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terça-feira, 5 de agosto de 2025

Levítico 21 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 21
Comentário Pr Heber Toth Armí


LEVÍTICO 21 – O livro de Levítico não é exclusivo aos levitas. Até o capítulo anterior, as orientações são concernentes à nação de Deus na Terra. Deste capítulo em diante, o foco é a liderança espiritual. Contudo, “uma vez que o sacerdócio ilustra os crentes desta era, as várias ordens quanto à pureza cerimonial, casamento, etc. mostram a importância de os cristãos ficarem longe do pecado (2Tm 3:16-17)”, alega Merrill Unger.

A santidade não é obra de mãos pecaminosas. Pecadores não alcançam santidade pelas próprias habilidades. “O sacerdote é santo ao seu Deus”, e deveria ser considerado santo pelo povo; “porque ele oferece o alimento do seu Deus”. O próprio Deus é quem dá a ordem: “Considerem-no santo”; por qual razão? Por suas obras perfeitas? Por seu padrão impecável? Não! De forma alguma. Deus mesmo responde: “Porque eu, o Senhor, que os santifico, sou Santo” (Levítico 21:7-8).

O foco nunca é o pecador, é o Senhor. O devaneio dos perfeccionistas, legalistas e fariseus modernos está em focarem no ego, em lugar da perfeição de Cristo. Deus declara “Eu Sou o Senhor” (Levítico 21:12). Ele reitera: “Eu Sou o Senhor, que o santifico” (Levítico 21:15, 23). Qualquer santidade baseada na humanidade não passa de falsidade espiritual. A religiosidade desfocada é uma aberração teológica; é rígida, baseada na crítica, no julgamento, na condenação, na humilhação objetivando promover o próprio orgulho e vaidade satânica.

A função sacerdotal deveria ser realizada por pessoas sem defeitos físicos, pois apontava para Cristo. Contudo, “os portadores de deficiências, como coxos, cegos e anões, estavam afastados da função sacerdotal, mas não da condição sacerdotal. Isso ilustra que os defeitos na vida do crente não anulam sua posição ‘em Cristo’ nem sua recepção da graça (‘Comerá o pão do seu Deus, tanto do santíssimo como do santo’, 22), mas limitam sua utilidade no ministério” explica Unger.

Servir a Deus é um privilégio, que vem junto com uma exigência essencial de santidade, a santidade do Senhor. Do casamento ao luto a postura do líder religioso deveria ser diferenciada.

Diante disso, “numa geração corrupta e adúltera, a santidade e a pureza da vida podem ser atribuídas somente á obra santificadora do Espírito na vida do crente”, salienta R. K. Harrison. Então, consagremo-nos ao serviço divino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Levítico 21 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 21

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 21 – O livro de Levítico não é exclusivo aos levitas. Até o capítulo anterior, as orientações são concernentes à nação de Deus na Terra. Deste capítulo em diante, o foco é a liderança espiritual. Contudo, “uma vez que o sacerdócio ilustra os crentes desta era, as várias ordens quanto à pureza cerimonial, casamento, etc. mostram a importância de os cristãos ficarem longe do pecado (2Tm 3:16-17)”, alega Merrill Unger.

A santidade não é obra de mãos pecaminosas. Pecadores não alcançam santidade pelas próprias habilidades. “O sacerdote é santo ao seu Deus”, e deveria ser considerado santo pelo povo; “porque ele oferece o alimento do seu Deus”. O próprio Deus é quem dá a ordem: “Considerem-no santo”; por qual razão? Por suas obras perfeitas? Por seu padrão impecável? Não! De forma alguma. Deus mesmo responde: “Porque eu, o Senhor, que os santifico, sou Santo” (Levítico 21:7-8).

O foco nunca é o pecador, é o Senhor. O devaneio dos perfeccionistas, legalistas e fariseus modernos está em focarem no ego, em lugar da perfeição de Cristo. Deus declara “Eu Sou o Senhor” (Levítico 21:12). Ele reitera: “Eu Sou o Senhor, que o santifico” (Levítico 21:15, 23). Qualquer santidade baseada na humanidade não passa de falsidade espiritual. A religiosidade desfocada é uma aberração teológica; é rígida, baseada na crítica, no julgamento, na condenação, na humilhação objetivando promover o próprio orgulho e vaidade satânica.

A função sacerdotal deveria ser realizada por pessoas sem defeitos físicos, pois apontava para Cristo. Contudo, “os portadores de deficiências, como coxos, cegos e anões, estavam afastados da função sacerdotal, mas não da condição sacerdotal. Isso ilustra que os defeitos na vida do crente não anulam sua posição ‘em Cristo’ nem sua recepção da graça (‘Comerá o pão do seu Deus, tanto do santíssimo como do santo’, 22), mas limitam sua utilidade no ministério” explica Unger.

Servir a Deus é um privilégio, que vem junto com uma exigência essencial de santidade, a santidade do Senhor. Do casamento ao luto a postura do líder religioso deveria ser diferenciada. 

Diante disso, “numa geração corrupta e adúltera, a santidade e a pureza da vida podem ser atribuídas somente á obra santificadora do Espírito na vida do crente”, salienta R. K. Harrison. Então, consagremo-nos ao serviço divino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

É Deus Quem santifica- Levítico 21

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Levítico 21
Comentários:
 Pr.  Heber Toth Armí

É Deus Quem santifica.

Quem não lê e medita nas Sagradas Escrituras todos os dias nunca saiu da superficialidade/mediocridade da fé. Quem nunca saiu da superficialidade/mediocridade da fé apenas raspa na periferia da santidade; todavia, vive no subúrbio da perversidade, imoralidade e promiscuidade.

Santidade não brota do coração corrompido pelo pecado. Nosso coração é corrupto demais para produzir qualquer santidade. Santificação é impossível por mais que apliquemos inúmeras práticas religiosas. Santidade é um atributo que Deus nos outorga.

Torna-se santo somente quem permite que Deus santifique.

Os sacerdotes deveriam ser santos antes de servir no Santuário. Hoje, os cristãos deveriam ser santos para servir a Deus na comunidade. Este capítulo apresenta-nos os seguintes pontos revelados pelo Deus santo:

1. A santidade restringe questões em relação a defuntos: Com exceção de alguns parentes bem próximos, os sacerdotes não deveriam tocar cadáveres humanos para não contaminar-se (vs. 1-4);

2. A santidade restringe questões relacionadas à aparência: Nenhuma atitude deveria dar margens a que pessoas pensem sacerdotes praticam algo pagão (vs. 5-6);

3. A santidade restringe questões relacionadas a matrimônio: O casamento é santo, mas práticas pecaminosas podem pervertê-lo. Casar com prostitutas, ainda que cultuais, é afrontar ao Autor do matrimônio. Se a filha de um sacerdote prostituísse deveria ser queimada (vs. 7-9).

Nestes versículos o autor inspirado tratou das restrições dos sacerdotes. A partir do versículo 10 o texto será específico ao Sumo Sacerdote:

4. O Sumo Sacerdote não deveria ter cabelos despenteados, mostrando-se descuidado; nem usar roupas rasgadas, revelando desprezo às coisas sagradas; e, nem entrar onde houvesse cadáveres. Ele deveria consagrar-se sem nunca contaminar-se (vs. 10-12);

5. O Sumo Sacerdote poderia casar-se, mas nunca com viúva, divorciada, prostituta, jugo desigual... para não contaminar-se (vs. 13-15);

6. O Sumo Sacerdote não deveria ter nenhum defeito físico, deveria ser perfeito para oferecer ofertas perfeitas a Deus (vs. 16-24).

Tudo que Deus pedia visava santificação. Ele abomina determinantemente a corrupção. Com toda eloquência, Deus almejava bloquear a cultura pagã no território de Seu povo... O texto revela Deus exigindo mais dos líderes pela influência que estes exercem sobre outros.

Imundícia é natural; pureza, é sobrenatural! Santidade não se conquista, se aceita. É Deus Quem santifica. Por outro lado, a santidade se perde com práticas imorais.

“Santíssimo Deus, santifica-nos... Amém!” – Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Levítico 21 Comentários: Melodious Echo Mason

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Levítico 21
Comentários: Melodious Echo Mason

Quando alguém morria, era costume entre os judeus rasgar suas vestes pelo sofrimento. No entanto, esta prática não era permitida para o sumo sacerdote. Ele representava Jesus Cristo, e deveria vestir roupas inteiras, limpas, sem mancha e sem defeito, assim como Cristo não tem defeito. O sumo sacerdote que se atrevesse a comparecer diante de Deus com vestes rasgadas indicava, por este ato, que ele tinha se separado do próprio Deus.

Este capítulo nos apresenta um quadro solene da responsabilidade sagrada dos “líderes na casa de Deus” (Ez 9:6). Como pastores do rebanho e exemplos para as pessoas, é ainda mais vital que eles busquem pureza de Coração, porque eles tocam as coisas sagradas de Deus!

No fim dos tempos, aqueles que não ensinaram a verdade às suas congregações assumirão a responsabilidade por isso.

Oremos para que Deus nos mostre como sustentar os braços daqueles que estão na liderança espiritual, através da oração e da nossa própria transformação do coração.

Melodious Echo Mason
Ministério A.R.M.E. de Acampamentos Bíblicos
EUA


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

É Deus Quem santifica

Leitura Bíblica - Levítico 21

É Deus Quem santifica.
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Quem não lê e medita nas Sagradas Escrituras todos os dias nunca saiu da superficialidade/mediocridade da fé. Quem nunca saiu da superficialidade/mediocridade da fé apenas raspa na periferia da santidade; todavia, vive no subúrbio da perversidade, imoralidade e promiscuidade.

Santidade não brota do coração corrompido pelo pecado. Nosso coração é corrupto demais para produzir qualquer santidade. Santificação é impossível por mais que apliquemos inúmeras práticas religiosas. Santidade é um atributo que Deus nos outorga.

Torna-se santo somente quem permite que Deus santifique.

Os sacerdotes deveriam ser santos antes de servir no Santuário. Hoje, os cristãos deveriam ser santos para servir a Deus na comunidade. Este capítulo apresenta-nos os seguintes pontos revelados pelo Deus santo:

1. A santidade restringe questões em relação a defuntos: Com exceção de alguns parentes bem próximos, os sacerdotes não deveriam tocar cadáveres humanos para não contaminar-se (vs. 1-4);

2. A santidade restringe questões relacionadas à aparência: Nenhuma atitude deveria dar margens a que pessoas pensem sacerdotes praticam algo pagão (vs. 5-6);

3. A santidade restringe questões relacionadas a matrimônio: O casamento é santo, mas práticas pecaminosas podem pervertê-lo. Casar com prostitutas, ainda que cultuais, é afrontar ao Autor do matrimônio. Se a filha de um sacerdote prostituísse deveria ser queimada (vs. 7-9).

Nestes versículos o autor inspirado tratou das restrições dos sacerdotes. A partir do versículo 10 o texto será específico ao Sumo Sacerdote:

4. O Sumo Sacerdote não deveria ter cabelos despenteados, mostrando-se descuidado; nem usar roupas rasgadas, revelando desprezo às coisas sagradas; e, nem entrar onde houvesse cadáveres. Ele deveria consagrar-se sem nunca contaminar-se (vs. 10-12);

5. O Sumo Sacerdote poderia casar-se, mas nunca com viúva, divorciada, prostituta, jugo desigual... para não contaminar-se (vs. 13-15);

6. O Sumo Sacerdote não deveria ter nenhum defeito físico, deveria ser perfeito para oferecer ofertas perfeitas a Deus (vs. 16-24).

Tudo que Deus pedia visava santificação. Ele abomina determinantemente a corrupção. Com toda eloquência, Deus almejava bloquear a cultura pagã no território de Seu povo... O texto revela Deus exigindo mais dos líderes pela influência que estes exercem sobre outros.

Imundícia é natural; pureza, é sobrenatural! Santidade não se conquista, se aceita. É Deus Quem santifica. Por outro lado, a santidade se perde com práticas imorais.

“Santíssimo Deus, santifica-nos... Amém!” – Heber Toth Armí



O DECRETO DA VITÓRIA

  ESTER 8 –Comentários O DECRETO DA VITÓRIA "Quando Deus age, o choro se transforma em alegria e a sentença de morte dá lugar à esperan...