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sábado, 4 de janeiro de 2020

Tempo de adorar

MEDITAÇÃO DIÁRIA
04 de janeiro
Tempo de adorar

Adorai o Senhor na beleza da Sua santidade.” 1 Crônicas 16:29

Ao ser interpelado pela mulher samaritana (Jo 4:19-24), Jesus deixou claro que a verdadeira adoração é um encontro do ser humano com Deus. Vai muito além dos locais e dos rituais construídos pelo homem. É uma experiência pessoal e direta. Não se trata de ritual nem de formalismo, mas de uma experiência vital, que implica relacionamento próximo. Por seu intermédio, a criatura e o Criador, o finito e o Infinito, se unem com laços fortes.

Adoração é reconhecimento. Por meio dela obtém-se um conceito correto de quem é Deus e do que Ele representa: santidade, dignidade, majestade e poder. Assim Ele é reverenciado, exaltado, honrado e enaltecido por ser “o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, O qual tem o nome de Santo” (Is 57:15). Desse modo, adquirimos a clara compreensão de que o Senhor é digno de “receber a glória, a honra e o poder”, porque criou “todas as coisas”. Por Sua vontade elas “vieram a existir e foram criadas” (Ap 4:11).

Adoração é também companheirismo com Deus. “Ele Se revela e Se comunica com o adorador. Esse exercício […] tem duas vias, de endereçar e receber. Deus fala […] e nós ouvimos. Deus age porque em Cristo tem agido decisivamente; nós aceitamos e damos” (Horne Silva, Culto e Adoração, p. 15). E, assim, Lhe respondemos tributando devoção e fervor, em uma combinação de respeito e amor. Deus como Criador inspira respeito. Como Redentor, inspira amor. É assim que O adoramos em espírito e em verdade.

Finalmente, a verdadeira adoração é serviço. Seu propósito principal não é apenas tornar o ser humano um receptor das bênçãos de Deus, mas levá-lo a prestar tributo a Ele, oferecendo seus dons ao Criador com fé sincera e total obediência. Devemos oferecer “sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1Pe 2:5). Por isso, oferecemos a Ele nossa vida. A expressão mais elevada do serviço como adoração é a entrega do próprio ser, a apresentação do nosso corpo “por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm 12:1). No entanto, a verdadeira adoração não está completa com a entrega da nossa vida ao Senhor, a menos que sirvamos a nosso semelhante. Este é mais um dia em que podemos adorar ao Senhor, servir a Ele e a nosso próximo.
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