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domingo, 8 de dezembro de 2019

“Ora Vem, Senhor Jesus”

A Fé Pela Qual Eu Vivo
8 de dezembro
“Ora Vem, Senhor Jesus”


Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo. Tito 2:13.

Uma das verdades mais solenes, e não obstante mais gloriosas, reveladas na Escritura Sagrada, é a da segunda vinda de Cristo, para completar a grande obra da redenção. … A doutrina do segundo advento é, verdadeiramente, a nota tônica das Sagradas Escrituras. …

A vinda do Senhor tem sido em todos os séculos a esperança de Seus verdadeiros seguidores. …

O patriarca Jó, na noite de sua aflição, exclamou com inabalável confiança: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra… ainda em minha carne verei a Deus. Vê-Lo-ei por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros, O verão.” Jó 19:25-27. …

A última promessa do Salvador no Monte das Oliveiras, de que Ele viria outra vez, iluminou o futuro a Seus discípulos, encheu-lhes o coração de alegria e esperança que as tristezas não poderiam apagar nem as provações empanar. Em meio de sofrimento e perseguição, “o aparecimento do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo” foi a “bem-aventurada esperança”. …

Na rochosa ilha de Patmos o discípulo amado ouve a promessa: “Certamente cedo venho”, e em sua anelante resposta sintetiza a prece da igreja em toda a sua peregrinação: “Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!” Apoc. 22:20. …
“Este velho mundo não está longe de seu fim”, disse Melâncton. … “Os pensamentos que se relacionam com a vinda do Senhor”, disse Baxter, “são dulcíssimos e mui gozosos para mim.” – Obras, Richard Baxter. “É a obra da fé, e do caráter de Seus santos, amar Seu aparecimento e aguardar o cumprimento da bem-aventurada esperança.” …

“Este é o dia que todos os crentes devem almejar, esperar e aguardar, como cumprimento de toda a obra de sua redenção, e de todos os desejos e esforços de sua alma.” “Apressa, ó Senhor, este bem-aventurado dia!” O Grande Conflito, págs. 299, 302-304.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 348
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