segunda-feira, 16 de maio de 2022

O JOVEM GALILEU

O JOVEM GALILEU

Três dias depois, O acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Lucas 2:46

Era o último dia em que Cristo ensinava no templo. As vastas multidões que se reuniam em Jerusalém tiveram sua atenção atraída para Ele. O povo que se aglomerava nos pátios do templo tinha acompanhado o debate, assimilando cada palavra que saíra de Seus lábios. Nunca antes fora vista uma cena igual. Ali estava o Jovem galileu, não aparentando honra terrena alguma e nenhuma insígnia de rei. Ao redor Dele estavam sacerdotes em suas belas roupas, autoridades com as vestes e adereços que indicavam sua alta posição, e escribas segurando manuscritos em forma de rolo, aos quais faziam frequentes referências. Jesus permanecia entre eles sereno, com a dignidade de um rei. Como alguém que possuía autoridade celestial, olhava sem perturbação Seus adversários, os quais O haviam rejeitado, desprezado Seus ensinos e desejavam tirar Sua vida. Haviam-No atacado muitas vezes, mas seus planos para O enredar e condenar tinham sido inúteis. Cristo havia enfrentado desafio após desafio, apresentando a pura e radiante verdade em contraste com as trevas e os erros dos sacerdotes e fariseus. Tinha exposto perante esses líderes sua real condição e o resultado de persistirem em suas más ações. A advertência fora dada fielmente. Contudo, ainda restava outra missão para Jesus. Outro propósito ainda devia ser cumprido.

O interesse do povo em Cristo e Sua obra crescera constantemente. Estavam encantados com Seus ensinos, mas, por outro lado, muito perplexos. Haviam respeitado os sacerdotes e rabinos por sua inteligência e aparente religiosidade. Em todos os assuntos religiosos, sempre tinham prestado total obediência à autoridade deles. No entanto, agora viam esses homens procurando desacreditar Jesus, o Mestre cuja virtude e conhecimento brilhavam mais a cada novo ataque. Olhando para os semblantes carregados dos sacerdotes e anciãos, viam vergonha e derrota. Admiravam-se de que os líderes não cressem em Jesus, quando Seus ensinos eram tão claros e simples. E não sabiam que direção eles próprios deviam tomar. Com muita ansiedade, observavam as atitudes daqueles cujos conselhos sempre tinham seguido (O Desejado de Todas as Nações, p. 487, 488 [610, 611]).

PARA REFLETIR: De que modo a sua fé em Jesus é afetada pelos atos de líderes religiosos?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de maio

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-jovem-galileu/


Números 6 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 6

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 6 – A santidade requer afastamento das práticas corrompidas da sociedade. A influência da Bíblia em nossa vida deveria ser mais forte que a influência do mal, entretanto, o mal tem atraído mais a atenção do povo de Deus que os princípios de santidade.

Números 6 trata dos nazireus, que se dava através de voto. Do qual, “Sansão, Samuel e João Batista colocam-se como ilustração máxima do voto de nazireado”, destaca Merrill Unger. Mulheres também podiam participar. Embora não tenhamos exemplos claros na Bíblia, o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia observa que “o fato de a mãe de Sansão ter recebido a ordem de não beber vinho indica que talvez ela tenha feito um voto de nazireu temporário (Jz 13:4-5)”.

No Novo Testamento, no desenvolvimento inicial da igreja primitiva, houve situação que envolveu o voto de nazireus. Para evitar conflitos, e não dar margem aos críticos de plantão acusarem injustamente, Paulo foi aconselhado a purificar-se juntamente com seu grupo. Então, “Paulo começou a executar o conselho dos anciãos. Os quatro homens que haviam feito o voto de nazireus (Núm. 6), cujo termo estava quase cumprindo, foram levados por Paulo ao templo, ‘anunciando serem já cumpridos os dias da purificação; e ficou ali até se oferecer por cada um deles a oferta. Atos 21:26”, observa Ellen White (AA, p. 406).

O termo nazireu do hebraico Nazir significa “separado”, “consagrado”. Era um voto de consagração por um período ou pela vida toda. Era um ritual de dedicação total a Deus. Neste mundo que conspira contra a santidade, Deus anseia a consagração de Seu povo.

Em Amós 2:11-12, os nazireus foram forçados a se contaminarem com vinho. Isso indica que os negligentes espirituais “ficam irrequietos na presença do bem e, num espírito verdadeiramente diabólico, procuram arrastar todos ao caminho da perdição. Não querem a Deus e Dele procuram todos afastar” alerta Hernandes Dias Lopes.

Nosso nazireado hoje acontece em Cristo (João 17:17-19). Quando entregamo-nos a Ele somos separados para viver por Ele: “Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; ofereçam os membros do corpo de vocês a Ele, como instrumentos de justiça” (Romanos 6:13). Em suma, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 15 de maio de 2022

O APOIADOR DA VIDA ESPIRITUAL E ETERNA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de maio

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O APOIADOR DA VIDA ESPIRITUAL E ETERNA

E maravilhavam-se com a Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade. Lucas 4:32

Cristo declarou: “Em verdade, em verdade lhes digo que vocês estão Me procurando não porque viram sinais, mas porque comeram os pães e ficaram satisfeitos. Trabalhem, não pela comida que se estraga, mas pela que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem dará a vocês; porque Deus, o Pai, o confirmou com o Seu selo. Então lhe perguntaram: ‘Que faremos para realizar as obras de Deus?’ Jesus respondeu: ‘A obra de Deus é esta: que vocês creiam Naquele que Ele enviou’” (Jo 6:26-29).

Garantiu-lhes que não foi Moisés quem lhes deu pão do Céu: “Quem lhes dá o verdadeiro Pão do Céu é Meu Pai. Porque o Pão de Deus é o que desce do Céu e dá vida ao mundo” (v. 32, 33).

Então observamos o resultado desse discurso claro. Qual foi? Eles não aceitariam a verdade. Recusaram-se a ouvir e se afastaram de Cristo. E a rejeição de Cristo, o Pão da vida, foi, para eles, a rejeição definitiva da verdade. Deixaram de andar com Ele.

“Eu sou o Pão da Vida”, o Autor, Mantenedor e Apoiador da vida espiritual e eterna. Em João 6:35, Cristo Se representa como semelhante ao pão celestial. Comer da Sua carne e beber do Seu sangue significa aceitá-Lo como um mestre enviado pelo Céu. Crer Nele é essencial para a vida espiritual. Aqueles que se banqueteiam na Sua palavra jamais passam fome, sede ou desejam qualquer bem mais elevado ou exaltado. “Você será estabelecida em justiça. Ficará longe da opressão, porque não temerá; ficará longe do terror, porque ele não chegará perto de você. Se alguém a atacar, isso não procederá de Mim; mas quem a atacar cairá diante de você. […] Nenhuma arma forjada contra você prosperará; e você condenará toda língua que quiser acusá-la em juízo. Esta é a herança dos servos do Senhor e a Sua justiça que procede de Mim, diz o Senhor” (Is 54:14, 15, 17) (Manuscrito 81, 1906).

PARA REFLETIR: O que é a vida espiritual e eterna que Cristo busca nutrir na sua vida?

Números 5 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 5

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 5 – Enquanto o livro de Levítico lidou com a história do povo de Deus na região do Sinai por um período de um mês, o livro de Números lida com um período de 39 anos. Até Números 10, o texto estará lidando com os últimos 20 dias antes de o povo levantar acampamento rumo à Canaã, a terra prometida em Gênesis 12:1; 15:13-16.

Todavia, “o livro de Números é mais que um mero diário de viagem que narra a jornada de Israel desde o monte Sinai até as planícies de Moabe. As narrativas e leis em Números apresentam as condições para que Israel pudesse ter posse da terra prometida e a desfrutasse. Essas condições incluíam um desejo tenaz de possuir a terra prometida por Deus, respeito aos líderes por Ele estabelecidos e preocupação em manter a santidade da comunidade da aliança e da terra prometida”, explica Eugene Merrill.

A expectativa dos mais de dois milhões de peregrinos era grande. O preparo ministrado por Deus já durava cerca de um ano.

Não bastava o preparo organizacional, era essencial também o preparo espiritual. Nada deveria enfraquecer o povo diante dos desafios da jornada. Nem contaminação por doenças, nem problemas sexuais. As dificuldades precisavam ser resolvidas para alcançarem os elevados propósitos de Deus. O que mais prejudica uma sociedade são os problemas familiares. 

Uma sociedade forte considera a santidade do casamento e a importância de uma família bem estruturada. A raiz do problema de uma sociedade é quando se despreza a pureza do matrimônio. 

Assim como o povo de Deus do passado foi contabilizado, o povo de Deus do futuro será contado em número de 144.000 (Apocalipse 7:1-8). Da mesma forma que os israelitas, o remanescente escatológico deve ser puro e verdadeiro (Apocalipse 14:1-5); também deve ter “consideração para com os que se esforçam no trabalho entre vocês, que os lideram no Senhor e os aconselham. Tenham-nos na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles. Vivam em paz uns com os outros” (1 Tessalonicenses 5:12-13). 

O contexto apocalíptico é diferente, mas as recomendações são semelhantes. O que não podemos fazer é imitar a rebeldia e insubordinação de Israel.

Devemos observar cada recomendação a fim de prepararmo-nos integralmente para entrar nas mansões celestiais! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 14 de maio de 2022

O OBREIRO-MESTRE

O OBREIRO-MESTRE

Saia pelos caminhos e atalhos e obrigue todos a entrar, para que a minha casa fique cheia. Lucas 14:23

Os que entraram para o serviço do Obreiro-Mestre em resposta ao chamado do momento devem estudar Seus métodos de trabalho. Durante Seu ministério terrestre, o Salvador aproveitou as oportunidades oferecidas pelas grandes rotas de acesso. Cafarnaum, onde Jesus ficava nos intervalos de Suas viagens de um lado para o outro, se tornou conhecida como “Sua cidade”. Essa cidade era bem adaptada para ser o centro do trabalho do Salvador. Localizada junto à estrada principal de Damasco a Jerusalém e ao Egito, bem como para o Mar Mediterrâneo, era uma grande via de acesso. Gente de muitas terras atravessava a cidade ou ali se demorava para descansar em suas jornadas de um lado para o outro. Ali, Jesus podia encontrar pessoas de todas as nações e classes sociais; ricos e poderosos, assim como pobres e humildes. Suas lições seriam levadas a outros países e para muitos lares. […]

Nestes dias de muita facilidade para viajar, as oportunidades para entrar em contato com homens e mulheres de todas as classes e de muitas nacionalidades são muito maiores do que nos dias de Israel. As rotas comerciais têm-se multiplicado mil vezes. Deus tem preparado maravilhosamente o caminho. A imprensa, com seus múltiplos recursos, está a nosso dispor. Bíblias e publicações em muitas línguas, expondo a verdade para este tempo, estão à nossa disposição, e podem ser levadas rapidamente para todas as partes do mundo.

Cristãos que vivem nos grandes centros comerciais têm oportunidades especiais. Crentes dessas cidades podem trabalhar em favor de Deus na vizinhança de seus lares.

Nos mundialmente afamados centros de comércio turístico, termas balneares e praias, onde fervilham milhares de pessoas em busca de saúde e lazer, devem ser colocados pastores e colportores capazes de atrair a atenção das multidões. Estejam esses obreiros alerta à sua oportunidade de apresentar a mensagem para este tempo e realizar reuniões quando tiverem chance. Sejam rápidos em aproveitar as oportunidades de falar ao povo. Acompanhados do poder do Espírito Santo, […] a Palavra de Deus deve ser apresentada com clareza e poder, para que os que têm ouvidos para ouvir ouçam a verdade (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 121, 122).

PARA REFLETIR: Como o Espírito Santo pode dar a você poder para trabalhar como Jesus?

MEDITAÇÃO DIÁRIA
14 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-obreiro-mestre//


 

Números 4 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 4

Comentário Pr Heber Toth Armí

NÚMEROS 4 – Deus constituiu líderes espirituais. Eles exercem ministério importante no mundo. Cada época tem suas peculiaridades. Com o Santuário móvel no deserto, precisando ser desmontado, transportado e remontado, as atividades eram diferentes de quando o templo foi construído e fixado em um lugar (imóvel). 

Quando a ilustração profética da cerimônia do Santuário tornou-se realidade em Cristo, cessando assim os rituais cerimoniais do templo terrestre, os líderes espirituais continuam sendo considerados por Deus, e importantes ao desenvolvimento da igreja. 

Da mesma forma que Deus designou os três filhos de Arão no Antigo Testamento, posteriormente na igreja, Deus “designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da estatura de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro” (Efésios 4:11-14).

“Na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres...” (1 Coríntios 12:28). Bispos, anciãos, presbíteros e diáconos foram sendo acrescentados com a multiplicação dos membros da igreja (Atos 6:1-7; 20:17, 28-30; Romanos 16:1-3; Tito 1:5). O texto inspirado é claro: “Esta afirmação é digna de confiança: Se alguém deseja ser bispo [pastor], deseja uma nobre função” (1 Timóteo 3:1).

Assim como coatitas, gersonitas e meraritas tinham cada um sua PP responsabilidade, cada membro do corpo de Cristo deve fazer aquilo que tem a ver com seu dom (1 Coríntios 12:4-30). Diferentes dons atendem a diferentes necessidades; assim, cada crente deve exercer seu ministério com responsabilidade para não prejudicar o todo.

Além de não se meter no dever alheio, é preciso cumprir com a responsabilidade estipulada por Deus. Ir além ou ficar aquém pode comprometer a obra de Deus no mundo. Os cristãos devem testemunhar de Deus a vizinhos e estrangeiros (Atos 1:8). A missão não é opção, é o estilo de vida do cristão! Portanto, reavivemo-nos no serviço a Deus! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 13 de maio de 2022

O MENSAGEIRO CELESTIAL

O MENSAGEIRO CELESTIAL

Então o homem disse: “Deixe-me ir, pois já rompeu o dia.” Jacó respondeu: “Não o deixarei ir se você não me abençoar.” Gênesis 32:26

A experiência de Jacó durante aquela noite de luta e angústia representa a prova pela qual o povo de Deus deverá passar pouco antes da segunda vinda de Cristo. O profeta Jeremias, em santa visão, olhando para esse tempo, disse: “Ouvimos um grito de terror, um grito de medo e não de paz. […] E por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó, mas ele será salvo dela” (Jr 30:5-7).

Quando Cristo concluir Sua obra como mediador em favor do ser humano, então começará esse tempo de angústia. O destino de cada pessoa terá sido decidido, e não haverá sangue expiatório para purificar do pecado. Quando Jesus deixar Sua posição como intercessor do ser humano junto a Deus, será feito o solene anúncio: “Continue o injusto a fazer injustiça, e continue o imundo a ser imundo. O justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap 22:11). Então o Espírito de Deus, que reprime o mal, será retirado da Terra. Assim como Jacó foi ameaçado de morte por seu irmão irado, o povo de Deus estará em perigo por parte dos ímpios, que procurarão destruí-los. E assim como o patriarca lutou toda a noite para conseguir livramento da mão de Esaú, os justos clamarã

Satanás havia acusado Jacó diante dos anjos de Deus, alegando o direito de destruí-lo por causa de seu pecado; levara Esaú a marchar contra ele; e durante a longa noite de luta do patriarca, Satanás se esforçou para incutir nele a sensação de culpa, a fim de o desanimar e romper sua ligação com Deus. Quando, em sua angústia, Jacó segurou o Anjo e com lágrimas implorou Seu favor, o Mensageiro celestial, para provar-lhe a fé, lembrou-o também de seu pecado e se esforçou para escapar dele. Jacó, porém, não quis soltá-Lo. Tinha aprendido que Deus é misericordioso e se entregou à Sua misericórdia. Fez referência ao arrependimento de seu pecado e implorou livramento. Ao rever sua vida, quase chegou ao desespero; mas segurou firmemente o Anjo e, com fortes gritos de aflição, insistiu em sua súplica até que prevaleceu (Patriarcas e Profetas, p. 162 [201, 202]).

PARA REFLETIR: Por qual motivo você está lutando com Jesus agora?

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de maio

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O JOVEM GALILEU

O JOVEM GALILEU Três dias depois, O acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Lucas 2:46 Era o...