de então, Ele entregava todas as nações a Nabucodonosor, aqui chamado Seu ‘servo’ (v. 6). Era o propósito divino que estas nações servissem a Nabucodonosor e a seus descendentes até a terceira geração. A nação que recusasse submeter-se ao jugo do reino de Babilônia, o Senhor mesmo a puniria (vv. 7 e 8)” (Sigfried Júlio Schwantes).

Existem obstáculos como hipocrisia, formalidades religiosas, vaidades espirituais, egoísmo e orgulho que impedem verdadeiros reavivamentos espirituais. Pior é quando elementos pagãos e demoníacos penetram na vida do povo de Deus.

“Dez anos antes da queda de Jerusalém, o profeta [Jeremias] adverte as nações (27.1-11), Zedequias (27.12-15) e o povo (27.16-22) a servir ao instrumento escolhido por Yahweh, a Babilônia. No entanto, como obstáculo à fé, há profetas, adivinhos, prognosticadores e feiticeiros que anunciam a derrota de Babilônia (27.9,10,14-16)”, sintetiza Paul R. House.

Entregar-se ao inimigo era a mensagem divina. Nossa lógica imperfeita não aceita tal mensagem. Contudo, “conselhos ao contrário oferecidos por adivinhos, sonhadores, agoureiros e encantadores, eram conselhos mentirosos e só podiam redundar em pura perda (vv. 9 e 10)… Os profetas que emitiam opiniões contrárias [à de Jeremias], o faziam sob pretensões falsas. Ouvir suas mentiras seria acarretar a morte sobre uns e outros” (Schwantes).

Aplicações relevantes:

1. É mais sábio acatar as recomendações de Deus do que atacá-las; o resultado de aceitá-las contrasta com o resultado de rejeitá-las.

2. Ainda que seguir orientações de Deus não façam sentido, no final demonstrará mais sentido que nossa lógica.

3. É melhor aceitar nossa ignorância do que questionar a sabedoria divina.

4. Nem toda mensagem de esperança procede de Deus; às vezes, Deus orienta-nos, então ficamos desesperados.

5. Pregadores reivindicando pertencer a Deus podem estar usando o nome dEle para transmitir mensagens diabólicas.

6. A interpretação da situação pelas pessoas não é a mesma interpretação dada por Deus, a visão divina é mais abrangente que a visão humana.

7. Submeter-se a Deus e a Sua Palavra é a decisão mais sábia e importante que alguém pode tomar.

“Senhor, não permita que sejamos teimosos. Reaviva-nos” – Heber Toth Armí

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Advertências divinas- Levítico 20

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Levítico 20
Comentários:
 Pr.  Heber Toth Armí

Advertências divinas

Práticas religiosas pagãs, por mais comoventes que sejam a ponto de entregar um filho para ser queimado em sacrifício, não gera um mínimo de santidade.

Moloque era um deus pagão representando qualquer idolatria – fazia parte da cultura religiosa que causava repulsa em Deus (vs. 1-5).

Nem todo caminho leva a Deus, nem toda forma de religião é aprovada por Ele. Pelo contrário, por mais sincero que alguém seja no erro, o erro nunca deixará de ser opção errada. Deus não apenas condena o espiritualismo/ espiritismo/ ocultismo, mas Ele abomina quem envereda-se para estas práticas. Tudo isso não passa de corrupção da verdadeira religião (v. 6).

Deus tem um alvo muito elevado, pois nos quer distantes do pecado! O pecado mata. Quem peca assina sua sentença de morte!

1. Pecar contra os primeiros mandamentos resulta em pena de morte (vs. 1-6);

2. Deus apela ao Seu povo a viver em santidade: Não amaldiçoar pais, não adulterar nem perverter/deturpar/corromper o sexo para não assinar a sentença de morte (vs. 7-21);

3. Deus quer pureza de Seu povo liberto por Ele, Sua graça opera para transformar o que o pecado deformou. Deus relembra que quem é santificado não come porcarias (vs. 22-26);

4. Deus condena o espiritismo novamente ao concluir o capítulo (v. 27).

Parece que este capítulo reitera assuntos do capítulo 18, mas não. Este enfatiza a pena de morte para pecados daquele.

Refletindo sobre pena capital, José Flores Junior diz que o mandamento “Não matarás” proíbe o assassinato, que difere da pena de morte, a qual resulta de crimes hediondos. “Desde o princípio, Deus permitiu que o povo de Israel” diz ele, “aplicasse a pena capital para tipos específicos de transgressão. [ver Gênesis 9:6]. Aqui se encontra a primeira referência bíblica acerca da pena de morte como sentença judicial aplicada pelo ser humano”.

O método para aplicar a pena de morte era o apedrejamento e a fogueira (vs. 2, 14, 27). Deus é radical porque prefere eliminar o pecado antes que o pecado nos elimine radicalmente.

As advertências divinas aqui são preventivas. Deus quer frear a maré da corrupção, barrar a perversão. Deus nos quer distantes do pecado e uma sociedade menos corrompida.

ATENÇÃO! A ênfase divina não é matar, é santificar (vs. 7-8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Advertências divinas

Leitura Bíblica - Levítico 20

Advertências divinas
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Práticas religiosas pagãs, por mais comoventes que sejam a ponto de entregar um filho para ser queimado em sacrifício, não gera um mínimo de santidade.

Moloque era um deus pagão representando qualquer idolatria – fazia parte da cultura religiosa que causava repulsa em Deus (vs. 1-5).

Nem todo caminho leva a Deus, nem toda forma de religião é aprovada por Ele. Pelo contrário, por mais sincero que alguém seja no erro, o erro nunca deixará de ser opção errada. Deus não apenas condena o espiritualismo/ espiritismo/ ocultismo, mas Ele abomina quem envereda-se para estas práticas. Tudo isso não passa de corrupção da verdadeira religião (v. 6).

Deus tem um alvo muito elevado, pois nos quer distantes do pecado! O pecado mata. Quem peca assina sua sentença de morte!

1. Pecar contra os primeiros mandamentos resulta em pena de morte (vs. 1-6);
2. Deus apela ao Seu povo a viver em santidade: Não amaldiçoar pais, não adulterar nem perverter/deturpar/corromper o sexo para não assinar a sentença de morte (vs. 7-21);
3. Deus quer pureza de Seu povo liberto por Ele, Sua graça opera para transformar o que o pecado deformou. Deus relembra que quem é santificado não come porcarias (vs. 22-26);
4. Deus condena o espiritismo novamente ao concluir o capítulo (v. 27).

Parece que este capítulo reitera assuntos do capítulo 18, mas não. Este enfatiza a pena de morte para pecados daquele.

Refletindo sobre pena capital, José Flores Junior diz que o mandamento “Não matarás” proíbe o assassinato, que difere da pena de morte, a qual resulta de crimes hediondos. “Desde o princípio, Deus permitiu que o povo de Israel” diz ele, “aplicasse a pena capital para tipos específicos de transgressão. [ver Gênesis 9:6]. Aqui se encontra a primeira referência bíblica acerca da pena de morte como sentença judicial aplicada pelo ser humano”.

O método para aplicar a pena de morte era o apedrejamento e a fogueira (vs. 2, 14, 27). Deus é radical porque prefere eliminar o pecado antes que o pecado nos elimine radicalmente.

As advertências divinas aqui são preventivas. Deus quer frear a maré da corrupção, barrar a perversão. Deus nos quer distantes do pecado e uma sociedade menos corrompida.

ATENÇÃO! A ênfase divina não é matar, é santificar (vs. 7-8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



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