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sábado, 6 de maio de 2023

DEUS DOMINA

 DEUS DOMINA

O Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem Ele quer. Daniel 4:25

Quando os escritores bíblicos queriam destacar alguma verdade, costumavam repeti-la. Isso pode ser visto em Daniel 4. Nele, o rei Nabucodonosor descreve o sonho em que viu “uma árvore no meio da Terra, cuja altura era enorme. A árvore cresceu e se tornou forte, de maneira que a sua altura chegou até o céu; ela podia ser vista desde os confins da Terra” (v. 10, 11). Logo é dada a interpretação por Daniel: essa árvore representava o rei e seu domínio (v. 22).

No relato, por três vezes é dito que “O Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem Ele quer” (v. 17, 25, 32). Também em Daniel 5, que relembra o fato, mais uma vez aparece a mesma expressão (v. 21). Portanto, essa repetição está destacando uma grande verdade.

Esse domínio de Deus sobre as nações pode ser visto nas profecias que tratam de Nínive. Essa cidade fora fundada sobre as margens do rio Tigre, na região que hoje é parte do Iraque. Ela se tornou a capital do Império Assírio, que durante séculos dominou o mundo bíblico, antes dos quatro impérios mundiais apresentados no livro de Daniel. Seus maiores reis foram Senaqueribe, Esar-Hadom e Assurbanipal – respectivamente, pai, filho e neto. Eles reinaram por cerca de 80 anos e tiveram a crueldade como marca de seu domínio.

Uma amostra de sua brutalidade pode ser vista no reinado de Assurbanipal. Em uma de suas muitas batalhas, ele mandou rasgar as mãos e os lábios de reis derrotados. Em outra guerra, deu ordem para decepar a cabeça dos guerreiros vencidos e as empilhou na entrada da cidade. Enquanto isso, rapazes e moças eram queimados no fogo.

Quando esse império estava no auge de seu poder e glória, Deus anunciou, por meio do profeta Naum, que Ele estava ciente de todo o mal que eles faziam e que interviria de modo que sua capital seria destruída e o império, desfeito (Na 1-3). A profecia de Naum se cumpriu quando babilônios, medos e citas invadiram a capital do Império Assírio e a conquistaram.

Hoje, Deus continua a conduzir a história das nações. No momento certo, Ele intervém. Aguardamos o dia em que Ele estabelecerá Seu reino de paz, que será eterno (Dn 2:44; 7:27).

MEDITAÇÃO DIÁRIA

6 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/deus-domina/
https://youtu.be/xzdN6EF3cJM

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

És O Altíssimo - Salmos 89:3

Meditação Diária
Poder e Fidelidade
Alejandro Bullon

Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso como Tu és,  Senhor, com a Tua fidelidade ao redor de Ti?! Sal. 89:8.

Para que serve o poder? Qual é o motivo que leva as pessoas a procurarem o poder? Por que existem pessoas que chegam até o assassinato para conseguir o poder? Que fascínio tem?

No salmo de hoje, o salmista destaca dois aspectos do caráter de Deus: o Seu poder e a Sua fidelidade. A fidelidade de Deus é mencionada sete vezes ao longo deste salmo de cinqüenta e dois versos. Fidelidade é uma das características do caráter de Deus.

Fidelidade, em hebraico emunah, tem que ver com o cumprimento fiel das promessas divinas. Alguns eruditos traduzem emunah como “verdade”. Em Deus não há mentira. Ele é fiel e verdadeiro. Você pode confiar. O que Deus disse se cumprirá. Sempre. Ontem, hoje e amanhã.

Para que serve o poder? Em Deus, o poder serve para cumprir as Suas promessas. Apesar de tudo e a despeito de tudo. No verso dois, o salmista afirma: “A Tua fidelidade, Tu a confirmarás nos céus.” De que forma? Observe a noite escura. Há trevas por todos os lados, há frio, há morte. Trevas são símbolo de ausência de vida, de perigo, de ameaça. Por isso, a maioria das criaturas se recolhe à noite, esperando que o sol do novo dia traga vida.

Observe mais uma vez o céu. O salmista diz que Deus confirmará Sua fidelidade no céu. Então observe o céu. Quando a dor bate à porta do seu coração, quando as trevas das dificuldades parecem envolvê-lo completamente, quando experimenta angústia e medo, observe o céu. Em meio à escuridão da noite continue observando.

De repente, lá ao longe, onde o céu parece juntar-se com a terra, rompe o dia, nasce o sol e as trevas se desgarram. Existe um momento de luta. Dá a impressão de que as trevas não querem partir em retirada mas é inútil, o astro reaparece no seu esplendor, anunciando vitorioso que é hora de acordar, de levantar-se e tornar a viver.


Por isso, hoje, enxugue essa lágrima de dor e observe o céu. Nele está escrita a fidelidade das promessas divinas. Não saia de casa sem dizer: “Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso, como Tu és, Senhor, com a Tua fidelidade ao redor de Ti?”


terça-feira, 29 de outubro de 2013

És O Altíssimo - Salmos 83


Meditação Diária

És O Altíssimo
Alejandro Bullón

E reconhecerão que só Tu, cujo nome é Senhor, és o Altíssimo sobre toda a Terra. Sal. 83:18.

Quando o médico lhe deu a notícia de que seu pequeno filho estava condenado à morte, a primeira reação de Alberto foi de revolta. Mas revoltar-se contra quem? Contra a ciência, que não podia fazer nada para curar a leucemia que estava acabando com a curta existência de seu único filho? Contra ele mesmo e a esposa que não perceberam os primeiros sintomas da doença fatal? Ou contra Deus? Não, contra Deus não poderia. 
Ele não acreditava na existência de um ser supremo. O seu coração e a sua mente estavam cheios de idéias existencialistas e sentimentos de superioridade diante da esposa que “era capaz de acreditar numa ideia tão superada como Deus.”

Alguma vez você se sentiu insignificante e impotente diante de circunstâncias adversas? O que faz quando todos os recursos humanos falham? Aonde ir quando a ciência, a tecnologia e até o racionalismo humanista gritam: Impossível!

Se você viveu um momento assim, talvez consiga entender como Alberto se sentia. Os dias se passaram. Lentos, agonizantes, implacáveis e cruéis. O tempo, que na maioria das vezes simboliza esperança, era para Alberto o processo doloroso de ver seu querido filho se apagando como uma vela cuja cera está no fim. A fé e a confiança que a esposa depositava em Deus em meio à dor, eram ofensivas para o marido incrédulo.

Um dia cinzento do mês de outubro, ele viu os olhinhos tristes do filho amado, como dizendo adeus. Alberto não aguentou mais e caiu ajoelhado perto da cama e, pela primeira vez, clamou pela misericórdia de um Deus em cuja existência nunca acreditara. E o milagre aconteceu! Médico nenhum foi capaz de explicar a recuperação rápida do garoto, nem a cura posterior. Hoje, Alberto louva o nome de Deus ao lado da esposa e do filho.


As coisas com Deus são assim. Sua existência e poder não dependem de eu crer ou não. Ele está acima dos preconceitos, dúvidas ou incredulidade da criatura. Ele é Deus. Se as pessoas creem  muito bom. Se não, um dia “reconhecerão que só Tu, cujo nome é Senhor, és o Altíssimo sobre toda a Terra”.

Números 18 Comentário

   Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica - Números 18 Comentário Pr Heber Toth NÚMEROS 18 –  Apesar da rejeição e oposição ...