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domingo, 14 de julho de 2019

No Compartimento Santo

A Fé Pela Qual Eu Vivo
14 de julho
No Compartimento Santo


Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por Seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Hebreus 9:12.

Na primavera do ano 31, Cristo foi crucificado. O Grande Conflito, pág. 410.

Quando Cristo bradou na cruz: “Está consumado”, o véu do templo rasgou-se em duas partes. Este véu significava a nação judaica. Era feito do mais caro material, de púrpura e ouro, e era de grandes dimensões. No momento em que Cristo exalou o último suspiro, havia testemunhas no templo que contemplaram o rasgar daquela peça forte e resistente, de alto a baixo por mãos invisíveis. Esse ato significava para o universo celeste e para o mundo corrompido pelo pecado, que se abriu à raça caída um novo e vivo caminho, que todas as ofertas sacrificais terminaram na única e grande oferta do Filho de Deus. Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, pág. 1237.

O tipo encontrara o antítipo por ocasião da morte do Filho de Deus. … Acha-se aberto o caminho para o santíssimo. Um novo, vivo caminho está para todos preparado. Não mais necessita a pecadora, aflita humanidade esperar a chegada do sumo sacerdote. Daí em diante, devia o Salvador oficiar como Sacerdote e Advogado no Céu dos Céus. … Agora têm fim todos os sacrifícios e ofertas pelo pecado. O Filho de Deus veio, segundo a Sua palavra. “Eis aqui venho (no princípio do Livro está escrito de Mim), para fazer, ó Deus, a Tua vontade” (Hebreus 10:7). “Por Seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção” (Hebreus 9:12). O Desejado de Todas as Nações, pág. 757.

O Espírito Santo, que desceu no dia de Pentecoste, levou a mente dos discípulos do santuário terrestre para o celestial, onde Jesus havia entrado com o Seu próprio sangue, a fim de derramar sobre os discípulos os benefícios de Sua expiação. Primeiros Escritos, pág. 260.

Os olhos dos homens voltaram-se para o sacrifício verdadeiro pelos pecados do mundo. O sacerdócio terrestre terminou; mas nós olhamos a Jesus, o ministro do novo concerto. O Desejado de Todas as Nações, pág. 166.

O Irmão mais velho de nossa raça está junto ao trono eterno. A Ciência do Bom Viver, pág. 71.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 201

quarta-feira, 10 de abril de 2019

O Tipo Encontra o Antítipo

A Fé Pela Qual Eu Vivo
10 de abril
O Tipo Encontra o Antítipo


Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efés. 2:13.

O povo de Deus, a quem Ele chama Seu peculiar tesouro, fora privilegiado com um duplo sistema de lei: a moral e a cerimonial. …

Desde a Criação era a lei moral parte essencial do plano divino, e tão imutável como Ele próprio. A lei cerimonial existiu para atender a um propósito particular no plano de Cristo para a salvação da humanidade. O sistema típico de sacrifícios e ofertas fora estabelecido para que através dele o pecador pudesse discernir a grande oferta: Cristo. … A lei cerimonial era gloriosa; era a provisão feita por Jesus Cristo em conselho com Seu Pai, para auxiliar na salvação da raça. Todos os dispositivos do sistema típico foram baseados em Cristo. Adão vira Cristo prefigurado no inocente animal que sofria, a penalidade da sua própria transgressão à lei de Jeová. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.094.

A necessidade do sistema de sacrifícios e ofertas cessou quando o tipo encontrou o antítipo na morte de Cristo. NEle a sombra encontrou a realidade. … A lei divina manterá seu exaltado caráter enquanto durar o trono de Jeová. Esta lei é a expressão do caráter de Deus. … Tipos e sombras, ofertas e sacrifícios não tiveram mais virtude alguma depois da morte de Cristo na cruz; a lei de Deus, porém, não fora crucificada com Cristo. … Satanás está hoje enganando seres humanos em relação à lei de Deus.

A lei dos Dez Mandamentos vive e viverá através das eras eternas.

Deus não fez o infinito sacrifício em dar Seu Filho unigênito para o nosso mundo, para assegurar ao homem o privilégio de quebrar os mandamentos divinos nesta vida ou na futura vida eterna. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.116.

Ele [Jesus] deu Sua vida preciosa e inocente para salvar os culpados seres humanos da eterna ruína, para que pela fé nEle possam permanecer sem culpa diante do trono de Deus. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 914.
Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 106

O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....