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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Vivendo a Vida do Éden

A Fé Pela Qual Eu Vivo
20 de dezembro
Vivendo a Vida do Éden


E vi um novo céu e uma nova Terra. Porque já o primeiro céu e a primeira Terra passaram, e o mar já não existe. Apoc. 21:1.

O Céu é uma escola; o campo de seus estudos, o Universo; seu professor, o Ser infinito. Uma ramificação desta escola foi estabelecida no Éden; e, cumprindo o plano da redenção, reassumir-se-á a educação na escola edênica. …

O profeta de Patmos assim descreve a localização da escola do além:

“Vi um novo céu e uma nova Terra. Porque já o primeiro céu e a primeira Terra passaram. … E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do Céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido.” Apoc. 21:1 e 2. …

A concessão da árvore da vida, no Éden, era condicional, e finalmente foi retirada. Mas os dons da vida futura serão absolutos e eternos. …

Restabelecidos à Sua presença, de novo os homens serão, como no princípio, ensinados por Deus: “O Meu povo saberá o Meu nome, … porque Eu mesmo sou o que digo: Eis-me aqui.” Isa. 52:6. …

Todos os tesouros do Universo estarão abertos ao estudo dos filhos de Deus. Com indizível deleite unir-nos-emos na alegria e sabedoria dos seres não caídos. Participaremos dos tesouros adquiridos através dos séculos empregados na contemplação da obra de Deus. E enquanto os anos da eternidade se escoam, continuarão a trazer-nos mais gloriosas revelações. “Muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos” (Efés. 3:20) será, para todo o sempre, a concessão dos dons de Deus. …

O trabalho aqui é o preparo para o trabalho lá. O que hoje somos no caráter e serviço santo, é o prenúncio certo do que seremos. Educação, págs. 301, 302 e 307.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 360

sábado, 9 de março de 2019

O Caminho dos Transgressores

A Fé Pela Qual Eu Vivo

9 de março
O Caminho dos Transgressores

O bom entendimento dá graça, mas o caminho dos prevaricadores é áspero. Prov. 13:15.

A notícia da queda do homem espalhou-se por todo o Céu. Todas as harpas emudeceram. Com pesar os anjos tiraram a coroa de suas cabeças. Todo o Céu se movimentou. Formou-se um conselho para decidir o que deveria ser feito com o culpado casal. Os anjos receavam que de novo estendessem a mão para comer da árvore da vida, tornando-se pecadores imortais. Deus, porém, dissera que lançaria os transgressores fora do jardim. Imediatamente anjos foram comissionados para guardar o caminho da árvore da vida. Era plano calculado de Satanás que Adão e Eva desobedecessem a Deus, recebessem Sua desaprovação, e fossem levados a participar da árvore da vida de sorte a viverem para sempre no pecado e na desobediência, e desta forma o pecado seria imortalizado. Santos anjos, porém, foram mandados para expulsar o casal do jardim, enquanto outro grupo de anjos eram incumbidos de guardar o caminho da árvore da vida. …

Satanás triunfara. Pela sua queda, outros foram levados a sofrer. Ele fora expulso do Céu, e eles o foram do Paraíso. Spiritual Gifts, vol. 1, págs. 21 e 22.

Pela transgressão Adão perdeu o Éden. Pela transgressão dos mandamentos de Deus o homem perderá o Céu e uma eternidade de glória. Isto não é história ociosa, mas verdade. Pergunto: … De que lado estais? Testemunhos Para Ministros, pág. 141.

Verdade é que a estrada de Satanás é arranjada de molde a parecer atraente, mas é tudo uma ilusão; há no caminho do mal cruéis remorsos e corrosivos cuidados. … Na estrada descendente, talvez a entrada esteja adornada com flores, mas encontram-se espinhos no percurso. …

“O caminho dos prevaricadores é áspero” (Prov. 13:15), mas os da sabedoria “são caminhos de delícias, e todas as suas veredas, paz.” Prov. 3:17. Todo ato de obediência a Cristo, todo ato de abnegação por amor dEle, toda prova devidamente suportada, toda vitória ganha sobre a tentação, é um passo dado na marcha para a glória da vitória final. Se tomamos a Cristo como nosso guia, Ele nos conduzirá a salvo. O Maior Discurso de Cristo, págs. 139 e 140.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 74

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Éden, o Primeiro Lar

Refletindo a Cristo

Éden, o Primeiro Lar-1º de junho

Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Gên. 2:24.
Deus celebrou o primeiro casamento. Assim esta instituição tem como seu originador o Criador do Universo. “Venerado seja… o matrimônio” (Heb. 13:4); foi esta uma das primeiras dádivas de Deus ao homem, e é uma das duas instituições que, depois da queda, Adão trouxe consigo de além das portas do Paraíso. Quando os princípios divinos são reconhecidos e obedecidos nesta relação, o casamento é uma bênção; preserva a pureza e felicidade do gênero humano, provê as necessidades sociais do homem, eleva a natureza física, intelectual e moral. …
O lar de nossos primeiros pais devia ser um modelo para outros lares, ao saírem seus filhos para ocuparem a Terra. Aquele lar, embelezado pela mão do próprio Deus, não era um suntuoso palácio… mas… um jardim. Esta era sua morada. … No ambiente em que vivia o santo par havia uma lição para todos os tempos, a lição de que a verdadeira felicidade é encontrada, não na satisfação do orgulho e luxo, mas na comunhão com Deus mediante Suas obras criadas. Se os homens dessem menos atenção às coisas artificiais, e cultivassem maior simplicidade, estariam em muito melhores condições de corresponderem com o propósito de Deus em sua criação. O orgulho e a ambição nunca se satisfazem; aqueles, porém, que são verdadeiramente sábios encontrarão um prazer real e enobrecedor nas fontes de alegria que Deus colocou ao alcance de todos.
Aos moradores do Éden foi confiado o cuidado do jardim, “para o lavrar e o guardar”. Sua ocupação não era cansativa, antes agradável e revigoradora. Deus indicou o trabalho como uma bênção para o homem, a fim de ocupar-lhe o espírito, fortalecer o corpo e desenvolver as faculdades. Na atividade mental e física Adão encontrava um dos mais elevados prazeres de sua santa existência. …
O santo par não era apenas filhos sob o cuidado paternal de Deus, mas estudantes a receberem instrução do Criador todo-sabedoria. … A ordem e harmonia da criação falavam-lhes de sabedoria e poder infinitos. Estavam sempre a descobrir alguma atração que lhes enchia o coração de mais profundo amor, e provocava novas expressões de gratidão.
Enquanto permanecessem fiéis à lei divina, sua capacidade para saber, vivenciar e amar, cresceria continuamente. Estariam constantemente a adquirir novos tesouros de saber, a descobrir novas fontes de felicidade, e a obter concepções cada vez mais claras do incomensurável, infalível amor de Deus. Patriarcas e Profetas, págs. 46, 49, 50 e 51.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. Pág. 158 – 

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

*Maravilhoso Jesus-Gênesis 3:15



Os dois jardins
Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15

Havia uma vez um jardim. Nele se escutavam apenas sons de alegria. Deus plantou aquele jardim e nele colocou os nossos primeiros pais para o cultivar e o guardar. Mas o jardim da vida se tornou o jardim da morte. O vento gelado da transgressão soprou e dissipou a inocente alegria. Feitos para desfrutar da comunhão com o Criador e com os anjos, Adão e Eva se esconderam, com
medo de Deus (Gênesis 3:8).

Mas Deus veio em busca deles. “Aonde estás?”, Ele perguntou (verso 9). Esta pergunta ressoa em cada livro da Bíblia. Deus está buscando a humanidade – busca-nos porque estamos perdidos, porque sozinhos não podemos encontrá-Lo. Deus vem até nós para trazer salvação.

A nossos primeiros pais, chegou uma palavra de esperança. Deus prometeu uma “semente” da mulher que, no tempo certo, iria esmagar a cabeça da serpente. Embora aquele filho de Eva fosse sofrer no processo – “tu lhe ferirás o calcanhar” – Ele seria o agente divino para assegurar o triunfo do bem no grande conflito contra o mal.

Houve um outro jardim. Nele, numa quinta à noite quando a lua estava cheia, um Homem ajoelhou-se para orar. Ele tinha vindo a este lugar muitas vezes, a fim de buscar uma comunhão tranqüila com Deus, e havia saído refrigerado. Mas agora suava grandes gotas de sangue. Agonizando ele gritou: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres” (Mateus 26:39).

Aquele Jardim que se tornou o jardim da morte para Jesus de Nazaré é o jardim da vida para nós. Por estar disposto a sofrer a morte no lugar de cada homem e mulher (Hebreus 2:9), Jesus reverteu a perda do primeiro jardim.

Embora o calcanhar de Jesus Cristo tenha sido ferido, ao morrer Ele nos salvou libertando-nos da culpa e quebrando o poder do inimigo sobre nós. Agradeço a Deus pela “semente” da mulher!

Autor: William G. Johnsson

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Oração
Senhor, Louvo o teu nome não apenas pelo que o Senhor fez, mas principalmente pelo que o Senhor é: Grande e Poderoso. Senhor, sou pequeno, mas quando sinto sua presença em mim, sinto-me forte. Não me abandone neste dia. Não retires de mim o Seu Espírito. Em nome de Jesus Cristo te peço. Amém.

2 Reis 14 Comentário

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