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sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Vidas silenciosas

 Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
16 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/vidas-silenciosas/

Vidas silenciosas

Débora, a ama de Rebeca, morreu e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho que se chama Alom-Bacute. Gênesis 35:8


A história da matriarca Débora (do livro de Juízes) é uma das mais emblemáticas da Bíblia. Ela é uma figura que desafia estereótipos de gênero e mostra a força das mulheres. Débora significa “abelha” e, assim como uma, ela agiu com determinação e coragem. Seu testemunho é um exemplo necessário para nos lembrar que a história não é escrita apenas pelos homens, mas também pelas mulheres que lutam por liberdade e justiça.

Porém, há outra Débora no relato bíblico, uma mulher que é lembrada mais pela doçura e ternura que emanava de suas ações. É uma mulher sobre quem sabemos pouco, mas imaginamos ter sido espetacular pela maneira como as pessoas que a cercavam reagiam à sua pessoa. Ela é mencionada como a ama de leite de Rebeca, uma relação de compromisso, cumplicidade e ternura, que é uma das mais próximas, após os laços matrimoniais ou de sangue.

Embora não saibamos exatamente o papel que Débora desempenhou na vida de Jacó, podemos inferir que ela foi uma presença importante na jornada do patriarca. Em Gênesis 27:44 e 45, possivelmente haja uma referência implícita à sua ajuda para que Jacó voltasse para casa. Sua vida foi tão impactante que o lugar onde ela foi enterrada foi chamado de “Carvalho do Pranto”. Ela não precisou de grandes discursos ou guiar multidões para mudar a história. Sua presença suave e amorosa, suas palavras gentis e sábias, foram ferramentas silenciosas, mas que despertaram sentimentos profundos.

Débora é uma inspiração para todos nós, mulheres e homens. Ela nos ensina que não precisamos ser famosos para deixar uma marca no mundo. Pequenos atos de bondade e amor podem ter um grande impacto. É preciso ousar ser como Débora e deixar crescer a esperança em nosso coração e naqueles que nos cercam.

O exemplo de Débora nos ensina que não importa o quão difícil a situação possa parecer, com a ajuda de Deus e a nossa determinação em fazer o que é certo, podemos alcançar grandes coisas e influenciar positivamente as pessoas.

Sua vida tem sido um sermão eloquente em favor de Cristo e do evangelho? O que você precisa melhorar, com a ajuda de Deus, para que isso seja uma realidade?

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Mateus 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 17
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 17 – Jesus já era Rei e estava no Seu Reino junto ao Pai; Ele veio ao mundo para restaurar o reino que Satanás usurpara das mãos de Adão. Essa verdade devia ficar clara aos discípulos e deve ficar clara para nós também.

“Seis dias depois do incidente em Cesareia de Felipe, Jesus levou Pedro, Tiago e João a um alto monte, na Galileia. [Eles] que parecem ter ocupado um lugar de proximidade especial ao Salvador, foram privilegiados em vê-lO transfigurado. Até agora Sua glória fora encoberta em um corpo de carne. Mas agora Seu rosto e vestes resplandecem como o sol e são brancos como a luz, uma manifestação visível da Sua deidade, como a nuvem de glória ou shekinah, no AT, simbolizava a presença de Deus. A cena foi uma antecipação do que o Senhor Jesus será quando voltar para estabelecer Seu reino. Ele não mais aparecerá como o Cordeiro sacrifical, mas como o Leão da tribo de Judá. Todos os que O virem hão de reconhecê-lO imediatamente como Deus, o Filho, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (William MacDonald).

Moisés, nesse contexto, refere-se aos que vão ressuscitar no dia da volta de Jesus; Elias, representa aqueles que subirão ao Céu sem passar pela morte. Ambos foram a motivação de Jesus para avançar rumo ao propósito de salvar à humanidade. Contudo, Pedro não havia entendido ainda, por isso deu uma sugestão ingênua: Construir três tabernáculos, para Jesus, para Moisés e para Elias (Mateus 17:1-11).

Ao descer, Jesus cura um menino endemoninhado, mostrando que Seu Reino e poder são espirituais e Seus discípulos devem crer piamente para participar dEle. Todavia, Jesus teria que vencer o inimigo e pagar o preço do pecado através de Sua morte, como Ele revela logo após a pergunta dos apóstolos (Mateus 17:14-23).

Em Mateus 17:24-27 preciosas verdades sobressaem sobre Jesus:

Jesus coloca-Se na posição de Filho do Rei Supremo, Deus, e como tal, está isento de tributo. Ele não é apenas um Profeta ou Mestre; Ele é o legítimo herdeiro do Reino Celestial.

Jesus, humildemente, opta por pagar o imposto do templo, para mostrar Sua grandeza e domínio sobre a situação. Sua divindade é revelada no milagre do dinheiro no peixe.

Ele é nosso Rei! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Estar, parecer ou ser

 Devocional Diário 


Vislumbres da eternidade 

15 de agosto

https://mais.cpb.com.br/meditacao/estar-parecer-ou-ser/

Estar, parecer ou ser

Jesus respondeu: “Eu sou, e vocês verão o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu.” Marcos 14:62

Existem os que estão, existem os que parecem e existem os que são. Por ocasião da Páscoa, reunidos em conselho, estavam aqueles que gostavam de estar ou que lhes correspondia estar ali, mas só estavam. O sumo sacerdote era um deles. Ele representava o que havia de mais elevado na religião judaica, mas tinha usado alguns truques para realizar um juízo ilegal. Havia os que pareciam, pois simplesmente não sabiam como reagir. José de Arimateia e Nicodemos foram exemplos dessa classe de pessoas. Sentiam no coração a inocência do Mestre da Galileia, mas o rosto deles refletia apenas tensão. E havia Aquele que, apesar dos pesares, continuava sendo o que era.

E Jesus era. Era porque sempre foi, desde a primeira gota que se separou no Mar Vermelho, desde que o primeiro raio de luz rompeu a escuridão, desde o primeiro dia em que caiu o maná. Era porque era, desde a primeira gota que se converteu em um vermelho suco de uva, desde a primeira imagem contemplada pelo cego, desde o primeiro pão que alimentou a multidão. Era porque sempre será, desde o vermelho sangue que verteu de Sua fronte, desde o refulgir de Sua ressurreição, desde o pão dos discípulos de Emaús.

O sumo sacerdote teve a ousadia de perguntar se Jesus era o Messias, o “Filho do Bendito” (Mc 14: 61). “Bendito”, nem sequer teve a petulância de mencionar o nome de Deus, já que sua função não lhe permitia isso. Mas teve o atrevimento de questionar o mesmo Deus por essa mesma função. São coisas do estar sem ser. E Jesus respondeu: “Eu sou”. Ele não ocupava um lugar apenas por ocupá-lo. Não parecia nem tinha a pretensão de ser algo. Ele era, Ele é.

E Ele continua nos dizendo: “Sou Eu quando você chega cansado do trabalho e vê no horizonte o carmesim do pôr do sol. Sou Eu quando os pensamentos parecem sombrios e, sem esperar, um pequeno lampejo ilumina a mente. Sou Eu quando você está apertado no fim do mês e encontra uma oferta no supermercado da esquina.”

Um dia, quando virmos Jesus voltar em glória e majestade, poderemos tocar Suas cicatrizes, desfrutaremos do brilho de Seu olhar e cearemos com Ele. Por que não imitar o exemplo de Jesus e ser como Ele, preparando-se para esse grande encontro? 

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Mateus 16 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 16
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 16 – Este capítulo oferece uma visão profunda sobre a identidade de Jesus e o papel de Sua igreja.

Mais uma vez, Jesus Se retira dentre os fariseus e saduceus que O colocavam à prova, declarando que “uma geração perversa e adúltera pede um sinal miraculoso, mas nenhum sinal será dado... a não ser o sinal de Jonas” (Mateus 16:1-4; 12:38-45).

Então, no treinamento de Seus discípulos, o Mestre soberano alerta contra os ensinos dos fariseus e saduceus. Ainda hoje, essa recomendação é extremamente importante (Mateus 16:5-12).

Na sequência, há uma confissão de Pedro sobre Sua compreensão de Jesus: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Essa confissão é essencial, contudo, ela só nos vem de forma sobrenatural (Mateus 16:13-17). A confissão não é meramente um ato individual de fé, mas um ponto de unificação da comunidade. A afirmação de Pedro representa uma base comum de crença que serve para unir os seguidores de Cristo. A implicação é que a igreja é formada não apenas pela liderança, mas pela consciência compartilhada da identidade de Cristo (Mateus 16:18-20).

As chaves do Reino dos Céus entregues a Pedro é um simbolismo carregado de significado. Em contextos judaicos, as “chaves” frequentemente simbolizam autoridade e controle. No entanto, o conceito de “chave” aqui pode ser visto como símbolo de acesso à verdade e à revelação espiritual. A “chave” representa o poder de revelar e de entender os mistérios do Reino Celestial.

A partir de Mateus 16:21, Jesus começa a revelar aos discípulos que deve ir a Jerusalém, sofrer, ser morto e ressuscitar. A resistência de Pedro a essa ideia oferece um insight sobre a expectativa messiânica da época. Muitos judeus esperavam um Messias que libertaria Israel do domínio romano e restauraria um reino terreno. A ideia de um Messias sofrendo e morrendo era contra-intuitiva e desafiava as expectativas tradicionais. Esta resistência de Pedro reflete a dificuldade de aceitar uma redefinição radical do papel do Messias.

Ao repreender Pedro, Jesus mostra que a Sua identidade como O Messias não é meramente um ponto de fé, mas um chamado para um caminho de sofrimento e compromisso (Mateus 16:22-28). Contudo, as portas do Inferno não conseguirão vencer à Igreja (Mateus 16:18).

Unidos à Igreja de Cristo, seremos vencedores! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Snorkel

 Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
13 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/snorkel/

Snorkel

Sejam praticantes da Palavra e não somente ouvintes. Tiago 1:22


Creio que o snorkel seja essencial para o cristão que flutua em um mundo líquido. Por quê? Porque esse equipamento lhe permite respirar. A fim de existir e sobreviver, todo cristão precisa de “ar”, isto é, do Espírito.

Alguns preferem rajadas de ar de vez em quando. Vão à igreja uma vez por semana, oram em momentos de necessidade e só. Pensam que inflar-se espiritualmente de maneira pontual é suficiente, mas essa forma de proceder não lhes permite mergulhar com segurança. Outros, no entanto, preferem considerar a religião como “relação”, e não como “relíquia”. São os que precisam de snorkel para respirar continuamente. Um cristão verdadeiro se equipa com snorkel. Se você é desses, saiba que o snorkel:

1. Deve estar bem ajustado. Existem relações espirituais muito instáveis. Isso costuma acontecer quando baseamos nossa religiosidade apenas nas emoções. Às emoções devemos acrescentar uma experiência pessoal, e surgirão os sentimentos. Aos sentimentos devemos incorporar conhecimento, e surgirão certezas (2Pe 1:5-8).

2. Deve apresentar certa adaptabilidade. O bocal de um snorkel pode ser muito incômodo se for rígido. É inquestionável que a religião nos proporciona encontros com Deus. O que não tem muita relevância é se esse encontro é de madrugada ou ao entardecer, se as palavras são meditadas ou espontâneas.

3. Deve estar livre de água. Se houver água, o canal de respiração fica interrompido. Na vida espiritual não existe possibilidade de convivência entre o irregular e o regular. Para o cristão, o maior obstáculo é abrigar um pecado, impedindo-o de respirar o “ar” puro do Espírito.

4. Deve permitir um bom fluxo de ar. Não é possível praticar o mergulho com um canudinho de refrigerante; isso é insuficiente. Quanto de Cristo você necessita? Somente um pouco pela manhã do dia de descanso, no pôr do sol ou antes das refeições? Qual é o fluxo de ar que você precisa para continuar vivo?

5. Deve ser usado periodicamente. Quando mergulhamos, não conseguimos ar suficiente se não o aspirarmos na frequência necessária. É preferível uma relação de suaves contatos, mas frequentes, do que contatos muito intensos, mas esporádicos.

Você já sabe: não se esqueça do snorkel. Ele é vital!
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Mateus 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse


Leitura Bíblica – Mateus 15
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 15 – Nos capítulos 14 e 15 de Mateus, nota-se uma transição geográfica e ministerial significativa de Jesus. Em Mateus 14:19-21 e 34-36, o Messias ministra predominantemente no território judaico, onde Ele alimenta 5.000 pessoas e realiza curas em Genesaré. A resposta do povo judeu, embora expressiva, muitas vezes demonstra-se superficial, focada mais em milagres do que na compreensão espiritual de Quem é Jesus.

Em contraste, em Mateus 15:29-39, após Seu encontro com a mulher cananeia, Jesus avança em território gentílico, onde Ele cura multidões e alimenta 4.000 pessoas. Aqui Jesus mostra compaixão e a extensão de Seu ministério aos não-judeus, indicando a universalidade de Sua missão redentora (ver Gênesis 12:1-3). Enquanto os judeus frequentemente apegavam-se a tradições e esperavam um Messias conforme seus próprios moldes, os gentios, representados pela mulher cananeia e as multidões curadas, demonstram uma receptividade aberta e uma fé impressionante.

Este relato revela a expansão do evangelho além das fronteiras de Israel, preparando o caminho para a missão global que os discípulos de Jesus levariam adiante. Todavia, eles tinham muito que aprender, assim como nós hoje. Reflita:

• Em Mateus 15:21-28, o encontro de Jesus com a mulher cananeia demonstra uma fé extraordinária ao buscar a cura de sua filha possuída por demônio. Ela chama Jesus de Filho de Davi e faz seu apelo em prol da filha. Inicialmente Jesus responde com silêncio e depois testa a fé dela, referindo-se à missão prioritária aos filhos de Israel. Entretanto, a mulher gentia persiste com humildade e determinação, reconhecendo Jesus como Senhor e contentando-se com as “migalhas” da graça divina. Jesus elogiou sua grande fé e concedeu-lhe o desejo de seu coração.

• A fé desta mulher contrasta com a pequena fé de Pedro (Mateus 14:31), quando duvida ao andar sobre as águas; e, com a dos discípulos, quando temem a tempestade, apesar de estarem na presente de Jesus (Mateus 8:26).

• Outro ponto importante é o confronto entre Jesus e os fariseus/escribas (Mateus 15:1-20), revelando um contraste entre a tradição humana e a verdadeira intenção da Lei divina. A verdadeira impureza vai além de comer sem lavar as mãos, é algo interno que sai do coração – como pensamentos malignos, assassinatos, adultérios, etc. Jesus não aprova a interpretação legalista e perfeccionista dos fariseus.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 13 de agosto de 2024

Mateus 14 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse



Leitura Bíblica – Mateus 14
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 14 – Jesus é Deus conosco; O Deus que tornou-Se homem. Por isso, sendo “o Soberano da Criação” (Apocalipse 3:14), multiplicava facilmente cinco pães e dois peixes (Mateus 14:13-21) e andava sobre as águas (Mateus 14:25); todavia, ao ser informado da decapitação de João Batista (Mateus 14:1-12), “Jesus retirou-Se do barco, em particular, para um lugar deserto” (Mateus 14:13).

Mesmo sendo Divino, assim que tornou-Se humano, Jesus sentia necessidade de isolar-Se para refletir e orar. Infelizmente, Sua popularidade impediu de passar um tempo a sós. As multidões aglomeravam para ouvi-lO; e Ele tinha compaixão e curava aos doentes (Mateus 14:13-14). Neste contexto, aconteceu a multiplicação dos pães para as multidões que ficaram um dia inteiro ouvindo-O no deserto. Depois desse dia exaustivo, sem ter conseguido o tempo que gostaria para reflexão, Jesus despediu a multidão e Seus discípulos, para, então, passar a noite sozinho em oração (Mateus 14:22-23).

Na madrugada, após várias horas orando, Jesus dirigiu-Se para auxiliar a Seus discípulos que lutava com o vento contrário e as ondas, quando atravessavam para Genesaré. Ao Jesus aproximar-Se sob a luz da lua com Suas vestes claras, os discípulos se assustaram absurdamente julgando estarem perante um fantasma; então, gritaram de medo (Mateus 14:25-26).

• Nossa limitação nos impede de enxergar a realidade, por isso nos assustamos até com ideias imaginárias – pois, fantasmas não existem!

O problema maior é quando nossos conceitos e preconceitos nos levam a julgamentos que atraem o julgamento divino; como, por exemplo, cidades que, apesar dos muitos milagres realizados nela – por Cristo – não se arrependeram (Mateus 11:20-24).

Em Mateus 12, Jesus enfrenta os fariseus que O acusaram de violar o sábado e de realizar exorcismos pelo poder de Belzebu – maioral dos demônios.

• Muitas vezes o julgamento humano é baseado em tradições, medo de perda de poder e corrupção moral ou doutrinária.

Em Mateus 14, João Batista foi preso e executado por Herodes por falar a verdade. Herodes o executa por razões políticas e pessoais, mostrando como o julgamento humano pode ser corrompido por interesses egoístas.

• Cuidado com fantasmas que nós mesmos criamos!

Por isso, como Pedro, devemos substituir nosso barco de apoio, sair de nosso ponto seguro, para ir até onde está Jesus (Mateus 14:27-34); Ele sabe e pode todas as coisas!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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Salmos 88 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 88 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 88 – Nestas palavras sagradas, in...