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sábado, 15 de janeiro de 2022

O SUMO SACERDOTE

O SUMO SACERDOTE

Porque nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e exaltado acima dos céus. Hebreus 7:26

Enquanto Moisés estava no monte com Deus, foi-lhe dada esta ordem: “E farão para Mim um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx 25:8); e foram dadas instruções completas para a construção do tabernáculo. Por causa de sua apostasia, os israelitas haviam perdido a bênção da presença divina; por algum tempo, isso impossibilitou a construção de um santuário para Deus entre eles. Porém, quando foram aceitos pelo Senhor novamente, o grande líder levou avante a ordem divina.

Homens escolhidos foram especialmente dotados por Deus de habilidade e sabedoria para construir aquele local sagrado. O próprio Deus deu a Moisés a planta daquela estrutura, com instruções específicas quanto ao seu tamanho e forma, quanto aos materiais a empregar e a cada peça que faria parte da mobília. Os lugares santos, feitos à mão, deveriam ser “figura do verdadeiro”, “figuras das coisas que estão nos céus” (Hb 9:24, 23) – uma representação em miniatura do templo celestial, onde Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote, depois de oferecer Sua vida em sacrifício, ministraria em favor do pecador. No monte, Deus expôs perante Moisés uma visão do santuário celestial e ordenou que ele fizesse todas as coisas de acordo com o modelo que lhe foi mostrado. Todas essas instruções foram cuidadosamente registradas por Moisés, que as comunicou aos líderes do povo.

Para a edificação do santuário, eram necessários muitos preparativos e grande quantidade dos materiais mais preciosos e caros. No entanto, o Senhor apenas aceitava ofertas voluntárias. “De todo homem cujo coração o mover para isso, dele vocês receberão a Minha oferta” (Êx 25:2) – essa foi a ordem divina repetida por Moisés à congregação. A devoção a Deus e o espírito de sacrifício eram os primeiros requisitos ao se preparar uma morada para o Altíssimo.

Todo o povo correspondeu de forma unânime. “Todo aquele cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu veio e trouxe a oferta ao Senhor para a obra da tenda do encontro, para todo o seu serviço e para as vestes sagradas” (Êx 35:21) (Patriarcas e Profetas, p. 291, 292 [343, 344]).

PARA REFLETIR: Algo que acontece em sua igreja tem motivado seu coração a doar?

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Nosso maravilhoso sumo sacerdote

MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sábado, 6 de fevereiro

Nosso maravilhoso sumo sacerdote

Pois Cristo não entrou em santuário feito por homens, uma simples representação do verdadeiro; Ele entrou nos céus, para agora se apresentar diante de Deus em nosso favor. Hebreus 9:24, NVI

Há três perguntas básicas sobre nossa salvação que todo cristão deveria ser capaz de responder: O que Cristo fez por nós na cruz? O que Ele está fazendo por nós agora no santuário celestial? E o que Ele ainda fará por nós em Sua segunda vinda? Muitos cristãos só sabem explicar o que Jesus fez na cruz, e o que Ele fará em Sua segunda vinda. Porém, há muitos que não compreendem o que Ele está realizando por nós agora no santuário celestial.

Uma das exposições mais úteis em relação a essa doutrina no início do movimento adventista foi o artigo “The Law of Moses” (A Lei de Moisés), de Owen R. L. Crosier, publicado no periódico Day-Star Extra (Estrela da Manhã Extra), em 7 de fevereiro de 1846. Nesse texto, o autor destacou quatro conceitos básicos. Primeiro, que o “santuário” mencionado em Daniel 8:14 é um santuário/templo celestial (Hb 9:24; Ap 11:19). Segundo, que nesse santuário celestial há dois compartimentos, o santo e o santíssimo, conforme prefigurado pelo tabernáculo mosaico (Hb 9:1-9). Terceiro, que Cristo é o sumo sacerdote desse santuário, fazendo expiação por meio do próprio sangue que derramou na cruz (Cl 1:20; Hb 9:11-23). E quarto, que ao fim dos 2.300 dias simbólicos de Daniel 8:14, Jesus passou do lugar santo para o santíssimo, a fim de receber o reino (Dn 7:9-14). Em um artigo posterior, Crosier explicou que, enquanto Cristo está purificando o templo literal na nova Jerusalém (Hb 9:22, 23), o Espírito Santo está purificando o templo espiritual do povo de Deus, removendo seus pecados (1Co 3:16, 17; 6:19, 20).

Talvez você esteja se perguntando: Se Cristo pagou o preço por nossos pecados na cruz, então por que Ele ainda precisa interceder por nós no santuário celestial? Jesus morreu na cruz para salvar o mundo inteiro, mas ninguém será salvo contra a própria vontade. Agora, Ele está, em Sua graça, aplicando os méritos de Seu sacrifício a todos aqueles que O aceitam pela fé. Que plano maravilhoso foi projetado tanto para a sua quanto para a minha salvação!

Senhor Jesus, que grande desastre seria se Teu plano de salvação não tivesse eficácia para mim! Por isso, eu aceito Teu sacrifício na cruz por meus pecados e Te convido para ser o sumo sacerdote da minha vida!

Alberto R. Timm, 7/2/2018

quinta-feira, 18 de julho de 2019

O Legítimo Mediador

A Fé Pela Qual Eu Vivo
18 de julho
O Legítimo Mediador

Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem. I Tim. 2:5.

Na obra mediadora de Cristo, o amor de Deus revelou-se, em sua perfeição, aos homens e anjos. Signs of the Times, 19 de julho de 1910.

E agora Ele intercede por você. É o grande Sumo Sacerdote que pleiteia em seu favor; e você deve ir e apresentar seu caso ao Pai por meio de Jesus Cristo. Assim terá acesso a Deus; e apesar de você pecar, seu caso não é perdido. “Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.” I João 2:1. Testimonies, vol. 2, pág. 591.

Cristo é vosso Redentor; Ele não tirará nenhuma vantagem da confissão de vossas humilhações. Se tiverdes pecado de caráter oculto, confessai-o a Cristo, único Mediador entre Deus e o homem. Conselhos Sobre Saúde, pág. 373.

Ele nos apresenta ao Pai, trajados nas vestes brancas de Seu próprio caráter. Ele roga a Deus em nosso favor, dizendo: Eu tomei o lugar do pecador. Não olhes a este filho desgarrado, mas a Mim. E quando Satanás intervém em altos brados contra nossa alma, acusando-nos de pecado, e reivindicando-nos como presa sua, o sangue de Cristo intercede com maior poder. O Maior Discurso de Cristo, pág. 9.

A obra de Cristo no santuário celestial, apresentando a cada momento Seu próprio sangue perante o propiciatório, ao interceder por nós, deve impressionar-nos o coração para que compreendamos o valor de cada momento. Jesus vive sempre para interceder por nós, mas um momento gasto descuidadamente nunca poderá ser recuperado. Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 111.

Pensai em Jesus. Ele está em Seu santuário, não em estado de solidão, mas cercado por milhares e milhares de anjos celestiais que aguardam executar Seu mandado. E ordena-os a ir e trabalhar em favor do mais fraco que põe a confiança em Deus. Grandes e pequenos, ricos e pobres têm o mesmo auxílio providenciado. Review and Herald, 29 de maio de 1900.

Considerem … o grande fato de que Cristo nunca cessa Sua solene obra no santuário celestial e, se levarem Seu jugo, empenhar-se-ão em trabalho idêntico ao de sua Cabeça viva. Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 112.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 205

Salmos 33 Comentário

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