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quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Mateus 23 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 23
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 23 – Antes de aprofundar em Mateus 23, é importante considerar os capítulos anteriores; é também imprescindível ponderar nos temas de justificação pela fé, da graça e da salvação, especialmente em Mateus 22:

• Na parábola das bodas, a graça é demonstrada como um convite, oferecido livremente e sem distinção. A recusa do convite por parte dos primeiros convidados simboliza a rejeição de Israel ao Messias. Em contraste, os outros convidados – das ruas – representam os gentios e todos aqueles que são chamados independentemente de seu status ou méritos. A graça é estendida a todos, mas requer resposta pessoal.

• O homem sem vestes nupciais, expulso da festa, na parábola, é símbolo daqueles que tentam entrar no Reino de Deus sem a justiça que só pode ser adquirida pela fé. As vestes representam a justiça de Cristo, imputada ao crente pela fé (Isaías 61:10). Não basta aceitar o convite; é necessário estar revestido de justiça que Cristo oferece. A justificação é, portanto, o único meio pelo qual alguém pode participar do banquete celestial.

• Na questão do grande mandamento, o amor a Deus e ao próximo não é uma obrigação legalista; é a manifestação natural de uma fé genuína. A fé que justifica é aquela que se expressa em amor (Gálatas 5:6). Portanto, a obediência aos grandes mandamentos é o fruto da justificação pela fé, onde o crente, transformado pela graça divina, vive uma vida de amor e serviço.

Em Mateus 23, Jesus pronuncia uma série de “ais” contra os Fariseus e Mestres da Lei, condenando sua hipocrisia, orgulho e falta de misericórdia. Este capítulo deve ser compreendido à luz dos temas de justificação pela fé, graça e salvação, abordados em Mateus 22. São condenados por Jesus aqueles que...

• ...Se esforçam para aparentar justiça, mesmo estando cheios de injustiça interior (Mateus 23:25-32). Ao dependerem da própria justiça e tradições, rejeitam a justiça que é imputada pela fé, como o homem que entrou na festa sem as vestes apropriadas.

• ...Não entram no Reino dos Céus e impedem que outros entrem, representando indivíduos que rejeitam a graça e desencorajam os outros a aceitá-la (Mateus 23:1-15, 33-39; ver 22:5-7).

• ...Supervalorizam pequenas regras enquanto negligenciam “os preceitos mais importantes da Lei: A justiça, a misericórdia e a fidelidade” (Mateus 23:16-23).

Reflitamos... Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Os ais divinos - Mateus 23

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Mateus 23

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Jesus não deseja a perdição nem mesmo daqueles que desejam Sua destruição.

Antes de analisar o capítulo em questão, reflita nestas questões:

Qual o problema das pessoas em relação a Jesus?

Os mesmos problemas do passado atrapalham um compromisso real com Jesus nos dias atuais?

Os ais divinos servem de advertência de um juízo, contudo, neles está interesse do Céu de resgatar os perdidos. No capítulo em análise, existem sete ais, com prefácio e posfácio, concluindo com uma revelação contundente:

Prefácio (vs. 1-12)

Primeiro Ai (vs. 13-14)

Segundo Ai (vs. 15)

Terceiro Ai (vs. 16-22)

Quarto Ai (vs. 23-24)

Quinto Ai (vs. 25-26)

Sexto Ai (vs. 27-28)

Sétimo Ai (vs. 29-31)

Posfácio (vs. 32-36)

Lamento de Jesus (vs. 37-39)

A religião instituída por Deus no Antigo Testamento tornou-se um sistema de leis, que em vez de ligar o pecador a Cristo, tornava um obstáculo; por isso, quando o enviado de Deus viveu entre os Judeus, eles O rejeitaram.

Como muitos aderiram ao sistema religioso dos fariseus e escribas, Jesus promoveu uma reforma. Pois, líderes espirituais, como Moisés, “deviam conduzir o povo no caminho da luz, ensinando os Dez Mandamentos, o Pentateuco e os Profetas ao povo, mas tudo o que pregavam era o legalismo abrangente da lei oral. Com isso, transformaram a religião num fardo insuportável, que não trazia alívio nem salvação (23:4)” (Joe Kapolyo).

As colocações de Jesus nesse texto nos fazer pensar, seria bom se cada um de nós lêssemos atentamente o que ele diz sobre a religião apenas de aparência, a motivação por trás dos atos e rituais religiosos, o desejo da supremacia, a ambição pela grandeza, a prática descarada da hipocrisia como algo bom, etc.

É profundo esse texto. Por exemplo, reflita:

De que vale ser tão minucioso na devolução do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé? (v.23). Mas também, de que vale a justiça, a misericórdia e a fé sem a fidelidade dos dízimos?

De que vale ser atraente e belo por fora se a pessoa tem um coração impuro, ganancioso, odioso e egoísta?

Salvação é relacionamento com Deus que resulta em transformação radical. Sem a qual, é ilusão, e Jesus condena! – Heber Toth Armí

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 17 de fevereiro de 2018

MATEUS 23 Comentário

MATEUS 23
Comentário Pr Heber Toth Armí


Jesus não deseja a perdição nem mesmo daqueles que desejam Sua destruição.

Antes de analisar o capítulo em questão, reflita nestas questões:

• Qual o problema das pessoas em relação a Jesus?
• Os mesmos problemas do passado atrapalham um compromisso real com Jesus nos dias atuais?

Os ais divinos servem de advertência de um juízo, contudo, neles está interesse do Céu de resgatar os perdidos. No capítulo em análise, existem sete ais, com prefácio e posfácio, concluindo com uma revelação contundente:

1. Prefácio (vs. 1-12)
2. Primeiro Ai (vs. 13-14)
3. Segundo Ai (vs. 15)
4. Terceiro Ai (vs. 16-22)
5. Quarto Ai (vs. 23-24)
6. Quinto Ai (vs. 25-26)
7. Sexto Ai (vs. 27-28)
8. Sétimo Ai (vs. 29-31)
9. Posfácio (vs. 32-36)
10. Lamento de Jesus (vs. 37-39)

A religião instituída por Deus no Antigo Testamento tornou-se um sistema de leis, que em vez de ligar o pecador a Cristo, tornava um obstáculo; por isso, quando o enviado de Deus viveu entre os Judeus, eles O rejeitaram.

Como muitos aderiram ao sistema religioso dos fariseus e escribas, Jesus promoveu uma reforma. Pois, líderes espirituais, como Moisés, “deviam conduzir o povo no caminho da luz, ensinando os Dez Mandamentos, o Pentateuco e os Profetas ao povo, mas tudo o que pregavam era o legalismo abrangente da lei oral. Com isso, transformaram a religião num fardo insuportável, que não trazia alívio nem salvação (23:4)” (Joe Kapolyo).

As colocações de Jesus nesse texto nos fazer pensar, seria bom se cada um de nós lêssemos atentamente o que ele diz sobre a religião apenas de aparência, a motivação por trás dos atos e rituais religiosos, o desejo da supremacia, a ambição pela grandeza, a prática descarada da hipocrisia como algo bom, etc.

É profundo esse texto. Por exemplo, reflita:

• De que vale ser tão minucioso na devolução do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé? (v.23). Mas também, de que vale a justiça, a misericórdia e a fé sem a fidelidade dos dízimos?

• De que vale ser atraente e belo por fora se a pessoa tem um coração impuro, ganancioso, odioso e egoísta?

Salvação é relacionamento com Deus que resulta em transformação radical. Sem a qual, é ilusão, e Jesus condena! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Mateus 23 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 23
Pr. Heber Toth Armí

Não há coisa pior que ser rejeitado; pior ainda é quando o que se rejeita era a solução para o maior dos problemas. Jesus sentiu pena pela nação de Israel que, com todo privilégio da revelação, rejeitou o objetivo dessa revelação.

“Os estrondosos ‘ais’ da justa ira do rejeitado Filho de Davi misturavam-se às lágrimas enquanto ele anunciava bênçãos para os remanescentes penitentes que o saudarão na segunda vinda com as messiânicas boas-vindas do Salmo 118.26: ‘Bendito o que vem em nome do SENHOR’” (Merril F. Unger).

Jesus proferiu oito “ais” aos religiosos orgulhosos; e mais, são explicações claras da profecia no fim do sermão (vs. 33-39) que, sem essa conclusão, qualquer ensinamento do capítulo significará tirar texto do contexto. Um dos erros mais comuns é usar esse texto para defender o ato de criticar.

A Palavra de Deus nunca deve ser usada para criticar, elas visam ensinar, repreender, corrigir e instruir na justiça para aperfeiçoar o pecador (2 Timóteo 3:16-17). Além disso, “O Senhor nunca abençoa aquele que critica e acusa seus irmãos, pois esta é a obra de Satanás” (Evangelismo, p. 102).

Portanto, faz bem saber diferenciar crítica de ensino, repreensão, correção e instrução. Jesus não critica, Suas palavras são lamentações e advertências. Havendo rejeição à repreensão (vs. 1-32), o resultado será destruição (vs. 33-39).

Desta forma, este sermão de Jesus serve de advertência a nós que vivemos a religião a verdadeira conversão. Temos de prestar atenção:

1. Cuidado em querer salvar outros sem que estejas salvo (v. 13);
2. Cuidado ao orar estando a explorar pessoas necessitadas (v. 14);
3. Cuidado em não perverter pessoas com o pretexto de convertê-las (v. 15);
4. Cuidado com aqueles que põem foco mais no material que no espiritual (vs. 16-22);
5. Cuidado com a formalidade religiosa ou a hipocrisia (vs. 23-24);
6. Cuidado com a religião que não transforma o coração (vs. 25-26);
7. Cuidado para não prezar pela beleza externa e ignorar a beleza interna (vs. 27-28);
8. Cuidado para não venerar pessoas do passado sem ser piedoso no presente (vs. 31-32).

O resultando da falta de cuidado trará um trágico resultado no dia do juízo (vs. 33-39). Aprendamos as lições que os Judeus não aprenderam.

Cuidado com religiosidade sem espiritualidade/ Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


Mateus 22 Comentários: Stephen Bauer, Ph.D.


Mateus  22
 Stephen Bauer, Ph.D.

No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, iniciado com a Sua entrada triunfal. Aqui, porém, o foco está sobre o tema do poder.

Jesus inicia dizendo aos escribas e fariseus que eles estavam errados ao colocar fardos espirituais pesados sobre as pessoas, enquanto eles próprios não praticavam as suas ordenanças. E nem sequer ajudavam aqueles a quem oprimiam a cumprir estas obrigações (vv 3-4). Esses líderes apreciavam ser reconhecidos como “Rabi”, ou “mestres”,  uma pessoa de autoridade (vv 6-7), e amavam o prestígio associado ao seu ofício (v 5).

Este tema, poder e prestígio, é reiterada nos oito “lamentos” [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder fechando o reino dos céus para as pessoas e de serem guias cegos (vs 13,16). Por outro lado, Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de “pai”, “mestre” ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).

Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Mas como os fariseus e os escribas daqueles dias, muitos hoje ainda tentam utilizar de sua suposta autoridade divina em apoio de seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Alguns pais ameaçam os filhos em nome de Deus, ocasionando que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.

Assim como a figueira, aqueles que usam a religião como um instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal tem a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço de auto-sacrifício e amor piedoso, como apresentados por Cristo. “O maior dentre vós será vosso servo.” (v. 11 ARA).

Stephen Bauer, Ph.D.

http://www.palavraeficaz.com/

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