segunda-feira, 15 de abril de 2024

Fruta nossa de cada dia

 Devocional Diário

Fruta nossa de cada dia

E o Senhor Deus ordenou ao homem: “De toda árvore do jardim você pode comer […].” Gênesis 2:16

A primeira vez que vi uma fruta-pão, fiquei impressionado. Para um europeu, ver frutas daquele tamanho não deixa de ser surpreendente. Não existe maçã, laranja ou qualquer fruta silvestre que adquira as dimensões da fruta-pão. Ao observarmos exemplares dessa fruta é impossível não voltarmos nossos pensamentos para as árvores do Éden. Se esse espécime é assim, como seriam aqueles? Que frutos aquelas árvores dariam? Como seriam os sabores? Imagino que, no Éden, algumas frutas fossem doces; outras, ácidas; outras, amargas e até mesmo salgadas. O Éden era uma imensa dispensa de frutas frescas, acessíveis e deliciosas.

Essa é a dieta para a qual fomos programados. Como nossas mesas mudaram! Os suflês, as tortas, os carpaccios, as lasanhas e os hambúrgueres afetam não somente nosso paladar como também nossa saúde. As frutas, por outro lado, deleitam e, mais do que isso, trazem vitalidade. Atualmente, qualquer nutricionista confirma a necessidade de ingerirmos porções de frutas todos os dias.

Em nossa vida espiritual, não é somente a prática da oração ou da leitura da Bíblia que são importantes, mas também a alimentação. Procuramos ser pessoas melhores nos comportando bem, falando de maneira adequada e vivendo na verdade. Esse caminho de melhorias também tem a ver com o que comemos, e é aí que as frutas nos ajudam a retornar, pouco a pouco, ao Éden. Não estou dizendo que nos tornemos frugívoros, mas que nossa consciência também associe o que é saudável à salvação. Atitudes saudáveis nos proporcionarão uma melhor recepção das coisas espirituais.

Ao morder uma maçã, uma fatia de melão ou, se tiver sorte, uma fruta-pão, pense em como eram o porte e a majestade das árvores edênicas. Transporte então seu pensamento para o futuro e dê rédeas soltas à imaginação. Pense no Céu; pense em como será na nova Terra. Mas não fique só na imaginação. Procure se alimentar melhor desde agora, para ter mente e corpo sãos para servir ao Senhor. Acima de tudo, nutra sua natureza espiritual por meio da comunhão com Deus.

A velha e conhecida receita é a melhor: oração, estudo da Bíblia e testemunho – eis o segredo de uma vida espiritual forte e plenamente saudável.

Vislumbres da eternidade
15 de abril
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Ezequiel 21 Comentário:

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 21
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 21 – A maior desgraça para Israel/Judá é ver chegar o fim da dinastia de Davi, o rei da linhagem messiânica.

O juízo de Deus contra a idolatria, rebeldia e impenitência de Israel/Judá aconteceria mediante a poderosa espada do Império Babilônico. “Deus expressa a firme decisão de destruir Judá e Jerusalém com sua espada afiada. O suspiro de Ezequiel visa a advertir o povo acerca do terror do juízo divino que estava por vir. A espada da Babilônia estava preparada para a matança (v. 8-13) e satisfaria o furor de Jeová (v. 14-17)... O príncipe de Israel, descrito no versículo 25 como profano e perverso, é Zedequias. Seu governo seria derrubado, e ele seria o último rei a governar sobre o povo de Deus até a vinda do Messias, aquele a quem o reino pertence de direito”, observa William MacDonald.

Infelizmente, “não haveria mais nenhum rei da casa de Davi depois de Zedequias até a vinda de Cristo, Aquele a quem o reino pertence de direito, o descendente de Davi no qual a promessa se cumpre de modo pleno e a Quem o Senhor concede o poder”. Felizmente, “Ele ocupará o trono de seu pai, Davi (Lc 1:32)... No devido tempo, Se apropriará do Seu direito de governar: ‘A Ele darei’. Depois que todas as coisas forem transtornadas e toda a oposição for removida, receberá o que lhe é devido (Dn 2:45; 1Co 15:25)”. Certamente “esse fato é mencionado aqui para consolar quem temia que a promessa feita a Davi jamais se cumpriria. Deus declara que a promessa é certa, pois o reino do Messias permanecerá para sempre”, explica Matthew Henry.

Apesar do juízo e da destruição anunciados, há uma promessa subjacente de restauração, especialmente destacada na referência a Quem de fato pertence o Reino (Ezequiel 21:27), apontando para a continuidade da linhagem real de Davi através do Messias – descendente real de Judá.

Uma das mais importantes lições que Ezequiel 21 nos ensina é que Deus está no controle mesmo quando tudo parece conspirar contra essa ideia. Ele usa inclusive os eventos mais sombrios e aparentemente desordenados para cumprir Seus planos. Essa compreensão fortalece nossa fé, lembrando-nos que podemos confiar no governo divino, mesmo em meio às dificuldades e incertezas da vida! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 14 de abril de 2024

O poder da informação

 Devocional Diário

O poder da informação

Que eles deem graças ao Senhor por Sua bondade e por Suas maravilhas para com os filhos dos homens! Pois saciou a alma sedenta e encheu de bens a alma faminta. Salmo 107:8, 9


Ter informação é ter poder e autoridade. Um exemplo disso é Alexandre, o Grande. Quando ainda criança, ele foi instruído por Aristóteles. Com todo o conhecimento que obteve do filósofo, Alexandre conseguiu estender suas conquistas até a Índia. O conhecimento adquirido lhe deu o poder para destruir e a autoridade para impor seu controle. Por sua vez, Aristóteles se estabeleceu em Atenas e fundou seu Liceu, um centro com interesses pedagógicos, mas que o ajudou a estender sua influência e autoridade por todo o império.

O Salmo 107 nos apresenta uma função muito diferente da informação. O hino começa com uma expressão de louvor: “Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom, e a Sua misericórdia dura para sempre.” Embora o cântico inteiro apresente a grandeza do poder e da autoridade do Senhor, ele destaca duas de Suas características mais notáveis: bondade e misericórdia. A cada verso, o salmista mostra exemplos de como Deus transforma a existência das pessoas tirando-as das adversidades e oferecendo-lhes uma vida melhor.

Não tenho encontrado muitos estudos em que a bondade e a misericórdia apareçam como competências. Ser bom e misericordioso nos coloca no terreno da assertividade, da colaboração e da melhora. Somos chamados a nos expressarmos com verdade e com afeto, e a fazer do ensino um instrumento para o crescimento do próximo. Também devemos potencializar a cooperação, visto que o bem não deveria ser uma aventura isolada, mas o esforço conjunto de pessoas de bem. Não há dúvida de que o objetivo é deixar este mundo muito melhor do que quando aqui chegamos. Não precisamos de grandes epopeias. Precisamos unir esforços. Como diria o poeta japonês Ryunosuke Satoro, “individualmente, somos uma gota; juntos, um oceano”.

Aprendemos e ensinamos a fim de que a bondade e a misericórdia tenham seu espaço adequado, para que as pessoas cresçam na graça de Deus e O conheçam.

Nesta era de tanta informação desencontrada, você já conduziu alguém ao verdadeiro conhecimento? Com quantas pessoas você tem compartilhado as informações que salvam? O evangelho transforma. Compartilhe-o. 

Vislumbres da eternidade
14 de abril
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Ezequiel 20 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 20
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 20 – Este capítulo é estruturado de forma a destacar a infidelidade do povo de Israel e a fidelidade de Deus, bem como o resultado de cada uma dessas atitudes:

• O capítulo inicia com o contexto histórico, indicando o tempo e o propósito da profecia (Ezequiel 20:1-3). Aqui, Deus chama Ezequiel para profetizar contra os anciãos de Israel e contra a rebelião deles.

• Uma grande seção é utilizada para recordar o passado, podendo ser dividida nas seguintes partes:

1. Deus relembra as ações passadas de Israel, desde o Egito até Canaã, enfatizando como eles foram persistentemente rebeldes e desobedientes (Ezequiel 20:4-17).
2. Depois, Deus destaca especificamente os pecados de idolatria do povo, especialmente relacionados à adoração de ídolos e à profanação do sábado (Ezequiel 20:18-26).
3. Finalmente, Deus também lembra como Ele planejava destruir Israel por causa de sua infidelidade, mas Ele relutou em fazê-lo completamente por causa de Seu nome, para não profaná-lo perante as nações (Ezequiel 20:27-29).

• Depois disso, o texto apresenta promessas de restauração. Após relembrar os pecados do povo, Deus promete restaurá-lo futuramente. Apesar de declarar que os exilará entre as nações, assegura que os reunirá na Terra Prometida novamente (Ezequiel 20:30-44). Fica evidente a ênfase da fidelidade de Deus, frente à infidelidade do povo.

• No final do capítulo é proferido um julgamento contra os líderes corruptos, especialmente contra aqueles que lideram o povo para a idolatria; evidenciando que o perdão e a restauração estão condicionados à verdadeira mudança e arrependimento do povo (Ezequiel 20:45-49).

Ao examinar atentamente Ezequiel 20, podemos extrair princípios missionários relevantes para a igreja contemporânea, que busca cumprir sua missão de proclamar o Evangelho e fazer discípulos num mundo em constante mudança.

A recorrência da infidelidade ao longo da história de Israel deve levar-nos a reconhecer a realidade do pecado e da falha humana. Todos nós precisamos abraçar a salvação oferecida por Cristo e oferecer esperança e perdão aos perdidos e desesperados.

A mesma fidelidade e obediência exigida de Israel quanto à missão, Deus espera da igreja contemporânea. A missão da igreja é comprometer-se com todos os princípios do Reino de Deus e refletir o evangelho de Cristo em todas as áreas da vida.

Deus anseia a redenção do mundo inteiro, sem exceção. Portanto, vamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 13 de abril de 2024

Serendipidade

 Devocional Diário

Serendipidade

Se […] algum de vocês necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá com generosidade e sem reprovações, e ela lhe será concedida. Tiago 1:5


Em um relato persa do século 18 intitulado “Os Três Príncipes de Serendip”, são narradas as aventuras de três irmãos príncipes, originários de Serendip (Sri Lanka), que resolviam problemas acidentalmente. É por essa razão que, quando nos deparamos com coisas boas e inesperadas, dizemos que houve uma “serendipidade”.

Para muitos, foi por acaso que um termômetro de mercúrio se quebrou na mão de Louis Daguerre e, graças a esse incidente, ele descobriu o que viria a ser a técnica da fotografia. Ou que Alexander Fleming abandonasse algumas plaquetas em seu laboratório e nelas crescesse o fungo da penicilina, que tem salvado tanta gente. O mesmo aconteceu com Colombo quando, a caminho da Índia, descobriu o que viria a se chamar de América.

Quantas vezes já buscamos a Bíblia com um objetivo e acabamos descobrindo algo totalmente diferente e enriquecedor? Seria uma obra do acaso? Creio que não. Acho que Deus clarifica nossa percepção do mundo e de suas realidades com essas pequenas “casualidades”. Por vezes, essa “serendipidade” nos propõe soluções para necessidades existenciais. Em outras, ela fica em nossa memória até que, em um dia qualquer, acabamos compreendendo Sua grandeza. Essas “serendipidades” ampliam nossa visão sobre a Bíblia e nos proporcionam um panorama muito mais amplo ao interpretarmos esse maravilhoso livro. Todas elas são o princípio da nossa construção como pessoa.

Afinal, a Bíblia existe para que compreendamos a realidade do Universo e nosso lugar nele. Só temos que pedir sabedoria a Deus, e Ele nos responderá, mesmo que a resposta não seja a que esperávamos. Mas o que importa se temos a solução a nosso alcance? Em muitas ocasiões, serão pequenos detalhes, mas lembre-se da frase de Georg Christoph Lichtenberg: “A tendência humana de considerar como importantes as pequenas coisas tem produzido muitas coisas grandes.”

Deus atua nos detalhes, portanto, preste atenção a eles. A atenção às pequenas coisas da vida pavimenta o caminho para grandes conquistas. Colecione “serendipidades” em sua trajetória e você compreenderá a grandeza da providência divina.

Vislumbres da eternidade
13 de abril
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Ezequiel 19 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 19
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 19 – Grandes verdades levam-nos à profundas reflexões neste capítulo. “Aqui temos uma elegia na forma literária de uma lamentação (v. 14), que versa sobre o cativeiro do rei Jeoacaz (609 a.C.) e sobre o colapso da dinastia de Davi sob o reinado de Zedequias (586 a.C.)”, sintetiza John MacArthur.

O fim da casa de Davi com Zedequias marcou um ponto crucial na história do povo de Israel, um ponto de virada que reverberou por quase 2600 anos. A linhagem real de Davi, que foi estabelecida com promessas divinas de uma descendência duradoura e um reino eterno, chegou a um fim trágico e vergonhoso. Essa queda não foi apenas uma derrota política, mas também espiritual, pois representou a quebra da aliança entre Deus e Seu povo escolhido.

• A ausência de um rei da linhagem davídica por tantos séculos é uma lembrança vívida das consequências da desobediência e da rebelião contra Deus.

Quando o Messias finalmente veio, em Jesus Cristo, foi a realização das promessas feitas à linhagem de Davi. Ele era o herdeiro legítimo do trono de Davi, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. No entanto, em vez de receberem e acolherem seu verdadeiro Rei, o povo de Deus O rejeitou. Eles escolheram seguir os caminhos do mundo e colocaram sua confiança em líderes terrenos, como César, em vez de se submeterem ao reino de Cristo (João 1:11).

• Essa triste ironia da história de Israel lembra-nos de uma importante lição espiritual: A importância de reconhecer e receber a liderança de Cristo.
• Assim como Israel teve que enfrentar consequências de rejeitar seu verdadeiro Rei, nós também lidamos com escolhas semelhantes em nossa vida diária.
• Podemos optar por seguir padrões mundanos, colocando nossa confiança em poderes terrenos e soluções temporárias, ou podemos escolher submetermo-nos ao senhorio de Cristo (Mateus 6:10).

Reconhecer a Jesus como Rei e Senhor de nossa existência vivendo em conformidade com os princípios de Seu Reino significa priorizar Seu reinado e Sua justiça, buscando adaptarmos como Seus súditos em obediência à Sua vontade em todas as áreas de nossa vida.

A história de Israel e sua rejeição do Reino divino convida-nos a uma profunda reflexão sobre nossas próprias escolhas e prioridades. Que os erros do passado sirvam para reavivarmo-nos no presente! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 12 de abril de 2024

 Devocional Diário

Big Big Data

Peço ao Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, que conceda a vocês espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento Dele. Efésios 1:17


Muitas empresas atualmente estão interessadas no chamado Big Data, uma ferramenta que lhes permite armazenar grandes quantidades de dados sobre seus usuários com a finalidade de prever o que seus clientes desejam e potencializar possíveis compras. Por exemplo, você sabia que, em função das transações feitas com cartões de crédito, é possível saber quais são os lugares e horários que estão tendo mais atividades turísticas?

No entanto, o Big Data não é 100% assertivo, uma vez que o ser humano é imprevisível. Em 2009, foi publicado um estudo no qual foram registrados os dados de certos pesquisadores na internet que estavam gripados. Parecia ser a solução para predizer onde e quando certas epidemias iriam aparecer. Nos cinco anos seguintes, os gastos com saúde dobraram, porque o Big Data se equivocou. Como eu disse, o ser humano é imprevisível. A complexidade da vida não pode ficar limitada a “zeros” e “uns”.
No entanto, existe Alguém em quem reside a totalidade do conhecimento – o verdadeiro e infalível conhecimento. Poderíamos dizer que Ele é o Big Big Data e que não Se equivoca em Suas predições. Milhares de anos de profecias confirmam isso (Os 12:10). Miríades de seres em todo o Universo assim afirmam (Ap 5:11). Paulo sugere que nos aproximemos Dele para compreender como as coisas realmente funcionam. Conhecendo-O, conhecemos o Universo. Compreendendo-O, compreendemos o ser humano. Amando-O, apreciamos tudo isso. Em Deus encontramos a sabedoria; só temos que pedir para que possamos participar desse conhecimento. Além disso, Deus Se agrada em compartilhar informações salvíficas, e essas sempre são de bom gosto.

Você sabia que os justos viverão em harmonia e paz por toda a eternidade? Sabia que aqueles que agora desfrutam da presença de Deus o farão para sempre? Sabia que Deus é tão amoroso que, por você, daria tudo? Na realidade, Ele já o fez. Imagine tudo o que você pode vir a conhecer ao se conectar com o Big Big Data universal. Ele é a fonte do conhecimento e da sabedoria. Aposte nas previsões que Ele faz; você verá que sua vida está em mãos seguras.

Vislumbres da eternidade
12 de abril
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Jó 34 – Deus é Justo

  Jó 34 Comentários –  Deus é Justo em Todos os Seus Caminhos 🔹 Contexto Jó 34 faz parte do segundo discurso de Eliú, o jovem que havia per...