sábado, 21 de março de 2020

Devemos glorificar a Deus

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Salmos 48
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

A presença, proteção e provisão de Deus elevam o coração humano à exuberante júbilo e à efusiva adoração.

Do Salmo 47, o comentário Bíblico Adventista declara: “Nada menos que demonstrações como palmas e gritos de júbilo eram suficientes para o salmista a fim de expressar o louvor devido a Deus”. Agora, sobre o Salmo em questão, o mesmo comentário diz: “é um dos poemas mais alegres de Davi”.

F. B. Meyer observa: “O salmista celebra a beleza e a glória de Sião (vs. 1-3). A igreja, hoje, é a cidade do grande Rei. Sem Deus o mais lindo palácio não chega a ser um refúgio; mas uma cabana se transforma num palácio, se Deus é conhecido e amado ali. A recente libertação de Judá é comemorada com gratidão (vs. 4-8). Eis um belo quadro: os exércitos reunidos; o espanto, a fuga e a destruição do inimigo. Vem, então, o convite para que pensemos com amor no cuidado e na misericórdia de Deus (vs. 9-14)”.

Sião ou Jerusalém não se tornou o que Deus sonhou para ela. Os judeus falharam no plano que Deus lhes outorgou. Contudo, Deus não desistiu de fazer de Jerusalém o que planejou para ela.

A Nova Jerusalém é nova proposta de Deus para Jerusalém terrestre, a qual será destruída para dar lugar a outra bem melhor (Apocalipse 21-22). Então, no fim do milênio, quando a terra toda for restaurada dos efeitos destrutivos do pecado, a…

• …beleza de Sião será uma realidade ímpar, produzirá louvor ao Senhor, alegria e dignidade da presença do rei soberano (vs. 1-3);
• …eternidade de Sião será evidente, inimigos passaram, se maravilharam, se turbaram, temeram e fugiram (vs. 4-8);
• …alegria de morar em Sião será indescritível, pois a misericórdia, o amor e a justiça divina reinarão ali, além de toda segurança existente (vs. 9-14).

Por isso, meditemos no amor de Deus “até que nosso coração se inflame para louvá-lO; e lembremos que esse Deus é o nosso Deus para sempre e sempre” (Meyer).

Devemos glorificar a Deus no templo e fora dele. Devemos exaltar as investidas de Deus existentes apesar de nossa negligência. Nosso fervor deve intensificar – quanto mais se aproxima o dia do Senhor cumprir Suas promessas (Hebreus 10:25; Romanos 13:11-14).

Esperemos… Alegremo-nos… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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NÃO DEIXE PARA DEPOIS

MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de março

NÃO DEIXE PARA DEPOIS

Apressa-te a vir antes do inverno. 2 Timóteo 4:21

Aparentemente, num misto de tristeza e segurança, o apóstolo Paulo aguardava encarcerado o momento em que seria executado, segundo a sentença do imperador Nero. Tristeza ao se lembrar de Demas, que o abandonara, e de Alexandre, o latoeiro, que lhe havia causado “muitos males”. Segurança, pela certeza de que não estava só. Deus estava com ele, assim como Lucas, a quem se referiu como “o médico amado” (Cl 4:14). Também desejou muito a presença de Timóteo, a quem chamava de “amado filho” (2Tm 1:2), e também de Marcos (2Tm 4:11).

A amizade entre Paulo e Timóteo era especial e tinha iniciado por ocasião da conversão de Timóteo. “O vínculo tinha-se fortalecido à medida em que eles partilhavam juntos as esperanças, perigos e labutas da vida missionária […]. A diferença de idade e de caráter fez seu interesse e amor mútuo mais sincero e sagrado. O ardoroso, zeloso e indomável espírito de Paulo encontrava repouso e conforto no meigo, submisso e retraído caráter de Timóteo” (Ellen White, Paulo, Apóstolo da Fé e da Coragem, p. 329).

Agora, sabedor de que não viveria muito (2Tm 4:6), pediu ao jovem amigo que fosse vê-lo “depressa” (v. 9). Antes dele, Jesus Cristo expressou o mesmo sentimento ao cercar-Se dos discípulos na escuridão do Getsêmani (Mt 26:38). Era importante que Timóteo não se demorasse. Assim, no fim da carta, o pedido foi repetido com o lembrete de que fosse “antes do inverno” (v. 21), levando a capa, os livros e pergaminhos. Era preciso manter o hábito da leitura, assim como precisava se proteger do frio que se aproximava.

No inverno, a navegação pelo Mediterrâneo ficava mais difícil, por isso Timóteo não perdeu tempo. Passou em Trôade, pegou a capa na casa de Carpo, livros e pergaminhos, dirigindo-se a Roma, onde encontrou o apóstolo. Que triste seria, caso se atrasasse e não mais pudesse ver seu discipulador!

 A vida está cheia de “invernos”, aqueles tempos em que não é mais possível recuperar oportunidades ignoradas nos verões, outonos e primaveras – tempos iluminados, frutíferos e floridos. Portanto, não adie decisões vitais que precisa fazer. Não deixe para depois o bem que planeja fazer, uma palavra de afeto a ser dita, um sorriso ou ajuda material. Precisa de perdão? Peça-o hoje. Precisa perdoar? Perdoe hoje. Há um mau hábito que deve abandonar? Abandone-o hoje. Aproveite, antes que o inverno chegue e seja tarde demais.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

sexta-feira, 20 de março de 2020

Ofereça Louvores a Deus

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Salmos 47
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Este é um salmo para Ano Novo. Os judeus o utilizavam como parte central da programação. Era um momento alegre, festivo e emocionante; a razão era porque Deus opera grandes maravilhas.

O salmo pode ser divido em três partes:

1. Convocação para aclamação triunfal diante da expectativa da vinda do Rei (vs. 1-4).
2. Convite para celebrar a entronização do Rei (vs. 5-7).
3. Conclamação para congratular-se pelo estabelecimento do reino eterno do Rei soberano (vs. 8-9).

Bater palmas é uma forma de expressar alegria perante Deus, o Rei Universal. Não é uma prática restrita a uma cultura, ou a alguns povos, mas todos os habitantes da Terra devem aplaudi-Lo e cantando-Lhe louvores com todas as forças por Suas características formidáveis, por ser Ele o Criador e o poderoso sobre todos os poderosos, o qual dará a vitória a Seus súditos (vs. 1-3).

O amor do Senhor Deus deve ser lembrado a cada virada de ano. Israel não foi apenas escolhido por Deus, foi também amado por Ele. Deus preza e cuida graciosamente de Seu povo. Deus não tem preferência por um povo em detrimento de outro. O fato dEle escolher Israel, é porque queria estender Seu amor a todo o mundo, como de fato o fez por meio de um judeu chamado Jesus (v. 4; ver João 3:16; 4:22; Atos 3:25).

As mãos que foram cravadas na cruz são as mãos que regem a história. Ao morrer e, depois de três dias ressuscitar, Jesus obteve o direito legal de subir ao trono celestial para governar até onde Satanás alegava ser dele. Por isso, devemos oferecer altos louvores pelas ações vitoriosas de Jesus, o divino Rei (vs. 4-7; ver Apocalipse 12:10-12).

A Nova Jerusalém será o local onde o trono de Deus será estabelecido. Haverá apenas um Rei e um povo. Não haverá nenhuma oposição, pois não haverá nenhum outro reino. Todos promoverão unicamente o reino justo e perfeito de Deus, o resultado será eterna harmonia e paz (vs. 8-9; ver Apocalipse 20:1-22:21).

Um julgamento antecede à segunda vinda de Cristo a este Planeta para separar os súditos do reino de Deus dos súditos do reino do Diabo; quem quiser, hoje pode decidir a qual rei adorar. Dessa decisão dependerá teu futuro! – Heber Toth Armí.


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O MONTE DA RESIGNAÇÃO

MEDITAÇÃO DIÁRIA
 20 de março
O MONTE DA RESIGNAÇÃO

Então, subiu Moisés das campinas de Moabe ao monte Nebo, ao cimo de Pisga, que está defronte de Jericó; e o Senhor lhe mostrou a terra toda. Deuteronômio 34:1

Arão e Moisés se notabilizaram como líderes do povo de Israel, graças às conquistas e realizações divinas operadas por intermédio deles. Moisés foi sempre um irmão bondoso e perdoador (Nm 12:11) e tornou-se líder exemplar (Êx 32:32), sendo visto, a exemplo de Abraão (Is 41:8), como amigo de Deus (Nm 12:7). Arão era seu porta-voz (Êx 4:16) e foi o primeiro sumo sacerdote do povo de Israel (Êx 28:41). Ambos presenciaram o derramamento das pragas, lideraram a libertação dos filhos de Israel e viram o Mar Vermelho se abrir e, depois, tragar o exército de Faraó. Mas nem eles nem a irmã deles, Miriã, que também esteve ao lado de ambos, puderam entrar na Terra Prometida.

Tudo começou com a chegada dos israelitas ao deserto de Zim. Acampados em Cades, viram a morte e o sepultamento de Miriã. Pouco depois, Arão também morreu (Nm 20:1, 28). Durante a permanência ali, não havia água suficiente (v. 2), o que suscitou muitas queixas do povo. O Senhor ordenou que Moisés falasse à rocha da qual jorraria água; porém, em um gesto precipitado, ele a feriu. A água fluiu, o povo saciou a sede, mas Deus sentenciou: “Não fareis entrar este povo na terra que lhe dei” (Nm 20:12).

Ellen White explica a razão para isso: “Por seu ato precipitado, Moisés tirou a força da lição que Deus queria ensinar. A rocha, sendo um símbolo de Cristo, havia sido ferida uma vez [40 anos antes, em Horebe], assim como Cristo uma vez seria oferecido. Na segunda vez, era necessário apenas falar à rocha, assim como temos apenas de pedir bênçãos em nome de Jesus. Ao ferir a rocha pela segunda vez, foi destruído o significado dessa bela figura de Cristo” (Patriarcas e Profetas, p. 418).

Chega a ser tocante o arrependimento e a insistência de Moisés diante de Deus: “Naquela ocasião implorei ao Senhor: […] Deixa-me atravessar, eu Te suplico, e ver a boa terra do outro lado do Jordão […]! ‘Basta’, Ele disse. ‘Não Me fale mais sobre isso. […] Veja a terra com seus próprios olhos, pois você não atravessará o Jordão” (Dt 3:23-28).

O perdão concedido a Moisés não suprimiu a consequência de seu erro. Com resignação, “o servo do Senhor, morreu ali, em Moabe, como o Senhor dissera” (Dt 34:6, NVI). No entanto, Moisés também era objeto da graça divina; e ela resplandeceu no topo do Pisga, pois Deus o ressuscitou (Jd 9; Lc 9:28-31). É sempre assim. O Senhor sempre dará mais do que Lhe pedirmos.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

quinta-feira, 19 de março de 2020

Abrigo Seguro

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Salmos 46
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Ler sistemática e corretamente a Bíblia traz ânimo, confiança, inspiração e fé aos cristãos em todas as gerações e circunstâncias.

O salmista apresenta-nos um Deus sem igual, do qual nós tanto precisamos neste mundo mal:

1. “Deus é o nosso abrigo seguro e esconderijo, sempre pronto a nos socorrer” (v. 1).
2. “O Deus que lutou com Jacó luta por nós, o Senhor dos Exércitos de Anjos nos protege” (v. 3, 7, 11).
3. Onde Deus mora “as ruas são seguras, com Deus a seu dispor desde o amanhecer” (v. 5).

Este Salmo é “hino de louvor, ou canto de Sião, que inspirou a Lutero seu Ein feste Burg ist unser Gott [Castelo forte é nosso Deus]. O Salmo tem uma clara estrutura em três estrofes, cada uma das quais termina com um estribilho: Com Deus como refúgio não há o que temer [vs. 4, 8, 12]. A segunda estrofe destaca a presença de Deus em Sião, que a defende das nações; na terceira estrofe se convida à assembleia a considerar as ações de Yahweh e cita Seu oráculo de supremacia [v. 11]” (Roland E. Murphy).

“Acredita-se que o contexto histórico do salmo é o livramento miraculoso de Jerusalém quando a cidade foi cercada por Senaqueribe, da Assíria (2Rs 18:13-19:35; Is 36:1-37:36). Nessa ocasião, o povo de Judá experimentou a presença de Deus de modo singular, daí o salmo celebrar louvores a Ele como Emanuel, Deus conosco” (William MacDonald).

Inspirado pelo Espírito Santo e escrito por homem sob a Sua regência, o salmo fala ao nosso coração neste século XXI:

• Em tempo de perseguição, catástrofes naturais, crises econômicas, guerras, etc. Deus confortou com este salmo o coração dos fieis e conforta ainda hoje.
• Diante de situações aflitivas, diante da morte de um ente querido, enfrentando a dor de uma tragédia ou esmagado pelo sofrimento de um acidente, as palavras de Salmo aplicadas pelo Espírito Santo são capazes de fazer o que nenhum calmante químico faz.
• O Deus que operou no passado é o mesmo que atua no presente, temos coleções de coisas boas que Ele nos fez, assim confiando nEle, poderemos ter mais e maiores motivos para louvá-lO!

A presença divina em nossa vida faz toda a diferença! Confiemos nEle para louvá-lO! – Heber Toth Armí.

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PROVA NO MONTE

MEDITAÇÃO DIÁRIA

19 de março
PROVA NO MONTE

"Acrescentou Deus: “Toma teu f ilho, teu único f ilho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que Eu te mostrarei. Gênesis 22:2

A trajetória de Abraão a partir do momento em que deixou Ur dos caldeus foi pontilhada de testes para a sua fé. O próprio chamado para que deixasse a parentela e fosse para um lugar desconhecido era um desafio. Deus tinha o propósito de afastá-lo da idolatria reinante e fazer dele um instrumento de preservação da verdadeira fé. Foi uma longa peregrinação. Aos testes, o patriarca reagiu com altos e baixos, realçando assim a graça divina presente no chamado a pessoas comuns, sujeitas às mesmas paixões que nós. Entretanto, em meio a essas provas, ele se manteve fiel Àquele que é “o Autor e Consumador da fé”. Os testes o prepararam para enfrentar a maior prova de sua vida.

Depois da experiência traumática com Agar e Ismael (Gn 21:8-14), o patriarca ouviu de Deus, pela segunda vez, a promessa de que teria um filho. Era o ponto de partida para o surgimento de uma nação inumerável como as estrelas. A idade avançada do casal tornava humanamente impossível a concretização do fato, mas o milagre aconteceu. Nasceu Isaque.

Passados 20 anos, Abraão foi provado com o estranho pedido divino: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto.” Perplexo, Abraão obedeceu. Afinal, a fé nunca olha para as circunstâncias nem considera os resultados. Simplesmente age e espera em Deus. Não intercedeu pelo filho, como já havia feito em relação à ímpia população de Sodoma. Disposto a salvar uma cidade, disposto a entregar o filho único. Esse fato unido à caminhada de pai e filho para o monte trazem à lembrança a disposição de Deus em salvar o mundo e a caminhada de Seu Filho para o Calvário.

A obediência de Abraão está acima de qualquer explicação. Era resultado de haver crido na promessa. Tamanha era sua fé que, em todo o tempo, esteve seguro de que a promessa de fazer dele uma grande nação seria cumprida. Deus, por certo, ressuscitaria Isaque (Hb 11:19). Felizmente, não foi preciso tirar a vida do filho. O Deus da graça proveu o cordeiro que, naquele episódio, prefigurava o Cordeiro que Ele proveria no Calvário para nossa redenção. Essa era uma lição da qual Abraão jamais deveria se esquecer.

Novos sentimentos, convicções e nova visão da graça divina acompanharam o patriarca na volta para Berseba. Ninguém sai de uma provação do mesmo jeito que entrou nela.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

quarta-feira, 18 de março de 2020

Compromisso- Salmos 45

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Salmos 45
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Casamento é importante para Deus. O matrimônio é honroso e glorioso caso seja pautado pelos princípios do céu desde seu início.

O comentário Moody distinguiu as seguintes partes deste Salmo real e nupcial:

1. Dedicação do hino: Ao rei (v. 1);
2. Panegírico ao Noivo (vs. 2-9):
• Ele tem boa aparência;
• Suas palavras são cheias de graça;
• Seu porte é majestoso;
• Seu governo é justo;
• Seu poder militar é grande;
• Sua escolha espiritual é certa;
• Suas vestes e suas cortes são régias.
3. Conselhos à noite: Ela precisaria encontrar seu devido lugar na família real, sendo submissa ao rei, como também leal ao seu povo (vs. 10-12).
4. Entrada da noiva: Destaca-se a cena da marcha processional. Suas roupas e séquitos são adequados para a ocasião (vs. 13-15).
5. Antecipação do casamento: Filhos (príncipes) que abençoarão a união e perpetuarão o nome da família (vs. 16-17).

O texto inspirado, aparentemente antiquado para nosso contexto, tem muitas lições de vida a nos oferecer:

• Todo homem deve ser rei de seu lar, assim como toda mulher deve ser rainha de sua casa. Consequentemente, os filhos serão príncipes.

• Não apenas o rei, mas todo noivo (ou futuro marido) deve ter qualidades e virtudes espirituais que impressionam ao público; assim como a noiva deve ter a postura de uma dama descente, pura e honrosa.

• Se todo marido tratasse sua esposa como rainha, ela o trataria como rei. Somos filhos e filhas de Deus, temos vestígios de realeza (apesar de o pecado nos ter deteriorado). Podemos elevar nosso padrão de tratamento conjugal.

• O noivo deve elogiar a noiva antes, durante e depois da cerimônia nupcial (vs. 1-5).

• A noiva deve reconhecer as características do caráter divino em seu noivo, antes, durante e após a festa de casamento (vs. 6-9).

• Deve haver um compromisso mútuo, uma entrega mútua e uma submissão mútua para que o matrimônio seja uma bênção; para isso, deve haver humildade e amor incondicional (vs. 10-12).

• O nome da família é preservado quando o caráter dos seus membros colabora com o bem da sociedade; os filhos são educados para serem bênçãos e, juntos revelam serem súditos do eterno reino divino (vs. 13-17).

Enfim, eleve teu nível familiar meditando nos planos de Deus para o matrimônio! – Heber Toth Armí.

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O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....