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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Acusação Superada

MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de julho
Acusação Superada

Se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. 1 João 3:20

Embora a cultura atual minimize o conceito de pecado e seus efeitos, ele continua danoso como sempre foi. O sentimento de culpa causado por ele é um dos conflitos emocionais mais difíceis de serem superados. Problemas de relacionamento, tendências acusatórias, isolamento e depressão são algumas de suas consequências. Corpo definhando e ossos esmagados (Sl 31:9; 51:8) são expressões figuradas, utilizadas por Davi, que parecem demonstrar “um reconhecimento mínimo da inter-relação entre a mente e o corpo. Essa percepção incipiente se desenvolveu na ênfase contemporânea no aspecto psicossomático para o diagnóstico e tratamento de doenças físicas bem como psíquicas” (Comentário Bíblico Adventista, v. 3, p. 793).

Para muitas pessoas, a lembrança das faltas e dos pecados cometidos é um fardo que penosamente carregam ao longo da vida, como se estivessem obrigadas a viver sob um céu carregado de nuvens escuras e densas, sem que pudessem vislumbrar um raio de sol. Felizmente, a Palavra de Deus contém muitos exemplos de pessoas cuja vida foi iluminada e aquecida pelo brilho do perdão divino, solução disponível para todos em todo tempo.

Na opinião de diferentes intérpretes, o verso de hoje dá a entender que nosso coração pode nos condenar com razão, o que é confirmado pela onisciência divina, que escancara nossa hipocrisia. Contudo, há outros que enfatizam a graça de Deus em nosso favor. Ainda que nosso coração nos acuse ou condene por causa dos males cometidos, uma vez que nos arrependamos, podemos confiantemente permanecer na presença de Deus, que é maior que nosso coração, sabe tudo a nosso respeito, nos ama, perdoa e aceita. Ele sabe que somos pecadores e vê o pecado em nosso coração. Não o trata com indulgência e, a menos que a ele renunciemos, só nos restará a condenação. Entretanto, Ele também sabe que nosso pecado confessado e abandonado foi apagado pelo sangue de Cristo.

Ter consciência do pecado, tentar escondê-lo empurrando-o para o inconsciente é garantia de sofrimento. Confessá-lo e abandoná-lo é garantia de misericórdia e paz (Pv 28:13). Aquele que é maior do que o pecado, maior do que nosso coração ou nossa consciência, não nos rejeitará. Aquele cuja misericórdia e graça sobrepujam nossos temores, dúvidas e sentimentos de indignidade em Sua presença nos vê por intermédio de Cristo. Nele escondidos, pela fé, encontramos plena certeza e a paz de espírito que almejamos.

sábado, 15 de setembro de 2018

I JOÃO 3 Comentário Pr Heber Toth Armi

I JOÃO 3 
Comentário Pr Heber Toth Armi

Como agir corretamente diante de situações complicadas de relacionamento? A carta em análise oferece-nos princípios para o bom andamento das atividades na comunidade eclesiástica.

O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado, conforme Merrill F. Unger:

1. O justo viver e a comunhão:
• O amor dado por Deus como incentivo à vida santa (v. 1);
• A vinda de Cristo como incentivo à vida santa (vs. 2-3);
• A vida santa como propósito da salvação (vs. 4-5);
• A vida santa e a comunhão (vs. 6-10).
2. Amor fraternal e comunhão:
• A comunhão no amor (vs. 11-15);
• A manifestação do amor (vs. 16-18);
3. A certeza cristã e a comunhão:
• A natureza da certeza (vs. 19-21);
• A realização da comunhão (vs. 22-24).

Esta carta serve de espelho. Nosso tipo de obediência aos mandamentos de Deus prova nosso nível de moralidade (2:3-6). Nosso jeito de amar serve de avaliação de nossa condição social (2:7-11). Nossa forma de expressar a fé prova nosso compromisso com a doutrina bíblica (2:18-27). 

João Stott destaca, dos capítulos subsequentes, mais três itens para nossa avaliação: Uma elaboração da...

• ...prova moral: justiça (2:28-3:10);
• ...prova social: amor (3:11-18);
• ...prova doutrinária: fé (4:1-6).

Ao aceitarmos o amor divino tornamo-nos diferentes dos egoístas do mundo. Como filhos de Deus, purificamo-nos dos feios traços comportamentais influenciados pelo diabo. Libertos da escravidão do pecado, somos livres para obedecer a Cristo, O qual morreu para tirar de nós os nossos pecados, inclusive o ódio.

O crente não assume impecabilidade, pois devido a sua vulnerabilidade espiritual, pode escorregar e ter recaídas; porém, não aceita permanecer caído, pois já não é mais escravo das garras do diabo – Nisto reside a diferença do pecador sem Cristo e do pecador com Cristo.

• O amor altruísta em lugar do amor egoísta é a maior evidência de que alguém realmente está convertido. Isso só é possível tendo Jesus no coração! 

Desta forma, “a religião de Cristo revela-se como um princípio vitalizante e dominante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria” (Ellen G. White).

Olhemos no espelho espiritual desta carta e, então procuremos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....