sábado, 4 de fevereiro de 2023

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

 A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque eles não creem em Mim; da justiça, porque vou para o Pai, e vocês não Me verão mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. João 16:8-11

A Bíblia apresenta diversas informações a respeito do Espírito Santo, enfocando Sua obra. No evangelho de João, capítulos 14, 15 e 16, vemos um exemplo disso. Nessa seção, é estabelecido um contraste entre o “mundo” e “vocês”. Nesses casos, “mundo” indica os não convertidos; “vocês”, aqueles que passaram pela experiência do novo nascimento. O Espírito Santo tem uma grande obra a realizar em nosso planeta. Ele atua no “mundo”, mas especialmente nos convertidos. O que Ele faz em favor do “mundo”?

Jesus disse: “Quando, porém, vier o Consolador, que Eu enviarei a vocês da parte do Pai, o Espírito da verdade, que Dele procede, Esse dará testemunho de Mim” (Jo 15:26). Portanto, o Espírito Santo dá testemunho de Cristo. Ele procura levar todos a aceitar a Cristo como Filho de Deus, Salvador e Senhor de sua vida. Acontece que Ele sempre atua a partir de fora da pessoa. Na linguagem bíblica, Ele bate à porta do coração e tem mil maneiras de fazer isso. Pode usar um sermão, um exemplar da Bíblia, um hino que a igreja entoa, um folheto, revista ou livro missionário, um programa da TV Novo Tempo, um amigo, um familiar…

Quando alguém do mundo se recusa a aceitar a Cristo, o Espírito faz outra obra. Ele convence essa pessoa do pecado de incredulidade. Lemos em João 16:8 e 9: “Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, […]: do pecado, porque eles não creem em Mim.” Ele também convence da justiça (v. 8, 10), porque Jesus foi para o Pai, e Sua aceitação por Deus é uma confirmação de que Sua vida neste mundo foi plenamente justa. O Espírito ainda convence do juízo de Satanás (v. 8, 11), porque o príncipe deste mundo já está julgado. O inimigo, que quer reter o mundo para si, já foi julgado e condenado. Apenas aguarda o momento de sua execução.

Deus não Se esqueceu do mundo nem o abandonou. Ele amou o mundo e deu Seu Filho para salvá-lo, e Seu Espírito, para convencê-lo. Vamos orar e colaborar na conversão de todos os seres humanos! 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 de fevereiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-obra-do-espirito-santo-2/
https://youtu.be/R49NeESAtXA
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2 Crônicas 20 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – 2 Crônicas 20
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

II CRÔNICAS 20 – 
As dificuldades de vida parecem promover nossa espiritualidade. Quando buscamos a Deus, os grandes desafios e crises que enfrentamos neste mundo são excelentes oportunidades para Ele revelar Seu poder e vantagens de O buscarmos.

II Crônicas 20 ensina-nos a fazer jejuns coletivos; a convidar outras pessoas para juntos buscarem a Deus; a orar confiantemente reconhecendo Quem Deus é, o que Ele fez e o que pode fazer; a depender do tempo e da forma do Espírito Santo agir; a participar da adoração a Deus frente aos desafios da vida; a agir em sintonia com Deus na busca pela vitória completa; e, a ser grato por Deus conceder vitória e paz.

No texto, a coligação transjordanenses de Moabe, Amom e do monte Seir travou uma guerra desproporcional contra Judá sem causa justa (II Crônicas 20:10-12). Após a consagração do rei Josafá juntamente com o povo que viera de todas as cidades de Judá e juntos clamarem a Deus, o Espírito Santo “veio sobre Jaaziel” com orientações que resultariam em vitória para o exército que de madrugada sairia ao deserto de Tecoa e cantaria louvores a Deus.

Diante da orientação profética, foram os cantores do templo que lideraram o exército, não os capitães militares treinados para a batalha. Além disso, a música não era de batalha, nem exaltava a justiça ou a soberania divina; a letra rezava: “Deem graças ao Senhor, pois o Seu amor dura para sempre” (II Crônicas 20:20-21). Tem lógica?

A vitória ficou para o povo que buscou a Deus e confiou piamente em Suas orientações sem lutar; pois, a luta se deu entre os aliados, que se autodestruíram (II Crônicas 20:22-30); mesmo que nem Josafá nem o povo eram perfeitos diante de Deus (II Crônicas 20:31-37). Tudo isso nos evidencia que:

• Não importa o tamanho do problema, Deus é maior e sabe como resolvê-lo.
• Não importa quão pequenos somos, Deus pode conceder-nos Seu favor.
• Não importa se a lógica divina seja aparentemente absurda, ela tem mais lógica que nossa forma de ver as coisas.
• Não importa se não somos perfeitos; se perfeitamente buscarmos ao Senhor, graciosamente seremos atendidos e surpreendidos.

Se hoje buscarmos verdadeiramente ao Senhor, nosso dia será bem diferente do que seria sem dependência dEle. Portanto, reavivamo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

A OBRA DE CRISTO NO CÉU

A OBRA DE CRISTO NO CÉU

Tendo, pois, Jesus, o Filho de Deus, como grande Sumo Sacerdote que adentrou os Céus [...], aproximemo-nos do trono da graça com confiança. Hebreus 4:14, 16

Depois de vir a este mundo e Se tornar um de nós, viver uma vida sem pecado, morrer na cruz em nosso lugar e ressuscitar, Jesus “adentrou os Céus” e “assentou-Se à direita da Majestade, nas alturas” (Hb 4:14; 1:3), no “trono da graça”. A expressão “trono da graça” implica que há um reino da graça. Esse reino, uma promessa desde o Éden perdido, tornou-se realidade quando Cristo morreu e ressuscitou. Naquela ocasião, ele foi estabelecido de fato, pois Deus cumpriu Sua promessa por meio do Filho.

O trono da graça aponta para a oportunidade de salvação. O reino de Deus possui duas etapas. Na primeira, ele é chamado de reino da graça; na segunda, de reino da glória. Jesus está assentado no trono da graça porque ainda vivemos no tempo da graça, em que há oportunidade de salvação. Mas, “quando vier o Filho do Homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, Se assentará no trono da Sua glória” (Mt 25:31) e terá início o reino da glória, quando o tempo da salvação terá passado. Por isso, o apelo é repetido na Carta aos Hebreus: “Hoje, se ouvirem a Sua voz, não endureçam o coração” (Hb 3:7, 8, 15; 4:7). Atualmente, vivemos sob o reinado da graça e ainda podemos nos aproximar do trono de Cristo e buscar Seu auxílio.

Sendo completamente humano e completamente Deus, Cristo está qualificado para ser nosso mediador – Aquele que está no meio, entre Deus e a humanidade. Por isso, Ele é capaz de religar o ser humano a Deus, trazendo Deus à humanidade e levando a humanidade a Deus. De todos os sacerdotes que já existiram neste mundo, apenas Cristo possui essa dupla natureza, sendo o verdadeiro sacerdote para o qual os outros apontavam. Por isso, o texto O distingue como “grande” sacerdote.

Porque Ele Se tornou um de nós, passando pela tentação e pelo sofrimento, como Sacerdote, Ele pode Se compadecer de nossas fraquezas e oferecer toda ajuda de que precisamos. Se formos a Ele, encontraremos misericórdia, graça e socorro (Hb 4:16) – a verdadeira ajuda para cada tentação e dificuldade, no momento certo. Assim, não perca a oportunidade e vá até Ele em busca de ajuda.

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

3 de fevereiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-obra-de-cristo-no-ceu/
https://youtu.be/K1nbWqFlt6E
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2 Crônicas 19 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – 2 Crônicas 19
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

II CRÔNICAS 19 –
Ensinar correta e sistematicamente os nobres princípios da Palavra de Deus é a melhor atitude que um líder de qualquer área pode ter em prol de seus liderados.

Não há alvo mais elevado e sublime que esse, e, o resultado será por conta do Deus que preza pelo que é certo. Quando olhamos atentamente ao capítulo em foco e seu contexto, essas verdades são nitidamente percebidas. Podemos assimilá-las!

Nesse contexto, “os monarcas religiosos, os profetas inspirados e os sacerdotes comprometidos constituem a liderança que o cronista admira em 2Crônicas 14-20. Dois reis, Asa e Josafá são os personagens mais proeminentes. Ambos lideram movimentos de reforma baseados na Lei [Torá] e na sua aplicação à situação presente. De qualquer maneira, nenhum homem é perfeito, mas ambos são gigantes espirituais comparados aos seus correspondentes no Israel do norte”, analisa Paul House.

Atualmente, precisamos de líderes políticos e eclesiásticos com compromisso e propósitos bíblicos para administrar em prol do povo. A situação atual da igreja e da sociedade mostra tal necessidade. Deus precisa ser central em toda e qualquer comunidade, para que a bênção de Sua presença traga outras bênçãos – das quais carecemos neste mundo perverso e imoral.

“Os reinos de Josafá e Asa funcionam como exemplos de como os reis e o povo podem agradar ao Senhor. Uma vez que os ídolos são rejeitados, a Lei é ensinada e obedecida, a nação confia somente em Yahweh, a palavra profética é acreditada e os sacerdotes são fieis na execução dos deveres determinados por Deus, o país florescerá como uma clara dádiva do Senhor. Essa conduta demonstra a real busca por Yahweh”, complemente House.

Os defeitos e os acertos de Josafá são revelados em II Crônicas 19. O profeta Jeú apresentou-lhe sua falha (II Crônicas 19:1-3); o cronista, Esdras, relatou suas decisões assertivas (II Crônicas 19:4-11). Isso nos mostra que nossos defeitos de caráter não devem impedir-nos de propagar a Palavra de Deus!

Ainda que falhemos em viver o que pregamos, é essencial que espalhemos toda a Palavra de Deus em todo lugar que pudermos. Josafá administrou essa Palavra por meio de juízes e sacerdotes para chegar em todo seu reino...

Hoje, podemos utilizar diversos recursos para proclamá-La ao mundo. Usemos nossa influência para isso! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

NECESSIDADE DE SANTIFICAÇÃO

 NECESSIDADE DE SANTIFICAÇÃO

Busquem a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Hebreus 12:14

Algumas pessoas creem e ensinam que não há necessidade de santificação. Para elas, não haveria necessidade de desenvolvimento do caráter, nem separação do pecado, nem pureza. A justificação e o perdão divino seriam suficientes para a salvação. Contudo, a Palavra de Deus apresenta a santificação como necessidade. O autor da Carta aos Hebreus escreveu que, sem a santificação, “ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).

Todos desejamos ver a Deus, e o Apocalipse declara que um dia, na cidade santa, contemplaremos Sua face (Ap 22:4). Mas, para que isso se torne realidade, devemos andar no caminho da santificação (1Jo 3:3). O desejo de Deus é que, enquanto aguardamos a vinda de Jesus, sejamos santificados em todas as dimensões de nosso ser, tanto no aspecto físico quanto mental e espiritual (1Ts 5:23).

Alguém pode indagar: “Se uma pessoa já foi justificada por Deus, que necessidade há de ser santificada?” Precisamos entender que, na justificação, Deus está lidando com o passado de nossa vida. No momento em que verdadeiramente me arrependo, confesso meus pecados e reclamo o sacrifício de Cristo em meu favor, Deus me perdoa, me justifica, e todos os meus pecados são perdoados. Não há mais, da parte de Deus, condenação sobre mim. Estou em paz com Ele (Rm 8:1; 5:1).

Contudo, devemos considerar que, embora essa experiência seja maravilhosa, precisamos ir além, porque a vida continua, e se agora eu estou limpo, mas permaneço sozinho na luta contra o mal, continuarei a repetir todos aqueles pecados. Nesse ponto é que entra a santificação. Se na justificação eu sou completamente perdoado quanto ao meu passado, na santificação eu recebo ajuda para viver o presente como Deus espera. Deus não apenas me perdoa, Ele me torna uma nova pessoa. Essa transformação é tão marcante que é considerada uma nova criação. Paulo afirmou: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5:17). Agora, meu coração, minha mente, meus gostos, meus afetos, minhas perspectivas, enfim, o rumo de minha vida – tudo é alterado.

Bendito seja o Senhor, que tanto nos ama, que nos limpa e nos transforma! Aguardemos o dia em que O veremos e estaremos para sempre com Ele.

MEDITAÇÃO DIÁRIA
2 de fevereiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/necessidade-de-santificacao/
https://youtu.be/YYU6QBe9mGg
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2 Crônicas 18 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – 2 Crônicas 18
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

II CRÔNICAS 18 –
 Embora tenhamos aversão ao engano, no aspecto religioso parece que muitos andam despreocupados. O que agrada ao coração e traz certa satisfação é o que parece importar. Falsos mestres, falsos profetas, falsos pregadores obtêm sucesso, pois muitos não os consideram falsos!

450 profetas falsos eram apreciados por Acabe e, o único profeta verdadeiro, era odiado por ele. A preferência por aquilo que contraria a Deus parece ter mais credibilidade. Acabe era rei, mas representa a todas as pessoas que, no tempo do fim, não suportariam a sã doutrina, dariam preferência às mensagens que causam satisfação como coçar o ouvido, promovida por mestres que falam coisas agradáveis, palatáveis; assim, recusam a dar ouvidos às verdades “intragáveis” (II Timóteo 4:3-4).

Acabe e Josafá governavam o povo de Deus. “Josafá tinha grande riqueza e honra e aliou-se a Acabe por laços de casamento” (II Crônicas 18:1). Se Acabe representa os crentes relapsos, Josafá representa os crentes fieis, devotos a Deus e a Sua Palavra. Ainda que o verdadeiro profeta era apenas 1 contra 450, Josafá não se iludiu com a maioria. O interessante, é que mesmo quando ironicamente Micaías concordou com os profetas falsos, Acabe sabia que não era verdade e exigiu a verdade (II Crônicas 18:2-17).

Infelizmente, apesar de toda ajuda de Josafá e Micaías, Acabe preferiu iludir-se com as falsas profecias de seus profetas preferidos, e veio a experimentar a fatalidade prevista pelo profeta verdadeiro. Ele morreu e seu exército foi derrotado, ainda que ele tivesse se disfarçado para que atacassem a Josafá. Seu plano não conseguiu reverter a profecia de Micaías (II Crônicas 18:18-34).

O versículo 18 merece nossa mais detida atenção:

• Deus é soberano e poderoso, não é possível manipulá-lO; feliz aquele que confia plenamente nEle.
• Deus tem um trono, localizado em Seu santuário no Céu; de lá administra toda a Terra. Sua bondade dá liberdade para que optemos por confiar em Sua verdade ou nas mentirosas palavras dos agentes de Satanás.
• Deus tem um poderoso exército que está à nossa disposição, são Seus anjos que lutam em favor daqueles que herdarão a salvação (Hebreus 1:14).

Hoje, podemos optar por trilhar os caminhos de Acabe ou os de Josafá. Através deste relato sagrado, Deus nos chama a confiar nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

A NATUREZA DA TENTAÇÃO

 A NATUREZA DA TENTAÇÃO

Porque não temos Sumo Sacerdote que não possa Se compadecer das nossas fraquezas; pelo contrário, Ele foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Hebreus 4:15

Jesus, de modo diferente de nós, não tinha inclinação para o mal. Nada havia dentro Dele que O impelisse ao pecado. De que maneira, então, Ele foi tentado em todas as coisas como nós? Para compreender essa declaração, precisamos responder a duas perguntas.

Primeira: É necessário que alguém tenha natureza pecaminosa para ser tentado? Não! Adão não a possuía, era perfeito e, contudo, foi tentado e caiu. O que é preciso possuir para ser tentado é o livre-arbítrio, a possibilidade de escolher entre o bem e o mal. Tanto Adão quanto Cristo tinham essa liberdade e foram tentados. Ambos poderiam falhar.

Segunda: Qual é a natureza da tentação? Ela pode variar quanto à forma em que se apresenta, ao lugar onde ocorre e à intensidade com que chega a nós. Em essência, porém, é sempre a mesma. Cada vez que ela se manifesta, a questão é: Vou fazer a vontade de Deus ou a minha vontade? Vou depender de Deus ao enfrentar a tentação ou vou agir por conta própria? Vou amar a Deus acima de pessoas ou coisas? Sendo assim, a tentação de Adão foi: “Devo fazer o que Deus quer, não provando o fruto proibido, ou vou fazer o que Eva está pedindo, comendo o fruto?” Para José, a tentação foi: “Vou permanecer puro ou realizar os desejos da esposa de Potifar?”

No deserto da tentação, Jesus teve que decidir entre confiar em Deus, esperando que Ele O alimentasse no tempo certo, ou acatar a sugestão de Satanás, realizando um milagre em benefício próprio. No Getsêmani, a tentação foi: “Vou cumprir a vontade do Pai e enfrentar a cruz ou vou desistir da missão?” Na cruz, a tentação consistia em atender ao pedido daqueles que clamavam para que Ele descesse dali, em detrimento da realização da vontade do Pai e da necessidade de suportar todo o sofrimento. De fato, o lugar pode ser outro, assim como a forma e a força, mas, essencialmente, a tentação é sempre a mesma: “Vou me posicionar ao lado do bem ou do mal?” Assim, Jesus enfrentou a tentação à nossa semelhança e, hoje, Ele nos entende e está pronto para ajudar. Vamos buscar Seu socorro?
https://youtu.be/6KbFVJStB40
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A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

  A OBRA DO ESPÍRITO SANTO Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque eles não creem em Mim; da...