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domingo, 3 de maio de 2020

As bênçãos de Deus - Salmos 91

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Salmos 91
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

As tempestades da vida atingem a grandes e pequenos, ricos e pobres, culto e analfabetos, crentes e incrédulos.

Porém, os que creem em Deus e submetem-se inteiramente a Sua vontade certamente passa pelas dificuldades da vida de forma diferente. “O Salmo 91 é um tesouro de inspiração e direção espiritual para os momentos difíceis. Esse traz de volta o conceito de batalha entre o bem e o mal e nos assegura quanto ao triunfo destinado para o povo que aceita a justiça de Deus. Quem escolhe a Cristo como Seu Salvador, também ganha um Protetor, um Consolador e um Libertador, nas batalhas da vida. Seu amor em nós e conosco nos torna invencíveis diante do pecado e da angústia” (D. Arthur Delafield).

• O amor de Deus nos mantém em meio ao caos que o pecado causou neste planeta.
• O cuidado de Deus é nossa segurança em meio a este mundo em decadência.
• O consolo de Deus nos anima a continuar fieis apensar das dificuldades da existência.

As bênçãos contidas no Salmo 91 não são para qualquer um. “Não é o cristão que ora de vez em quando e entra e sai da presença divina, mas aquele que ‘habita’ com o Altíssimo é quem vivencia o cuidado divino” (Delafied).

O segredo para recebermos tudo o que se promete no Salmo em questão é submissão total a Deus initerruptamente. “Se quisermos estar em segurança contra a peste perniciosa, se quisermos ser preservados de perigos vistos e invisíveis, temos de esconder-nos em Deus; temos de assegurar o protetor cuidado de Jesus e dos santos anjos” (Ellen G. White).

Estudiosos do Apocalipse sabem que até o tempo do fim chegar ao fim a situação de nosso planeta só tende a piorar. Contudo, os fieis não precisam apavorar-se. Pois, certamente “após o fechamento da porta da graça as promessas do Salmo 91 terão cumprimento em 100% de seus termos. Conquanto acontecimentos terríveis e espantosos estejam tendo lugar ao seu redor o povo de Deus não precisa temer” – anima-nos Rosalie Haffener Lee.

Os salvos…

• …são vigiados pelos anjos.
• …serão poupados das calamidades que assolarão os incrédulos.
• …terão experiências sobrenaturais até Jesus retirá-los deste mundo.

Precisamos ter experiência de dependência com Deus desde agora para obter vitórias no futuro! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

O DESPERTAR DA GRAÇA

MEDITAÇÃO DIÁRIA
3 de maio
O DESPERTAR DA GRAÇA

Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-Me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo. João 21:15

Impulsivo, simplório, irrefletido, inconstante. Assim era Pedro em sua sinceridade. Parecia difícil vê-lo como alguém equilibrado. Ora estava em um lado, ora estava no outro. Em seus altos e baixos, nós o encontramos falando quando teria sido melhor permanecer calado, e também fazendo afirmações inspiradas, à semelhança da que vimos ontem, ou quando Jesus quis saber o que todos pensavam a Seu respeito: “Tu és o Cristo!” (Mc 8:29). Ao ouvir o Mestre falar da própria morte e do abandono de que seria vítima, Pedro falou: “Ainda que todos Te abandonem, eu nunca Te abandonarei!” (Mt 26:33, NVI). Esse era seu problema. Queria se mostrar forte, quando deveria expressar dependência. Então aconteceu o que Jesus previu (Mt 26:34). Pedro O negou. Tendo caído em si, arrependeu-se e ganhou uma nova chance (Jo 21:1).

Era noite, e a lua brilhava intensamente. No entanto, o ambiente estava pesado. O passado havia sido decepcionante, o presente parecia incerto, e o futuro, ameaçador. Pedro estava deprimido, moralmente caído. Se é verdade que a pescaria ajuda a relaxar, talvez tenha sido essa a intenção dele quando disse: “Vou pescar”, no que foi acompanhado pelos outros (Jo 21:3). A tentativa fracassou. Aqueles pescadores profissionais tentaram pescar a noite inteira sem apanhar nenhum peixe.

Contudo, a noite de fracasso chegou ao fim, e os raios do Sol trouxeram a Pedro mais do que um novo dia. Na casa de Caifás, ele havia negado conhecer Jesus, mas na praia, naquele alvorecer, o Mestre o esperava e orientou o método correto para o êxito na pescaria. João O reconheceu, Pedro se apressou a encontrá-Lo. Como precisava daquele momento! Sentiu que Jesus ainda o amava e se interessava por ele. E, quando os demais chegaram, o desjejum já estava pronto – preparado por Cristo – e foi desfrutado em um clima de comunhão e normalidade.

Foi naquele ambiente restaurador que Jesus fitou profundamente os olhos e o coração de Pedro e perguntou três vezes: “Você Me ama?” E tantas vezes quantas O havia negado, o discípulo respondeu: “O Senhor sabe que eu O amo, Senhor!” (NTLH). E recebeu a missão. Pedro ainda estava nos planos do Mestre, apesar de suas fraquezas.

Aquele encontro é animador para nós, porque nos identificamos com Pedro. Se em Jesus vemos nossas possibilidades, em Pedro vemos nossas fraquezas. Existe algo que a graça não possa superar?

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

sábado, 2 de maio de 2020

PARA QUEM IREMOS?”

MEDITAÇÃO DIÁRIA
2 de maio
“PARA QUEM IREMOS?”

Respondeu-Lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna. João 6:68

Não sei se você já sentiu lhe faltar o chão diante de alguma perda. Talvez tenha convivido com pessoas que se encontraram no centro desse drama. Já vi e tentei ajudar muitas. Algumas vezes, a causa era a morte inesperada de um ente querido. Outras vezes, a questão envolvia relacionamentos rompidos ou problemas de saúde. Onde encontrar ajuda e forças para reagir e recomeçar? Acaso, estaria esse sentimento de impotência implícito na pergunta de Pedro?

O contexto é o milagre da multiplicação de pães e peixes para a multidão faminta. Impressionadas, as pessoas quiseram aclamar Jesus como rei, porém Ele saiu de cena, atravessou o lago e foi para Cafarnaum. O povo O encontrou novamente. Então, Ele aproveitou para fazer um duro discurso, na tentativa de levá-los a desejar o Pão da Vida, que é Ele mesmo. Isso realçava Sua origem divina. Para muitos daqueles ouvintes, as palavras de Cristo foram difíceis de aceitar; por isso, O abandonaram.

“Quereis também […] retirar-vos?”, perguntou Jesus aos discípulos que permaneceram. Nesse ponto, Pedro respondeu com uma pergunta: “Para quem iremos?” E acrescentou: “Tu tens as palavras da vida eterna. Nós temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus.”

Com sinceridade e fervorosa fé, o discípulo expressou em sua pergunta o profundo desejo de seu coração. Como viver sem Jesus? A mera sugestão, mesmo em pensamento, de que isso pudesse acontecer, era algo assustador. Não apenas para ele, mas também para os demais discípulos, daqueles dias e dos nossos – incluindo você e eu. Cristo é o tudo da existência. É Salvador, Senhor, mantenedor da vida, fonte de alegria e realização. Sem Ele, nada mais podemos esperar.

Carentes de salvação, para onde vão as pessoas em busca de paz: Às formas de religião? À degradação dos vícios? À transitoriedade da fama e dos bens materiais? Para quem iremos com nossos fardos de problemas? Para aliviá-los, precisamos de Jesus.

Para onde iremos com nossos medos quando o mundo parece querer nos tragar? Quando Satanás ruge? Quando amigos fogem? Quando a doença destrói o vigor? Para onde iremos quando perdemos um ente querido? Quando o divórcio apaga o colorido, os sons, o brilho e as doces lembranças do casamento? Para quem iremos quando estivermos diante da morte? A solução é Jesus. Só Ele tem palavras de vida eterna. Em Suas promessas, encontramos refúgio invencível.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

A eternidade de Deus e a fragilidade do homem – Salmos 90

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Salmos 90
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

A vida é uma sucessão de sucessos sucessíveis que se sucedem sucessivamente sem sessar.

O Salmo em questão é o único Salmo escrito por Moisés. Assim, é o mais antigo salmo escrito de que se tem registro. Ele é uma beleza literária. Uma sublime e esplendorosa composição humana, porém, inspirada por Deus. Sua mensagem é interessante.

Warren Wierbe esboça os 17 versículos da seguinte forma:

• A eternidade de Deus e a fragilidade do homem (vs. 1-6).
• A santidade de Deus e o pecado do homem (vs. 7-12).
• A bênção de Deus e a aspiração do homem (vs. 13-17).

O Salmo mostra-nos que sem Deus não somos nada. Moisés faz um contraste gritante entre Deus e o homem.

1. Enquanto os humanos vivem uma geração, Deus contempla o início e o fim de todas as gerações.
2. Enquanto Deus é o Criador do mundo e da humanidade, os seres humanos são criaturas de Deus.
3. Enquanto Deus é eterno, sem começo e sem fim, os seres humanos são limitados no tempo.
4. Enquanto Deus é santo, os seres humanos têm pecados visíveis e secretos.
5. Enquanto Deus é soberano sobre o tempo, os seres humanos são escravos dele, vivendo pouco e ainda com muitos sofrimentos.

Por causa disso, é extremamente urgente buscar sabedoria divina para lidar com os desafios humanos. Nossa vida é efêmera para perder tempo com coisas terrenas. Nosso tempo é passageiro para desprezá-lo com coisas banais. O certo seria todos nós no século XXI fazer como Moisés:

• Orar pela misericórdia de Deus (v. 13);
• Suplicar a Deus para que desejos do povo resulte em satisfação (v. 14);
• Pedir a Deus que nos faça pessoas felizes após suportarmos momentos críticos, difíceis (v. 15);
• Solicitar que Deus nos ajude ver as Suas obras e a Sua glória (v. 16)
• Clamar a Deus por Sua graça a fim de que nossas obras não nos causem desgraças (v. 17).

A vida bem vivida é a que vale a pena. Alcançar a sabedoria deve ser o alvo de quem almeja viver feliz. Orar “pedindo ao santo e eterno Deus que [nos] dê sabedoria, amor, alegria e prosperidade” (Bíblia Andrews) é o melhor jeito de aproveitar bem o pouco tempo de vida que recebemos de Deus! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Louvor ao Senhor - Salmos 89

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Salmos 89
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Leia atentamente cada verso deste Salmo. Ore por alcançar interpretação que alimente teu coração.

Um apanhado geral amplia nossa visão para compreender a mensagem de Deus a nós:

• Louva-se a Deus pela aliança eterna realizada com Davi (vs. 1-4);
• Convoca-se a celebrar ao poderoso Deus que fez aliança com Davi (vs. 5-18);
• Explica-se detalhadamente como se deu a aliança divina com Davi (vs. 19-37);
• Confronta-se a Deus pela miséria que se encontrava a nação da aliança (vs. 38-45);
• Clamor ao Senhor para lembrar-Se de Sua promessa em relação a Davi para então restaurar Israel do cativeiro (vs. 46-51);
• Conclusão de louvor ao Senhor (v. 52).

“O salmo 89 fornece uma clara compreensão das questões mais sérias [da Bíblia]. A promessa de Deus a Davi em 2Samuel 7 é de um reino duradouro (89.19-37). Se a linhagem de Davi não está mais ocupando o poder, então o que acontece com essas promessas (89.38-45)? É palpável a apreensão do escritor. Esse choque leva a perguntas temporais (por quanto tempo?) e espaciais (onde está teu antigo grande amor?) que refletem a mortalidade e as limitações físicas dos seres humanos. As alianças tanto abraâmica tanto davídica parecem correr risco, pois a terra e a monarquia se foram. Por acaso Deus se esqueceu de Sião?” (Paul R. House).

• Argumentos fortes, não?

Ainda que o Salmo de Etã não forneça todas as respostas “que ele próprio levanta, na verdade oferece pistas de soluções encontradas mais comumente em outras passagens canônicas. Ao acentuar o poder e a fidedignidade de Deus (89.1-37), o salmista parece entender que a derradeira resposta acha-se no caráter de Yahweh. Deus não pode mentir (Nm 23.19) e é eterno (Êx 3.14; Dt 33.27), de forma que, com base na natureza do Senhor, a promessa tem de se cumprir no futuro. Ao refletir sobre a maneira como o servo de Deus é ridicularizado entre as nações, o salmista lembra os leitores do servo sofredor de Isaías 53. O herdeiro de Davi tem de sofrer e experimentar o livramento da mesma maneira como acontece com o próprio Davi (Zc 13.1-9). O sofrimento é parte da glória da aliança davídica” (House).

Jesus tem o “SIM” de Deus para todas as Suas promessas. Ligue-se a Ele e serás abençoado(a)! – Heber Toth Armi.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

O VALOR DO TRABALHO

MEDITAÇÃO DIÁRIA
1° de maio

 O VALOR DO TRABALHO

Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar. Gênesis 2:15

Hoje haverá festa, e deveria ser apenas isso. Contudo, o dia do trabalho tem se transformado em uma ocasião de protestos e confrontos. Por um lado, empregados exigem garantia de direitos supostamente ameaçados, melhores salários e compensações pelo esforço; por outro, desempregados protestam em busca de uma solução para um problema que os afeta muito.

Que bom seria se apenas pudéssemos celebrar, sem tensões, a preciosa dádiva do trabalho outorgada por Deus ao ser humano no início da criação. A perfeição com a qual o planeta saiu das mãos de Deus, bem como a felicidade eterna planejada para o ser humano não excluíam a necessidade de trabalhar. O fato de que, após a entrada do pecado, o Senhor tivesse dito a Adão que ele comeria o pão “mediante o suor do rosto” (Gn 3:19) não significou maldição atribuída ao trabalho, assim como não o foi para a gravidez (Gn 3:16-19). Contudo, indica que a sobrevivência humana seria mais difícil sem o vigor que possuía antes da queda.

A entrada do pecado afetou o nível de dificuldade do trabalho, não seu valor. “Apesar de hoje ser realizado com ansiedade, cansaço e dor, [o trabalho] é ainda uma fonte de felicidade e desenvolvimento. É também uma salvaguarda contra a tentação. Sua disciplina coloca uma barreira à autossatisfação e promove habilidade, pureza e firmeza. Assim, torna-se parte do grande plano de Deus para que sejamos recuperados da queda” (Ellen White, Educação, p. 214).

Por causa da ambição e do egoísmo, trabalhadores são explorados e prejudicados. Em seu tempo, o apóstolo Tiago chamou a atenção de empregadores que amontoavam riquezas à custa de salário injusto, pago com atraso ou retido dos trabalhadores. Os exploradores não ficariam sem resposta (Tg 5:1-6). Em nossos dias, o quadro se repete. Insatisfeitas, há pessoas que apenas toleram o trabalho e outras que reagem aos patrões, incentivadas por ideologias partidárias inúteis, enquanto o coração humano não se render à transformação que Cristo quer efetuar.

À parte das ações dos maus, trabalhe com o máximo de excelência; pois, como disse Ruy Barbosa, “oração e trabalho são os recursos mais poderosos na criação moral do homem. A oração é o íntimo sublimar-se d’alma pelo contato com Deus. […] Quem quer, pois, que trabalhe está em oração ao Senhor” (Oração aos Moços, p. 47). Desfrute seu trabalho e os resultados dele. Isso é presente de Deus (Ec 3:13).

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

quinta-feira, 30 de abril de 2020

TODOS POR TODOS

MEDITAÇÃO DIÁRIA
30 de abril
Todos por todos

Se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um membro é honrado, com ele todos se regozijam. 1 Coríntios 12:26

Poucas coisas na vida de uma igreja são tão tristes quanto alguém insinuar a disposição de deixar a congregação. Algumas vezes, o motivo apresentado é doutrinário. Em outras, é a falta de apoio e solidariedade quando a pessoa enfrentou momentos extremamente difíceis. Essa indiferença é sempre desoladora, e justificativas defensivas por parte da comunidade não ajudam. Afinal, somos todos irmãos em Cristo e devemos nos importar uns com os outros.

Charles Swindoll cita um pensamento profundo de John Donne, poeta e pregador inglês do século 17: “Nenhum homem é uma ilha, inteira em si mesmo; todo homem é uma parte do continente, um pedaço do território todo. […] A morte de um homem me diminui um pouco, pois estou envolvido com toda a humanidade” (Firme Seus Valores, p. 26).

A declaração divina, antes da criação de Eva – “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2:18) –, a oração de Cristo por Seus discípulos – “a fim de que todos sejam um” (Jo 17:21) – além dos símbolos utilizados no Novo Testamento para a igreja são apenas algumas das referências que indicam a pertinência do envolvimento pessoal, da comunhão entre os cristãos. Não parece haver dúvidas de que esse foi um dos grandes efeitos da conversão e do batismo pelo Espírito Santo por eles experimentados (At 2:42-47).

Paulo se referiu à necessidade de comunhão (Rm 12:9-21) e de seu fundamento no amor sincero. Ao falar sobre os dons espirituais, também comparou a igreja a um corpo (1Co 12:12-31) cujos membros, diferentes e com funções distintas, são tão interdependentes a ponto de um ser afetado pelo sofrimento do outro ou pela honra a esse outorgada: “Se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um membro é honrado, com ele todos se regozijam” (v. 26).

É plano de Deus que nos envolvamos mutuamente, alegrando-nos com os que se alegram, chorando com os que choram, e não que vivamos como ilhas. O conselho do apóstolo é: “Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; […] instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em sabedoria” (Cl 3:14-16).

Conforta saber que, em um mundo indiferente, alguém nos ama e se importa conosco. Sejamos hoje esse alguém. Em algum lugar, outro alguém precisa sentir que fizemos diferença em sua vida.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

Salmos 31 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 31 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 31 – Colocando lado a lado este S...