segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Graça

MEDITAÇÃO DIÁRIA

06 de janeiro

Graça

Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça. Romanos 5:20, NVI

Revelação redentora do amor de Deus, em Jesus Cristo, pela humanidade, a graça dispensa complementos. Pela graça, Deus aceita o inaceitável, toca o intocável. Leva-O a Se tornar amigo dos sem amigos, capacitar os fracos e preencher a vida vazia. Philip Yancey disse que ela é “nossa última palavra perfeita”, pois “contém uma essência do evangelho como uma gota de água pode conter a imagem do sol. O mundo tem sede de graça em situações que nem a reconhece […]. Para uma sociedade que parece estar à deriva, sem amarras, não sei de lugar melhor para lançar uma âncora de fé” (Maravilhosa Graça, p. 11).

Escrevendo aos cristãos de Roma, Paulo expôs o fato de que a graça divina sempre excederá a força e a quantidade do pecado. Ao mesmo tempo em que mencionou a entrada do pecado no mundo e a condenação desse pecado pela lei, o apóstolo realçou a supremacia da graça com que Deus enfrenta o problema da iniquidade humana. Ela nos foi franqueada em Cristo Jesus.

Em nossos esforços humanos para descrever a excelência da graça não temos chegado nem mesmo a tocá-la com a ponta dos dedos. Ela brilhou nos olhos do Salvador sobre a cruz. Gotejou de Suas feridas. Foi ouvida de Seus lábios trementes enquanto orava: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34) e na certeza de que a missão estava cumprida: “Está consumado!” (Jo 19:30). A graça vai em busca do mais vil pecador e o conquista para o reino da glória! Graça que intercede por nós diante de Deus. Ela nos capacita para viver em santificação (Rm 6).

A graça é suficiente para tudo em nossa experiência cristã. Disse Paulo: “Pela graça de Deus, sou o que sou” (1Co 15:10). É por meio dela que somos perdoados e salvos, sustentados e fortalecidos na jornada cristã. A graça nos faz erguer a cabeça quando tudo nos parece perdido. À parte da graça, nada existe suficientemente capaz de nos fazer suportar ou dissipar totalmente a dor causada pelas feridas que o pecado nos causou. Ninguém é tão indigno que esteja fora de seu alcance. De fato, o único obstáculo à graça não é o pecado, mas a atitude do pecador em não querer aceitá-la.

Com nossas carências espirituais, podemos nos aproximar livremente, buscar e receber graça, conforme disse alguém, “como se segurássemos uma xícara diante de uma cachoeira”.

Celebremos a graça! Ela será nosso cântico pelos séculos da eternidade.
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