quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

A PUREZA INFINITA

 A PUREZA INFINITA

E todo o que tem essa esperança Nele purifica a si mesmo, assim como Ele é puro. 1 João 3:3

Ao terminar o discurso, Jesus Se voltou para Pedro e lhe pediu que fosse mar adentro e lançasse as redes para pescar. Pedro, porém, estava desanimado. Não tinha pescado nada a noite toda. Durante aquelas solitárias horas, havia pensado no destino de João Batista, definhando sozinho na prisão. Pensou na perspectiva diante de Jesus e Seus seguidores, no mau êxito da missão na Judeia e na maldade dos sacerdotes e rabinos. Sua profissão estava comprometida e, ao olhar para as redes vazias, o futuro lhe parecia sombrio e desanimador. “Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sob esta Sua palavra, lançarei as redes” (Lc 5:5). 

A noite era o único momento apropriado para pescar com redes nas claras águas do lago. Depois de trabalhar a noite inteira sem resultado, parecia inútil lançar a rede durante o dia. Contudo, Jesus tinha dado a ordem, e o amor por seu Mestre levou os discípulos a obedecer. Simão e seu irmão lançaram juntos a rede. Ao tentarem recolhê-la, começou a rasgar-se, tão grande era a quantidade de peixes pescados. Foram forçados a chamar Tiago e João em seu auxílio. Havendo recolhido o conteúdo, a carga era tão pesada em ambos os barcos que corriam o risco de afundar. 

Pedro agora não se preocupava com barcos e carregamentos. Esse milagre, acima de todos os que havia presenciado, foi-lhe uma manifestação de poder divino. Viu em Jesus Alguém que tinha toda a natureza sob Seu comando. A presença da Divindade lhe revelou a própria ausência de santidade. O amor por seu Mestre, a vergonha de sua incredulidade, a gratidão pela complacência de Cristo e, sobretudo, o sentimento de sua impureza em presença da Pureza infinita, tudo isso o dominou. Enquanto os companheiros punham em segurança o produto da pesca, Pedro caiu aos pés do Salvador, exclamando: “Senhor, afaste-Se de mim, porque sou pecador” (v. 8). 

Havia sido a mesma presença da santidade divina que fizera o profeta Daniel cair como morto perante o anjo de Deus (O Desejado de Todas as Nações, p. 186, 187 [245, 246]).
 
PARA REFLETIR: Em que momento da vida você se sentiu extremamente pecaminoso em comparação com a pureza de Jesus? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

1° de dezembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-pureza-infinita/

2 Reis 9 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Reis 9
Comentário
 Pr Heber Toth Armí

II REIS 9 – Têm situações tão emaranhadas e complexas que para solucioná-las é necessário alguém com temperamento agressivo, enérgico.

O problema da adoração a Baal entre o povo de Deus na época de Acabe e seus sucessores era tão grande que uma medida drástica precisava ser tomada. Deus sabia disso melhor que qualquer um; então, agiu radicalmente!

O profeta Eliseu fez um dos alunos da escola de profetas ungir a Jeú para reinar em Israel; ele era um homem perseverante, intenso, incansável, corajoso e ousado. Com seu destemido senso de urgência, ele começou a erradicar as influências pagãs dentre o povo de Deus.

Jeú tinha sido capitão do exército antes de ser escolhido por Deus para fazer justiça contra a casa de Acabe e sua esposa Jezabel (II Reis 9:1-13).

Jeú não titubeou ao cumprir a missão que recebera. Agiu imediatamente, com pressa: Feriu ao rei Jorão com uma flecha no coração após declarar-lhe que não pode haver paz enquanto se preservava toda a idolatria e as feitiçarias de sua mãe Jezabel. Feriu também a Acazias, rei de Judá, que morreu mais tarde (II Reis 9:14-28).

Jeú, em seguida foi à procura de Jezabel; encontrou-a vaidosamente olhando pela janela. Pediu a dois funcionários dela que a atirassem abaixo; então, ele a atropelou. O sangue daquela maldita espirrou por todo lado, depois os cães comeram seu corpo; as sobras viraram esterco, como claramente profetizara Elias (II Reis 9:28-37; I Reis 21:20-26).

Deus não Se deixa escarnecer por nenhuma Jezabel arrogante e orgulhosa. Ele faz justiça àqueles que praticam injustiça. Ele Se vinga daqueles que assassinam a Seus servos. Ele dá fim a quem se torna pedra de tropeço a Seu amado povo.

Deus ofereceu Sua graça a Jezabel. Ofereceu chances para ela arrepender-se; todavia, sua insistência no erro não a permitiu optar pela verdadeira religião. Desta forma, muitas pessoas atualmente se apegam a religiões e tradições forâneas às Escrituras, pervertidas. Nem com provas da verdade tais pessoas abandonam a falsidade. Jezabel ilustra o fim de quem rejeita a Deus e Sua graça!

Jeú e Jezabel contrastam em suas determinações. São opostos nas suas convicções. A grande questão é se parecemos mais com Jezabel ou com Jeú!

• Com quem nos identificamos mais?

Reflitamos e reavivemo-nos ousadamente! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

O REI DOS SANTOS

 O REI DOS SANTOS

Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Apocalipse 15:3

Deus planejou que o Príncipe dos sofredores na humanidade fosse o juiz do mundo inteiro. Aquele que saiu das cortes celestiais a fim de salvar a raça humana da morte eterna; Aquele a quem homens e mulheres desprezaram, rejeitaram e sobre quem lançaram todo o desprezo do qual os seres humanos, inspirados por Satanás, são capazes; Aquele que Se sujeitou a ser processado por um tribunal terreno e sofreu a vergonha da morte na cruz; somente Ele pronunciará a sentença de recompensa ou castigo. Aquele que Se sujeitou ao sofrimento e à humilhação da cruz aqui receberá no conselho de Deus a mais plena compensação e ascenderá ao trono reconhecido por todo o Universo celestial como o Rei dos santos. Ele assumiu a obra da salvação, mostrando aos mundos não caídos e à família celestial que é capaz de concluir o trabalho que começou. É Cristo quem concede aos seres humanos a graça do arrependimento. Seus méritos são aceitos pelo Pai em favor de cada pessoa que ajudará a compor a família de Deus.

Naquele dia final de castigo e recompensa, tanto os santos quanto os pecadores reconhecerão Naquele que foi crucificado o Juiz de todos os seres viventes. Cada coroa entregue aos santos do Altíssimo será dada pelas mãos de Cristo, as mesmas mãos que sacerdotes e líderes cruéis condenaram a ser pregadas na cruz. Só Ele pode dar a homens e mulheres a consolação da vida eterna.

Um sinal no Céu foi enviado aos sábios do Oriente que estavam em busca de Cristo. Uma hoste de anjos apareceu aos pastores que apascentavam seus rebanhos nas colinas de Belém. Todo o Céu reconheceu o advento de Cristo. Anjos invisíveis estavam presentes no tribunal. Quando Cristo foi açoitado em meio à turba cruel, mal conseguiram suportar a visão. Anjos do Céu estiveram presentes em Sua morte. As trevas que cobriram a Terra em Sua crucifixão ocultaram a companhia dos poderosos agentes celestiais, mas o chão tremeu sob Seus passos. As rochas fenderam. Por três horas, a Terra foi envolta por trevas impenetráveis. A natureza, com sua veste negra, escondeu os sofrimentos do Filho de Deus (Review and Herald, 22 de novembro de 1898).

PARA REFLETIR: O que você dirá a Jesus quando Ele lhe entregar a sua coroa?
https://youtu.be/fnzgYQXIhKU

MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-rei-dos-santos/

2 Reis 8 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Reis 8
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II REIS 8 – Às vezes, os membros do povo de Deus são orientados a buscar refúgio em terras pagãs; pois, mesmo longe do território da Terra Prometida, é possível notar a atuação do Deus de Israel. É isso que a mulher sunamita experimentou quando a fome tomou conta do território israelita.

A fome era parte do julgamento de Deus, e a orientação à sunamita revela Seu cuidado com Seus filhos fieis (II Reis 8:1-6). Um desses cuidados foi ajeitar as coisas para que ela chegasse ao rei para pedir justiça diante de seus bens que foram confiscados, e Geazi acabara de testemunhar do que Eliseu havia feito por ela. Então, o rei fez justiça em prol dela.

Além da fome, ainda outro juízo divino viria para alertar de perigos ainda maiores. Neste capítulo, os dois reis do povo de Deus eram cunhados: Jeorão de Judá e Jorão de Israel. A família de Acabe exercia influência nos dois lados do povo de Deus (II Reis 8:16-29). Porém, nem mesmo laços familiares conseguiram unificar o reino que fora dividido com o quarto monarca israelita.

Juízos divinos serviriam para alertar o povo de futuras calamidades. Elias recebera missão especial de ungir Hazael rei da Síria (I Reis 19:15). Hazael destruiria futuramente a Israel. Isso fez com que o profeta Eliseu chorasse diante desse cidadão siro, cumprindo uma tarefa deixada por Elias.

Reflita:

• Às vezes Deus não nos permite saber o futuro porque nosso sofrimento aumentaria muito, choraríamos bem mais do que já choramos.

• Outras vezes, Deus não permite que saibamos o que acontecerá para que não usemos a informação de forma errada apressando o que iria acontecer. Hazael, grande político, soube seu futuro; e, em vez de render-se ao Deus de Eliseu, ele matou o Ben-Hadade para usurpar-lhe o trono.

• Podemos não entender o que Deus faz através de Seus profetas, mas isso não deve ser motivo para taxá-los de falsos ou rejeitá-los como não sendo enviados por Deus. Embora Eliseu soubesse de toda opressão que causaria Hazael a Israel, mesmo assim o ungiu para ser rei em Arã.

• Nossas incompreensões das razões divinas não servem para descartar um ministério orientado por Deus. Nossas incompreensões do que Deus faz só revelam nossas limitações. Precisamos confiar nEle!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 29 de novembro de 2022

A LUZ DO SOL, DA LUA E DAS ESTRELAS

 A LUZ DO SOL, DA LUA E DAS ESTRELAS

A mensagem que Dele ouvimos e que anunciamos a vocês é esta: Deus é luz, e não há Nele treva nenhuma. 1 João 1:5

Na manifestação de Deus ao Seu povo, a luz sempre fora um símbolo de Sua presença. No princípio, diante da ordem da palavra criadora, a luz tinha brilhado das trevas. Estivera presente na coluna de nuvem de dia e na de fogo à noite, conduzindo os vastos exércitos de Israel. Havia resplandecido com terrível majestade em volta do Senhor, no monte Sinai. Repousava sobre o propiciatório no tabernáculo. Enchera o templo de Salomão ao ser dedicado. E nas colinas de Belém, quando os anjos trouxeram a mensagem de redenção aos pastores de vigia, a luz também havia brilhado.

Deus é luz. Nas palavras “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8:12), Cristo declarou Sua unidade com Deus e Sua relação para com toda a família humana. Fora Ele que, no princípio, fizera com que das trevas resplandecesse a luz (2Co 4:6). Ele é a Luz do Sol, da Lua e das estrelas. Ele era a luz espiritual que, em símbolo, tipo e profecia, tinha brilhado sobre Israel. Mas não somente para a nação judaica havia sido dada essa luz. Como os raios solares alcançam até os mais afastados recantos da Terra, assim também a luz do Sol da Justiça resplandece sobre todos.

“Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo” (Jo 1:9, ACF). O mundo tem seus grandes mestres, homens e mulheres de gigantesco intelecto e vasta capacidade de pesquisa; pessoas cujas palavras têm motivado o pensamento e revelado extensos campos do saber. Essas pessoas têm sido honradas como guias e benfeitores do gênero humano. Contudo, existe Alguém que está acima delas.

“A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. […] Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está junto do Pai, é quem O revelou” (v. 12, 18). Podemos fazer uma lista dos grandes mestres do mundo no passado, de acordo com o que nos informa a história. Entretanto, a Luz já existia antes deles. Assim como a Lua e os planetas de nosso sistema solar resplandecem pela luz refletida do Sol, também os grandes pensadores do mundo, tanto quanto são verdadeiros seus ensinos, refletem os raios do Sol da Justiça. Cada pérola do pensamento, cada lampejo do intelecto provém da Luz do mundo (O Desejado de Todas as Nações, p. 372 [464, 465]).

PARA REFLETIR: Como o Espírito Santo já ajudou você em áreas de fraqueza pessoal?
https://youtu.be/SwrCEkLYErM

MEDITAÇÃO DIÁRIA

29 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-luz-do-sol-da-lua-e-das-estrelas/

2 Reis 7 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Reis 7
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II REIS 7 – Existem histórias bíblicas dramáticas e comoventes que podem comover-nos caso dedicarmos tempo para observar seus detalhes.

Nas páginas sagradas, o personagem central é Deus; O qual recompensa a confiança nEle e mostra grandes desvantagens de duvidar de Sua Palavra.

Vários sermões podem ser extraídos desse livro de histórias inspiradas com pitadas de teologia prática. Não é sábio perder Deus de vista nos ricos relatos dos vários personagens nos capítulos de II Reis. Deus é sempre o foco!

Nas coisas corriqueiras da vida, Deus Se faz presente e manifesta Suas ações em prol de Seu povo. Ainda que o pecado esteja em alta, e os pecadores, sofrendo de suas terríveis consequências, acusam ao ministro de Deus (visto na ordem de decapitar Eliseu), Deus oferece graça em meio à desgraça. Surpreendentemente, uma profecia gloriosa foi proferida para cumprir no dia seguinte: Haveria comida para todos!

A fome que levou inclusive mães alimentarem-se dos filhos, causada pela seca e pelo cerco dos siros, inacreditavelmente teria fim. Um dos capitães duvidou. Então, Eliseu disse ao descrente que ele veria a abundância de alimentos; porém, nada comeria (II Reis 7:1-2).

Quatro miseráveis leprosos famintos foram os primeiros a verificarem o milagre. Deus assustara o exército inimigo com ruídos, fazendo-os fugirem apressadamente, abandonando tudo. Os leprosos encontraram alimento e anunciaram ao povo da cidade. Quando as portas foram abertas, a multidão faminta atropelou o incrédulo que duvidou. Ele viu o cumprimento da profecia de Eliseu sobre os alimentos, mas a outra parte também se cumpriu ao ele ser atropelado e morrer sem comer nada (II Reis 7:3-20).

O sofrimento de Israel resultava da desobediência das orientações divinas em Levítico 26:27-29 e Deuteronômio 28:49-57. Os desobedientes não assumiram sua culpa; pelo contrário, culparam ao profeta Eliseu pela desgraça que enfrentavam (II Reis 6:24-31). Quase sempre achamos que nossas mazelas são culpa dos outros; contudo, precisamos recapitular nossa história, olhar para nossas falhas, e, reconhecê-las perante Deus!

A incredulidade não oferece recompensa. Israel devia ver isso na experiência do capitão. Além de levar à necrose espiritual, duvidar de Deus é fatal para a vida.

Duvidar não compensa! Descrer da Palavra do Senhor é pior que o mais letal veneno! Por isso, reavivemo-nos na Palavra de Deus... para vivermos plenamente! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

O REI DE ISRAEL

O REI DE ISRAEL

Como são boas as suas tendas, ó Jacó! Como são boas as suas moradas, ó Israel! São como vales que se estendem, como jardins à beira dos rios, como árvores de sândalo que o Senhor plantou, como cedros junto às águas. Números 24:5, 6

A prosperidade do povo de Deus é representada aqui por algumas das mais belas figuras que se encontram na natureza. O profeta comparou Israel a vales férteis cobertos de abundantes plantações, a jardins florescentes regados por fontes inesgotáveis, ao perfumado sândalo e ao imponente cedro. A última figura mencionada é uma das mais notavelmente belas e apropriadas que se encontram na Palavra inspirada.

O cedro do Líbano era honrado por todos os povos do Oriente. A espécie de árvores a que ele pertence é encontrada em todos os lugares aonde o homem chegou sobre a face da Terra. Florescem desde as regiões árticas até a zona tropical, alegrando-se no calor, mas também suportando o frio; surgindo com grande exuberância ao lado dos rios e, ao mesmo tempo, sobressaindo nos ares por sobre a terra não cultivada, ressequida e sedenta. Suas raízes penetram profundamente por entre as pedras das montanhas e se erguem com ousadia em desafio à tempestade. Quando tudo ao redor perece com o sopro do inverno, suas folhas permanecem novas e verdes. Acima de todas as outras árvores, o cedro do Líbano se distingue por sua força, firmeza e seu imperecível vigor, e isso é usado como símbolo daqueles cuja vida “está oculta juntamente com Cristo, em Deus” (Cl 3:3). As Escrituras declaram: “O justo […] crescerá como o cedro” (Sl 92:12). A mão divina exaltou o cedro como o rei da floresta. “Os ciprestes não igualavam os seus ramos, e os plátanos não tinham renovos como os seus; nenhuma árvore no jardim de Deus se assemelhava a esse cedro na sua formosura” (Ez 31:8). Repetidas vezes, o cedro é empregado como emblema da realeza, e seu uso nas Escrituras para representar os justos mostra como o Céu considera aqueles que fazem a vontade de Deus.

Balaão profetizou que o rei de Israel seria maior e mais poderoso do que Agague. Esse era o nome dado aos reis dos amalequitas, que naquele tempo eram uma nação muito poderosa; mas Israel, sendo fiel a Deus, subjugaria todos os seus inimigos. O Rei de Israel era o Filho de Deus, Seu trono um dia seria estabelecido na Terra e Seu poder seria exaltado acima de todos os reinos terrestres (Patriarcas e Profetas, p. 390, 391 [450]).

PARA REFLETIR: Você já pensou em como o pecado impediu Jesus de estabelecer Seu trono como o governante legítimo da Terra? Quando o governo de Cristo será restabelecido?
https://youtu.be/UMD4kLxAmowkLxAmow

MEDITAÇÃO DIÁRIA
28 de 
novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-rei-de-israel/

A PUREZA INFINITA

  A PUREZA INFINITA E todo o que tem essa esperança Nele purifica a si mesmo, assim como Ele é puro. 1 João 3:3 Ao terminar o discurso, Jesu...