sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Salmos 97 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 97
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 97 – Este é um poema lírico que aborda temas espirituais e teológicos, emitindo mensagens de louvor, adoração e provendo uma reflexão sobre a natureza e o poder de Deus.

• O Salmo 97 inicia alegando que Deus reina, seguindo por uma convocação para que a Terra e, inclusive as ilhas, se alegrem. Logo após, na seção incluindo os versículos 4-6, o autor descreve manifestações impressionantes da presença e poder de Deus na natureza, através do fogo, relâmpagos e montanhas tremendo.

• Após a introdução com convocação à adoração e declarações das manifestações da glória divina, o centro do Salmo 97 contém um chamado à adoração (Salmo 97:7-9). Para direcionar aos adoradores a Deus, o salmista apela para o afastamento da idolatria e a renúncia à adoração a outros deuses; pois, o Deus da Bíblia é singular, é supremo e soberano.

• A parte final contém declaração de justiça e retidão culminando com uma convocação à alegria; já que a justiça e a retidão são fundamentos do governo divino, o Salmo encerra convidando o leitor a experimentar alegria e exultar-se de felicidade diante do Senhor – isso porque a justiça e a fidelidade certamente serão recompensadas (Salmo 97:10-12).

Após estas considerações estruturais, alguns pontos teológicos saltam a nossos olhos e merecem nossa dedicação, atenção e reflexão. Reflita e medite nos seguintes pontos:

• Deus como Criador está acima de todo e qualquer poder no Universo. Ele é o Governador Universal, Sua soberania deve ser considerada e respeitada. Quaisquer outros poderes e autoridades devem submeter-se a Ele, inclusive as potestades do ar (Efésios 6:10-20).
• Deus como Topo-poderoso manifesta Sua magnífica glória na natureza por Ele criada, representando Sua presença majestosa e imponente, que impacta até ao mais poderoso dos homens (Apocalipse 4).
• Deus como soberano absoluto exige adoração exclusiva a tal ponto de condenar à prática da idolatria. Somos feitos para adorar, mas não a qualquer coisa; a única adoração digna e genuína é aquela direcionada direta e exclusivamente a Deus (Êxodo 20:4-6).
• Deus está atento a tudo e recompensará àqueles que praticam a justiça, pois estes preferem às bênçãos de Deus antes que as maldições das injustiças do pecado.

Através da combinação de elementos de louvor e adoração, somos convidados à reflexão teológica e à exortação moral. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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