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sábado, 9 de agosto de 2025

Levítico 25 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 25
Comentário Pr Heber Toth Armí


LEVÍTICO 25 – A essência da existência não é alimentar a ganância, mas desfrutar daquilo que Deus nos dá em Sua onipotência. Ele não quer que desenvolvamos a cobiça, mas que desfrutemos Suas bênçãos.

No descanso diário (à noite) somos desafiados a confiar que nossas necessidades são supridas por Deus (Salmo 127:1-2). No descanso semanal, reconhecemos Deus como Criador e também Provedor (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; João 5:16-17).

Além do descanso diário e semanal, Deus deu a Seu povo mais dois descansos:

1. O ano sabático: Se dava quando encerrava seis anos de atividades.
2. O ano jubileu: Se dava quando encerrava seis ciclos sabáticos.

Após cada seis anos de atividades, o trabalhador deveria descansar um ano inteiro. Deus preza pelas férias, enquanto algumas pessoas se orgulham de nunca tê-las tirado. Deus valoriza o descanso, quando muitos só querem trabalhar. Interessante, não?

Ainda outros ensinamentos resultam de um estudo atento ao texto em apreço: Os anos sabáticos e Jubileu mostram que, no decorrer da história, é necessário lembrar-se de Deus e Seus atos precisam fazer sentido na vida de Seu povo. Assim, quando lembrasse da libertação da escravidão, Deus orientou Seu povo a conceder liberdade perdoando dívidas, libertando escravos e devolvendo terras. A Terra pertence a Deus, Ele é o verdadeiro dono de tudo. Quando reconhecemos isso, nossa atitude muda!

Enquanto o pecado nos escraviza, Jesus nos liberta (João 8:31-36). Assim como Cristo nos tornou livres, devemos ansiar pela liberdade de outras pessoas. A razão de a terra ficar em repouso são os necessitados, os quais deviam colher na “terra alheia”.

O Jubileu é o ápice dos anos sabáticos; “é um esplêndido plano social – sim, institucional – para colocar freios no desejo e na ambição pessoais... O Jubileu nivela as pirâmides da vida social fazendo da justiça uma nova regra da prática econômica. A visão do Jubileu não esmaga a iniciativa individual. Ela não exige vida comunitária nem prescreve igualdade legalista. Ela coloca as aspirações sociais em seu lugar, mas sabe que tais coisas facilmente saem do controle... O Jubileu integra dimensões espirituais e sociais. Ele tece a religião e a economia em um mesmo tecido. Colocando-as, assim, juntas sob a verdade bíblica, que mantém a vida espiritual e econômica juntas” (Donald Kraybill).

Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 8 de maio de 2022

Levítico 25 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 25

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 25 – A essência da existência não é alimentar a ganância, mas desfrutar daquilo que Deus nos dá em Sua onipotência. Ele não quer que desenvolvamos a cobiça, mas que desfrutemos Suas bênçãos.

No descanso diário (à noite) somos desafiados a confiar que nossas necessidades são supridas por Deus (Salmo 127:1-2). No descanso semanal, reconhecemos Deus como Criador e também Provedor (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; João 5:16-17).

Além do descanso diário e semanal, Deus deu a Seu povo mais dois descansos:

1. O ano sabático: Se dava quando encerrava seis anos de atividades.

2. O ano jubileu: Se dava quando encerrava seis ciclos sabáticos.

Após cada seis anos de atividades, o trabalhador deveria descansar um ano inteiro. Deus preza pelas férias, enquanto algumas pessoas se orgulham de nunca tê-las tirado. Deus valoriza o descanso, quando muitos só querem trabalhar. Interessante, não?

Ainda outros ensinamentos resultam de um estudo atento ao texto em apreço: Os anos sabáticos e Jubileu mostram que, no decorrer da história, é necessário lembrar-se de Deus e Seus atos precisam fazer sentido na vida de Seu povo. Assim, quando lembrasse da libertação da escravidão, Deus orientou Seu povo a conceder liberdade perdoando dívidas, libertando escravos e devolvendo terras. A Terra pertence a Deus, Ele é o verdadeiro dono de tudo. Quando reconhecemos isso, nossa atitude muda!

Enquanto o pecado nos escraviza, Jesus nos liberta (João 8:31-36). Assim como Cristo nos tornou livres, devemos ansiar pela liberdade de outras pessoas. A razão de a terra ficar em repouso são os necessitados, os quais deviam colher na “terra alheia”.

O Jubileu é o ápice dos anos sabáticos; “é um esplêndido plano social – sim, institucional – para colocar freios no desejo e na ambição pessoais... O Jubileu nivela as pirâmides da vida social fazendo da justiça uma nova regra da prática econômica. A visão do Jubileu não esmaga a iniciativa individual. Ela não exige vida comunitária nem prescreve igualdade legalista. Ela coloca as aspirações sociais em seu lugar, mas sabe que tais coisas facilmente saem do controle... O Jubileu integra dimensões espirituais e sociais. Ele tece a religião e a economia em um mesmo tecido. Colocando-as, assim, juntas sob a verdade bíblica, que mantém a vida espiritual e econômica juntas” (Donald Kraybill).

Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Leis de altruísmo- Levítico 25

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Levítico 25
Comentários Heber Toth Armí

Leis de altruísmo


O nosso egoísmo deve ser substituído pelo altruísmo. Nosso amor próprio deve ser alterado para amor ao próximo. Nossa pecaminosidade precisa ser mudada para santidade. Negativismo, egocentrismo, materialismo e individualismo prejudicam a saúde física, mental, e, principalmente, espiritual.

O Ano Sabático e o Ano Jubileu revelam a preocupação de Deus mais pelos seres humanos do que pela terra, embora restaurando a terra auxiliará o pecador em sua restauração do ideal divino.

O capítulo oferece orientações do Criador do Universo quanto ao:

1. Ano Sabático, o qual ocorria a cada sétimo ano (vs. 1-7);

2. Ano Jubileu, o qual ocorria a cada quinquagésimo ano (vs. 8-55);

Sobre o Ano Jubileu Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, postou os seguintes ensinamentos nas páginas das Sagradas Escrituras:

1. Instruções referentes à aplicação do Ano Jubileu (vs. 8-22);

2. Vínculo entre restauração econômica e o Ano Jubileu (vs. 23-38);

3. Vínculo entre a libertação de escravos e o Ano Jubileu (vs. 39-55).

Sete vezes sete anos completa quarenta e nove anos; então, o próximo era o Ano Jubileu. Em vida, uma pessoa normalmente observava uma só vez a lei deste ano instituído por Deus. Na sequência do sétimo ano sabático vinha o quinquagésimo ano; assim, haveria dois anos de inatividade agrícola, descanso prolongado para o solo e para o agricultor. Que férias!

No quinquagésimo ano...

• A terra não deveria ser cultivada para plantio; ela repousaria, teria descanso, que resultaria em bênçãos nos anos futuros, produzindo muitos frutos.

• A terra voltaria a seu antigo proprietário; visava igualar a economia, destruir a ambição/ganância e impedir a propagação do materialismo no povo de Deus.

• Os escravos hebreus seriam colocados em liberdade; a finalidade era impedir que seres humanos tornassem objetos, ou meros instrumentos de trabalho, outros seres humanos.

Deus tem interesse nas pessoas carentes. Deus preocupa-Se com pessoas desprovidas de oportunidades. Deus cria estratégias para beneficiar a todos, especialmente aos mais fracos.

Deus Se interessa pelos pobres, preza por eles e atenta para ajudar-lhes. Mas, também quer salvar os abastados/ricos de egoísmo, materialismo, e todos os outros “ismos” que destroem física, psicológica e espiritualmente à raça humana.

Deus quer que os seres humanos sejam mais humanos aplicando constantemente os princípios divinos. Cada princípio revelado implica na restauração da humanidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Leis de altruísmo Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Leitura Bíblica - Levítico 25

Leis de altruísmo
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

O nosso egoísmo deve ser substituído pelo altruísmo. Nosso amor próprio deve ser alterado para amor ao próximo. Nossa pecaminosidade precisa ser mudada para santidade. Negativismo, egocentrismo, materialismo e individualismo prejudicam a saúde física, mental, e, principalmente, espiritual.

O Ano Sabático e o Ano Jubileu revelam a preocupação de Deus mais pelos seres humanos do que pela terra, embora restaurando a terra auxiliará o pecador em sua restauração do ideal divino.

O capítulo oferece orientações do Criador do Universo quanto ao:
1. Ano Sabático, o qual ocorria a cada sétimo ano (vs. 1-7);
2. Ano Jubileu, o qual ocorria a cada quinquagésimo ano (vs. 8-55);

Sobre o Ano Jubileu Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, postou os seguintes ensinamentos nas páginas das Sagradas Escrituras:

1. Instruções referentes à aplicação do Ano Jubileu (vs. 8-22);
2. Vínculo entre restauração econômica e o Ano Jubileu (vs. 23-38);
3. Vínculo entre a libertação de escravos e o Ano Jubileu (vs. 39-55).

Sete vezes sete anos completa quarenta e nove anos; então, o próximo era o Ano Jubileu. Em vida, uma pessoa normalmente observava uma só vez a lei deste ano instituído por Deus. Na sequência do sétimo ano sabático vinha o quinquagésimo ano; assim, haveria dois anos de inatividade agrícola, descanso prolongado para o solo e para o agricultor. Que férias!
No quinquagésimo ano...

• A terra não deveria ser cultivada para plantio; ela repousaria, teria descanso, que resultaria em bênçãos nos anos futuros, produzindo muitos frutos.

• A terra voltaria a seu antigo proprietário; visava igualar a economia, destruir a ambição/ganância e impedir a propagação do materialismo no povo de Deus.

• Os escravos hebreus seriam colocados em liberdade; a finalidade era impedir que seres humanos tornassem objetos, ou meros instrumentos de trabalho, outros seres humanos.

Deus tem interesse nas pessoas carentes. Deus preocupa-Se com pessoas desprovidas de oportunidades. Deus cria estratégias para beneficiar a todos, especialmente aos mais fracos.

Deus Se interessa pelos pobres, preza por eles e atenta para ajudar-lhes. Mas, também quer salvar os abastados/ricos de egoísmo, materialismo, e todos os outros “ismos” que destroem física, psicológica e espiritualmente à raça humana.

Deus quer que os seres humanos sejam mais humanos aplicando constantemente os princípios divinos. Cada princípio revelado implica na restauração da humanidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

http://moracao.blogspot.com.br/

Levítico 25 Comentários: Dean Davis

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Levítico 25
Comentários: Dean Davis

Deus tinha um plano financeiro para lembrar a Seu povo que Ele era o seu Deus, aquEle que cuidava deles. Um ano sabático foi instituído a cada sete, onde a terra descansava e nada era plantado ou colhido. Tudo o que crescesse sem a intervenção humana poderia ser usado por qualquer um, rico ou pobre, incluindo o estrangeiro.

Se um homem que tinha uma dívida tivesse que se vender a quem ele devia, poderia ser resgatado (mesmo de um proprietário não-israelita) pela família e amigos. Mas o sétimo ano sabático era um ano jubilar e todos os escravos tinham de ser libertados.

Nunca existiu um sistema financeiro igual ao que Deus instituiu para Israel. A economia operava primariamente com base na terra, bens e serviços e não em dinheiro. Deus proibiu expressamente as pessoas de cobrarem juros dos pobres. Os escravos eram tratados como servos contratados, não como escravos.

Por causa da aproximação do ano do Jubileu a cada 50 anos, quando tudo era restituído, o valor da terra dada como pagamento de dívida se desvalorizava em cerca de 2 por cento (1/50) ao ano. Mas mesmo que seu valor caísse, o valor dos bens que ela produzia aumentava. O crescimento da população ajudava a economia e evitava tanto a extrema pobreza, quanto a riqueza em demasia. A terra, as pessoas e até mesmo os animais desfrutavam um descanso sabático. Os planos de Deus são sempre os melhores.

Deus ainda espera que mostremos bondade e compaixão para os pobres e os ajudemos em momentos de necessidade.

Dean Davis
Atlantic Union College



Jó 38 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Jó 38 Comentário: Pr. Heber Toth Armí JÓ 38 – Quando encerram as palavras humanas...