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terça-feira, 20 de agosto de 2024

Mateus 21 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 21
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 21 – O Rei do Universo veio quebrar paradigmas. O Majestoso Messias entrou na cidade de Jerusalém não com o brilho de um conquistador, mas montado num jumentinho, símbolo de humildade e paz.

• Além de um evento histórico, esta entrada triunfal é uma declaração cósmica de que o Reino de Deus subverte as expectativas humanas.

Jesus escolhe um jumento, não um cavalo de guerra. Aqui, o poder é redefinido – a verdadeira realeza manifesta-se na simplicidade (Mateus 21:1-11). Zacarias 9:9 encontra seu cumprimento aqui, onde o Messias é revelado não como um orgulhoso e prepotente guerreiro, mas como o Príncipe da Paz (Isaías 9:6). O silêncio é rompido pelos sons das palmas e gritos de “Hosana!” – um prelúdio ao conflito que se aproxima!

A cena muda do aplauso à ação profética. Jesus purifica o Templo de seu comércio corrupto. Ele não apenas limpa o edifício físico, mas aponta para a purificação necessária do coração humano das imundícies deste mundo imundo com o pecado e perversões religiosas (Mateus 21:12-17). A reação de Jesus não é uma explosão de raiva; é uma indignação e demonstração de justiça divina – o Templo, destinado a ser casa de oração, tornara-se covil de ladrões.

• A verdadeira adoração é uma questão de coração e integridade, não de formalidades.

Em seguida, Jesus amaldiçoa uma figueira sem frutos, símbolo vivo da esterilidade espiritual de Israel (Mateus 21:18-22). Ao amaldiçoá-la, Jesus emite alerta severo: A aparência de vida sem frutos é inútil.

• O Reino de Deus requer autenticidade e produtividade espiritual.
• O crente é chamado a viver uma vida de fé frutífera, onde as palavras e as ações são coesas.

Os ensinos de Jesus levaram as autoridades eclesiásticas a questioná-lO. Jesus escolhe não respondê-los diretamente. Seu silêncio ecoa como uma pergunta não respondida, que exige reflexão e autocrítica por parte dos ouvintes (Mateus 21:23-27). Que sabedoria!

A parábola dos dois filhos demonstra que, aqueles que inicialmente resistem, mas depois obedecem, são os que realmente pertencem ao Reino. Certamente, a obediência verdadeira não está nas palavras, mas nas ações (Mateus 21:28-32).

Embora os judeus fossem os primeiros a se beneficiarem com a chegada do Reino, a rejeição deles faz com que o Reino fosse transferido aos que produzem frutos (Mateus 21:33-46).

As lições são impactantes, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quarta-feira, 19 de maio de 2021

A entrada triunfal de Jesus - Mateus 21

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Mateus 21

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Quanto mais Jesus fala e faz, pior fica para Ele. Quanto mais bem Ele revela em Seus atos, mais o mal se manifesta contra Ele. Quanto mais amor Cristo demonstra, mais ódio é suscitado no coração de Seus opositores.

A coisa piora cada vez que o Filho de Deus Se aproxima da cidade de Jerusalém, a metrópoles da religião que o próprio Cristo havia instituído. Observe com oração atentamente cada frase dos versículos do capítulo em pauta, depois leia refletindo neste comentário.

Baseando-me em Francis D. Nichol, ofereço este esboço de Mateus 21:

1. Cristo…

a) …entra em Jerusalém montado num jumentinho (vs. 1-11);

b) …expulsa os que vendem e compram no templo (vs. 12-17);

c) …amaldiçoa a figueira (vs. 18-22).

2. Depois, Ele…

a) …silencia os sacerdotes e anciãos (vs. 23-27);

b) …os repreende:

• …pela semelhança com os dois filhos (vs. 28-32);

• …com os lavradores maus que matam os servos enviados pelo dono da casa (vs. 33-45).

Após Jesus entrar num jumentinho de um “modo que lembrava os guerreiros e reis do Antigo Testamento e do período interstestamentário, vitoriosos em batalha” diante da “turba alvoroçada” que “apenas cinco dias depois” estaria gritando, “pedindo que ele fosse crucificado” entrou “no recinto do templo” e “fez coisas totalmente inesperadas. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro para os estrangeiros, expulsou os animais destinados aos sacrifícios e” condenou “os líderes de ter corrompido um lugar de oração, transformando-o em um enorme mercado” (Craig L. Blomberg).

• Precisamos disso hoje?

“A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém prefigura Sua segunda vinda, a purificação da Terra e o juízo final”. Uma aplicação mais pessoal, “espiritualmente, significa a entrada de Cristo no coração humano”, a qual, “traz vitórias espirituais, purificação espiritual e responsabilidade pessoal” (Andy Nash).

Jesus precisa entrar de triunfalmente em nossa vida, expulsar de nosso coração todo tipo de práticas que atrapalham a adoração e a frutificação, para que não sejamos estéreis espiritualmente como os judeus ou como a figueira.

É imprescindível que sejamos ativos e proativos no serviço cristão; se houve negligência, devemos nos arrepender e agir como o filho que trabalhou na vinha; contudo, não devemos ser trabalhadores maus, indiferentes aos enviados de Deus, arrogantes e apáticos ao juízo divino.

“Senhor, purifica minha vida!” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Mateus 21 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 21 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Quanto mais Jesus fala e faz, pior fica para Ele. Quanto mais bem Ele revela em Seus atos, mais o mal se manifesta contra Ele. Quanto mais amor Cristo demonstra, mais ódio é suscitado no coração de Seus opositores. 

A coisa piora cada vez que o Filho de Deus Se aproxima da cidade de Jerusalém, a metrópoles da religião que o próprio Cristo havia instituído. Observe com oração atentamente cada frase dos versículos do capítulo em pauta, depois leia refletindo neste comentário.

Baseando-me em Francis D. Nichol, ofereço este esboço de Mateus 21:

1. Cristo... 
a) ...entra em Jerusalém montado num jumentinho (vs. 1-11);
b) ...expulsa os que vendem e compram no templo (vs. 12-17);
c) ...amaldiçoa a figueira (vs. 18-22).

2. Depois, Ele...
a) ...silencia os sacerdotes e anciãos (vs. 23-27);
b) ...os repreende: 
• ...pela semelhança com os dois filhos (vs. 28-32);
• ...com os lavradores maus que matam os servos enviados pelo dono da casa (vs. 33-45).

Após Jesus entrar num jumentinho de um “modo que lembrava os guerreiros e reis do Antigo Testamento e do período interstestamentário, vitoriosos em batalha” diante da “turba alvoroçada” que “apenas cinco dias depois” estaria gritando, “pedindo que ele fosse crucificado” entrou “no recinto do templo” e “fez coisas totalmente inesperadas. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro para os estrangeiros, expulsou os animais destinados aos sacrifícios e” condenou “os líderes de ter corrompido um lugar de oração, transformando-o em um enorme mercado” (Craig L. Blomberg).

• Precisamos disso hoje?

“A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém prefigura Sua segunda vinda, a purificação da Terra e o juízo final”. Uma aplicação mais pessoal, “espiritualmente, significa a entrada de Cristo no coração humano”, a qual, “traz vitórias espirituais, purificação espiritual e responsabilidade pessoal” (Andy Nash).

Jesus precisa entrar de triunfalmente em nossa vida, expulsar de nosso coração todo tipo de práticas que atrapalham a adoração e a frutificação, para que não sejamos estéreis espiritualmente como os judeus ou como a figueira. 

É imprescindível que sejamos ativos e proativos no serviço cristão; se houve negligência, devemos nos arrepender e agir como o filho que trabalhou na vinha; contudo, não devemos ser trabalhadores maus, indiferentes aos enviados de Deus, arrogantes e apáticos ao juízo divino.

“Senhor, purifica minha vida!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 22 de novembro de 2014

Mateus 21 Comentários-Stephen Bauer, Ph.D.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Mateus  21
Comentários  de  Stephen Bauer, Ph.D.

Este capítulo nos leva aos acontecimentos finais da vida de Jesus, pouco antes de Seu julgamento e crucificação. O capítulo se inicia com a entrada triunfal em Jerusalém e introduz um tema que nos leva a Mateus 22:14: “Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.” (ARA). Na entrada triunfal, Jesus publicamente se identifica como o Rei messiânico de Zacarias 9:9. As pessoas se animam e há uma grande profissão pública de amor e apoio, por parte do público em geral. Em seguida, Jesus entra no templo como Rei messiânico e assume o controle. Ele expulsa os cambistas e se congratula com os cegos e coxos, a quem Ele então cura. Ele permite que as crianças gritem hosanas de louvor.

Tais ações continuariam a exaltá-Lo junto ao povo, mas os sacerdotes e escribas não gostaram do rompimento da “ordem” que tinham estabelecido, bem como se irritaram por Jesus ter expulsado os cambistas que lhes traziam altos lucros.

Em seguida, Jesus deixa o Templo a caminho de Betânia e passa por uma figueira. Suas folhas vistosas proclamam que ela deveria ter frutos, mas a árvore era estéril. Isso equivale a alguém que faz uma profissão vistosa de amor e apoio a Cristo, mas que se revela sem fruto. Exatamente igual aos que receberam triunfalmente a Jesus e, menos de uma semana depois, pediram a Sua crucificação. Deus não está à procura de vistosas demonstrações públicas de apreço, mas busca pelos tranquilos frutos de piedade na vida pessoal.

Jesus ressalta a importância do “fruto verdadeiro” em contraste com o discurso dos líderes religiosos, quando eles desafiavam a Sua autoridade em assumir o controle do Templo. Ele ilustra isso apresentando a parábola de um filho que proclama a sua vontade de realizar um trabalho ordenado por seu pai, mas que não o realiza. Como a figueira vazia, ele produz palavras, mas nenhuma ação significativa. Por contraste, o outro filho deste homem parece inicialmente rebelde, recusando-se a ir, mas depois se arrepende e produz resultados práticos. Ele não faz grandes demonstrações públicas, mas, na verdade, cumpre a vontade do pai.

A esta parábola se seguem mais duas em que palavras e ação são contrastadas. Primeiro, temos a vinha arrendada, aonde os arrendatários inicialmente professam lealdade para com o proprietário, mas depois maltratam os servos do proprietário e matam Seu filho. Este capítulo termina com a parábola do banquete de casamento. Jesus conta uma história em que pessoas comuns são convidadas a uma festa de casamento em lugar dos aristocratas que se recusaram a ir. No entanto, uma das pessoas do povo se recusa a colocar a roupa de casamento que foi concedida de graça.

A lição é clara: o elogio público vistoso a Deus não tem sentido sem uma prática que o acompanhe. Uma árvore que produz mais folhas vistosas que frutos não é uma árvore completa. Se estamos produzindo mais elegantes demonstrações públicas de culto do que frutos piedosos, isto é um sinal que nossa vida espiritual é deficiente. Somente nos ligando a Deus, a Videira verdadeira, pela Sua graça, é que produziremos frutos de justiça que agradam ao nosso Criador e pregam de Sua atuação em nossas vidas. 

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul


http://www.palavraeficaz.com/

Mateus 21 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Mateus 21

Pr. Heber Toth Ar

O que importa para Deus: Não quem bem começa, mas quem bem termina. Todos começam com uma vida miserável de pecado: Egoísmo e interesses próprios (carnais); depois, conscientemente, aceitamos a Jesus e nos batizamos.

No começo, o primeiro amor que, após as novidades perde a empolgação e morre: A fé se torna anêmica. Já não comparecemos à igreja com a mesma frequência e nem oramos ou meditamos na Bíblia com a mesma intensidade. Precisamos de reavivamento. O que aprendemos de Mateus 21?

1. O cristão que não produz fruto parece cristão, tem aparência de piedade, mas não tem Cristo no coração (vs. 18-22); portanto, essa mornidão causa náuseas em Cristo, que revelará indignação em atos de juízo (vs. 12-17).

2. O cristão deve revelar seu cristianismo na missão: testemunhar por palavras e atos (vs. 1-11; 33-45); o verdadeiro cristão produz o fruto do Espírito em todas as estações da vida, seja verão (momentos de alegria) ou inverno (momentos difíceis).

3. O religioso que não é humilde para aprender de Jesus, para entender Suas mensagens, questiona, não para aprender, mas para interromper, atrapalhar e ou incomodar àqueles que fazem bem a obra de Deus neste mundo corrupto (vs. 23-27).

Ao Jesus entrar triunfalmente em Jerusalém mostrou-Se Rei independente dos reinos mundiais; Sua política é humildade e bondade, não autoritarismo e coerção, muito menos opressão. As pessoas embrutecidas com o pecado não preferem um líder como Jesus.

Ao Jesus expulsar os vendedores do Templo revela que a corrupção pode adentrar até o cerne da verdadeira religião, quando não forem as verdadeiras orientações de Deus que estiverem na direção. Isso é religião falsa!
Vamos a uma aplicação forte, poderosa e impactante?

Nosso corpo é templo do Espírito Santo. Ele precisa de uma limpeza, uma reforma total; ingerimos muito açúcar através de refrigerantes e sucos em pó ou de caixas; outros ingerem bebidas alcoólicas, fumam; outros consomem alimentos gordurosos (manteiga, margarina, salgadinhos, bolachas recheadas, bolos); outros enchem a mente com pornografia, etc.

Se Jesus fizer uma limpeza radical em nosso corpo, que é o Templo do Espírito Santo, não ficaríamos irritados tanto quanto os líderes religiosos quando Ele purificou o templo físico?

Certamente uma reforma dessa nos fará verdadeiras testemunhas poderosas em Sua causa. Almejamos? Suplicamos?

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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