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quinta-feira, 20 de junho de 2019

A Porção dos Ímpios

A Fé Pela Qual Eu Vivo
20 de junho
A Porção dos Ímpios


Eis que todas as almas são Minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é Minha; a alma que pecar, essa morrerá. Ezeq. 18:4.

Ao passo que a vida é a herança dos justos, a morte é a porção dos ímpios. O Grande Conflito, pág. 544.

A alma que pecar, morrerá morte eterna, morte esta que durará sempre, de que não haverá esperança de ressurreição; e então a ira de Deus se aplacará. …

Foi-me coisa surpreendente haver Satanás conseguido tão bem fazer os homens crerem que as palavras de Deus: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ezeq. 18:4), significassem que a alma que pecar não morrerá, mas viverá eternamente em estado miserável. Disse o anjo: “Vida é vida, quer seja em dores, quer em felicidade. A morte é sem dor, sem alegria, sem ódio.” Primeiros Escritos, págs. 51 e 218.

Cristo suportou morte angustiosa sob as mais humilhantes circunstâncias, para que pudéssemos viver. Depôs Sua vida preciosa a fim de vencer a morte. Mas surgiu da tumba, e as dezenas de milhares de anjos que vieram assistir o retomar Ele a vida que depusera, ouviram-Lhe as palavras de triunfante alegria quando Ele Se ergueu do fendido sepulcro de José, proclamando: “Eu sou a ressurreição e a vida.”

A pergunta: “Morrendo o homem, porventura tornará a viver?” foi respondida. Ao sofrer a pena do pecado, baixando à sepultura, Cristo iluminou-a para todos quantos morrem na fé. Deus em forma humana, trouxe à luz vida e salvação pelo evangelho. Morrendo, assegurou Cristo a vida eterna a todos quantos nEle crêem. Morrendo, condenou o originador do pecado e da deslealdade a sofrer a pena do pecado – morte eterna.

Possuidor e doador da vida eterna, Cristo era o único Ser que podia vencer a morte. Ele é nosso Redentor. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 487 e 488.

Cristo é a própria vida. Aquele que passou pela morte a fim de destruir o que tem o império da morte, é a Fonte de toda vitalidade. Há bálsamo em Gileade, há aí Médico. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 487.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 177
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