domingo, 14 de agosto de 2022

O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS


 O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

O que diz respeito a mim o Senhor levará a bom termo; a Tua misericórdia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares as obras das Tuas mãos. Salmo 138:8

A cruz de Cristo será a ciência e o cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado, eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se esquecerá que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins têm prazer em adorar, humilhou-Se para reerguer a humanidade decaída. Nunca será esquecido que Ele suportou a culpa e a vergonha do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram Sua vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor ao ser humano despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Quando as nações dos salvos olham para seu Redentor e contemplam a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem Seu trono, que existe de eternidade a eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto e nos remiu para Deus com Seu preciosíssimo sangue!”

O mistério da cruz explica todos os outros mistérios. À luz que emana do Calvário, os atributos de Deus que nos enchiam de temor e pavor aparecem belos e atraentes. Misericórdia, ternura e amor paternal se misturam com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos o caráter divino em suas manifestações de misericórdia e compreendemos, como nunca antes, o significado daquele título tão comovente: “Pai nosso.”

Entenderemos que Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idealizar nenhum outro plano para nos redimir que não fosse o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais (O Grande Conflito, p. 539, 540 [651, 652]). 

PARA REFLETIR: Quando você fará uma pausa para agradecer a Deus pelo único meio pelo qual Ele poderia salvá-lo: o sacrifício do Seu Filho, Jesus Cristo?

https://youtu.be/ZCmvsPiARbA

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de agosto 

https:///meditacao/o-arbitro-de-todos-os-destinos/

Juízes 2 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 2

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 2 – A transigência resulta em fracasso. Isso é fato. “Cada página do livro [de Juízes] contribui para enfatizar essa verdade... As duas tribos e meia – Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés lamentavelmente já haviam transigido, ao preferirem se estabelecer em Gileade, a leste do Jordão. O primeiro capítulo de Juízes oferece-nos uma lista de oito conquistas incompletas de Judá, Benjamim, Manassés, Efraim, Zebulom, Aser, Naftali e Dã. As outras tribos, Issacar e Simeão, não foram mencionadas, mas supõe-se que seu comportamento tenha sido igual ao dos outros”, diz J. Sindlow Baxter.

Assim, na questão de salvação, todo cuidado é pouco! Em relação a má influências, a ordem de Deus é radical, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (2 Coríntios 6:14-15). Os exemplos negativos antigos servem de advertência para nós hoje, a fim de que tomemos devido cuidado, atendendo aos apelos divinos.

Os apóstolos conheciam o perigo de envolver-se com doutrinas espúrias, com evangelho adulterado. Por isso, suas ênfases são radicais, por exemplo:

• “Ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:8).

• “Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas vai além dele, não tem Deus... Se alguém chegar a vocês e não trouxer esse ensino, não o receba em casa nem o saúdem. Pois quem o saúda torna-se participante das suas obras malignas” (2 João 9-11).

Embora a nação tenha chorado quando Deus delatou seus pecados (Juízes 2:1-5), em seguida o texto inspirado registra que não houve arrependimento genuíno. Logo após a morte de Josué, o povo despencou rumo à idolatria. Ao invés de influenciar, o povo de Deus era fortemente influenciado, promovendo um sincretismo religioso, o que acarretou fracasso para Israel (Josué 2:6-23).

A lição é nítida, “se dominarmos o mal de maneira incompleta no início, teremos constantes problemas com ele mais tarde e, em geral, acabaremos derrotados por ele no fim. Isso aconteceu com Israel. E vem acontecendo com outros. Devemos precaver-nos! Não é bom cutucar a onça com vara curta! É insensato abafar o pecado com panos quentes! A ordem divina para Israel foi severa, mas necessária. A nação acolheu o inimigo e viveu para arrepender-se disso”, analisa Baxter.

Tenhamos cuidado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 13 de agosto de 2022

O PADRÃO DE BONDADE

 O PADRÃO DE BONDADE

E Ele disse-lhe: “Por que Me chamas bom?” Mateus 19:17, ARC

O grande conflito entre o Príncipe da luz e o príncipe das trevas não arrefeceu um jota ou um til de seu ímpeto com o passar do tempo. O conflito árduo entre a luz e as trevas, entre o erro e a verdade, só aprofunda em sua intensidade. A sinagoga de Satanás se encontra extremamente ativa, e o poder enganador do inimigo trabalha da maneira mais sutil nesta era. Cada ser humano que não se entrega a Deus e não vive sob o controle do Espírito será pervertido pelos agentes satânicos. 

O inimigo trabalha sem parar, a fim de suplantar Jesus Cristo no coração humano e colocar seus atributos no caráter das pessoas, em lugar dos atributos divinos. Ele lança as suas fortes ilusões sobre a mente humana a fim de obter poder controlador, obscurecer a verdade e abolir o verdadeiro Padrão de bondade e justiça, para que o professo mundo cristão seja varrido para a perdição, separando-se de Deus. Ele trabalha para que o egoísmo tome conta do planeta, invalidando os efeitos da missão e obra de Cristo. 

Jesus veio ao mundo a fim de trazer de volta o caráter de Deus à humanidade e reimprimir na alma humana a imagem divina. Ao longo de toda sua vida, por meio do esforço contínuo e laborioso, Cristo buscou chamar atenção do mundo para Deus e Suas santas reivindicações, a fim de que os seres humanos se encham do Espírito de Deus, sejam movidos pelo amor e revelem tanto na vida como no caráter os atributos divinos. Cristo veio para ser luz, e luz do mundo; Sua vida foi de constante negação do eu e sacrifício pessoal. O Senhor Jesus valorizava cada ser humano e não conseguia suportar a ideia de uma pessoa perecer. Seu grande coração de amor envolvia o mundo inteiro e O levou a oferecer salvação completa a todos que Nele crerem. 

No caráter de Cristo se uniam majestade e humildade. Temperança e negação do eu eram identificadas em cada ato da Sua vida. Mas não havia traço algum de fanatismo nem autoridade fria manifesta na Sua conduta que diminuíssem a Sua influência junto àqueles com quem entrava em contato. O Redentor do mundo tinha uma natureza muito mais que angelical. Contudo, ligada à Sua majestade divina, havia mansidão e humildade que atraíam todos a Ele (Manuscrito 39, 1894). 

PARA REFLETIR: Jesus o valoriza e faz todo o possível para que você não se perca.

https://youtu.be/Ybdf76_UTTM

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-padrao-de-bondade/

Juízes 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 1

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 1 – O livro histórico de Juízes inicia apresentando o que deveria ter acontecido caso Israel seguisse devidamente às orientações sábias do Deus que planeja vitórias completas. Suas mensagens visam incentivar-nos a avançar na direção certa, sem espaço para estagnar. 

• Não podemos nos acomodar a certos vícios que adotamos pensando serem melhores e mais vantajosos que seguir os planos e estratégias celestiais.

O aspecto negativo de Juízes 1 é revelado nos versículos 16 a 36, onde apresenta o povo de Deus dando preferência à conveniência baseada na lógica humana em vez de perseverar na obediência ao Deus Onipotente. O foco em riquezas materiais e exploração de pessoas parecia ser o caminho do sucesso para os israelitas; porém, o resultado foi catastrófico, apenas fracasso – como indica o restante do livro.

Na verdade, o livro começa bem; com poderosos pontos positivos, apresentando exemplos que deveriam ter sido seguidos, deixando um forte legado para nós no século 21:

1. As tribos de Judá e Simeão uniram as forças a fim de derrotar o rei déspota cananeu Adoni-Bezeque (Juízes 1:1-8). 

• A união do povo de Deus com o Deus do povo resulta em forças para cumprir os propósitos divinos.

2. A família de Calebe corajosamente abriu caminho para que a tribo de Judá controlasse a região montanhosa. Otoniel, o sobrinho de Calebe que tornou-se genro, conquistou Debir; e junto com Calebe, expulsaram de Hebrom os filhos de Anaque (Juízes 1:9-15; 3:7-11). 

• As famílias devem possuir alvos elevados, apontados por Deus, e avançar na direção desses alvos.

Os primeiros versos de Juízes apresentam o povo consultando a Deus após a morte de Josué. Essa atitude deveria ser nosso estilo de vida todos os dias quando despertamos pela manhã para orientarmo-nos com Deus!

Observe como pode ser sintetizada a pedagogia divina:

• Egito=Escravidão: Lugar de opressão, medo, mundanismo e depravação espiritual.

• Deserto=Processo: Preparação, dependência, confiança, revelação e mudança de mentalidade.

• Reino=Liberdade: Terra Prometida, paz e justiça.

Como ser livre possuindo mentalidade de escravo? A grande lição que Israel deveria assimilar e nós também, é que após ser liberto por Deus, devemos aprender com Ele quanto ao quê fazer para desfrutar a liberdade; do contrário, a liberdade será ilusória, uma decepção.

Sejamos moldados pela Palavra, para vivermos os planos de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2022

O PACIENTE SOFREDOR

  O PACIENTE SOFREDOR

Certamente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si. Isaías 53:4

Por sobre o trono se revela a cruz; e como em vista panorâmica, aparecem as cenas da tentação e queda de Adão e os passos sucessivos no grande plano da redenção. O humilde nascimento do Salvador; Sua infância de simplicidade e obediência; Seu batismo no Jordão; o jejum e a tentação no deserto; Seu ministério público, desvendando às pessoas as mais preciosas bênçãos do Céu; os dias repletos de atos de amor e misericórdia, e as noites de oração e vigília na solidão das montanhas; as tramas de inveja, ódio e maldade, com que Seus benefícios eram retribuídos; a terrível e misteriosa agonia no Getsêmani, sob o peso esmagador dos pecados do mundo inteiro; Sua traição nas mãos da multidão assassina; os tremendos acontecimentos daquela noite de horror. O Prisioneiro que não opunha resistência, abandonado por Seus discípulos mais amados e rudemente empurrado pelas ruas de Jerusalém; o Filho de Deus triunfantemente exibido perante Anás, obrigado a comparecer ao palácio do sumo sacerdote, ao tribunal de Pilatos e diante do covarde e cruel Herodes, escarnecido, insultado, torturado e condenado à morte – tudo é vividamente retratado.

Em seguida, diante da multidão agitada, revelam-se as cenas finais: o paciente Sofredor trilhando o caminho do Calvário; o Príncipe do Céu suspenso na cruz; os sacerdotes arrogantes e a multidão zombadora escarnecendo de Sua agonia mortal; as trevas sobrenaturais; a Terra a tremer, as rochas despedaçadas e as sepulturas abertas, marcando o momento em que o Redentor do mundo rendeu a vida.

O terrível espetáculo mostra exatamente como aconteceu. Satanás, seus anjos e súditos não têm poder para se desviar da exibição de sua própria obra. Cada ator relembra a parte que desempenhou. Herodes, matando as inocentes crianças de Belém, para que pudesse destruir o Rei de Israel; a malvada Herodias, sobre cuja alma criminosa pesa o sangue de João Batista; o fraco e oportunista Pilatos; os soldados zombadores; os sacerdotes e as autoridades, e a multidão enfurecida que clamou: “Que o sangue Dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos!” (Mt 27:25) – todos contemplam a dimensão de seu crime. Em vão procuram se esconder da majestade divina de Seu rosto, mais resplandecente que o Sol, enquanto os remidos lançam suas coroas aos pés do Salvador, exclamando: “Ele morreu por mim!” (O Grande Conflito, p. 551, 552 [666, 667]). 

PARA REFLETIR: O registro da sua vida revelará o seu amor por um Salvador sofredor?

https://youtu.be/yAh_TKrxDKk

MEDITAÇÃO DIÁRIA

12 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-paciente-sofredor/

Josué 24 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Josué 24

Comentário Pr Heber Toth Armí

JOSUÉ 24 – No final de seu livro, Josué, cheio do Espírito Santo, ao fazer uma recapitulação histórico-teológica, renovou a aliança de Deus com seu povo (Josué 24:1-27), antes de sua morte (Josué 24:28-33). 

Um dos mais conhecidos e fortes apelos de Josué se encontra nos versículos 14 e 15: “Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito e sirvam ao Senhor. Se, porém, não agrada a vocês servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas eu e a minha família serviremos ao Senhor”.

Este apelo merece nossa extrema atenção:

Note que o “agora” é uma ordem importante. Exige decisão urgente. Deus não quer protelação. A procrastinação na questão da salvação já é uma terrível decisão.

A decisão de servir ao Senhor provoca transformação. Integridade e fidelidade têm a ver com profundidade, compromisso intenso e constante, sério e perseverante. O compromisso com Deus deve ser total – decisão parcial é inaceitável.

Quem serve a Deus, vive de forma diferente de quem não O serve (ou de quem serve-O apenas teoricamente). O estilo de vida de quem sinceramente teme/ama ao Senhor é visível. A intimidade com Deus é notória nas atividades diárias.

A salvação está disponível a todos; porém, cabe a cada um tomar sua decisão. Deus não obriga ninguém, mas apela veementemente a todos!

Devemos levar nossa família a viver em comunhão constante com Deus – é a melhor atitude a tomar. Coloque diariamente os membros da sua família ao serviço de Deus. O exemplo de Josué deve nos motivar a sermos exemplos para outras pessoas.

Precisamos ser resolutos em nossas decisões; pois, a humanidade carece de famílias que sejam boas referências, que não sofram influências da cultura pecaminosa que intenta destruir não apenas a família, mas os nobres princípios divinos que promovem a verdadeira vida! 

Nossa existência é feita de decisões, e de recomeços. Diariamente as misericórdias do Senhor se renovam antes de acordarmos (Lamentações 3:22-23); portanto, devemos decidir ou reafirmar compromisso exclusivo a Ele todos os dias.

Agora, tema ao Senhor; sirva-O com sinceridade! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2022

O FILHO QUERIDO

 O FILHO QUERIDO

Ele nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do Seu Filho amado. Colossenses 1:13

Foi-me mostrado o grande amor e condescendência de Deus em dar Seu Filho para morrer, a fim de que a humanidade pudesse encontrar perdão e viver. Foram-me mostrados Adão e Eva, que tiveram o privilégio de contemplar a beleza e o encanto do Jardim do Éden e a quem fora dado comer de toda árvore do jardim, exceto uma. Mas a serpente tentou Eva, e esta tentou o marido, e ambos comeram da árvore proibida. Quebraram o mandamento de Deus e se tornaram pecadores. As notícias se espalharam através do Céu, e as harpas todas se calaram. Os anjos se entristeceram e temeram que Adão e Eva estendessem novamente a mão, comessem o fruto da árvore da vida e se tornassem pecadores imortais. […] 

A tristeza encheu o Céu ante a realidade de que o ser humano tinha se perdido, que o mundo que Deus havia criado se encheria de mortais condenados à miséria, enfermidade e morte e que não havia meio de escape para o ofensor. Toda a família de Adão tinha que morrer. Vi então o amorável Jesus e contemplei em Seu semblante uma expressão de simpatia e pesar. Logo O vi Se aproximar da inexcedível luz que envolvia o Pai. Disse meu anjo assistente: “Ele está em conversa íntima com Seu Pai.” A ansiedade dos anjos parecia ser intensa enquanto Jesus estava em comunhão com Seu Pai. Três vezes Ele foi envolvido pela gloriosa luz em torno do Pai. Na terceira vez, Ele veio do Pai e pudemos ver Sua pessoa. Seu semblante estava calmo, livre de toda perplexidade e angústia e brilhava com uma luz maravilhosa que palavras não podem descrever. Ele fez então saber ao coro angélico que se abrira um caminho de escape para a humanidade perdida; que estivera pleiteando com o Pai e obtivera permissão de dar Sua própria vida como resgate para a raça, levar seus pecados e receber sobre Si a sentença de morte, abrindo dessa maneira caminho pelo qual pudessem, mediante os méritos do Seu sangue, encontrar perdão para as transgressões passadas e, mediante a obediência, ser levados de volta ao jardim do qual haviam sido expulsos. […] 

Então alegria, alegria inexprimível, encheu o Céu, e o coro celestial cantou um cântico de louvor e adoração. Eles tocaram suas harpas e cantaram com mais entusiasmo que jamais haviam cantado, por causa da grande graça e condescendência de Deus em entregar o Seu Filho querido para morrer pela raça rebelada (Primeiros Escritos, p. 125-127). 

PARA REFLETIR: Por que você escolheria morrer por pecados cujo preço já foi pago na cruz?

https://youtu.be/xCf550KAz5I

MEDITAÇÃO DIÁRIA

11 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-filho-querido/

O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

 O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS O que diz respeito a mim o Senhor levará a bom termo; a Tua misericórdia, ó Senhor, dura para sempre; não de...