terça-feira, 5 de julho de 2022

Deuteronômio 20 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 20

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 20 – Em vez de evolução, há regressão no comportamento humano. Frieza, ódio, polarização, intolerância, ambição e ganância têm tornado não apenas as nações, mas a sociedade, num barril de pólvora prestes a estourar – sem contar a crescente guerra no seio familiar. Em pleno século 21 precisamos de diretrizes para lidar com guerras!

Ainda que possamos enfrentar à guerra (Deuteronômio 20:1-4), cuidados quanto a quem deve participar dela precisam ser considerados (Deuteronômio 20:6-9). É necessário, também, saber como proceder quanto aos que desprezam a paz e como preservar a natureza na guerra (Deuteronômio 20:10-20).

Cristo previu que, no decorrer da história, quanto mais aproximasse o fim, haveriam tensões bélicas como princípio das dores escatológicas (Mateus 24:6-8). Ao orientar aos cristãos, Jesus advertiu que serão “entregues para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Naquele tempo, muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará” (Mateus 24:9-12). Discursos de ódio e intolerância aos cristãos são despertados pelo inimigo de Deus e da humanidade: Satanás.

Por conseguinte, “antes de surgir no horizonte um reino eterno de paz e justiça [o Reino de Deus], muitas coisas ruins vão acontecer. Um invasor autoritário do planeta fará guerra contra um povo inocente. Mas jamais percamos de vista que estamos resistindo e lutando pela nossa terra, nossa liberdade e nossa vida. Uma nova ordem global digna do nome em breve surgirá”, motiva-nos Marcos De Benedicto. Enquanto aguardamos esse dia, promovamos a paz; lutemos pela paz (Deuteronômio 20:10). Como?

“Nós, como comunidade do reino, somos chamados a ter fome de justiça, a buscar a paz, a conter a vingança, a amar os inimigos – em outras palavras, a sermos marcados pela cruz... Apenas quando [Jesus] retornar, as espadas serão forjadas em arados, e as lanças, em instrumentos de poda [Isaías 2:4]. Mas esse fato não nos dá a permissão para a proliferação de fábricas de espadas e lanças... Deus é um pacificador. Jesus Cristo é um pacificador. Então, se quisermos ser filhos de Deus e discípulos de Cristo, nós também precisamos ser pacificadores” (John Stott).

Aguardemos a vitória de Deus (Deuteronômio 20:4). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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