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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Romanos 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Romanos 15

Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ROMANOS 15 – Cristãos vivem em prontidão, promovendo a unidade e abraçando a missão global de preparar o mundo para o breve retorno de Jesus.

Em Romanos 13:11-14, Paulo exorta-nos a despertamo-nos espiritualmente, pois “a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos”. Ele usa metáforas “dia” e “noite” para enfatizar o chamado à santidade e vigilância. Ele nos desafia a abandonarmos as obras das trevas e revestirmo-nos da luz – representada por Jesus.

Desta forma, Romanos 13:11-14 estabelece o tom de urgência para o restante do livro, incentivando os crentes à prática do amor e serviço. Romanos 15 continua a temática do que significa ser cristão no tempo do fim. “A essência do cristianismo está em abrir mão do egoísmo. Os cristãos vivem para beneficiar outros” (Bíblia Andrews).

Em Romanos 15, Paulo conecta a ética com missão e unidade eclesiástica. Ele argumenta que cristãos fortes devem suportar as fraquezas dos fracos, destacando a necessidade de apoio mútuo dentro da Igreja. Essa prática reflete o caráter de Cristo, e visa a glória de Deus. Essa unidade é essencial para a missão da igreja, pois torna o testemunho cristão mais autêntico e eficaz.

Paulo também aborda a inclusão dos gentios (Romanos 15:9-12), demonstrando que a missão de Deus transcende barreiras culturais e étnicas. O apóstolo faz isso citando diversas passagens do Antigo Testamento, mostrando que a salvação sempre foi planejada para todos os povos.

A unidade na diversidade no corpo de Cristo é uma demonstração prática do amor que deve reger a vida cristã. Viver como “filhos do dia” implica abraçar essa visão global e trabalhar juntos para cumprir a missão de pregar o evangelho eterno “aos que habitam na terra, a toda nação, tribo, língua e povo” (Apocalipse 14:6).

Paulo apresenta seu ministério como uma oferta ao Senhor, reforçando que sua vida é dedicada ao serviço (Romanos 15:13-21). Seu objetivo de levar o evangelho a lugares onde Cristo não era conhecido reflete a urgência referida em Romanos 13:11-14.

A submissão total de Paulo à vontade de Deus (Romanos 15:22-33) é um exemplo de como viver na expectativa do retorno de Cristo. Ele não apenas espera, mas age, buscando realizar o máximo para o reino enquanto o dia final se aproxima!

Hoje, precisamos reavivarmo-nos com urgência! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 7 de setembro de 2021

Essência do cristianismo - Romanos 15

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Romanos 15

Comentário Pr Heber Toth Armí 

O amor é a essência do cristianismo, cerne da vida satisfatória. “O princípio do egoísmo trava uma guerra com o princípio do amor. Busca interesseira, autopromoção e exaltação própria opõem-se aos métodos divinos do amor e da liberdade”, explica Timothy R. Jennings.

Como “Deus criou a humanidade para ser o repositório de Sua lei viva do amor”, quando o poder do evangelho erradicar o egoísmo, o amor regerá a conduta do cristão verdadeiramente convertido. “Os seres humanos não possuem naturalmente o verdadeiro amor, que é bem diferente dos nossos desejos naturais egoístas, de nossa herança genética, do egocentrismo e do id. O amor genuíno é o princípio que diz respeito ao interesse da outra pessoa, o princípio do dar – da benevolência, independente de como a pessoa se sinta de fato… O amor não é um sentimento, mas uma ação, a despeito dos sentimentos” (Jennings).

Paulo revela o princípio que rege o comportamento das pessoas que rendem a Cristo sua vida inteira. No capítulo em pauta, temos os seguintes pontos:

• Mesmo que o cristão seja forte, não deve ser intolerante com fracos e frágeis na fé (vs. 1-3). Nestes versos “Paulo apresenta a chave para deixar o egoísmo” e “dá a razão mais importante que pode existir para um cristão… Cristo levou sobre si o peso do pecado cometido por Seus inimigos. Agradou somente aos outros, a todos. Podemos nós, os cristãos, pensar em seguir conduta diferente? Não, certamente” (Mario Veloso).

• A esperança também faz parte da experiência de vida cristã, assim como o amor. “A pessoa que faz o que agrada aos outros é alguém que olha para o futuro com esperança. Uma esperança que comove e dirige todas as suas emoções”. Nos versos 4-6 encontramos “a fórmula que produz as emoções necessárias para a integração e a reciprocidade cristãs: Paciência, consolação, esperança. Quando brotam do coração, as ações externas serão todas simpáticas e favoráveis ao próximo” diz Veloso.

• A conversão a Cristo faz do cristão um reflexo do amoroso caráter divino, vive motivado pela esperança e planeja sempre com altruísmo (vs. 7-33).

O Espírito Santo ama (v. 30); portanto, todo aquele que estiver cheio desse Espírito terá o espírito do amor regendo todas as suas atitudes sem deixar dos absolutos princípios bíblicos.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Romanos 15 Comentário Pr Heber Toth Armí

 ROMANOS 15 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Amor é essência do cristianismo, cerne da vida satisfatória. “O princípio do egoísmo trava uma guerra com o princípio do amor. Busca interesseira, autopromoção e exaltação própria opõem-se aos métodos divinos do amor e da liberdade”, explica Timothy R. Jennings.

Como “Deus criou a humanidade para ser o repositório de Sua lei viva do amor”, quando o poder do evangelho erradicar o egoísmo, o amor regerá a conduta do cristão verdadeiramente convertido. “Os seres humanos não possuem naturalmente o verdadeiro amor, que é bem diferente dos nossos desejos naturais egoístas, de nossa herança genética, do egocentrismo e do id. O amor genuíno é o princípio que diz respeito ao interesse da outra pessoa, o princípio do dar – da benevolência, independente de como a pessoa se sinta de fato... O amor não é um sentimento, mas uma ação, a despeito dos sentimentos” (Jennings).

Paulo revela o princípio que rege o comportamento das pessoas que rendem a Cristo sua vida inteira. No capítulo em pauta, temos os seguintes pontos:

• Mesmo que o cristão seja forte, não deve ser intolerante com fracos e frágeis na fé (vs. 1-3). Nestes versos “Paulo apresenta a chave para deixar o egoísmo” e “dá a razão mais importante que pode existir para um cristão... Cristo levou sobre si o peso do pecado cometido por Seus inimigos. Agradou somente aos outros, a todos. Podemos nós, os cristãos, pensar em seguir conduta diferente? Não, certamente” (Mario Veloso).
• A esperança também faz parte da experiência de vida cristã, assim como o amor. “A pessoa que faz o que agrada aos outros é alguém que olha para o futuro com esperança. Uma esperança que comove e dirige todas as suas emoções”. Nos versos 4-6 encontramos “a fórmula que produz as emoções necessárias para a integração e a reciprocidade cristãs: Paciência, consolação, esperança. Quando brotam do coração, as ações externas serão todas simpáticas e favoráveis ao próximo” diz Veloso.
• A conversão a Cristo faz do cristão um reflexo do amoroso caráter divino, vive motivado pela esperança e planeja sempre com altruísmo (vs. 7-33).

O Espírito Santo ama (v. 30); portanto, todo aquele que estiver cheio desse Espírito terá o espírito do amor regendo todas as suas atitudes sem deixar dos absolutos princípios bíblicos. 

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 13 de março de 2015

Romanos 15 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida

Leitura Bíblica-Romanos 15
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

A crise teológica atual resultou numa generalizada crise moral. Igrejas cristãs que deveriam influenciar a sociedade estão perdendo forças ao permitir que egoísmo, indiferença e orgulho ditem a conduta dos seus membros.
Necessita-se de reavivamento e reforma!

“Agradar aos outros tem que ser nossa forma espiritual de proceder...”, comenta Mario Veloso, “contribuindo assim para a edificação de toda a igreja”.

• Geralmente em toda igreja tem o fraco que precisa de ajuda, e, o forte, que deve ajudar o fraco. Quem é maduro na fé deve promover desenvolvimento da fé nos imaturos. O fraco precisa deixar-se ajudar; mas o forte precisa oferecer-se para ajudar. Para isso, é necessário aprender abnegação com Cristo (vs. 1-3);
• Geralmente nem todo cristão amadurece; contudo, ainda que não pareça, o cristão indiferente às fraquezas dos débeis na fé é bem mais imaturo – está longe do ideal de Cristo (vs. 4-13).

O cristão maduro não é aquele que pensa viver independente dos demais; mas, aquele que promove, acima de qualquer desavença, a edificação dos crentes em Cristo, revelando, constantemente, abnegação, para que haja crescimento em cada cristão.

Cristão maduro aprende com a vida de Cristo e dos exemplos bíblicos (vs. 3-4).
A obra divina no mundo não deve ser prejudicada por causa de desejos pessoais, direitos pessoais, etc. Todos na igreja precisam ajudar-se mutuamente utilizando-se de dons e talentos para edificar, encorajar, consolar; nunca para desprezar, humilhar ou criticar alguém.

Além do perfeito exemplo de Cristo demonstrando como o cristão deve viver (vs. 1-13) temos o exemplo de Paulo, um cristão que nos motiva a viver corretamente (vs. 14-21). Nada, absolutamente, deve impedir o avanço urgente do evangelho no mundo (vs. 22-33).

1. Em prol da salvação do maior número de pessoas, como Paulo não devemos buscar benefícios próprios – devemos sempre glorificar a Cristo.

2. Em prol do avanço do evangelho, nossa vocação não deve firmar-se nas próprias habilidades, mas depender do poder do Espírito Santo – como demonstrou-nos Paulo.

3. Em prol do crescimento da igreja cristã, aprendamos de Paulo a esforçar-nos para anunciar as boas novas de salvação onde não foram anunciadas ainda.
Como cristãos precisamos lutar juntos em oração e ação, mas nunca um contra o outro (vs. 2, 30). Sejamos cristãos maduros, fortes...
“Ajuda-nos, Senhor. Amém”

Imagens do Google
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“Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:



Romanos 15 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Romanos 15
Comentários  de Norman McNulty

Este capítulo dá continuidade aos pensamentos do capítulo anterior. Aqueles que são fortes devem “suportar as fraquezas dos fracos”, em vez de agradar a si mesmos. Devemos procurar edificar nossos irmãos e irmãs e não fazer nada que possa confundir a sua fé. Cristo não agradou a si mesmo e de bom grado levou sobre si as nossas culpas. 

A seguir, somos lembrados que as Escrituras foram escritas para a nossa paciência e aprendizado para que nos tornemos de um só pensamento para a união do corpo de Cristo, trazendo glória ao Pai e a Jesus Cristo (vs. 3-7).
Em seguida, Paulo passa a mostrar que Jesus Cristo veio para ministrar aos judeus, em confirmação das promessas das Escrituras (v. 8). Ele começa citando o Antigo Testamento para mostrar que os gentios deveriam também fazer parte do plano de salvação. Ele cita 2Sm 22:50, Sl 18:49, Dt 32:43 e Salmos 117:1, mostrando que os gentios são incluídos na expressão “povo”. Isso deixa claro que Deus veio para todos, não apenas para os judeus. Por fim, ele cita Isaías 11:10,11 para mostrar que a raiz de Jessé brotaria para reinar sobre o remanescente, preparando-o para a vinda do Senhor (vs. 9-12). 

Paulo explica que, por serem os gentios tão importantes para o plano de salvação, Deus o chamou para ser o ministro para os gentios a fim de pregar o evangelho a eles. E declara que os sinais e prodígios foram efetuados por intermédio dele para demonstrar que Deus estava por trás de seu trabalho. Ele cita Isaías 52:15 para mostrar que sua pregação do evangelho de Jesus Cristo aos gentios era um cumprimento da profecia. 

Paulo explica também que planeja estar com os crentes em Roma em seu caminho para a Espanha. No entanto, ele deve primeiro ir a Jerusalém para levar aos cristãos judeus o dinheiro arrecadado pelos gentios como uma demonstração do seu amor para com eles (vs. 23-33).

Infelizmente, Paulo seria preso em Jerusalém antes desta viagem planejada, o que acabaria por levá-lo a Roma, porém não como um homem livre, mas como um prisioneiro. No entanto, em meio a tudo isso, Deus fez com que todas as coisas contribuíssem para o bem (Rom. 8:28). A epístola que Paulo escreveu a Roma permanecerá até o fim do tempo preparando os crentes para receber a justiça de Cristo.
Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/15/


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