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quinta-feira, 19 de junho de 2025

Êxodo 14 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 14
Comentário
Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 14 – A perseguição ao fiel povo de Deus pelos infiéis não é característico do tempo do fim. A história dos crentes, no Antigo e Novo Testamento, é caracterizada por perseguição descarada.

Em Êxodo 14 a perseguição ao povo de Deus tornou-se terrível frustração; o mesmo acontecerá aos perseguidores no tempo do fim (Daniel 12:1). O foco do fiel não está na força do mal, mas no poder divino que humilha e frustra até mesmo aos poderes do diabo.

A ambição que derrotou Lúcifer no Céu (Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:13-18; Apocalipse 12:7-9) está nas pessoas desde os primórdios (Gênesis 10:8-11). Além de Ninrode, muitos outros ambiciosos lutaram pelo poder (inclusive Faraó, que pensava ser um dos principais deuses egípcios). O Egito teve todas as bênçãos conquistadas por José (Gênesis 57:13-28) devastadas pelo orgulhoso e ambicioso Faraó; o qual, frustrado e enraivecido, saiu a recuperar, ao menos, os escravos “que haviam fugido” (Êxodo 14:5).

A ambição entorpece a razão. O orgulho ferido age irracionalmente. Orgulho e ambição preparam no coração um solo fértil para a autodestruição.

“Como Deus é eterno, onipresente e onipotente, e sustenta todas as coisas pela palavra de Seu poder, e em Quem todas as coisas existem, a relação da criatura com Deus somente poderia ser uma relação de ininterrupta, absoluta e universal dependência. Tão certo como Deus, pelo Seu poder, criou-nos uma vez, assim também, pelo mesmo poder, Deus nos sustenta a cada momento”, argumenta Andrew Murray. Tais verdades, os egípcios deveriam ter aprendido; era isso que Deus queria ensinar aos israelitas; e, a mesma verdade quer que Seu remanescente aprenda antes da libertação final liderada por Jesus, o qual luta por Seu povo (Êxodo 14:14).

Faraó não pensou na consequência de lutar contra Deus. Possuindo o maior exército mundial, saiu para resgatar os escravos das mãos divinas. A ganância promove ignorância. Mal sabia ele que sua teimosia ambiciosa colaboraria para que os egípcios aprendessem de fato que Deus é o Soberano do Universo.

Pela ganância, o melhor exército do mundo afogou-se nas águas do Mar Vermelho; e, os frágeis escravos experimentaram graciosa libertação divina, atravessando a seco o mesmo mar!

Não tem nada pior que afrontar Deus; e, não há nada melhor que submeter-se a Ele aguardando livramento! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 18 de março de 2022

A travessia do Mar - Êxodo 14

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 14

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 14 – A perseguição ao fiel povo de Deus pelos infiéis não é característico do tempo do fim. A história dos crentes, no Antigo e Novo Testamento, é caracterizada por perseguição descarada.

Em Êxodo 14 a perseguição ao povo de Deus tornou-se terrível frustração; o mesmo acontecerá aos perseguidores no tempo do fim (Daniel 12:1). O foco do fiel não está na força do mal, mas no poder divino que humilha e frustra até mesmo aos poderes do diabo. 

A ambição que derrotou Lúcifer no Céu (Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:13-18; Apocalipse 12:7-9) está nas pessoas desde os primórdios (Gênesis 10:8-11). Além de Ninrode, muitos outros ambiciosos lutaram pelo poder (inclusive Faraó, que pensava ser um dos principais deuses egípcios). O Egito teve todas as bênçãos conquistadas por José (Gênesis 57:13-28) devastadas pelo orgulhoso e ambicioso Faraó; o qual, frustrado e enraivecido, saiu a recuperar, ao menos, os escravos “que haviam fugido” (Êxodo 14:5).

A ambição entorpece a razão. O orgulho ferido age irracionalmente. Orgulho e ambição preparam no coração um solo fértil para a autodestruição.

“Como Deus é eterno, onipresente e onipotente, e sustenta todas as coisas pela palavra de Seu poder, e em Quem todas as coisas existem, a relação da criatura com Deus somente poderia ser uma relação de ininterrupta, absoluta e universal dependência. Tão certo como Deus, pelo Seu poder, criou-nos uma vez, assim também, pelo mesmo poder, Deus nos sustenta a cada momento”, argumenta Andrew Murray. Tais verdades, os egípcios deveriam ter aprendido; era isso que Deus queria ensinar aos israelitas; e, a mesma verdade quer que Seu remanescente aprenda antes da libertação final liderada por Jesus, o qual luta por Seu povo (Êxodo 14:14).

Faraó não pensou na consequência de lutar contra Deus. Possuindo o maior exército mundial, saiu para resgatar os escravos das mãos divinas. A ganância promove ignorância. Mal sabia ele que sua teimosia ambiciosa colaboraria para que os egípcios aprendessem de fato que Deus é o Soberano do Universo.

Pela ganância, o melhor exército do mundo afogou-se nas águas do Mar Vermelho; e, os frágeis escravos experimentaram graciosa libertação divina, atravessando a seco o mesmo mar! 

Não tem nada pior que afrontar Deus; e, não há nada melhor que submeter-se a Ele aguardando livramento! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Dias Difíceis de Perseguição

A Fé Pela Qual Eu Vivo
20 de novembro
Dias Difíceis de Perseguição


E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições. 2Timóteo 3:12.

Ao chegar o tempo para que ela [a mensagem do terceiro anjo] seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dos que se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão antes qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá. Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados da imposição das observâncias da igreja pela autoridade civil, as incursões do espiritismo, os furtivos mas rápidos progressos do poder papal – tudo será desmascarado. Por meio destes solenes avisos o povo será comovido. …

O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela se opõem. … A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão romanistas e protestantes. Ao tornar-se o movimento em prol da imposição do domingo mais audaz e decidido, invocar-se-á a lei contra os observadores dos mandamentos. …

Cumprir-se-ão literalmente as palavras de Paulo: “Todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Timóteo 3:12). Como os defensores da verdade se recusem a honrar o descanso dominical, alguns deles serão lançados na prisão, exilados, e outros tratados como escravos. Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao ser retirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e ao ficarem eles sob o governo de Satanás, … hão de acontecer coisas estranhas. …

Ninguém poderá servir a Deus sem atrair contra si a oposição das hostes das trevas. O Grande Conflito, págs. 606, 607 e 610.

Em que consistia a força daqueles que no passado sofreram perseguição por amor a Cristo? Era a união com Deus, união com o Espírito Santo, união com Cristo. Atos dos Apóstolos, pág. 85. É esta comunhão com o Salvador que capacitará o povo de Deus a suportar o fim. Review and Herald, 9 de fevereiro de 1911.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 330

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

A Perseguição e a Expansão do Evangelho

Refletindo a Cristo
18 de dezembro


A Perseguição e a Expansão do Evangelho

Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Tia. 5:10.

Jamais houve alguém que andasse entre os homens mais cruelmente caluniado do que o Filho do homem. Era desprezado e escarnecido por causa de Sua incondicional obediência aos princípios da santa lei de Deus. Aborreceram-nO sem causa. Todavia Ele permanecia calmo perante Seus inimigos, declarando que o sofrimento é uma parte do legado dos cristãos, aconselhando Seus seguidores quanto à maneira de enfrentar as setas da perversidade, pedindo-lhes que não desfalecessem sob a perseguição.

Conquanto a calúnia possa enegrecer a reputação, não pode manchar o caráter. Este se encontra sob a guarda de Deus. Enquanto não consentirmos em pecar, não há poder, diabólico ou humano, que nos possa trazer uma nódoa à alma. Um homem cujo coração está firme em Deus é, na hora de suas mais aflitivas provações e desanimadoras circunstâncias, o mesmo que era quando em prosperidade, quando sobre ele pareciam estar a luz e o favor de Deus. Suas palavras, seus motivos, suas ações, podem ser desfigurados e falsificados, mas ele não se importa, pois tem em jogo maiores interesses. Como Moisés, fica firme como “vendo o invisível” (Heb. 11:27). …

Em todos os séculos os escolhidos mensageiros de Deus têm sido ultrajados e perseguidos; não obstante, mediante seus sofrimentos foi o conhecimento de Deus disseminado no mundo. Todo discípulo de Cristo tem de ingressar nas fileiras e levar avante a mesma obra, sabendo que seu inimigo nada pode fazer contra a verdade, senão pela verdade. Deus pretende que a verdade seja posta pela frente, se torne objeto de exame e consideração, a despeito do desprezo que lhe votem. O espírito do povo deve ser agitado; toda polêmica, toda crítica, todo esforço para restringir a liberdade de consciência, é um instrumento de Deus para despertar as mentes que, do contrário, ficariam sonolentas.

Quantas vezes se têm observado esses resultados na história dos mensageiros de Deus! Quando o nobre e eloqüente Estêvão foi apedrejado por instigação do conselho do Sinédrio, não houve nenhum prejuízo para a causa do evangelho. A luz do Céu a iluminar-lhe o semblante, a divina compaixão que transpirava de sua oração quando moribundo, foram qual penetrante seta de convicção para os fanáticos membros do Sinédrio ali presentes, e Saulo, o fariseu perseguidor, tornou-se um vaso escolhido para levar diante dos gentios, dos reis e dos filhos de Israel, o nome de Cristo. O Maior Discurso de Cristo, págs. 32-34.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, Pág. 358

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Atos 21 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus
Atos 21

 Pr. Heber Toth Armí

Ser cristão não é como ir a um parque de diversão, mas a um campo de batalha. Contudo, a paz e a satisfação preenchem o coração em qualquer situação. E, a vitória é certa e o Céu é o destino exato dos que não desistem de ser cristãos.
Paulo iniciou viagem a Jerusalém correndo perigo (vs. 1-16), chegou lá tomando cuidado para não ofender ninguém (vs. 17-26); ali, porém, ele foi injustamente apreendido (vs. 27-40).

A despeito do ódio, opressão e perseguição ao evangelho pregado por Paulo e os outros apóstolos, o reino de Deus avançou consideravelmente em meio ao reino das trevas.

Veja:

• No capítulo 1, eram 120 cristãos;
• No capítulo 2, chegaram a quase 3.000;
• No capítulo 4, eram 5.000;
• No capítulo 5, chegou a ser uma multidão de cristãos;
• No capítulo 6, multiplicava rapidamente o número dos discípulos e grande parte dos sacerdotes se convertiam;
• No capítulo 9, as igrejas se multiplicavam;
• No capítulo 16, cada dia crescia o número das igrejas;
• No capítulo 21, milhares de judeus se converteram – sem contar os gentios (v. 20).
Isto, em apenas 27 anos após a ressurreição de Cristo. Eu sonho, oro e preparo-me para que isso se torne realidade hoje.

Reflita: Se em Atos a Igreja crescia mesmo diante de grandes conspirações contra ela, por que a igreja não avança mais hoje, quando experimenta momentos de bonança?

Deus não mudou!

O dom de profecia é uma das maiores evidências do cuidado de Deus pela igreja. O capítulo em apreço apresenta:

1. Ágabo, que previu os sofrimentos que sobreviriam a Paulo (vs. 10-11);
2. As quatro filhas do diácono/evangelista Filipe eram profetizas (vs. 8-9).

No tempo do fim, Deus Se manifestaria a Sua amada Igreja com o importante dom de profecia, objetivando conduzir novamente o povo à Palavra revelada, e, para advertir dos perigos que o verdadeiro cristianismo enfrentaria antes do Segundo advento de Cristo.

Deus não mudou! E nós?

Como Paulo, aprendamos que, é necessário...

1. ...Saber o perigo de seguir a vontade de Deus (v. 11)
2. ...Resolução para avançar (v. 13)
3. ...Submeter-se constantemente à vontade de Deus (v. 14).

Temos de assumir nosso vazio do poder do Espirito Santo; e, então, buscá-lo veementemente. “Batiza-nos, Senhor, com Teu Espírito!”

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Atos 8 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  dos  Apóstolos de Jesus

Atos 8
Pr. Heber Toth Armí

A perseguição faz bem à igreja: Além de permanecerem somente verdadeiros cristãos, estes cumprem intensamente a missão. Certamente, verdadeiros cristãos cumprem a missão.

Sem perseguição, provavelmente a Igreja não sairia do comodismo. Ela afugentou os membros de Jerusalém para Samaria, conforme o plano Divino. Saulo era o implacável perseguidor e os que andavam dispersos iam por toda parte ANUNCIANDO A PALAVRA (vs. 1-4). Os perseguidos não se intimidam; pois, quem teme a Deus, não teme mais nada!

Um diácono, Filipe, chegou a Samaria cheio do Espírito Santo. Suas palavras e atos causaram um grande impacto entre os samaritanos. A perseguição arremessou cristãos aonde havia corações sinceros aguardando a mensagem de salvação (vs. 4-8). Quando a igreja não cumpre a missão em boas situações, terá de testemunhar frente à perseguição!

Tenda, evangelismo, sinais miraculosos, aglomerações, conversões – aí estava alguém que não era apóstolo nem pastor, evangelizando multidões. Isso indica que todo cristão tem como missão levar salvação às multidões, caso esteja cheio do Espírito Santo (vs. 9-25). Quantos mais estariam entre os salvos se fizéssemos mais por Cristo!

Ainda, neste capítulo, alguns pontos devem prender nossa atenção:

1. O poder e os dons do Espírito Santo não se compram com dinheiro, são outorgados aos que recebem a Cristo.

2. O Espírito Santo capacita até ao mais simples cristão a pregar entusiasticamente para salvar perdidos das cadeias do pecado e do diabo.

3. O Espírito Santo não se preocupa com multidões, mas com salvação individual; por isso, Ele pode retirar alguém do sucesso evangelístico levando-o ao deserto, a fim de salvar uma pessoa (vs. 26-40).

Após um avivamento impactante, Filipe foi conduzido ao deserto, para evangelizar o Eunuco, superintendente/tesoureiro da rainha da cidade de Candace. O planejamento evangelístico de Filipe foi substituído abruptamente pelo planejamento do Espírito Santo.

Mais aplicações:

1. Evangelistas ávidos por números não permitirão ser conduzidos pelo Espírito Santo.

2. Quem se apega a seus planejamentos, não dá espaço ao planejamento Divino.

3. Quem não aceita distritos pequenos, vilarejos, para evangelizar, são arrogantes diante da influência do Espírito Santo.

4. Quem não abre mão de suas estratégias missionárias, não aceitará as estratégias do Céu.

Decida-se pelos planos divinos: Seja independente de si mesmo para que sejas guiado pelo Espírito Santo! Consagra-te!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Salmos 5 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 5 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 5 – A oração vai bem além de supli...