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sábado, 27 de julho de 2024

Malaquias 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Malaquias 1
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MALAQUIAS 1 – O último livro do Antigo Testamento conecta-se tematicamente com a mensagem de Cristo à última das sete igrejas do Apocalipse. O povo de Israel na época do profeta Malaquias viveu uma religiosidade tão morna quanto os crentes da cidade de Laodiceia (Apocalipse 3:14-22).

Malaquias foi escrito no século V a.C., após o retorno dos judeus do exílio babilônico; a carta à igreja de Laodiceia representa o último período da história da igreja no mundo, após a prisão do Papa Pio VI em 1798, por Bethier – evento que trouxe liberdade novamente à Igreja Cristã.

O propósito do livro de Malaquias era confrontar os judeus e seus líderes religiosos por sua infidelidade e desleixo no culto a Deus; o propósito do profeta João escrever a mensagem a Laodiceia visa admoestar o líder e o povo devido à mornidão espiritual, autossuficiência e falta de fervor.

“A mensagem de Malaquias é especialmente apropriada para o Israel de hoje, e é comparável à mensagem de Laodiceia (Ap 3:14-22). Como os laodiceanos, os judeus dos dias de Malaquias estavam completamente insensíveis à sua verdadeira condição espiritual e pensavam que ‘não precisavam de nada’ (cf. Ap 3:17). Eles eram ‘pobres’ no tesouro celestial, ‘cegos’ a seus erros e ‘nus’ ou despidos do perfeito caráter de Jesus Cristo (v. 17). Como o homem sem vestimenta nupcial, na parábola (Mt 22:11-13), eles estavam diante do Rei do Universo, despidos de vestimenta de Sua justiça e plenamente satisfeitos com seus trapos morais”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.

Malaquias 1 convoca a líderes e liderados a honrar a Deus e a retornar à verdadeira adoração; Apocalipse 3:14-22 o convite é para o líder e membros adquirirem de Cristo a verdadeira riqueza espiritual e restabelecerem a comunhão com Ele.

• Em ambos os contextos, há uma declaração contundente do amor de Deus visando convencer os ouvintes que duvidavam dele (Malaquias 1:1-5; Apocalipse 3:19).

• Ambos os textos revelam que a verdadeira condição espiritual contrasta com a percepção própria, requerendo um exame sincero à luz da Palavra de Deus (Malaquias 1:6-9; Apocalipse 3:15-17).

• Tanto Malaquias quanto João condenam veementemente a hipocrisia, atitude que devemos repugnar em nossa vida hoje também caso queiramos ser verdadeiros adoradores (Malaquias 1:10-14; Apocalipse 3:15-16).

Portanto, reavivemo-nos com Malaquias; fujamos da mornidão espiritual! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 25 de abril de 2021

Última voz do Antigo Testamento - Malaquias 1

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Malaquias 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Diante da apostasia frente à vinda do Messias, Deus levanta um profeta tomado de uma indescritível ousadia. Temos muito a aprender…

“Malaquias é a última voz do Antigo Testamento, e seu livro serve de bom prelúdio para os quatrocentos anos seguintes de silêncio bíblico. Da perspectiva dos israelitas, aqueles eram anos de poucas expectativas. Tinham retornado do cativeiro babilônico para a sua terra, mas aquela terra era uma província de fundo de quintal para os persas (depois gregos e romanos – os exércitos desses impérios faziam fila para marchar por Israel). O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).

• Como animar e reavivar um povo assim?

Malaquias não se apresenta, ensinando-nos que é mais importante falar de Deus do que de si mesmo. Ele mostrou que o povo deveria ter aprendido após a disciplina de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Embora o templo já estivesse reconstruído, a fé do povo ainda estava em ruínas. Foi para incendiar a fé dos trôpegos espirituais que Malaquias ergueu sua voz.

Desta forma, as verdades proclamadas por Malaquias antes da vinda do Messias servem para nos despertar de nossa letargia antes do retorno do Messias.

Fique alerta! Sendo que, nem sempre…

• …a disciplina divina resulta em mudanças de vida;

• …a restauração alcança o aspecto espiritual;

• …a reforma na igreja significa reforma na vida…

…Então, é necessário reatar o compromisso de um relacionamento genuíno com Deus. Para isso, é imprescindível reconhecer que o amor de Deus…

1. …por Seu povo é real, infinito e atuante (vs. 1-6);

2. …jamais ignora a correção de Seus filhos (vs. 7-10);

3. …não é irresistível; pode ser rejeitado (vs. 11-14).

O amor é base para todo relacionamento, inclusive com Deus. Práticas espirituais sem amor promovem hipocrisia e formalismo religiosos. Somente quem ama a Deus de verdade dispõe-se a não traí-lO com o diabo, praticando o pecado.

• Pecados enfraquecem a fé, deturpam a justiça e, perverte a religião.

Quando a sonolência espiritual toma conta dos crentes, você deve acordar, não dormir junto com eles. Portanto, levante a cabeça e comprometa-se plenamente com Deus!

Busquemos mais reavivamento quanto mais a indiferença aumenta! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Malaquias 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

MALAQUIAS 1
Comentário Pr Heber Toth Armí


Diante da apostasia frente à vinda do Messias, Deus levanta um profeta tomado de uma indescritível ousadia. Temos muito a aprender...

“Malaquias é a última voz do Antigo Testamento, e seu livro serve de bom prelúdio para os quatrocentos anos seguintes de silêncio bíblico. Da perspectiva dos israelitas, aqueles eram anos de poucas expectativas. Tinham retornado do cativeiro babilônico para a sua terra, mas aquela terra era uma província de fundo de quintal para os persas (depois gregos e romanos – os exércitos desses impérios faziam fila para marchar por Israel). O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).

• Como animar e reavivar um povo assim?

Malaquias não se apresenta, ensinando-nos que é mais importante falar de Deus do que de si mesmo. Ele mostrou que o povo deveria ter aprendido após a disciplina de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Embora o templo já estivesse reconstruído, a fé do povo ainda estava em ruínas. Foi para incendiar a fé dos trôpegos espirituais que Malaquias ergueu sua voz.

Desta forma, as verdades proclamadas por Malaquias antes da vinda do Messias servem para nos despertar de nossa letargia antes do retorno do Messias.

Fique alerta! Sendo que, nem sempre...

• ...a disciplina divina resulta em mudanças de vida;
• ...a restauração alcança o aspecto espiritual;
• ...a reforma na igreja significa reforma na vida...

...Então, é necessário reatar o compromisso de um relacionamento genuíno com Deus. Para isso, é imprescindível reconhecer que o amor de Deus...

1. ...por Seu povo é real, infinito e atuante (vs. 1-6);
2. ...jamais ignora a correção de Seus filhos (vs. 7-10);
3. ...não é irresistível; pode ser rejeitado (vs. 11-14).

O amor é base para todo relacionamento, inclusive com Deus. Práticas espirituais sem amor promovem hipocrisia e formalismo religiosos. Somente quem ama a Deus de verdade dispõe-se a não traí-lO com o diabo, praticando o pecado.

• Pecados enfraquecem a fé, deturpam a justiça e, perverte a religião.

Quando a sonolência espiritual toma conta dos crentes, você deve acordar, não dormir junto com eles. Portanto, levante a cabeça e comprometa-se plenamente com Deus!

Busquemos mais reavivamento quanto mais a indiferença aumenta! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Malaquias 1- Comentários

Malaquias 1
Pr. Heber Toth Armí

Certa vez fiz uma viagem. Em dez dias dirigi 3.670 km. Com meu Fiat Pálio 1.0 sai de Xaxim, SC, Brasil; cruzei o estado do Rio Grande do Sul; entrei no Uruguai, visitei Montevidéu, Punta del Este e Maldonado. Subi até encontrar uma ponte para Argentina, fui a Santa Fé, na província de Paraná. Em todo trajeto não me perdi, a não ser quando estava chegando em casa. Faltavam cerca de 100 km, era noite; percorri uns 200 km a mais por causa disso.

Aprendi, com isso, uma lição espiritual: Na vida cristã a gente pode se perder na reta final. A mornidão atinge à igreja nos últimos dias. Aconteceu ao povo de Deus do passado e acontece hoje, no período laodiceano. Quando as profecias referentes ao Messias estavam à beira de cumprir-se, o povo relaxou espiritualmente.

Foi preciso entrar em cena um profeta de fibra: Malaquias. Suas mensagens foram oportunas para a primeira vinda do Messias, tanto quanto são para Seu retorno.

Malaquias não se apresenta; ele nos ensina que é mais importante falar de Deus do que de si mesmo. Ele exortou o povo que deveria ter aprendido após a disciplina de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Embora havia reconstruído o templo, mas a fé do povo ainda estava em ruínas. É para incendiar a fé dos trôpegos espirituais que Malaquias ergueu sua voz.

Sendo que...
1. Nem sempre a disciplina divina resulta em mudanças de vida;
2. Nem sempre a operação divina em restaurar materialmente alcança o aspecto espiritual;
3. Nem sempre reforma na igreja significa reforma na vida...

...Então, é necessário reatar o compromisso de um relacionamento genuíno com Deus. Para isso, é imprescindível reconhecer que:

1. O amor de Deus por Seu povo é real, infinito e atuante (vs. 1-6);
2. O amor de Deus jamais ignora a correção de Seus filhos (vs. 7-10);
3. O amor de Deus não é irresistível; portanto, não O rejeite (vs. 11-14).

Amor é base para qualquer relacionamento, mesmo com Deus. Práticas sem amor é hipocrisia e formalismo. Somente quem ama a Deus de verdade dispõe-se a não traí-lO com o diabo, praticando o pecado.

Quando a sonolência espiritual toma conta, acorde; levante a cabeça e comprometa-se plenamente com Deus!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Malaquias 1 Comentários de Andy Nash

Reavivados por Sua Palavra

Malaquias 1
Andy Nash

“Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria eu aceitá-los de suas mãos?”, pergunta o Senhor. (Malaquias 1:13 NVI).

Eu fui uma vez convidado a dar alguns conselhos para um grupo de estudantes de 18 anos de idade. Disse-lhes que, nesta idade, eles estavam em um momento da vida em que provavelmente começariam a ouvir um monte de conselhos como: “Siga seu coração! Sacrifique tudo por seus sonhos! Nunca, nunca, nunca desista!”

Mas eu disse a eles que o meu conselho era diferente. Eu disse aos alunos que o meu conselho era: “Desista de seus sonhos!” E eles olharam surpresos para mim.

Eu reconheço que o meu conselho foi um pouco incomum. Quando eu digo aos estudantes que devem desistir de seus sonhos, eu não quero dizer que eles não devem ter sonhos e desejos em seus corações. Eles devem. E devem trabalhar duro para realizá-los. Mas também temos de ter cuidado de não agarrar com força demais os nossos próprios planos e sonhos, porque eles podem acabar se tornando a razão de nossa vida. Eles podem se tornar um deus.

Convidei os alunos a lerem Malaquias 1 naquela noite, ao voltarem para casa. Este texto tem a ver com desistir de coisas que, com o coração natural, você deseja manter para si. Os judeus em Jerusalém deveriam trazer seus melhores animais para o sacrifício. No entanto, eles estavam oferecendo animais defeituosos ao Senhor e mantendo os animais perfeitos consigo.

Deus disse: “Na hora de trazerem animais cegos para sacrificar, vocês não veem mal algum. Na hora de trazerem animais aleijados e doentes como oferta, também não veem mal algum. Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? Será que os atenderá?”, pergunta o Senhor dos Exércitos.” (Mal 1:8 NVI).

Por que é que Deus se importa com o tipo de animais que as pessoas ofereciam em sacrifício? Porque, ao eles Lhe oferecerem o seu melhor, eles estavam demonstrando fé em Deus e gratidão pelo perdão dos pecados.

Aqui está a parte interessante: Quando um animal era sacrificado ao Senhor, uma parte da carne ficava para o sacerdote e o próprio adorador participava dela, juntamente com sua família. Então, o adorador comia daquilo que oferecia. Espiritualmente falando, isto quer dizer que se você oferecer a Deus o que tem de melhor, receberá o melhor em paz, alegria e clareza de propósito. Se oferecer a Deus uma adoração defeituosa, colherá também uma vida defeituosa.

Quando oferecemos a Deus o melhor do nosso tempo, de nossas emoções e de nossos recursos financeiros estamos oferecendo sacrifícios dignos da grandeza de nosso Deus e trazendo alegria ao Seu coração. Aquele que aprende a adorar a Deus corretamente não perde, mas ganha em todas as áreas de sua vida e ainda recebe a vida eterna!
Andy Nash



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