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sábado, 12 de abril de 2025

OS FARISEUS DE JESUS

  Devocional Diário - Descobertas da fé

12 de abril

OS FARISEUS DE JESUS

Dois homens foram ao templo para orar: um era fariseu e o outro era publicano. Lucas 18:10

Você conhece a parábola do fariseu e o publicano e como o orgulho do primeiro o fazia orar agradecendo por não ser pecador como o segundo. De fato, os embates de Jesus com os fariseus fizeram com que eles se tornassem símbolo de hipocrisia e legalismo.

No entanto, apesar da verdade sobre quem eles eram, você sabia que os fariseus também tinham virtudes que poucos conhecem? Eles surgiram como reformadores em uma época de apostasia. Uma análise dos textos que os mencionam revelará que nem todos eram inimigos de Cristo.

Em diversas ocasiões, os fariseus convidaram Jesus para seus jantares comunitários (Lc 7:36-50; 11:37-54), e mesmo que as intenções de alguns convites não fossem das melhores, o fato é que Jesus os aceitou, assim como fez ao comer com publicanos e pecadores. Além disso, temos
pelo menos uma situação em que os fariseus O alertaram quando Ele e Seus discípulos estavam em perigo (13:31). Até parabenizaram Jesus (Lc 10:39)!

Jesus elogia a resposta de um fariseu, dizendo: “Você não está longe do reino de Deus” (Mc 12:34). Em Atos 5:27 a 40, Gamaliel, um fariseu e membro do conselho, falou em defesa de Pedro e dos demais apóstolos. Aliás, alguns fariseus até se juntaram à igreja apostólica (15:5), incluindo Nicodemos e José de Arimateia.

Mesmo que Jesus criticasse o comportamento de alguns fariseus, Ele validava algumas coisas que eles diziam e recomendava que o povo lhes obedecesse nesses pontos (Mt 23:2, 3). Muitos ensinos eram bons; o problema estava com quem não os praticava, e isso incluía os publicanos.

Há muitos hoje que rejeitam corretamente o comportamento fariseu, mas também o ensino bíblico deles, e não foi bem isso que Jesus recomendou. Pior ainda, alguns sentem orgulho de serem publicanos, como se isso fosse vantagem. Então oram: “Obrigado porque sou um publicano descolado, e não como esse fariseu.” Se o fariseu erra por pregar a lei e não vivê-la, o publicano erra por não viver a lei nem pregá-la.

Deus definitivamente não quer que sejamos fariseus legalistas nem publicanos acomodados no pecado. Ambos os grupos, de igual modo, precisam de um encontro real com a graça de Cristo.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/os-fariseus-de-Jesus/

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Bondade farisaica MD-Mateus 19:18-20.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
A Bondade dos Fariseus
George R.Knight

Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Replicou-Lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda?Mateus 19:18-20

Jesus não contradisse o jovem fariseu que alegava ter guardado os mandamentos desde sua infância. Ele também não discutiu com o fariseu que orava, em Lucas 18, agradecendo a Deus por não ser “como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros” (verso 11).

Podemos aprender uma lição examinando o lado “bom” desse de­dicado grupo. Vamos observar suas qualidades dignas de louvor.

Em primeiro lugar e acima de tudo, eles eram amantes e defendê-los da Bíblia como a Palavra de Deus. Sua tradição verbal se estabele­cera para preservar o verdadeiro significado das Escrituras.

Em segundo lugar, os fariseus eram totalmente dedicados à lei de Deus. Amavam a lei de todo o coração. R. Travers Herford apresenta esse aspecto do farisaísmo de maneira concisa, quando afirma que “a preocupação principal dos fariseus era fazer da Torah (lei) o guia supre­mo da vida, em pensamento, palavra e ação, através do estudo do seu conteúdo, da obediência aos seus preceitos, e, como base de tudo, um Norviço consciencioso a Deus, o qual dera a Torah”.

Sua dedicação para guardar a Lei de Deus os inspirava a desenvol­ver milhares de diretrizes, para nem sequer chegarem perto da aparência do mal. Assim, eles tinham cerca de 1.521 regras verbais sobre como observar o sábado. Essas leis abordavam todos os aspectos de sua vida.

Além dessas qualidades, os fariseus eram cheios de zelo missionário e evangelístico e eram bons “adventistas”. Quer dizer, esperavam a vinda do Messias com grande expectativa. Muitos deles criam que o Messias (Cristo) viria se a Torah (lei) fosse observada com perfeição por um dia.

Os fariseus se assemelham a alguns membros da igreja. Eles acreditavam em todas as coisas boas e desejam fazer o bem.

Mas aqui está a tragédia: eles não alcançavam o reino. Precisamos estar alertas  para não acabarmos sendo como os fariseus. Sabe, de alguma forma eles não eram suficientemente bons.

(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

O Senhor Jesus é maravilhoso! Ele nos promete que estará conosco em nossa caminhada, em nossa jornada aqui nessa terra. E por mais que nós passemos por caminhos tortuosos e até pelo vale da sombra da morte não tememos porque ELE, o nosso Deus está sempre presente para nos livrar e nos guiar!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Boas pessoas MD-Mateus 5:20.

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo

Fariseus São Boas Pessoas
George R.Knight

Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos Céus. Mateus 5:20

Essa é a afirmação mais assustadora em todo o repertório de idéias de Jesus. Deve ter deixado Seus discípulos e demais ouvintes muito perplexos.

Como poderia alguém ter mais justiça do que os escribas e fariseus? Tal pensamento parecia a maior impossibilidade na mente dos judeus do primeiro século.

Os escribas eram uma classe de pessoas que passavam todo o seu tempo ensinando e expondo a lei de Deus. Sua vida inteira era dedi­cada ao estudo da Palavra de Deus. Dedicação - os escribas a tinham em abundância.

Nos tempos de Jesus, os fariseus eram uma classe seleta de aproxi­madamente 6.000 homens. A vida deles era totalmente dedicada a promover a vinda do Messias (a palavra grega equivalente a Messias é traduzida como “Cristo”) por meio de um viver perfeito.

A maioria dos cristãos precisa revisar sua concepção dos fariseus. Eles não eram simplesmente bons homens; eram os melhores homens. Não só eram moralmente retos, mas extremamente sinceros em buscar a Deus e na veneração e defesa do Seu santo nome, Sua lei e Sua Pala­vra. Certamente, a igreja e o mundo estariam infinitamente melhores se um maior número de nós viesse a Deus diariamente com a principal pergunta farisaica: “Que farei para herdar a vida eterna?” (Luc. 10:25; Mat. 19:16.) Aqui estava um povo totalmente dedicado a servir a Deus, desde o momento em que se levantavam de manhã até quando se dei­tavam à noite.

Deturparemos a imagem do Novo Testamento se deixarmos de ver a bondade dos escribas e fariseus.

Quanto poderia a igreja fazer se cada um de nós fosse tão dedica­do como eles eram! Isso, porém, não quer dizer que eles faziam tudo certo, embora pareça sugerir que sua dedicação e devoção a Deus eram incontestáveis.

Ajuda-me, Senhor, a aprender a lição positiva de dedicação dos es­cribas e fariseus. Ajuda-me a levar a sério a Tua Palavra.

(Texto de George R.Knight)
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O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....