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sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Mateus 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 17
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 17 – Jesus já era Rei e estava no Seu Reino junto ao Pai; Ele veio ao mundo para restaurar o reino que Satanás usurpara das mãos de Adão. Essa verdade devia ficar clara aos discípulos e deve ficar clara para nós também.

“Seis dias depois do incidente em Cesareia de Felipe, Jesus levou Pedro, Tiago e João a um alto monte, na Galileia. [Eles] que parecem ter ocupado um lugar de proximidade especial ao Salvador, foram privilegiados em vê-lO transfigurado. Até agora Sua glória fora encoberta em um corpo de carne. Mas agora Seu rosto e vestes resplandecem como o sol e são brancos como a luz, uma manifestação visível da Sua deidade, como a nuvem de glória ou shekinah, no AT, simbolizava a presença de Deus. A cena foi uma antecipação do que o Senhor Jesus será quando voltar para estabelecer Seu reino. Ele não mais aparecerá como o Cordeiro sacrifical, mas como o Leão da tribo de Judá. Todos os que O virem hão de reconhecê-lO imediatamente como Deus, o Filho, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (William MacDonald).

Moisés, nesse contexto, refere-se aos que vão ressuscitar no dia da volta de Jesus; Elias, representa aqueles que subirão ao Céu sem passar pela morte. Ambos foram a motivação de Jesus para avançar rumo ao propósito de salvar à humanidade. Contudo, Pedro não havia entendido ainda, por isso deu uma sugestão ingênua: Construir três tabernáculos, para Jesus, para Moisés e para Elias (Mateus 17:1-11).

Ao descer, Jesus cura um menino endemoninhado, mostrando que Seu Reino e poder são espirituais e Seus discípulos devem crer piamente para participar dEle. Todavia, Jesus teria que vencer o inimigo e pagar o preço do pecado através de Sua morte, como Ele revela logo após a pergunta dos apóstolos (Mateus 17:14-23).

Em Mateus 17:24-27 preciosas verdades sobressaem sobre Jesus:

Jesus coloca-Se na posição de Filho do Rei Supremo, Deus, e como tal, está isento de tributo. Ele não é apenas um Profeta ou Mestre; Ele é o legítimo herdeiro do Reino Celestial.

Jesus, humildemente, opta por pagar o imposto do templo, para mostrar Sua grandeza e domínio sobre a situação. Sua divindade é revelada no milagre do dinheiro no peixe.

Ele é nosso Rei! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sábado, 15 de maio de 2021

Transfiguração - Mateus 17

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Mateus 17

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 Como extrair lições de um capítulo tão rico? Como ser pobre espiritualmente com riquezas espirituais tão valiosas diante de nossos olhos?

O capítulo em questão possui vários pontos, começando com a transfiguração (vs. 1-8).

• Assim como Moisés subiu ao monte levando em sua companhia a Arão, Nabade e Abiú (Êxodo 24:1), Aquele que é maior que Moisés também subiu acompanhado de Pedro, Tiago e João.

• No Monte Sinai, Moisés viu a glória de Deus e, a pele de seu rosto resplandecia, “na transfiguração, o rosto daquele que é maior que Moisés brilhou, não com glória refletida, mas com glória não tomada por empréstimo, semelhante aos raios do sol” (R. V. G. Tasker).

• Diferente de Moisés, não foi apenas o rosto de Jesus que resplandecia, as suas roupas se tornaram brancas como luz.

• Moisés e Elias aparecem falando com Jesus, e, ao serem envolvidos em uma nuvem luminosa, uma voz poderosa vinda do Céu confirmou que Jesus é o Filho amado de Deus: Aquele que deve ser ouvido como autoridade. Isso causou grande temor nos discípulos que diziam coisas infantis e inadequadas (16:22; 17:4, etc.).

• Após serem acalmados por Jesus, os discípulos questionaram-Lhe sobre a profecia da vinda de Elias, conforme os escribas ensinavam baseando-se em Malaquias. A interpretação dos escribas estava correta, entretanto a profecia se cumpriu diante deles, porém não perceberam. Por isso, ao invés de restaurar todas as coisas, acabaram com ele. O mesmo seria feito com o Messias (vs. 9-13).

• Embora Jesus operasse tremendos milagres, desde restaurar jovem possesso que ninguém conseguiu expulsar-lhe o demônio (vs. 14-21) até fazer aparecer moedas na boca do peixe para que Pedro pagasse o imposto (vs. 24-27), certamente Ele estava dizendo a verdade sobre ser entregue nas mãos dos homens e O matariam; contudo, ao terceiro dia Ele ressuscitaria (vs. 22-23).

Reflita:

1. Ninguém deve criticar ou dar broncas em Jesus (16:22); Ele sabe o que faz e deve ser ouvido (17:5).

2. Jesus sabia quem era e que seria morto; informando, estava preparando Seus discípulos: Ele é transparente, realista e preocupado com Seus frágeis servos (vs. 20, 27).

3. A cruz é essencial para a compreensão do ministério de salvação dos pecadores, jamais deveríamos evitá-la em nosso estudo, testemunho e pregações.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Mateus 17 - Comentário

MATEUS 17 
Comentário Pr Heber Toth Armí 

 Como extrair lições de um capítulo tão rico? Como ser pobre espiritualmente com riquezas espirituais tão valiosas diante de nossos olhos?

O capítulo em questão possui vários pontos, começando com a transfiguração (vs. 1-8).

• Assim como Moisés subiu ao monte levando em sua companhia a Arão, Nabade e Abiú (Êxodo 24:1), Aquele que é maior que Moisés também subiu acompanhado de Pedro, Tiago e João.

• No Monte Sinai, Moisés viu a glória de Deus e, a pele de seu rosto resplandecia, “na transfiguração, o rosto daquele que é maior que Moisés brilhou, não com glória refletida, mas com glória não tomada por empréstimo, semelhante aos raios do sol” (R. V. G. Tasker).

• Diferente de Moisés, não foi apenas o rosto de Jesus que resplandecia, as suas roupas se tornaram brancas como luz. 

• Moisés e Elias aparecem falando com Jesus, e, ao serem envolvidos em uma nuvem luminosa, uma voz poderosa vinda do Céu confirmou que Jesus é o Filho amado de Deus: Aquele que deve ser ouvido como autoridade. Isso causou grande temor nos discípulos que diziam coisas infantis e inadequadas (16:22; 17:4, etc.).

• Após serem acalmados por Jesus, os discípulos questionaram-Lhe sobre a profecia da vinda de Elias, conforme os escribas ensinavam baseando-se em Malaquias. A interpretação dos escribas estava correta, entretanto a profecia se cumpriu diante deles, porém não perceberam. Por isso, ao invés de restaurar todas as coisas, acabaram com ele. O mesmo seria feito com o Messias (vs. 9-13).

• Embora Jesus operasse tremendos milagres, desde restaurar jovem possesso que ninguém conseguiu expulsar-lhe o demônio (vs. 14-21) até fazer aparecer moedas na boca do peixe para que Pedro pagasse o imposto (vs. 24-27), certamente Ele estava dizendo a verdade sobre ser entregue nas mãos dos homens e O matariam; contudo, ao terceiro dia Ele ressuscitaria (vs. 22-23).

Reflita:

1. Ninguém deve criticar ou dar broncas em Jesus (16:22); Ele sabe o que faz e deve ser ouvido (17:5).
2. Jesus sabia quem era e que seria morto; informando, estava preparando Seus discípulos: Ele é transparente, realista e preocupado com Seus frágeis servos (vs. 20, 27).
3. A cruz é essencial para a compreensão do ministério de salvação dos pecadores, jamais deveríamos evitá-la em nosso estudo, testemunho e pregações.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mateus 17 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


 Mateus 17
 Pr. Heber Toth Armí

Não tem livro mais impressionante que a Bíblia: Transfiguração de Jesus, a presença de Moisés e Elias no monte, frágeis e falhos discípulos que andavam 24 horas com Jesus; ouve-se a voz de Deus; revela o poder dos demônios sendo mais fraco que o poder de Cristo, a falta de fé como causa de fracassos espirituais; impostos, etc. – tudo em um capítulo de 27 versículos...

O que aprendemos com isso?

1. “Este é meu filho [...] Ouçam-no”. Para orientar a fé dos discípulos influenciados pelos equivocados líderes religiosos foi necessário esse episódio. Deus quer sanar toda dúvida e evitar toda incerteza dos membros de Sua igreja. Os falsos mestres “nunca ensinam só engano. Sempre há mistura de verdade com erro, e a parte verdadeira de seu ensino faz com que até o engano pareça verdade” – expõe Mario Veloso. A presença de Moisés e Elias visava fortalecer o argumento de Deus (vs. 1-13).

2. “Porque vocês ainda não levam Deus a sério”, foi a resposta de Jesus diante da impossibilidade dos discípulos de expulsarem o demônio de um rapaz. “Se alguém tivesse perguntado aos discípulos se criam em Jesus ou não”, explica Veloso, “a resposta possivelmente teria sido ‘sim’; sem vacilar. Mas a fé não é questão de palavras. Nem todo o que diz: eu creio, crê”. Jesus demonstra que fé é muito mais que crenças (vs. 14-21).

3. “O Filho do Homem está para ser traído. [...] Eles o matarão, mas três dias depois ele aparecerá – vivo”. As mentes negativas não absorvem os pontos positivos das Palavras divinas; isso aconteceu aos discípulos que captaram sobre a morte, não a ressurreição nas declarações de Cristo. Será que não acontece o mesmo conosco ao lermos a Bíblia, pregarmos, ou quando ouvimos sermões? (vs. 22-23).

4. “... vá até o mar, lance o anzol e puxe o primeiro peixe que fisgar. Abra a boca do peixe e encontrará uma moeda”. Essa foi a forma de Jesus lidar com Pedro quando este O colocou em apuros. Nada pode encurralar Jesus, nem mesmo nossa ignorância (vs. 24-27).

Jesus é divino, é o Messias. Ele morreria; contudo, ao terceiro dia ressuscitaria; se for preciso fazer peixe produzir dinheiro para ajudar quem tem fé nEle, certamente Ele fará. Adore-O!/Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Mateus 17 Comentários de Jack J. Blanco, Th.D.


Mateus  17
Jack J. Blanco, Th.D.

Este capítulo nos traz algumas preciosas percepções sobre o ministério de Jesus. Numa noite, Jesus convidou a Pedro, Tiago e João para O seguirem até o alto de uma montanha. Ao chegaram lá, Jesus afastou-se, orou e então apareceu a Eles com a glória que tinha originalmente no Céu. O Seu rosto resplandecia como o sol, e Seu manto era tão brilhante como a luz. Jesus deu aos discípulos um vislumbre de Sua divindade para fortalecê-los em suas provações e ministério.

Logo após, eles vêem Moisés e Elias conversando com Jesus. Sabemos que Cristo havia ressuscitado Moisés dos mortos e o levado para o Céu mais de mil anos atrás (Judas 9), e que para lá Elias havia sido trasladado e levado em uma carruagem de fogo centenas de anos antes (2 Reis 2: 11,12). Ao ver Moisés e Elias vivos, os discípulos receberam uma representação visual da certeza da vida eterna. Moisés representava aqueles que seriam ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo e Elias aqueles que seriam trasladados. Enquanto na terra, Moisés e Elias tinham sido colaboradores de Cristo e depois de levados para o Céu, continuaram a compartilhar Seu anseio pela salvação dos seres humanos. Agora eles tinham vindo, não para anunciar o reinado de Jesus como Rei dos reis, mas para incentivá-lo e consolá-lo, porque antes da coroa deve vir a cruz. Então os discípulos ouviram o Pai dizer: “Este é o meu Filho amado, escutai-O” (v. 5, NVI).

Na outra parte deste capítulo vemos os discípulos na parte inferior da montanha tentando, sem sucesso, curar um menino possuído pelo demônio. Quando Jesus e os três discípulos, se aproximaram, o pai do menino implorou a Jesus para curar seu filho, o que Jesus fez facilmente. Chama-nos a atenção nesta seção do capítulo o questionamento dos discípulos a Jesus do porquê não terem conseguido expulsar o demônio. Jesus explicou que não era só por causa de sua falta de fé, mas pela falta de cuidado com o que consideravam a sagrada obra a eles confiada. Ao invés de fortalecer a sua fé por meio da oração, quando Jesus e os três companheiros discípulos estavam na montanha, eles estavam cheios de inveja e se demorando em suas queixas pessoais. Para ter sucesso no conflito com os maus espíritos, eles devem vir para o trabalho com uma disposição diferente. Sua fé deve ser fortalecida por meio da oração, jejum e humilhação de coração. Que lição para nós, hoje! Eles devem ser esvaziados de si mesmos e ser totalmente dependente de Deus (O Desejado de Todas as Nações p. 302-303).

Jack J. Blanco, Th.D.
Professor Emérito
Universidade Adventista do Sul



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2 Reis 16 Comentário

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