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sábado, 23 de maio de 2026

2 Crônicas 35 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – 2 Crônicas 35
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

II CRÔNICAS 35 – Nossa espiritualidade não pode estagnar na empolgação e celebração das festividades espirituais. Precisamos avançar além dos sentimentos; devemos depender inteiramente de Deus em nosso estilo de vida e nas atividades diárias.

Para cultuar a Páscoa, Josias requereu a consagração dos levitas através dos rituais de purificação e depois prepararam sacrifícios em prol da congregação de adoradores (II Crônicas 35:1-9). Josias reorganizou as ordens musicais; e, desta forma, sua celebração pascal superou a de todas as páscoas desde os dias do profeta Samuel. O auge do reavivamento e reforma de Josias se deu com a Páscoa oficiada no mesmo ano em que o Livro da Lei – Deuteronômio – foi encontrado (II Crônicas 35:10-19).

Apesar de tudo isso, por ironia, o rei Josias que seria lembrado por sua harmonia com a vontade divina, morreu na batalha de Megido pelo faraó Neco, exatamente por não perceber as indicações de seu Deus (II Crônicas 35:2-24).

Neste relato sagrado somos alertados que obstinação arruína nosso futuro; por isso, deveríamos preferir a total submissão a Deus. Devemos orar para consultar a Deus para não nos metermos em situações desnecessárias e acabar perdendo a vida. Confiar em Deus sempre será muitíssimo melhor que confiar em nossas próprias percepções.

O Comentário Bíblico Africano explica: “O Faraó Neco, do Egito, estava apenas passando por Judá para ajuntar-se aos assírios, seus aliados, a fim de extirpar o exército babilônico. Josias saiu de encontro a ele (35:30b). Esse rei pagão falou em favor de Deus... ele era como um profeta: Cuida de não te opores a Deus, que é comigo (35:21)... Entretanto, Josias não deu ouvidos a Neco. Não sabemos porque ele deveria ter prestado atenção, mas o relato nos mostra que Deus pode usar qualquer um ou qualquer coisa para realizar seus propósitos ou manifestar Seus atos maravilhosos”.

Nessa ocasião, Jeremias lamentou em canções o trágico fim de um rei promissor (II Crônicas 35:25-27). O lamento do profeta reflete os sentimentos de Deus pela morte prematura de um grande reformador. Deus precisa ser considerado Deus além das celebrações religiosas; do contrário, perderemos nossa vida preciosa e grandes celebrações serão seguidas por tristes lamentações!

Discernimento deve fazer parte do reavivamento! Deus precisa atuar em cada aspecto de nossa vida! Busquemos por esse discernimento! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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A Grande Páscoa de Josias

 2 Crônicas 35 – Comentários

A Grande Páscoa de Josias e Sua Última Batalha

Contexto
O capítulo 35 marca o auge da reforma espiritual promovida pelo rei Josias. Depois de restaurar o templo, reencontrar o Livro da Lei e conduzir o povo ao arrependimento, Josias organiza uma das maiores celebrações da Páscoa da história de Judá.
No entanto, o capítulo termina com uma nota triste. Apesar de sua fidelidade, Josias decide envolver-se numa guerra que Deus não lhe havia ordenado travar e acaba perdendo a vida. O capítulo ensina tanto sobre obediência quanto sobre a necessidade de discernir a vontade de Deus em todas as fases da vida.

Comentários por Versículos

Versículos 1-6 – A Preparação da Páscoa
Josias celebra a Páscoa conforme a Lei de Deus e orienta sacerdotes e levitas a cumprirem suas funções.
Lição: O verdadeiro reavivamento não é baseado em emoções, mas na obediência à Palavra de Deus.

Versículos 7-9 – A Generosidade de Josias
O rei fornece milhares de cordeiros, cabritos e bois para que o povo participe da festa.
Lição: Um líder piedoso facilita o caminho para que outros adorem a Deus.

Versículos 10-15 – Ordem e Reverência no Culto
Cada grupo exerce seu ministério conforme as orientações divinas. Os sacerdotes, levitas, cantores e porteiros cumprem suas funções.
Lição: Deus é honrado quando Seu trabalho é realizado com organização e dedicação.

Versículos 16-19 – Uma Páscoa Sem Igual
A Bíblia afirma que não houve Páscoa semelhante desde os dias de Samuel.
Isso demonstra a profundidade do compromisso espiritual daquele momento.
Lição: Quando o povo busca a Deus sinceramente, Ele realiza coisas extraordinárias.

Versículos 20-22 – O Erro de Josias
Anos depois, o rei Neco, do Egito, atravessa a região para guerrear contra a Assíria.
Neco avisa a Josias que sua missão não era contra Judá e declara que Deus o havia enviado.
Josias não dá ouvidos e entra na batalha.
Lição: Nem toda batalha que aparece diante de nós é uma batalha que Deus deseja que enfrentemos.

Versículo 23 – Josias é Ferido
Os arqueiros atingem o rei durante o combate.
Sua decisão precipitada produz consequências dolorosas.
Lição: Uma única decisão fora da vontade de Deus pode trazer grandes perdas.

Versículos 24-25 – A Morte de Josias
Josias é levado para Jerusalém, onde morre.
Todo o povo lamenta sua morte, e Jeremias compõe lamentações em sua homenagem.
Lição: Uma vida fiel deixa marcas profundas naqueles que permanecem.

Versículos 26-27 – O Legado de Josias
O capítulo termina lembrando suas boas obras e sua fidelidade à Lei do Senhor.
Embora tenha cometido um erro no final da vida, Josias é lembrado como um dos reis mais piedosos de Judá.
Lição: Deus valoriza uma vida inteira de fidelidade.

Aplicações Práticas
1. A adoração deve seguir a Palavra de Deus
Josias não inventou formas de culto; ele restaurou aquilo que Deus já havia ordenado.

2. A verdadeira liderança espiritual inspira outros a servir
O exemplo de Josias motivou sacerdotes, levitas e o povo.

3. Deus merece o nosso melhor
A excelência e a dedicação demonstradas na Páscoa revelam reverência ao Senhor.

4. Nem toda oportunidade é uma direção divina
Josias era um grande homem de Deus, mas errou ao entrar numa batalha sem buscar orientação.

5. Precisamos permanecer dependentes de Deus até o fim
Experiências passadas de sucesso não substituem a necessidade de ouvir a voz de Deus hoje.

6. Um bom legado vale mais do que riquezas
A morte de Josias foi profundamente lamentada porque sua vida havia abençoado muitas pessoas.

📖"Nunca se celebrou em Israel uma Páscoa como esta desde os dias do profeta Samuel." (2 Crônicas 35:18)

Resumo do Capítulo
Josias conduz a maior celebração da Páscoa registrada desde os dias de Samuel, demonstrando profundo compromisso com a Palavra de Deus. Contudo, mais tarde envolve-se indevidamente numa guerra contra Neco, rei do Egito, é ferido e morre. O capítulo ensina que a fidelidade deve ser acompanhada de constante dependência de Deus e que um legado de obediência deixa marcas eternas. 

💌 t.me/bibliaG
#Biblia #PalavraDeDeus #2Cronicas35 #EstudoBiblico

domingo, 19 de fevereiro de 2023

2 Crônicas 35 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – 2 Crônicas 35
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

II CRÔNICAS 35 – Nossa espiritualidade não pode estagnar na empolgação e celebração das festividades espirituais. Precisamos avançar além dos sentimentos; devemos depender inteiramente de Deus em nosso estilo de vida e nas atividades diárias.

Para cultuar a Páscoa, Josias requereu a consagração dos levitas através dos rituais de purificação e depois prepararam sacrifícios em prol da congregação de adoradores (II Crônicas 35:1-9). Josias reorganizou as ordens musicais; e, desta forma, sua celebração pascal superou a de todas as páscoas desde os dias do profeta Samuel. O auge do reavivamento e reforma de Josias se deu com a Páscoa oficiada no mesmo ano em que o Livro da Lei – Deuteronômio – foi encontrado (II Crônicas 35:10-19).

Apesar de tudo isso, por ironia, o rei Josias que seria lembrado por sua harmonia com a vontade divina, morreu na batalha de Megido pelo faraó Neco, exatamente por não perceber as indicações de seu Deus (II Crônicas 35:2-24).

Neste relato sagrado somos alertados que obstinação arruína nosso futuro; por isso, deveríamos preferir a total submissão a Deus. Devemos orar para consultar a Deus para não nos metermos em situações desnecessárias e acabar perdendo a vida. Confiar em Deus sempre será muitíssimo melhor que confiar em nossas próprias percepções.

O Comentário Bíblico Africano explica: “O Faraó Neco, do Egito, estava apenas passando por Judá para ajuntar-se aos assírios, seus aliados, a fim de extirpar o exército babilônico. Josias saiu de encontro a ele (35:30b). Esse rei pagão falou em favor de Deus... ele era como um profeta: Cuida de não te opores a Deus, que é comigo (35:21)... Entretanto, Josias não deu ouvidos a Neco. Não sabemos porque ele deveria ter prestado atenção, mas o relato nos mostra que Deus pode usar qualquer um ou qualquer coisa para realizar seus propósitos ou manifestar Seus atos maravilhosos”.

Nessa ocasião, Jeremias lamentou em canções o trágico fim de um rei promissor (II Crônicas 35:25-27). O lamento do profeta reflete os sentimentos de Deus pela morte prematura de um grande reformador. Deus precisa ser considerado Deus além das celebrações religiosas; do contrário, perderemos nossa vida preciosa e grandes celebrações serão seguidas por tristes lamentações!

Discernimento deve fazer parte do reavivamento! Deus precisa atuar em cada aspecto de nossa vida! Busquemos por esse discernimento! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Celebração da Páscoa – 2 Crônicas 35

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – 2 Crônicas 35

Celebração da Páscoa

As pessoas não doam aparentemente nada de ofertas a Deus em comparação com o povo de Israel quando se consagravam. Levar o resto do troco que sobrou da c ompra do mercado para oferecer de oferta a Deus revela que na tua vida Ele não tem prioridade nenhuma. Oferta é questão de adoração, gratidão e reconhecimento de quem somos em relação a quem Ele é. Veja a quantidade de oferta relatada em II Crônicas 35:

• O rei Josias dá 30.000 cordeiros e bodes e 3.000 novilhos para oferecer de oferta em sacrifício a Deus;

• Os oficiais do rei doam 7.600 cordeiros e bodes e 800 novilhos.

Ao todo foram 41.400 sacrifícios, uma fazenda foi oferecida em um dia a Deus. A oferta revela o precioso e generoso sacrifício de Cristo; quem entende a teologia da oferta não será mesquinho ao ofertar. Jamais questionará tal ato, pois ele é sagrado, santo e ligado ao plano de salvação. Quem faz uma pesquisa séria no Novo Testamento perceberá que há mais sobre administração financeira e contabilidade de dinheiro (2.084 versículos) do que fé (215 versículos) e salvação (218 versículos). Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro. O dinheiro interfere na fé, na salvação e na teologia. Nesse tempo o terceiro rei de Israel já havia escrito com sabedoria: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3:9-10).

Por que tanta oferta para celebrar a Páscoa? Essa pergunta nos leva a outra pergunta: Por que o Novo Testamento possui muito mais versículos sobre o dinheiro do que sobre a fé e a salvação juntas? A Bíblia responde:

1. A nossa maneira de relacionar com o dinheiro demonstra a condição de nosso coração: Escravo do dinheiro ou servo de Cristo (Mateus 6:21);

2. Ao ofertar a Deus demonstramos quem de fato é nosso Deus: O dinheiro o Jeová (Mateus 6:24);

3. Através do dinheiro revelamos onde está focado nosso amor, em Deus ou no dinheiro (I Timóteo 6:10);

Sempre que o povo está voltado a Deus, ele abre mão de tudo o que tem no mundo porque Ele se torna mais importante que qualquer coisa (II Crônicas 30:24; 31:5-6; 35:7-9). Ao nos dar Jesus, Deus se deu totalmente aos seres humanos e espera o nosso tudo. Claro que Deus não quer o nosso dinheiro, mas onde colocamos o nosso dinheiro revela onde está o nosso coração. Então, fique alerta, pense biblicamente, não permita que o dinheiro interfira em tua religiosidade! Não permita que o capitalismo, o materialismo e a ambição ou mesmo o egoísmo moldem o teu conceito de dinheiro e oferta. Diz o apóstolo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação de vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como você tem ofertado a Deus? Ele é prioridade em teu bens materiais? Ele está acima de tuas riquezas e lucros? Você O considera dono de tudo?

Tem erros na vida que são simples, porém, vitais. A provocação é como tentar apontar a arma para a cabeça dos outros sem perceber que a tua cabeça é o alvo. Josias provocou guerra ao enfrentar Neco, ainda sem necessidade alguma (II Crônicas 35:20-27); então, foi ferido mortalmente por arqueiros inimigos. Atos de imprudência são arriscados; por isso, quaisquer atitudes, por mais simples que sejam, devem ser bem pensadas. Ninguém deve falar nada se não tem certeza, e, nem fazer nada sem antes pensar muito bem. Já é sabido o ditado que diz, "quem fala o que quer ouve o que não quer", quando não causa uma desgraça em sua própria vida. Josias morreu numa batalha que não era dele, no campo de Megido, sem que precisasse estar ali. Todo o Judá lamentou a sua morte.
Há importantes lições aplicáveis em teu dia a dia; veja: ainda que Josias fora advertido pelo próprio Neco a mudar de atitude, a abandonar suas ideias, ele não fez; assim, quando Deus envia alguém para te corrigir, não titubeie, aceite a correção, não seja orgulhoso; para o teu próprio bem! É preciso ter sabedoria para decidir, falar e fazer qualquer coisa. Josias deveria ter consultado a Deus ou dado ouvidos a Neco que falou-lhe em nome de Deus com tanta convicção antes dele provocar aquela situação. A verdadeira sabedoria, prudência e humildade só tem quem depende de Deus em tudo na vida. Busque a Deus, "não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal" (Provérbios 3:7)

Heber Toth Armí /
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

terça-feira, 16 de agosto de 2016

II Crônicas 35 Comentários do Pr. Heber Toth Armí

II Crônicas 35

Comentários do Pr. Heber Toth Armí

As pessoas não doam aparentemente nada de ofertas a Deus em comparação com o povo de Israel quando se consagravam. Levar o resto do troco que sobrou da compra do mercado para oferecer de oferta a Deus revela que na tua vida Ele não tem prioridade nenhuma. Oferta é questão de adoração, gratidão e reconhecimento de quem somos em relação a quem Ele é. Veja a quantidade de oferta relatada em II Crônicas 35:

• O rei Josias dá 30.000 cordeiros e bodes e 3.000 novilhos para oferecer de oferta em sacrifício a Deus;
• Os oficiais do rei doam 7.600 cordeiros e bodes e 800 novilhos.

Ao todo foram 41.400 sacrifícios, uma fazenda foi oferecida em um dia a Deus. A oferta revela o precioso e generoso sacrifício de Cristo; quem entende a teologia da oferta não será mesquinho ao ofertar. Jamais questionará tal ato, pois ele é sagrado, santo e ligado ao plano de salvação. Quem faz uma pesquisa séria no Novo Testamento perceberá que há mais sobre administração financeira e contabilidade de dinheiro (2.084 versículos) do que fé (215 versículos) e salvação (218 versículos). Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro. O dinheiro interfere na fé, na salvação e na teologia. Nesse tempo o terceiro rei de Israel já havia escrito com sabedoria: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3:9-10).

Por que tanta oferta para celebrar a Páscoa? Essa pergunta nos leva a outra pergunta: Por que o Novo Testamento possui muito mais versículos sobre o dinheiro do que sobre a fé e a salvação juntas? A Bíblia responde:

1. A nossa maneira de relacionar com o dinheiro demonstra a condição de nosso coração: Escravo do dinheiro ou servo de Cristo (Mateus 6:21);
2. Ao ofertar a Deus demonstramos quem de fato é nosso Deus: O dinheiro o Jeová (Mateus 6:24);
3. Através do dinheiro revelamos onde está focado nosso amor, em Deus ou no dinheiro (I Timóteo 6:10);

Sempre que o povo está voltado a Deus, ele abre mão de tudo o que tem no mundo porque Ele se torna mais importante que qualquer coisa (II Crônicas 30:24; 31:5-6; 35:7-9). Ao nos dar Jesus, Deus se deu totalmente aos seres humanos e espera o nosso tudo. Claro que Deus não quer o nosso dinheiro, mas onde colocamos o nosso dinheiro revela onde está o nosso coração. Então, fique alerta, pense biblicamente, não permita que o dinheiro interfira em tua religiosidade! Não permita que o capitalismo, o materialismo e a ambição ou mesmo o egoísmo moldem o teu conceito de dinheiro e oferta. Diz o apóstolo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação de vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como você tem ofertado a Deus? Ele é prioridade em teu bens materiais? Ele está acima de tuas riquezas e lucros? Você O considera dono de tudo?

Tem erros na vida que são simples, porém, vitais. A provocação é como tentar apontar a arma para a cabeça dos outros sem perceber que a tua cabeça é o alvo. Josias provocou guerra ao enfrentar Neco, ainda sem necessidade alguma (II Crônicas 35:20-27); então, foi ferido mortalmente por arqueiros inimigos. Atos de imprudência são arriscados; por isso, quaisquer atitudes, por mais simples que sejam, devem ser bem pensadas. Ninguém deve falar nada se não tem certeza, e, nem fazer nada sem antes pensar muito bem. Já é sabido o ditado que diz, "quem fala o que quer ouve o que não quer", quando não causa uma desgraça em sua própria vida. Josias morreu numa batalha que não era dele, no campo de Megido, sem que precisasse estar ali. Todo o Judá lamentou a sua morte. Há importantes lições aplicáveis em teu dia a dia; veja: ainda que Josias fora advertido pelo próprio Neco a mudar de atitude, a abandonar suas ideias, ele não fez; assim, quando Deus envia alguém para te corrigir, não titubeie, aceite a correção, não seja orgulhoso; para o teu próprio bem! É preciso ter sabedoria para decidir, falar e fazer qualquer coisa. Josias deveria ter consultado a Deus ou dado ouvidos a Neco que falou-lhe em nome de Deus com tanta convicção antes dele provocar aquela situação. A verdadeira sabedoria, prudência e humildade só tem quem depende de Deus em tudo na vida. Busque a Deus, "não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal" (Provérbios 3:7)
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Salmos 13 Comentário

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