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terça-feira, 15 de julho de 2025

Êxodo 40 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 40
Comentário Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 40 – Não há melhor presente do que receber a presença de Deus! A ordem para armar o tabernáculo deu-se no primeiro aniversário da libertação do Egito (Êxodo 40:1).

Assim como em Gênesis, a graça de Deus atua na desgraça humana, concedendo privilégios a quem merece mais que a escravidão – pois a morte é salário do pecado (Romanos 6:23).

Ao ter toda a mobília colocada em seu devido lugar tudo foi cerimonialmente consagrada ao Senhor; inclusive sacerdotes e Sumo sacerdotes. Observe que Arão, um líder irresponsável, negligente e mentiroso no episódio da idolatria do bezerro de ouro, foi escolhido como Sumo Sacerdote, juntamente com seus filhos – o mais alto posto no serviço sacerdotal (Êxodo 40:12-16).

Note que o tabernáculo é chamado de “Tenda do Encontro”, e sobre a mesa que ficaria na nessa tenda deveria conter os “pães da Presença”, os quais estariam “diante do Senhor” (Êxodo 40:22-23). Evidenciando, desta maneira, que Deus quer encontrar-Se com pecadores. Sua presença era ilustrada pela arca da aliança, contendo as duas tábuas da aliança – os Dez Mandamentos, que refletem o caráter de Deus –, onde Sua glória Se manifestaria visivelmente (Êxodo 40:20-21).

Tudo o que continha no Tabernáculo visava levar o pecador à presença do Criador – a qual perdera-se devido ao pecado; a oportunidade dessa presença foi restaurada através do plano da salvação, ilustrado na teologia do Santuário. Conquanto, assim que “Moisés terminou a obra”, “a nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés não podia entrar na Tenda do Encontro, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”. Deus, através da nuvem (diurna) e da coluna de fogo (noturna), Se fez perceptivelmente presente na jornada de Seu povo (Êxodo 40:34-38).

A apoteótica presença divina na conclusão de Êxodo era apenas um vislumbre da vinda do Emanuel, que Se faria carne para habitar conosco, visando revelar a glória divina (João 1:1-14); cujo auge se dará em Sua majestosa segunda vinda (Mateus 24:30-31). Enquanto isso, temos Sua presença constante garantida até o fim (Mateus 28:20). Aleluia!

O livro de Êxodo ensina-nos que tudo o que somos e temos devem ser devolvidos ao Senhor de tudo; nisto reside nosso culto/louvor (adoração) ao Deus que concede-nos o privilégio de Sua presença. Consequentemente, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Êxodo 40 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 40

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 40 – Não há melhor presente do que receber a presença de Deus! A ordem para armar o tabernáculo deu-se no primeiro aniversário da libertação do Egito (Êxodo 40:1). 

Assim como em Gênesis, a graça de Deus atua na desgraça humana, concedendo privilégios a quem merece mais que a escravidão – pois a morte é salário do pecado (Romanos 6:23). 

Ao ter toda a mobília colocada em seu devido lugar tudo foi cerimonialmente consagrada ao Senhor; inclusive sacerdotes e Sumo sacerdotes. Observe que Arão, um líder irresponsável, negligente e mentiroso no episódio da idolatria do bezerro de ouro, foi escolhido como Sumo Sacerdote, juntamente com seus filhos – o mais alto posto no serviço sacerdotal (Êxodo 40:12-16).

Note que o tabernáculo é chamado de “Tenda do Encontro”, e sobre a mesa que ficaria na nessa tenda deveria conter os “pães da Presença”, os quais estariam “diante do Senhor” (Êxodo 40:22-23). Evidenciando, desta maneira, que Deus quer encontrar-Se com pecadores. Sua presença era ilustrada pela arca da aliança, contendo as duas tábuas da aliança – os Dez Mandamentos, que refletem o caráter de Deus –, onde Sua glória Se manifestaria visivelmente (Êxodo 40:20-21).

Tudo o que continha no Tabernáculo visava levar o pecador à presença do Criador – a qual perdera-se devido ao pecado; a oportunidade dessa presença foi restaurada através do plano da salvação, ilustrado na teologia do Santuário. Conquanto, assim que “Moisés terminou a obra”, “a nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. Moisés não podia entrar na Tenda do Encontro, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”. Deus, através da nuvem (diurna) e da coluna de fogo (noturna), Se fez perceptivelmente presente na jornada de Seu povo (Êxodo 40:34-38).

A apoteótica presença divina na conclusão de Êxodo era apenas um vislumbre da vinda do Emanuel, que Se faria carne para habitar conosco, visando revelar a glória divina (João 1:1-14); cujo auge se dará em Sua majestosa segunda vinda (Mateus 24:30-31). Enquanto isso, temos Sua presença constante garantida até o fim (Mateus 28:20). Aleluia!

O livro de Êxodo ensina-nos que tudo o que somos e temos devem ser devolvidos ao Senhor de tudo; nisto reside nosso culto/louvor (adoração) ao Deus que concede-nos o privilégio de Sua presença. Consequentemente, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

O Tabernáculo- Êxodo 40

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Êxodo 40
Comentários Heber Toth Armí

O Tabernáculo


Beleza, recursos, talentos, materiais não foram economizados na construção do Santuário, nem mesmo nas roupas dos sacerdotes. Para Deus tudo precisa ser feito com qualidade – mesmo enfrentando a dureza e a aridez do deserto, onde deveria economizar devido à incerteza quanto à pobreza.

Segue abaixo o esboço deste capítulo traçado por Douglas K. Stuart:

1. Moisés levanta o Tabernáculo, investe aos sacerdotes e coloca todos os materiais (vs. 1-33);

• Mandato de Deus para erguer o Tabernáculo (vs. 1-16);
• Moisés ergue o Tabernáculo (vs. 17-33).

2. A nuvem da glória do Senhor cobre o Tabernáculo (vs. 34-38).

O Tarbenáculo estava erguido, o Santuário recebeu a presença do Santo Deus. O sistema de adoração estava completo. “E assim o livro de Êxodo narra a história do povo de Deus desde a libertação do Egito até o término da construção do tabernáculo ao pé do Monte Sinai” comentou William MacDonald.

Nota-se em todo tempo Moisés, líder de uma grande nação, com humildade e disposição de seguir detalhadamente as especificações dadas por Deus. É por isso que, no final do livro de êxodo, Deus enche com Sua majestosa presença a tenda levantada e projetada para Ele.

Teologicamente, este livro apresenta Deus como o libertador, capacitador e abençoador. O Deus Criador, poderoso e santo organizou em nação a um povo escravizado/humilhado/desprezado no Egito, portanto, miserável. Ao fazer uma aliança de amor e compromisso com o povo através de uma Legislação ímpar, Deus revelava ao mundo Seu plano de salvação.

Com o santuário Deus orientava o sistema de adoração daquele que aceitava o plano de salvação. Assim, os ex-escravos seria prova do poder de Deus e o Santuário a revelação do caráter do verdadeiro Deus ao mundo. De escravos do Egito a servos do Senhor, o impacto deveria impressionar ao mundo inteiro.

Nas palavras de Eugene H. Merrill “o livramento do êxodo está para o Antigo Testamento assim como a morte e ressurreição de Cristo estão para o Novo Testamento [...]. O livramento no êxodo, a aliança sinaítica, a experiência no deserto e a promessa de uma terra fornecem modelos da vida cristã. Aquele que crê [...] empreendendo o próprio ‘êxodo’, deixando de ser escravo do pecado e do mal para servir sob a nova aliança”.

Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí
@palavraeficaz
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