quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

A MISERICÓRDIA DE DEUS

MEDITAÇÃO DIÁRIA
22 de janeiro
A MISERICÓRDIA DE DEUS

As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as Suas misericórdias não têm f im; renovam-se cada manhã. Grande é a Tua fidelidade. Lamentações 3:22, 23

Nasce um novo dia! Certamente, o Senhor tem um cálice de bênçãos para nós hoje, ainda que sejamos provados. É mais uma etapa em nossa caminhada para a eternidade que nos aguarda. A que devemos tudo isso?

Aiden Tozer, em seu livro Mais Perto de Deus, amplia essa pergunta, sob uma perspectiva futura: “Quando nós atravessarmos os portais da eternidade, qual terá sido a razão pela qual estaremos ali? Quando estivermos às margens do mar ‘como que de vidro’, cantando o cântico da vitória sobre o pecado, a morte e o mal, quem ou o que nos terá dado o direito de nos perfilarmos junto à multidão de salvos? Que credenciais apresentaremos ao nos tornarmos súditos do reino da glória de Deus?”

Tozer responde: “Quando nós, os filhos das trevas, mediante o sangue da eterna aliança, alcançarmos afinal o lar de luz, teremos mil cordas em nossas harpas, mas a mais doce será a que entoar com maior perfeição a misericórdia de Deus” (p. 106). É por causa dela que não somos consumidos.

A misericórdia é um atributo de Deus, fonte infinita e inesgotável de bondade, que O dispõe a nos olhar e aceitar, compadecido de nossa miséria. O Antigo e o Novo Testamentos proclamam a misericórdia divina. O salmista diz: “Muitas, Senhor, são as Tuas misericórdias” (Sl 119:156). No Salmo 136, ele repete 26 vezes: “Sua misericórdia dura para sempre.”

Nosso texto assegura que as manifestações do amor de Deus são multiformes e jamais acabam. De fato, os versos 22 a 41 são o ápice não apenas do capítulo 3, mas de todo o livro. Neles é revelada a verdade sobre os propósitos e intenções de Deus para com Seu povo. Eles respondem às muitas interrogações que eventualmente surgem, pois nos deparamos com um Deus que, embora possa castigar, “não aflige nem entristece de bom grado os filhos dos homens” (v. 33).

A experiência de Israel contém 70 anos de cativeiro babilônico, durante o qual a nação parecia abandonada e esquecida. Entretanto, o Senhor estava permitindo essa amarga experiência a fim de revelar a Seu povo a necessidade dele e convencê-lo de que ser fiel a Deus é uma atitude sábia. Nesse processo, garantiu ao povo de Israel o que nos garante hoje: “Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a Minha misericórdia não se apartará de ti, e a aliança da Minha paz não será removida, diz o Senhor, que Se compadece de ti” (Is 54:10).

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

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