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quarta-feira, 10 de agosto de 2022

O ANTÍTIPO DOS FEIXES

  O ANTÍTIPO DOS FEIXES

Cada um, porém, na sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na Sua vinda. 1 Coríntios 15:23

No verão de 1844 – período intermediário entre o tempo em que, inicial- mente, se pensava que os 2.300 dias terminariam, e o outono do mesmo ano, época em que eles deveriam se cumprir, como descobriu-se depois –, a mensagem foi proclamada com as próprias palavras da Bíblia: “Eis o Noivo!” (Mt 25:6).

O que determinou esse movimento foi a descoberta de que o decreto de Artaxerxes para a restauração de Jerusalém, o qual estabelecia o ponto de partida para o período dos 2.300 dias, entrou em vigor no ou- tono do ano 457 a.C., e não no começo do ano, conforme anteriormente se havia acreditado. Contando desde outono de 457 a.C., os 2.300 anos terminam no outono de 1844. […]

A morte do cordeiro pascal era sombra da morte de Cristo. Paulo escreveu: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1Co 5:7, ARC). O feixe das Primícias, que por ocasião da Páscoa era movido perante o Senhor, simbolizava a ressurreição de Cristo. Falando da ressurreição do Senhor e de todo Seu povo, Paulo declarou: “Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na Sua vinda” (1Co 15:23). Semelhante ao feixe que era agitado, constituído pelos primeiros grãos amadurecidos que eram colhidos antes da ceifa, Cristo é as primícias da ceifa imortal de resgatados que, por ocasião da ressurreição futura, serão recolhidos ao celeiro de Deus.

Aqueles símbolos se cumpriram, não somente quanto ao acontecimento, mas também quanto ao tempo. No dia 14 do primeiro mês judaico, no mesmo dia e mês em que, durante 15 longos séculos, o cordeiro pascal havia sido morto, Cristo, tendo comido a Páscoa com os discípulos, instituiu a solenidade que deveria comemorar Sua própria morte como o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Naquela mesma noite, Ele foi tomado por mãos ímpias para ser crucificado e morto. E, como o Antítipo dos feixes que eram agitados, nosso Senhor ressurgiu dentre os mortos ao terceiro dia, como “as primícias dos que dormem” (1Co 15:20) (O Grande Conflito, p. 338, 339 [398, 399]).

 PARA REFLETIR:  Ao estudar as profecias, como você pode evitar estar “sinceramente equivocado”, como os pioneiros adventistas, que acreditaram de e Jesus voltaria em 22 de outubro de 1844?

https://youtu.be/9htxk6PrYK4

MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-antitipo-dos-feixes/



sábado, 7 de maio de 2022

Levítico 24 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 24

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 24 – Os símbolos do evangelho e das verdades espirituais estão no Santuário e nos seus serviços.

Em Levítico 24 encontramos a menorá (candelabro, com sete hastes), o azeite e doze pães para a mesa do Senhor. Em Zacarias 4:1-10, o profeta recebe visão de um candelabro abastecido por duas oliveiras cujo significado refere-se aos olhos de Deus percorrendo toda a Terra. Em Apocalipse 5:6 revela o envio dos sete espíritos de Deus por toda a Terra, com sete olhos, dando a ideia de onisciência e onipresença da divindade bíblica.

Os doze pães representavam as doze tribos de Israel e também dos doze apóstolos de Cristo. Como tudo no santuário “é uma ilustração para os nossos dias” (Hebreus 9:9), cada símbolo representa algo de suma importância que Deus quer transmitir para nós, inclusive nos dias atuais. Sendo os crentes atualmente parte do “sacerdócio real” (1 Pedro 2:9), devemos alimentar nossa fé através dos símbolos e rituais do Santuário. Jesus é o Pão da Vida que desceu do Céu para nutrir a vida daqueles que herdarão a eternidade e Seu Espírito (representado pelo azeite) nos sustenta frente às dificuldades que desafiam nossa existência espiritual (João 6:32-58; Hebreus 2:17-18; 4:14-16).

Os regulamentos sacerdotais definiam a única esperança do pecador aproximar-se de Seu Criador e receber dEle o perdão dos pecados. Adulterar qualquer uma das partes implica rejeitar/banalizar o único sistema de salvação.

Sobre rebeldia e maldição aos pais pelos filhos foram dadas instruções em Êxodo 21:17, agora em Levítico 24:14-16 apresenta instruções quanto ao ato de rebelar-se contra Deus proferindo blasfêmias e maldições, quebrando descaradamente Seu mandamento (Êxodo 20:7). Uma briga entre dois homens levou um deles a blasfemar o nome Divino com maldição. Ao ser levado a Moisés, a sentença foi apedrejamento – o qual aconteceu após ele ficar preso enquanto se aguardava “que a vontade do Senhor lhes fosse declarada”.

Embora se desconheça as palavras de blasfêmias daquele homem, o texto provê a ideia de Deus ser débil, incapaz e irrelevante. Além de ser mentira tal ideia, é uma afronta descarada ao Deus que, sendo santo, criou uma estratégia para salvar pecadores. 

Desprezar a Deus implica em rejeitar a única possibilidade de vida – o que ficou claro no apedrejamento!

Honremos a Deus, assim seremos reavivados! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Cerimônia Sacrifical - Levítico 1

 



Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 1

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 1 – Ao entender nossa real situação de miserável pecador, devemos procurar por um grandioso Salvador. 

Tanto o livro de Êxodo quanto o de Levítico tratam de tipologias, especialmente o Santuário, o sacerdócio e a cerimônia sacrifical, que apontam à pessoa e obra do Salvador, confirmado em 1 Coríntios 10 e no livro de Hebreus.

Símbolos detalhados no santuário formam “magnífico mosaico no grande plano divino de redenção, de Gênesis a Apocalipse”; assim, “Gênesis é o livro dos princípios; Êxodo, o livro da redenção; Levítico, o livro da expiação e da vida santa”. Em outras palavras, “em Gênesis, vemos o homem arruinado; em Êxodo, o homem redimido; em Levítico, o homem purificado, adorando e servindo”, aponta Merrill Unger.

Deus arquitetou uma estratégia que pudesse restaurar os seres humanos que foram separados dEle pelo pecado, que estão chafurdando-se na imoralidade e presos às correntes da escravidão da iniquidade. Deus Se dispôs a salvar pecadores culpados, sentenciados à morte, visando relacionamento íntimo. Holocaustos eram sacrifícios essenciais na teologia hebraica, divinamente orientados em Levítico 1.

Tanto animais para sacrifício, e como proceder na cerimônia foram divinamente orientados... Bovino, ovino, caprino ou aves deveriam ser devidamente queimados como “aroma agradável ao Senhor” (Levítico 1:9, 13, 17). Ao pôr a mão na cabeça do animal, o culpado reconhecia a função substitutiva da vítima para, então, ciente de sua situação deploravelmente pecaminosa, oferecer o “holocausto para que seja aceito como propiciação em seu lugar” (Levítico 1:4).

Ellen White explica no capítulo 58 de “Os Ungidos” que “o grande inimigo da humanidade tem procurado representar Deus como alguém que tem prazer em destruir as pessoas. Deus estabeleceu os sacrifícios para revelar Seu amor. Mas Satanás os perverteu, levando os pecadores a acreditar e esperar – em vão – que esses sacrifícios serviam para acalmar a ira de um Deus ofendido. Ao mesmo tempo, Satanás procura despertar pensamentos, sentimentos e atitudes más para que, por meio de repetidas desobediências, ele possa levar as multidões cada vez para mais longe de Deus, ficando sem esperança e presas pelas correntes do pecado”.

O plano divino é melhor que o satânico! Jesus tornou-Se holocausto em nosso lugar para conceder-nos o privilégio da reconciliação com Deus. Com Sua morte, ofertou-nos a vida. Sua condenação é nossa redenção... 

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌


Salmos 36 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 36 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontad...